terça-feira, junho 16, 2026
Início Site Página 1305

Mundialmente premiada, vodka brasileira integra sabores extraídos do carvalho americano

0

A Vodka Kalvelage OAK possui notas de baunilha e caramelo, criando uma identidade e sabor único

De acordo com uma pesquisa feita pela Euromonitor International em 2018, o Brasil está entre os 10 maiores mercados consumidores de vodka no mundo. Isso fez com que cada vez mais marcas brasileiras investissem em bebidas exclusivas e produzidas com ingredientes selecionados, como é o caso da Kalvelage Distillery,  criadora das também mundialmente premiadas Vodka Kalvelage e Vodka Kalvelage Vibe. Saborizada com extrato natural de carvalho americano, a vodka Kalvelage OAK possui uma identidade e sabor únicos, tornando ela uma vodka brasileira exclusiva.

A vodka Kalvelage Oak já conquistou três prêmios internacionais, dentre eles prata no San Francisco World Spirits Competition em 2019 e 2020. “É importante conquistarmos esses prêmios internacionais, pois isso mostra como as bebidas produzidas no Brasil são de qualidade e seguem o mesmo padrão de produção de marcas internacionalmente consagradas”, explica Maurício Kalvelage, um dos fundadores da marca. A Oak não contém adição de açúcares, o que  preserva o sabor natural dos ingredientes de um destilado premium.

Produzida com ingredientes selecionados, a vodka Kalvelage OAK é produzida 100% com cereais, em uma receita mantida em segredo pela destilaria. A marca vem fazendo sucesso nos bares de coquetelaria da região sul do Brasil, sendo muito utilizada na preparação de drinks. E falando em drinks, Maurício Klavelage explica como preparar uma sugestão clássica: A OAK Cola! A receita é bem simples:

OAK Cola

Ingredientes

  • Gelo
  • 60ml Vodka OAK
  • Refrigerante de Cola (1 Lata)
  • Limão siciliano

Modo de Preparo

Em um copo, coloque o gelo e a vodka OAK. Esprema meio limão siciliano e complete o copo com o refrigerante de cola. Mexa levemente e sirva!

A Kalvelage Oak está disponível em diversos PDVs.

Sobre a Kalvelage

Após muitos estudos, os irmãos Marcos Kalvelage e Maurício Kalvelage começaram a produzir artesanalmente os primeiros destilados, os quais admiraram muitos amigos e familiares. Toda essa confiança serviu de suporte para que em 2012 os Irmãos Kalvelage fundassem a Kalvelage Distillery, instalada até hoje em Santa Catarina dentro da região do Vale Europeu. Em 2013, a primeira vodka Kalvelage chegou ao mercado.

Saiba mais em http://www.kalvelagedistillery.com/

Em tempos de pandemia, empresa de Uberlândia realiza compra de material escolar dos filhos de colaboradores

0

Enquanto a população não está imunizada contra a Covid-19, pais e responsáveis têm se desdobrado para irem até as papelarias fazerem as compras do material escolar, evitando aglomerações, respeitando regras sanitárias e, claro, de olho nos preços para economizarem o quanto for possível.

Pelo 13º ano, o Grupo Sabin, presente em 12 estados brasileiros e no Distrito Federal, vai realizar a compra de material escolar para os filhos de seus colaboradores. Neste ano atípico, esse benefício tornou-se ainda mais valioso. A empresa de medicina diagnóstica oferece a todos os colaboradores a opção de receber os materiais diretamente em suas residências ou de realizar apenas a retirada na papelaria, evitando aglomeração na hora de adquirirem os itens.

O benefício, tem o intuito de ajudar seus colaboradores a economizarem tempo e recursos na busca pelos itens escolares.

A gerente de Desenvolvimento Humano e Organizacional do Sabin, Karine Hepp Guimarães, explica que o bem-estar dos colaboradores é uma das prioridades da empresa. “O EducaSabinAção, assim chamado pelo grupo, foi pensado para que nossos colaboradores possam desfrutar de mais tempo com a família e contar com a ajuda da empresa para efetuar negociações na compra desses materiais. Quando temos um colaborador satisfeito e feliz, temos maior engajamento”, explica.

A negociação que o Sabin realiza diretamente com fornecedores e empresas responsáveis pelos itens da lista rendem descontos de, em média, 30% e o valor pode ser parcelado em até quatro vezes sem juros no contracheque.

Ex-participante da Casa dos Artistas acredita que o politicamente correto e o medo de ser “cancelado” influencia atitudes dos participante do BBB

0

Marcelo Mathias diz que o Big Brother mal começou e o termo já está sendo debatido

A cultura do cancelamento é um termo bastante recente, conhecido e discutido principalmente entre os mais jovens nas redes sociais. A expressão é utilizada para denominar um comportamento que em sua essência busca por justiça social, mas acaba realizando uma espécie de linchamento virtual dos indivíduos que agem ou dão declarações politicamente incorretas. O BBB21 mal começou, mas este termo já vem sendo muito falado pelos participantes. 

O ex- participante da Casa dos Artistas, Marcelo Mathias, acha que esta atitude de “politicamente correto” e a cultura do Cancelamento, influencia nas atitudes dos participantes: “a cultura do cancelamento é uma atitude equivocada, na medida em que ela não permite o livre debate de ideias e a circulação de opiniões distintas, algo saudável para a discussão de ideias”, disse Mathias.

Transamerica Batel oferece hospedagens para Carnaval em Curitiba

0

Para oferecer mais segurança para hóspedes, apresenta trabalha com padrões de higiene certificados pelo Bureau Veritas

Mesmo com o Carnaval fora do calendário oficial, muitos paranaenses poderão aproveitar o feriado para um merecido descanso. Para quem pretende viajar de carro na data, o Transamerica Prime Batel oferece uma hospedagem confortável e possui excelente localização, perfeita um passeio seguro, repleto de diversão e beleza. O hotel está no bairro do Batel, ao lado do shopping Pátio Batel e dos melhores bares e restaurantes da cidade. Na região, o hóspede ainda tem fácil acesso a diversos pontos turísticos, como o Jardim Botânico, a Torre Panorâmica e a Feirinha do Largo da Ordem. Todos operando de acordo com as normas de segurança para prevenção do novo coronavirus

O Transamerica Prime Batel também é um dos mais charmosos hotéis de Curitiba, instalado em um elegante prédio no estilo neoclássico. Suas suítes são cuidadosamente decoradas e equipadas com cama king size, TV LCD, ar-condicionado, frigobar, estação de trabalho, cofre digital, TV a cabo e Wi-fi. Para a categoria Premium estão disponíveis ainda: água cortesia, cafeteira com opções de cafés e chás, roupão e chinelos, e amenities diferenciados. A experiência pode ser completada com as refeições do restaurante Elegance Gastronomia que oferece o melhor da cozinha contemporânea.

Vale ressaltar que no momento o hotel também trabalha sob rigorosos padrões sanitários, atestados pelo órgão regulador internacional Bureau Veritas com o Selo de responsabilidade Safe Guard. A capacidade máxima de operação foi reduzida para assegurar o distanciamento seguro entre as pessoas, materiais impressos foram retirados dos apartamentos e os cômodos ganharam novos processos rigorosos de higienização, com rotina diária de uso de produtos especiais. Funcionários usam máscara, lavam as mãos frequentemente e passam por treinamentos contínuos com protocolos de limpeza e higiene.

O site do hotel oferece muitos benefícios como o Club THG, que garante 10% de desconto para os que escolhem se cadastrar no Clube de Vantagens da Transamerica, e também com a promoção de Compra Antecipada, que garante até 15% de desconto para aqueles que programam suas viagens com antecedência mínima de 15 dias, reservando no site através do promocode ANTECIPE.

Serviço:
Avenida do Batel, 1732 | Batel – Curitiba/PR
Contato para reserva: rscuritiba@transamerica.com.br
(55 41) 3017-1700

6 maneiras para lidar com a incerteza

Especialista em psicologia positiva ensina o que você pode fazer quando tudo parece estar fora do controle

Viver com incertezas é difícil. Nós, seres humanos, ansiamos por informações sobre o futuro da mesma forma que precisamos nutrir necessidades básicas, como alimentação e abrigo.

Diante da dúvida, o cérebro tenta nos proteger diminuindo a nossa capacidade de nos concentrar em qualquer coisa que não seja a criação de certezas. Isso é o que explica Flora Victoria, mestre em psicologia positiva aplicada pela Universidade da Pensilvânia. “Pesquisas mostram que a incerteza no trabalho, por exemplo, tende a ter um impacto mais significativo sobre a nossa saúde do que realmente perder o emprego”, diz.

Embora a evolução possa ter manipulado nossos cérebros para resistir à incerteza, nunca podemos realmente saber o que o futuro trará. Então, como enfrentar melhor as situações quando tudo parece estar fora de controle?

Flora, que também é Embaixadora da Felicidade no Brasil pela World Happiness Summit, compartilha seis estratégias:

1. Não resista

Não há dúvida: vivemos tempos difíceis. Mas resistir a essa realidade não ajuda ninguém a se recuperar, aprender, crescer e se sentir melhor. Ironicamente, a resistência prolonga a dor e a dificuldade.

Existe uma alternativa. Em vez de resistir, podemos praticar a aceitação. Aceitação, porém, não é o mesmo que resignação. Aceitar uma situação não significa que ela nunca vai melhorar. Ao ver a realidade da vida no agora, é possível caminhar, em vez de permanecer paralisado pelo medo.

  1. Invista em si mesmo

O melhor recurso que você tem agora para fazer uma contribuição para o mundo é você. Quando esse recurso se esgota, seu bem mais valioso é perdido. Em outras palavras, quando investimos pouco em nosso corpo, mente e espírito, destruímos nossas ferramentas mais essenciais.

Precisamos manter os relacionamentos que nos trazem conexão e significado. Devemos dormir e descansar o suficiente quando estivermos cansados. E temos que passar um tempo nos divertindo, apenas pelo prazer da alegria.

  1. Encontre formas de conforto saudáveis

Um dos jeitos mais úteis de investir em nós mesmos é criar uma lista de maneiras saudáveis de nos sentir bem.

Use sua máscara e passe a fazer caminhadas todas as manhãs. Ligue para uma pessoa especial. Reflita sobre o que você é grato. Reserve um tempo da tarde para praticar um hobby ou simplesmente assistir a um vídeo engraçado no YouTube. Essas coisas podem parecer pequenas, mas nos permitem ser mais felizes.

4. Não acredite em tudo que você pensa

Essa é uma tática de redução do estresse. Nosso viés de negatividade também pode nos levar ao fracasso. Quando sempre esperamos o pior, muitas vezes nos fechamos para aproveitar as oportunidades ou responder aos desafios com criatividade e coragem.

Em vez de acreditar em todos os pensamentos ruins, imagine o melhor cenário possível. Afinal, uma dose de otimismo não faz mal a ninguém, não é mesmo?

  1. Preste atenção nas suas emoções

Cada vez que for lavar as mãos, por exemplo, você pode se perguntar: como estou me sentindo agora? Observe quais são as suas emoções e como elas reverberam em seu corpo. Já nos momentos de angústia, se esforce para respirar com um pouco mais de calma.

Quando parece que tudo está fora do controle, identifique o que está acontecendo em seu mundo interior no aqui e agora, no estado presente. Isso é o que nos permite cultivar a atenção plena e a não reatividade.

6. Encontre significado no caos

Ao observar algo que precisa ser melhorado, um importante passo é reconhecer o que podemos fazer para ser parte da solução. Que habilidades e talentos podemos trazer para o problema? O que realmente importa para nós e como podemos ajudar?

Significado e propósito são fontes de esperança. Quando o mundo parece assustador ou incerto, saber o significado que temos para os outros e possuir um senso de propósito pode ser melhor do que qualquer outra coisa. O que você sempre quis fazer? Quais são os seus interesses? Que resultado você espera alcançar? Pense nisso!

 

Vacinação no Brasil: pesquisador científico desmistifica efeitos colaterais do antídoto e explica como o imunizante atua no organismo

Neurocientista Fabiano de Abreu garante que a vacina ‘ensina’ as células do corpo a produzirem proteínas similares ao vírus e a dar respostas imunes à ameaça e não altera o código genético

A cada dia a realidade da vacinação contra a Covid-19 está mais próxima. Enquanto em vários países do mundo a campanha de imunização contra a doença já começou, no Brasil ainda há quem duvide da eficácia dos antídotos e questiona a respeito de seus efeitos colaterais. Apesar de uma onda negacionista em torno da segurança das vacinas, especialistas garantem que não há motivos para preocupação.

“As vacinas não alteram a sequência de DNA de um corpo humano. Ela apenas apresenta ao corpo as instruções para construir imunidade,” afirma o neurocientista e pesquisador científico Fabiano de Abreu, em entrevista à revista Casa e Jardim, da editora Globo.

“O mRNA é um mensageiro sintetizado a partir de um molde de DNA, ou seja, uma cópia de uma das fitas do DNA e não o original que contém informações que determinam quais os aminoácidos necessários para a construção de determinada proteína. No caso da vacina, o mRNA recebe informação genética sobre o vírus e engana o corpo para que produza a proteína do invasor, no caso o vírus”, detalha

Deste modo, segundo o neurocientista, a vacina “ensina” as próprias células do corpo humano a produzirem proteínas parecidas com o Sars-CoV-2, e, a partir daí, o sistema imune reconhece a ameaça e cria uma resposta que protege o organismo de uma futura infecção.

“Elas (as vacinas) agem diretamente no sistema imunológico, estimulando o organismo para a produção de anticorpos dirigida, especificamente, contra o agente infeccioso ou contra seus produtos tóxicos. Além disso, desencadeiam uma resposta imune específica mediada por linfócitos, bem como tem por objetivo formar células de memória, as quais serão responsáveis por desencadear uma resposta imune de forma rápida e intensa nos contatos futuros. A vacinação é, portanto, um meio de se adquirir imunidade ativa não contraindo uma doença infecciosa”, completa.

Questionado sobre os efeitos colaterais que certas pessoas apresentam ao tomarem vacinas, o especialista detalha que o surgimento de sintomas após a vacinação pode ser uma coincidência.

“As vacinas são compostas por partículas de vírus mortos, não existe nenhuma possibilidade de alguém ficar gripado devido ao antídoto. Na verdade, são essas partículas que provocam a resposta imunológica em nosso organismo, produzindo proteção contra a doença. O que pode ocorrer é, sendo a pessoa alérgica a algum componente da fórmula ou estar incubando a gripe e, coincidentemente, tomar a vacina, poderá manifestar”, esclarece.

“É importante ressaltar que a vacina da gripe é feita de vírus inativados, ou seja, ela não transmite a doença. Ocorre que, como a vacina é aplicada em uma época em que há muitos vírus respiratórios circulando, as pessoas ficam mais doentes e atribuem os sintomas à vacina, mas certamente a doença que se manifestou foi provocada por outros vírus que não os contidos na vacina”, declara.

“Para evitar que isso ocorra, fique alerta para sintomas de gripe já em curso, se você já está com febre, dor no corpo, dor de cabeça, se você é portador de alergias. Comunique-se ao seu médico e evite possíveis complicações após a vacina”, finaliza.

*Este artigo é um recorte da entrevista concedida à revista Casa e Jardim, da editora Globo. O pesquisador e neurocientista Fabiano de Abreu está apto a dar entrevistas e falar sobre o tema.

 

Fabiano de Abreu Rodrigues
Doutor e Mestre em Psicologia da Saúde pela Université Libre des Sciences de l’Homme de Paris; Doutor e Mestre em Ciências da Saúde na área de Psicologia e Neurociência pela Emil Brunner World University; Mestre em psicanálise pelo Instituto e Faculdade Gaio, Unesco; Pós-Graduação em Neuropsicologia pela Cognos de Portugal; Três Pós-Graduações em neurociência; cognitiva, infantil, aprendizagem, Pós-Graduação em psicologia existencial e antropologia, todas pela Faveni; Especialização em propriedade elétrica dos Neurônios em Harvard, neurociência geral em Harvard; Especialista em Nutrição Clínica pela TrainingHouse de Portugal.
Neurocientista, Neuropsicólogo, Psicólogo, Psicanalista, Jornalista e Filósofo.
Integrante da SPN – Sociedade Portuguesa de Neurociências – 814, da SBNEC – Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento – 6028488 e da FENS – Federation of European Neuroscience Societies – PT30079. E-mail: deabreu.fabiano@gmail.com
Diretor da CPAH – Centro de Pesquisas e Análises Heráclito
Em 2020, mais de 10 artigos científicos aprovados pelo comitê e aprovados em revistas científicas internacionais, Qualis A e B.

A Dependência de Álcool Depois da Cirurgia Bariátrica

0

30″ Se a causa emocional que levou o paciente à compulsão alimentar não for tratada antes da cirurgia, certamente ele terá outros problemas de compulsão, pós cirurgia e a dependência alcoólica é apensas um deles”- Afirma Dra. Bruna Marisa- Médica Especialista em Emagrecimento

Muitas pessoas que lutam para perder peso acreditam que a cirurgia bariátrica trata-se de um simples “milagre” e no afã de perder peso rápido, muitas vezes porque realmente sozinhos não conseguem, não buscam um conhecimento mais profundo sobre o assunto.

Em primeiro lugar é preciso entender que esse tipo de intervenção cirúrgica, a redução de estômago, é um método é indicado para pessoas com obesidade mórbida, ou seja, com o IMC (índice de Massa Corpórea) igual ou acima de 40. Se o índice estiver entre 35 e 40, deverá ser considerado se há outras doenças ligadas a obesidade e que coloque a vida do paciente em risco. Ainda assim, devemos considerar todo o tempo que a cirurgia reserva ao paciente, riscos e consequências – explica a Dra. Bruna Marisa, médica pós graduada em endocrinologia e medicina ortomolecular, membro da SBEM e especialista em emagrecimento.

Mas Afinal De Contas, Existe Uma Relação Entre A Cirurgia Bariátrica E A Dependência De Álcool?

Estudos recentes realizados no Centro Médico de Pittisburg (EUA), traz evidências de que há um risco elevado de pessoas que passaram pela cirurgia bariátrica tornarem-se dependentes de álcool.

Um estudo envolvendo por volta de dois mil pacientes, publicado no Journal of the American Medical Association, mostrou que dois anos depois de passaram pela cirurgia bariátrica, houve um aumento na taxa de alcoolismo chegando a 9,6%.

Em pesquisas anteriores foi provado que o metabolismo do álcool muda com a operação. Além do álcool ser absorvido de maneira mais rápida, a volta à sobriedade é mais demorada.

“O problema é que na maior parte das vezes, o obeso busca na comida o seu porto seguro, o seu conforto emocional. E depois da cirurgia, ele se vê impedido de descarregar suas frustrações e tristezas na comida, já que não consegue mais comer a quantidade de antes.”

E é aí que mora o perigo. “ Se a causa emocional que levou o paciente à compulsão alimentar não for tratada antes da cirurgia, certamente ele terá outros problemas de compulsão, pós cirurgia e a dependência alcóolica é apenas uma deles”-afirma a Dra Bruna.

Observamos que o álcool é o primeiro a ser buscado porque além de dar sensação de conforto, ele também faz o papel de aproximar o ex obeso de novo da vida social, uma vez que agora ele começa a entrar nas roupas que sempre quis, mas não consegue ir a jantares e festas, pois no geral não consegue comer. Então, ele bebe e a bebida cria socialização – diz a Dra. Bruna Marisa, que lida com isso diariamente em seu consultório, tratando casos de pessoas que voltaram depois de anos a engordar depois da bariátrica e muitas delas, passaram por estes problemas, como o relato abaixo:

“Depois de 2 anos de cirurgia eu estava morando fora do país, longe da praia, que era meu habitat natural, longe de amigos e finalmente estava magra, bonita, mas não me reconhecia. Eu não conseguia comer, doce me enjoava e percebi que os drinks dos pubs nos finais de semana começaram a cair muito bem durante a semana também, tapando o vazio que eu sentia. Quando me dei conta, estava fazendo do álcool, meu companheiro praticamente o dia inteiro. Não foi fácil reconhecer que eu precisava de ajuda, mas busquei e consegui e hoje sei que não posso tomar um só gole de álcool. É como o carboidrato. Se você come a primeira colher de arroz, certamente não conseguirá parar ou terá muita dificuldade. Engordei muito mais do que antes da cirurgia depois de quase 20 anos e agora estou recomeçando, mas da maneira certa. Está bem difícil, mas se pudesse, certamente não teria escolhido o “caminho mais fácil” (depoimento de uma paciente bariátrica há 20 anos que teve problemas com álcool)

Aqui falamos da dependência do álcool, pós cirurgia bariátrica mas vale dizer que se no caso do paciente obeso que sofre de compulsão alimentar e não é tratado antes e depois da cirurgia bariátrica, não é só para o álcool que ele tenderá a buscar refúgio, mas em qualquer outro vício que lhe trouxer algum tipo de alívio emocional, seja outros tipos de drogas ilícitas,  compras, jogos de azar, sexo compulsivo, manias diversas, ou seja, é fundamental que a pessoa busque ajuda imediatamente.

ADra Bruna Marisaalerta: É imprescindível que o paciente faça um acompanhamento multidisciplinar com psicólogos, nutricionistas e endocrinologistas pelo menos durante dois anos antes da cirurgia e se possível pelo resto da vida, para garantir que os problemas emocionais do paciente não o levarão ao reganho de peso e também para que sejam supridas todas as carências nutricionais que este paciente terá pelo resto da vida. A bariátrica salva vidas sim, mas deve ser o último recurso a ser buscado.

“O Excesso é tão prejudicial quanto a falta” -Gurdjeff

30CRÉDITO:
Dra. Bruna Marisa é médica, pós graduada em Endocrinologia, membro da SBEM, pós graduada em Medicina Ortomolecular, especialista em Emagrecimento e Low Carb, com vários cursos na área de Medicina Esportiva, onde também atua. Autora do E-Book: Guia de Emagrecimento Definitivo e Duradouro.
Site: www.drabrunamarisa.com.br
Instagram: @drabrunamarisa
Youtube: https://youtube.com/drabrunamarisa

Sinta-se bem: elimine o estresse e a ansiedade

Uma ótima forma de conectar mente e corpo e resolver problemas são as terapias alternativas

No Brasil, Cerca de 70% da população sofre com o estresse no dia a dia, seja pela rotina acelerada, pelo trabalho, pelos estudos, família e outros. Esse problema gera sintomas como dores de cabeça, palpitações, insônia, falta ou aumento de apetite, que são tratados de forma medicamentosa, não resolvendo o núcleo da situação.

Desta forma, muitas pessoas vêm procurando conhecer mais sobre as terapias integrativas, que, de forma natural e pelo resultado da união de um vasto conjunto de práticas e técnicas, expandem a consciência, promovem clareza e limpeza energética, conectando corpo e mente e assim, gerando bem estar, felicidade, resolução de problemas, interrupção de dores e uma vida mais plena.
Bianca Drabovski, facilitadora de Consciência e terapeuta especializada em Saúde Integrativa, apresenta “Quando observo os sintomas que o paciente relata, consigo identificar os seus medos e conflitos, e então começo a trabalhar neste sentido. Utilizo várias técnicas como a Limpeza Energética com Cones Chineses, as Barras de Access e a Descompressão Tecidual Global, Reprogramação Biomuscular dentre outras, levando sempre de forma personalizada o melhor tratamento ao paciente.
Ressalta-se que se você não cuida de sua saúde mental e de suas emoções, o seu corpo sofre, pois aquilo que não é resolvido na mente o corpo acaba transformando em doenças físicas.
O relaxamento profundo gerado pelas terapias integrativas promove uma vida melhor as pessoas.  Existem inúmeras possibilidades, nunca imaginadas, que se tem a partir do momento que existe a saída do julgamento de que só existem um ou dois caminhos na vida.
As terapias ajudam a quebrar os limites do pensar, e promovem o acesso a Consciência que está disponível com infinitas possibilidades.

 

30Serviço: Bianca Drabovski Chemin
Co-criadora da Descompressão Tecidual Global, Facilitadora de Consciência e Terapeuta em Saúde Integrativa.
@bianca.consciencia
https://www.youtube.com/channel/UCQOsEgQOpzdoCLuqPhXzCog
contato@biancaconsciencia.com.br
www.biancaconsciencia.com.br

Manutenção do peso perdido exige esforço contínuo

0

Evitar o reganho dos quilos perdidos na dieta faz parte de um processo ativo do tratamento da obesidade que está relacionado a medidas que devem levar em conta aspectos fisiológicos, ambientais e comportamentais

Para quem faz dieta hipocalórica, um desafio maior do que emagrecer é o de manter o peso perdido, ou seja, não entrar no ciclo sem fim do efeito sanfona. Uma metanálise de 29 estudos, que acompanhou por cinco anos pessoas em dieta, demonstrou que apenas 15% delas conseguiu gerenciar com sucesso a manutenção dos quilos perdidos. Ou seja, 85% engordou novamente. Conforme o levantamento, mais da metade do peso foi recuperado em dois anos e 80% do peso foi ganho novamente em meia década.

Nesse sentindo, o médico endocrinologista e especialista em emagrecimento, Rodrigo Bomeny, ressalta que assim como perder peso, não reganhar os quilos perdidos é um processo ativo que faz parte do tratamento da obesidade e que depende do esforço, da mudança de hábito e da abstenção de determinados prazeres. Mas não só, além de fatores comportamentais, há fatores ambientais e fisiológicos que influenciam o reganho de peso, que culturalmente e historicamente foram ignorados até por profissionais de saúde, e que devem ser levados em conta para que as pessoas não entrem nesse ciclo vicioso de perda e reganho de peso.

Segundo Bomeny, durante muito tempo, a obesidade não foi vista como uma doença e por isso os condicionantes hormonais e genéticos do distúrbio foram ignorados. Ao reduzir o fracasso de uma dieta exclusivamente à  vontade do paciente, que por preguiça, gula ou o pelo não cumprimento do mero déficit calórico (ganhou mais energia do que perdeu) recuperou os quilos a mais, muitos médicos, ao invés de atuarem como solução, se tornaram parte do problema. Para fazer com que os pacientes mantivessem o peso perdido, suas orientações eram muito superficiais, restritas a exortamentos como: feche a boca e coma menos.

Hoje, sabe-se que o problema da obesidade vai além da simples falta de vontade. Conforme o especialista em emagrecimento, diversos estudos já demonstraram que orientações médicas focadas somente no estado anímico do paciente não geram resultado eficaz. Muito pelo contrário, afetam psicologicamente o indivíduo, que desanima ao verificar que suas reiteradas tentativas de emagrecer acabando por fracassar.

Bomeny explica que diversos fatores tornam tão difícil a manutenção do peso perdido. Entre eles o ambiental. “As pessoas que emagreceram continuam vivendo no mesmo ambiente que favoreceu o ganho de peso inicialmente, daí grandes chances de reganho de peso”, explica. Esse ambiente se caracteriza por um padrão alimentar que favorece o consumo de industrializados e ultraprocessados. “São alimentos extremamente pobres do ponto de vista nutricional e proteico e ricos em energia na forma de carboidratos”, destaca.

O fator fisiológico também é relevante. Bomeny explica que ao emagrecer, o corpo responde hormonalmente à perda de peso. “À medida que emagrecemos o nosso gasto de energia diminui e esse comportamento persiste mesmo na fase da manutenção”, diz. Conforme o especialista em emagrecimento, a taxa de metabolismo não apenas reduz, como faz isso além do esperado, o que dificulta a perda de peso nos moldes do início da dieta. “Então, o simples fato de restringir o gasto calórico e manter isso com o tempo não significará que a perda de peso ocorrerá na mesma velocidade de antes”, afirma.

Outras respostas fisiológicas ao emagrecimento são a diminuição da saciedade, o aumento do apetite, e alteração no sistema de recompensa hedônica (relativo ao prazer) ocasionados por mecanismos de feedbacks, nos quais substâncias orexigênicas ou anorexigênicas atuam nos sistemas nervosos central e periférico. Todos esses fatores culminam em um maior consumo de alimentos e no consequente reganho de peso. Estudos constataram que para cada quilo perdido, as pessoas aumentam o apetite em 100 calorias e que essas alterações não retornam aos níveis registrados antes do emagrecimento mesmo após um ano.

Por último, Bomeny ressalta o fator comportamental como relevante para o reganho de peso, principalmente quando se atinge o platô. Conforme o médico endocrinologista, após verificarem o sucesso da dieta, as pessoas tendem a aumentar o consumo de alimentos sem perceber. “Os pacientes realmente acreditam que estão mantendo a sua dieta quando na verdade estão comendo mais”, explica. E isso, de acordo com Bomeny, acontece por um fator genético. “A percepção do paciente em relação ao consumo, ao apetite, inclusive ao desejo de determinados alimentos ocorre em regiões cerebrais específicas que não estão totalmente sob seu controle”, diz.

Para o especialista em emagrecimento, saber que existem questões biológicas, comportamentais e ambientais que condicionam a perda e o reganho de peso (efeito sanfona) é de extrema importância para que o tratamento da obesidade não se volte apenas para o emagrecimento e sim para a manutenção do peso perdido, que, reitera Bomeny, deve ser um processo ativo que abranja todas as áreas já citadas.

Uma questão importante levantada pelo médico endocrinologista é que no sentido de evitar o efeito sanfona, sejam quais forem as dietas adotadas, é necessário reduzir a ingestão de alimentos ultraprocessados. Dessa maneira, a pessoa consegue aumentar sua concentração de proteína no organismo e diminuir a ingestão excessiva de energia, que leva ao armazenamento de gordura e aumento de peso. “Independentemente do tipo de dieta que a pessoa adotar, algo precisa ser feito em relação à qualidade dela, que precisa ter como base a comida de verdade”, sentencia.

Sobre Rodrigo Bomeny

Especialista em emagrecimento, Rodrigo Bomeny é graduado em Medicina pela Universidade de São Paulo (USP), com residência em clínica médica e em endocrinologia e metabologia pela mesma instituição de ensino.

Por que pessoas com restrições alimentares devem fazer suplementação de vitamina B12?

0

A deficiência de mecobalamina pode causar complicações hematológicas, psíquicas e neurológicas graves como a anemia megaloblástica e até demência

A vitamina B12, também conhecida como mecobalamina, é responsável pela formação de células vermelhas do sangue e também para o sistema nervoso, sendo cofator de diversas enzimas primordiais ao organismo, inclusive na produção de DNA. Entretanto, a falta de mecobalamina pode levar a complicações hematológicas, psíquicas e neurológicas graves, como a anemia megaloblástica e até demência.

Como essa deficiência pode permanecer assintomática por longos períodos e causar uma série de problemas de saúde, veganos, vegetarianos e pessoas com problemas de mastigação, deglutição e digestão precisam fazer o monitoramento adequado, por meio de exames de sangue específicos periodicamente e, acima de tudo, recorrer à suplementação.

Mas o que é a Vitamina B12?

Para que se entenda melhor, a vitamina B12 é sintetizada exclusivamente por micro-organismos, solúvel em água e essencial a todos. Os seres humanos não são capazes de produzi-la, portanto, a fonte natural de vitamina B12 na dieta humana restringe-se ao consumo de alimentos de origem animal ou suplementação.  

Ela é absorvida somente no intestino delgado, e para isso requer uma glicoproteína produzida pelas células parietais do estômago, chamada de fator intrínseco. A ligação da B12 ao fator intrínseco forma um complexo que resiste às enzimas proteolíticas do intestino, e posteriormente adere-se a receptores específicos das células epiteliais do íleo distal, onde a B12 é absorvida. Quando esse processo não ocorre corretamente, sua absorção é diminuída.

Por isso, no caso de pessoas com problemas de mastigação, deglutição e digestão, a deficiência se dá por conta da diminuição da ingestão de carne, que é fonte de vitamina B12. Já no caso dos vegetarianos, a opção de uma dieta que não inclui nenhum produto de origem animal, leva a falta da mecobalamina no organismo. 

Sintomas e diagnóstico

A falta de vitamina B12 pode exibir sintomas, entre eles estão a anemia, fraqueza, parestesias (sensação de formigamento), dores nos nervos (neuropatias), esquecimento (levando até a um quadro de demência), e outros. Quanto mais prolongada a deficiência, mais lenta e incompleta a recuperação. Portanto, diagnóstico precoce é fundamental para prevenir e impedir a progressão de distúrbios neurológicos que podem ser irreversíveis.

“Em casos de anemia, o tratamento geralmente fica em torno de dois meses, já o quadro neurológico regride parcial ou completamente em seis meses. Mas, muitas vezes, o tratamento da deficiência de vitamina B12 deve ser mantido por períodos longos ou pela vida toda se a causa da deficiência é mantida”, explica Dra. Rita de Cássia Salhani Ferrari, médica geriatra formada pela Universidade Federal de São Paulo, Fellowship no Geriatric Medicine Program na University of Pennsylvania e responsável pelo departamento de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Marjan Farma.

Tratamento sem injeções

O tratamento com mecobalamina, a forma ativa da vitamina B12, é conhecido por ser um tanto quanto doloroso por conta das injeções intramusculares, o que pode levar os pacientes, muitas vezes, a negligenciar os procedimentos.  A boa notícia é que agora já existe no mercado a vitamina B12 sublingual de forma ativa, que oferece absorção imediata, um grande alívio que garante maior adesão e enfatiza que nem todo tratamento médico precisa ser um incômodo.

“Como não existia, até o momento, um medicamento contendo B12 por via sublingual. que pudesse ser uma alternativa à via parenteral no Brasil. Muitos pacientes tinham a necessidade de importar produtos dos EUA na concentração de 1.000 mcg de mecobalamina sublingual, mas estes produtos costumam ser suplementos alimentares nos EUA e não passam pelo mesmo controle de qualidade rigoroso dos medicamentos pelo Food and Drug Administration (FDA). O desenvolvimento da vitamina B12 sublingual de forma ativa realmente revoluciona o mercado e tem tudo para ser a primeira opção para quem precisa da suplementação”, conclui a especialista.