quarta-feira, abril 29, 2026
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Novo Porsche 911 Turbo S chega a Belo Horizonte

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Belo Horizonte foi palco de uma das estreias mais aguardadas do calendário automotivo. Na véspera do feriado, o Porsche Center BH, concessionária Porsche Bamaq, reuniu mais de 100 convidados — entre clientes e imprensa — para a apresentação do novo 911 Turbo S. Em uma noite marcada por expectativa e exclusividade, o lançamento evidenciou o interesse em torno do modelo ao mobilizar dezenas de entusiastas em uma data tradicionalmente voltada ao descanso.

A recepção ficou a cargo de Marcelo Rohlfs, head da Divisão Automotiva da Bamaq, e de Antônio Brasil, gerente de Vendas das unidades Porsche do grupo. Já a apresentação do modelo foi conduzida por Leandro Rodrigues Sabes, gerente sênior de Comunicação e Relações Públicas da Porsche Brasil, que detalhou os atributos técnicos e os diferenciais do superesportivo.

Mais potência, eletrificação e engenharia de pista
O novo Porsche 911 Turbo S chega como o modelo de produção mais potente da história da linha, com 711 cv de potência combinada. O conjunto acelera de 0 a 100 km/h em apenas 2,5 segundos e atinge velocidade máxima de 322 km/h.

Entre os principais avanços está o inédito sistema T-Hybrid, que combina o motor boxer biturbo de 3,6 litros a duas turbinas elétricas, elevando a resposta do acelerador e ampliando a eficiência do conjunto. A tecnologia permite entrega de torque em uma faixa ampla de rotações, garantindo acelerações mais consistentes e imediatas.

O modelo também evolui em dinâmica com um conjunto de soluções voltadas à performance. A aerodinâmica ativa ajusta automaticamente elementos como difusores e asas para equilibrar arrasto e downforce conforme a condução. O chassi conta com sistema eletro-hidráulico de controle de rolagem, que aumenta a estabilidade em curvas e a precisão em mudanças rápidas de direção.

Nos freios, o 911 Turbo S traz um dos sistemas mais avançados já aplicados pela marca em um modelo de rua. Os discos de cerâmica (PCCB) foram aprimorados, com destaque para os discos dianteiros e traseiros maiores — agora com 420 mm e 410 mm — e novos compostos derivados do automobilismo, que melhoram a resistência térmica e a eficiência em frenagens intensas. O conjunto é complementado por pneus de nova geração, com maior largura na traseira, ampliando a área de contato com o solo e contribuindo para níveis superiores de aderência.

Além da performance, o modelo mantém o equilíbrio característico da linhagem ao combinar esportividade com conforto e usabilidade no dia a dia. O interior traz acabamento refinado, materiais nobres e soluções voltadas à personalização, enquanto o design exterior reforça a identidade do Turbo S com linhas mais musculosas e elementos exclusivos.

“O novo 911 Turbo S representa um salto importante em todos os aspectos. Conseguimos elevar ainda mais o nível de desempenho sem abrir mão do conforto e da versatilidade que são marcas do modelo. É um carro que redefine o patamar do 911”, destacou Leandro Rodrigues Sabes, gerente sênior de Comunicação e Relações Públicas da Porsche Brasil.

Para completar a experiência, o público que acompanhou a estreia do novo 911 em Belo Horizonte pôde revisitar a história do modelo no showroom do Porsche Center BH. Em exposição, estavam as gerações 930, 964, 996, 997.1, 991.1 e 992.1, em uma jornada que revela a evolução de um dos esportivos mais icônicos de todos os tempos.

Sobre a Porsche Brasil
A Porsche Brasil, com sede em São Paulo, iniciou suas operações em julho de 2015. A rede Porsche no Brasil está presente nas seguintes praças: São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Florianópolis, Blumenau, Curitiba, Maringá, Brasília, Goiânia, Fortaleza, Recife e Salvador.

Sobre o Grupo Bamaq
Fundada em 1974, a Bamaq é hoje um dos grandes grupos empresariais do Brasil, com atuação nos setores de equipamentos pesados, automóveis e serviços financeiros. Com mais de 1.000 colaboradores e presença em 17 estados das regiões Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste, o grupo atua em todo o território nacional. No setor automotivo, representa as marcas Porsche (MG, BA e MS), GWM (RMBH e MS) e Mercedes-Benz (RMBH).

Hapvida anuncia nova liderança e reforça plano de execução para 2026

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A Hapvida anunciou ao mercado sua nova estrutura de liderança com renovação da diretoria executiva. O anúncio marca o início de um novo ciclo estratégico focado na execução, eficiência operacional e melhoria da experiência dos beneficiários.

Como parte do processo sucessório já anunciado, Luccas Adib, que foi indicado para assumir a posição de CEO da companhia, assume em 30 de abril, enquanto Jorge Pinheiro foi indicado para a presidência do Conselho de Administração, após mais de duas décadas à frente da operação.

O anúncio inclui a seguinte estrutura executiva:
• Lucas Garrido — Vice-presidente de Finanças (CFO)
• Fabiane Reschke — Vice-presidente Jurídica (CLO)
• Felipe Nobre — Vice-presidente de Estratégia, M&A e Relações com Investidores
• Felipe Araújo — Vice-presidente de Pessoas
• Gianfranco Lucchesi — Vice-presidente de Planos Premium
• Bruno Pinto — Vice-presidente de Relacionamento Médico e Sinistro
• Daniel Vidotti — Vice-presidente de Tecnologia (CIO)
• Nicolau Camargo — Vice-presidente de Clientes
• Bernardo Marotta — Diretor Executivo de Marketing (CMO)
• Lucas Santos — Diretor Executivo de Engenharia (CTO)
• Alexandre Ribeiro — Diretor Executivo de Controles Internos, Riscos e Prevenção à Fraude

A companhia também propôs o fortalecimento de sua estrutura de governança, tecnologia e inovação, com a criação e recomposição de comitês estratégicos, incluindo o Comitê de Finanças e Mercado de Capitais e o Comitê de Inovação, ampliando sua capacidade de execução e suporte à transformação operacional.

“A companhia não precisa reinventar seu modelo. Precisa voltar a executar muito bem o básico, com foco no que realmente gera valor para o cliente e para o negócio”, afirma Luccas Adib.

A nova fase está estruturada em três prioridades: crescimento com racionalidade, recuperação de margens e disciplina na geração de caixa. O plano inclui revisão de processos, melhor utilização da rede própria, simplificação de sistemas e decisões mais orientadas por dados.

No centro da estratégia está a experiência do cliente. A companhia busca tornar a jornada do beneficiário mais simples, eficiente e resolutiva, com impacto direto na retenção, na redução de judicialização e na melhoria dos resultados operacionais.

“A proposta reflete uma evolução natural da companhia após um ciclo relevante de crescimento e integração. Estamos preparando a Hapvida para um novo momento, com mais eficiência, disciplina e consistência na execução”, afirma Jorge Pinheiro.

A proposta de nova governança e liderança ocorre em um contexto de maior disciplina operacional e foco na geração de valor no longo prazo. A companhia reforça que seguirá aprimorando sua estrutura, sempre alinhada às melhores práticas de governança e às expectativas do mercado.

Com mais de 16 milhões de beneficiários, a Hapvida busca consolidar um modelo mais equilibrado, eficiente e sustentável, mantendo seu compromisso com o acesso à saúde e a qualidade assistencial.

UniSecovi-MG oferece curso on-line sobre experiência do cliente e aumento de vendas

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De 14 a 16 de abril, das 19h às 22h, a UniSecovi-MG, universidade corporativa da CMI/Secovi-MG (Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato da Habitação de Minas Gerais), vai realizar o curso on-line “O Poder de Ouvir e Vender Mais”, com aulas ao vivo via Zoom e carga horária de 9 horas. As inscrições estão disponíveis no site da entidade.

A capacitação é voltada a profissionais da área comercial e de atendimento, como corretores, vendedores, gerentes e gestores, e tem como foco o desenvolvimento de habilidades relacionadas à experiência do cliente. O curso propõe o aprimoramento da escuta ativa, da comunicação e da capacidade de compreender expectativas, percepções e comportamentos dos consumidores.

O conteúdo inclui técnicas para fortalecer o relacionamento com o cliente, aumentar a assertividade nas negociações e gerar resultados mais consistentes. As aulas serão conduzidas por Benjamin Pereira, professor, consultor e especialista em marketing de relacionamento, com ampla atuação em treinamentos e desenvolvimento de equipes.

O investimento é de R$ 280,80 para associados e R$ 322,40 para não associados. A inscrição garante acesso ao curso e à avaliação final, sendo exigida presença mínima de 70%. O certificado será concedido aos participantes que obtiverem, no mínimo, 70% de aproveitamento.

Ignorar a saúde bucal hoje pode comprometer a saúde de amanhã

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Existe um equívoco silencioso, mas bastante comum, na forma como encaramos o próprio corpo: a ideia de que podemos cuidar da saúde em partes.

Fazemos check-ups, acompanhamos exames, buscamos equilíbrio emocional, mas, quando o assunto é saúde bucal, ainda prevalece uma lógica simplista, quase estética. Como se o sorriso fosse apenas aparência. Não é.

A boca é uma das principais portas de entrada do organismo e também um dos primeiros lugares onde sinais de desequilíbrio se manifestam. O problema é que ainda subestimamos esse papel.

Diversos estudos já demonstraram que infecções bucais não tratadas podem impactar o funcionamento de todo o corpo. Bactérias presentes na cavidade oral podem alcançar a corrente sanguínea e contribuir para processos inflamatórios associados a doenças cardiovasculares. No caso do diabetes, a relação é ainda mais complexa: a doença aumenta a vulnerabilidade a problemas gengivais, enquanto a inflamação bucal dificulta o controle da glicemia.

Ou seja, não estamos falando apenas de dentes, estamos falando de saúde sistêmica.

Mas os impactos vão além do físico. A saúde bucal também influencia diretamente a forma como nos relacionamos com o mundo. Dor, desconforto ou insegurança com o próprio sorriso afetam autoestima, comunicação e interação social. Em casos mais severos, podem contribuir para quadros de ansiedade e isolamento.

Ainda assim, seguimos tratando a odontologia como um cuidado opcional.

Essa visão precisa mudar e com urgência.

Promover saúde bucal é, antes de tudo, uma estratégia de prevenção. Consultas regulares, higiene adequada e acesso facilitado ao atendimento odontológico não evitam apenas cáries ou problemas gengivais. Eles reduzem riscos maiores, antecipam diagnósticos e contribuem para um organismo mais equilibrado.

O que está em jogo não é apenas estética. É qualidade de vida, longevidade e bem-estar integral.

Talvez seja hora de rever prioridades. Porque, no fim, o corpo não funciona em partes e a saúde, definitivamente, não começa onde a gente acha que começa.

Ela começa pela boca.

Havanna Heladeria inaugura no Uberlândia Shopping e amplia experiências gastronômicas do empreendimento

O Uberlândia Shopping, administrado pela Alqia, acaba de ganhar um reforço de peso em seu mix gastronômico. A tradicional marca argentina Havanna inaugura uma nova unidade no formato heladeria, no piso 1, trazendo ao público uma proposta que combina heladeria premium, cafés especiais e seus consagrados produtos à base de doce de leite.

Reconhecida mundialmente pelos icônicos alfajores e pelo autêntico dulce de leche, a Havanna Heladeria apresenta no novo espaço uma experiência completa, que vai além da cafeteria tradicional. O conceito de heladeria, em expansão no Brasil, aposta em sabores artesanais e combinações criativas que valorizam ingredientes de alta qualidade.

No cardápio de estreia, o público encontra opções como dulce de leche com chocolate, pistache com doce de leite e versões que exploram contrastes sofisticados, entre outros. A operação também oferece milk-shakes, bebidas especiais, cafés e, claro, os clássicos alfajores que consagraram a marca ao redor do mundo.

A chegada da heladeria ao Uberlândia Shopping reforça o posicionamento do empreendimento como um polo de experiências gastronômicas diferenciadas na região, conectando marcas reconhecidas internacionalmente a um público cada vez mais interessado em vivências que unem sabor, qualidade e conveniência.

De acordo com Ryan de Jesus Oliveira, subgerente da Havanna Heladeria no Uberlândia Shopping, a presença da marca no centro de compras é estratégica, pois contribui para atrair públicos diversos e ampliar o fluxo de visitantes. 

Para o superintendente do Uberlândia Shopping, Fabiano Guerra, a inauguração também contribui para ampliar o alcance do empreendimento. “A Havanna fortalece o nosso mix e amplia a capacidade do shopping de atrair diferentes públicos. É uma operação que desperta interesse tanto de quem já frequenta o empreendimento quanto de novos visitantes. Esse movimento é muito positivo porque gera fluxo, promove novas experiências e reforça o Uberlândia Shopping como um destino completo de compras, lazer e gastronomia”, diz Fabiano.

Oncologia e acolhimento: os avanços no cuidado ao câncer no Dia Mundial de Combate à Doença

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No dia 8 de abril, o mundo volta sua atenção para a conscientização sobre o câncer, uma das doenças que mais impactam a saúde global. O Dia Mundial de Combate ao Câncer reforça a importância da informação de qualidade, do diagnóstico precoce e, sobretudo, de um cuidado cada vez mais humano e personalizado.

Nos últimos anos, a oncologia passou por transformações significativas, tanto no campo tecnológico quanto na forma como pacientes e médicos lidam com o diagnóstico. Ainda assim, desafios importantes permanecem, especialmente no que diz respeito à percepção da doença e à jornada emocional de quem enfrenta o tratamento.

Mais informação, mas também mais responsabilidade
De acordo com a oncologista clínica do Mater Dei em Uberlândia, Dra. Nathália Almeida Pinto Naves Borges, um dos principais avanços da sociedade está no acesso à informação. Hoje, os pacientes chegam mais preparados às consultas, o que pode favorecer o entendimento do tratamento.

“Os pacientes costumam estar mais bem informados devido ao melhor acesso às informações, o que pode ser bom em alguns aspectos, mas também pode atrapalhar, em caso de informações erradas ou histórias de conhecidos que não foram bem-sucedidas”, alerta a médica.

Ela destaca que é fundamental considerar o quanto a oncologia evoluiu nos últimos anos. “Tivemos uma ampliação de novos tratamentos, com melhora da qualidade de vida, além da expectativa de vida dos pacientes”, afirma.

Esse cenário reforça a necessidade de orientação médica qualificada, capaz de filtrar informações e conduzir cada caso de forma individualizada.

Tecnologia como aliada, mas sem perder o olhar humano
A incorporação de tecnologias avançadas transformou o cuidado oncológico. Terapias mais modernas, exames de alta precisão e até a telemedicina passaram a fazer parte da rotina.

Ainda assim, a base do atendimento continua sendo a relação entre médico e paciente.

“A escuta e o acolhimento são a base da consulta”, ressalta a oncologista. “Por isso, reforçamos a importância de não adiar consultas, de levar um acompanhante e, mais ainda, que os profissionais evitem a interpretação de exames ou definição de condutas pelo celular”.

Segundo ela, a tecnologia deve ser utilizada com equilíbrio. “Ela aproxima médico e paciente e ajuda a difundir informações atualizadas, mas é preciso cautela e limites para que seu uso não seja prejudicial”.

O papel da espiritualidade e do autoconhecimento
Além dos avanços clínicos, aspectos emocionais e comportamentais têm ganhado espaço no tratamento do câncer.

Para a Dra. Nathália, atitudes que muitas vezes são subestimadas podem fazer diferença significativa na jornada do paciente.

“A espiritualidade entra como uma grande aliada no momento do diagnóstico e durante o tratamento. Cada vez mais pacientes têm buscado essa reconexão, o que é muito importante”, observa.

Ela também destaca o valor do suporte psicológico e do autoconhecimento. “O acompanhamento psicológico é fundamental para que o paciente possa fazer melhores escolhas sobre como quer viver a partir do momento do diagnóstico”.

Um cuidado que vai além da doença
O enfrentamento do câncer exige mais do que protocolos clínicos. Envolve escuta ativa, respeito às individualidades e suporte integral ao paciente.

Neste Dia Mundial de Combate ao Câncer, a mensagem central é clara: informação de qualidade, diagnóstico precoce, acesso a tratamentos modernos e cuidado humanizado caminham juntos — e são essenciais para transformar a experiência e os resultados de quem enfrenta a doença.

Cirrose também atinge pessoas que não consomem álcool e pode evoluir de forma silenciosa

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O senso comum ainda associa a cirrose exclusivamente ao consumo excessivo de álcool. No entanto, especialistas alertam para uma mudança importante nesse cenário: o crescimento dos casos relacionados à esteatose hepática. O acúmulo de gordura no fígado é hoje uma das principais causas da doença no mundo e pode atingir inclusive pessoas que não consomem bebidas alcoólicas.

Dados recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam a dimensão do problema. O número de mortes por hepatite viral aumentou de 1,1 milhão em 2019 para 1,3 milhão em 2022. Desse total, 83% foram causadas pela hepatite B e 17% pela hepatite C. Atualmente, cerca de 254 milhões de pessoas vivem com hepatite B e 50 milhões com hepatite C no mundo. Todos os dias, aproximadamente 3.500 pessoas morrem em decorrência dessas infecções.

O Relatório Global sobre Hepatite aponta que, apesar da existência de vacina para hepatite B e de tratamentos eficazes, as hepatites ainda representam um desafio para a saúde pública. A meta da OMS é eliminar a doença até 2030, o que depende da ampliação do diagnóstico e do acesso ao tratamento.

O que é a cirrose e suas causas
De acordo com o gastroenterologista da Hapvida, José Carlos Cardoso, a cirrose é caracterizada por alterações na estrutura do fígado. “Trata-se de uma mudança na arquitetura microscópica na estrutura do órgão, com formação de tecido de cicatrização que substitui o tecido saudável, podendo levar à insuficiência hepática”, explica.

A relação entre hepatite e cirrose é direta. A hepatite consiste em uma inflamação prolongada das células do fígado. Quando persiste por muito tempo, seja por vírus (B e C), gordura ou álcool, o órgão tenta se regenerar, formando cicatrizes (fibroses). “A cirrose é o estágio avançado desse processo. O excesso de cicatrizes endurece o fígado e compromete suas funções vitais”, destaca o especialista. Atualmente, a esteatose hepática é a causa mais prevalente de cirrose no mundo.

Doença também atinge quem não bebe
Um dos pontos que mais chamam a atenção é que a cirrose pode se desenvolver mesmo em pessoas que nunca ingeriram álcool. Isso ocorre porque diferentes condições podem provocar inflamações persistentes no fígado ao longo dos anos.

“Essas inflamações, muitas vezes silenciosas, aumentam a produção de fibrose, que é o tecido cicatricial. Com o tempo, esse processo pode evoluir para a cirrose, estágio mais avançado da fibrose hepática”, afirma o médico.

Diagnóstico
Por apresentar poucos sintomas iniciais, a doença costuma ser identificada em exames de rotina.  Alterações laboratoriais e exames de imagem podem indicar comprometimento do fígado.

O diagnóstico inclui ultrassonografia, elastografia hepática e, em alguns casos, biópsia.

Prevenção e tratamento
O acompanhamento médico regular é recomendado, sobretudo para pessoas com fatores de risco como obesidade, sedentarismo e alimentação inadequada.

Quando detectada precocemente, a progressão pode ser controlada. Mudanças no estilo de vida, como alimentação equilibrada e prática regular de atividade física, estão entre as principais medidas.

O tratamento varia conforme a causa e a gravidade do quadro. Em casos avançados, o transplante hepático pode ser indicado.

Especialistas reforçam que a prevenção não deve se limitar a quem consome álcool. Hábitos saudáveis e diagnóstico precoce são fundamentais para reduzir a evolução da doença.

Sucessão não é herança: é estratégia e começa no topo

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Ricardo Nunes, fundador do Grupo R1 e da Ricardo Eletro expõe o erro silencioso que destrói empresas na hora da sucessão

Em um país onde empresas familiares representam a espinha dorsal da economia, a sucessão ainda é tratada, muitas vezes, como um evento, quando, na prática, deveria ser um processo estruturado, contínuo e profundamente estratégico. Mais do que uma simples troca de comando, a sucessão envolve a preservação de cultura, a atualização de visão e a sustentação de resultados em um ambiente cada vez mais competitivo, dinâmico e orientado por dados. Não se trata apenas de quem assume, mas de como a empresa se prepara para continuar relevante. Dados recorrentes do mercado mostram um cenário preocupante: a maioria das empresas familiares não sobrevive à transição entre gerações. Isso ocorre, principalmente, pela ausência de planejamento, governança e preparação de lideranças, fatores amplamente discutidos no ecossistema de gestão de pessoas e liderança empresarial. Para Ricardo Nunes, fundador do Grupo R1 e da Ricardo Eletro, o erro começa na mentalidade. “Sucessão não é transferência de poder. É transferência de responsabilidade, cultura e capacidade de execução. Quem trata como herança, quebra. Quem trata como estratégia, perpetua.” Essa mudança de mentalidade exige que empresários encarem a sucessão não como um tabu, mas como um dos pilares centrais da sustentabilidade do negócio, tão importante quanto crescimento, lucro e expansão. O maior erro: confundir vínculo familiar com competência Historicamente, muitas empresas definiram seus sucessores com base em laços sanguíneos e não em preparo técnico, maturidade emocional ou visão de negócio. Esse modelo, além de limitado, tem se mostrado perigoso. A sucessão exige competência comprovada, repertório e, sobretudo, vivência real de operação. Em um ambiente onde decisões impactam cadeias complexas, times multidisciplinares e mercados altamente competitivos, improviso não tem espaço. “O sobrenome pode abrir a porta, mas não sustenta o negócio. Empresa não é extensão da família, é um organismo que exige performance todos os dias.” afirma, Ricardo Nunes. A profissionalização, portanto, não é uma opção, é uma necessidade. Isso inclui a criação de conselhos, estruturas de governança e critérios claros de avaliação, independentemente do vínculo familiar. Empresas maduras adotam práticas como:
  • Programas formais de desenvolvimento de sucessores
  • Avaliação por desempenho e metas, não por hierarquia familiar
  • Experiência obrigatória fora da empresa antes de assumir cargos estratégicos
  • Conhecimento estruturado com executivos seniores e conselheiros independentes
Esse movimento reduz riscos, aumenta a credibilidade interna e fortalece a confiança do mercado. O papel do alto escalão: entre estratégia e operação Um dos pontos mais críticos e menos discutidos na sucessão empresarial é o papel da alta liderança no equilíbrio entre visão estratégica e execução operacional. Empresas que sobrevivem à sucessão são aquelas em que o topo não se distancia da operação, mas também não se perde nela. O distanciamento excessivo gera decisões desconectadas da realidade; já o excesso de operacionalização compromete a capacidade de pensar o futuro. Ricardo Nunes faz um alerta: “O maior erro do alto escalão é escolher entre ser estratégico ou operacional. Liderança de verdade é conseguir ser os dois no tempo certo, com a intensidade certa.” Esse equilíbrio é ainda mais relevante no contexto atual, onde decisões precisam ser rápidas, baseadas em dados e conectadas ao comportamento do mercado. O líder de verdade, seja ele herdeiro ou executivo profissional, precisa dominar três camadas:
  • Estratégia: visão de longo prazo, posicionamento e alocação de capital
  • Gestão: estrutura organizacional, cultura, indicadores e governança
  • Operação: entendimento real do negócio, da jornada do cliente e da entrega
“Quem não entende a operação, toma decisão errada. E decisão errada no topo custa caro. Às vezes, custa a empresa inteira.” complementa, Nunes. Além disso, o alto escalão moderno precisa desenvolver capacidade de leitura tecnológica, gestão de risco e tomada de decisão em cenários de incerteza, competências cada vez mais valorizadas no ambiente corporativo. Sucessão começa antes. Muito antes. Outro erro recorrente é iniciar o processo sucessório apenas em momentos de crise ou urgência. O planejamento tardio compromete a continuidade do negócio e fragiliza a transição. A sucessão eficiente começa quando a empresa ainda está saudável e não quando precisa de salvação. Empresas longevas tratam sucessão como agenda permanente, não como reação emergencial. “Se você começa a pensar em sucessão quando precisa sair, já começou errado. Sucessão é construída enquanto o negócio está no , não na queda.” enfatiza, Ricardo Nunes. Isso envolve:
  • Formação contínua de lideranças internas
  • Exposição progressiva do sucessor à operação
  • Participação em decisões estratégicas antes da transição
  • Estruturação de governança independente
Além disso, é fundamental que haja um plano claro de contingência, algo ainda negligenciado por muitas organizações, prevendo cenários inesperados e garantindo continuidade operacional. Governança: o elo entre família e empresa A separação entre família, propriedade e gestão é um dos pilares mais relevantes para a longevidade das empresas familiares. Sem governança, conflitos emocionais invadem decisões racionais e comprometem o negócio. A ausência de regras claras gera ruídos, disputas internas e, muitas vezes, rupturas irreversíveis. “Família decide com emoção. Empresa precisa decidir com lógica. Governança é o que separa uma coisa da outra sem destruir nenhuma.”, afirma Ricardo Nunes. Modelos mais maduros incluem:
  • Conselho de administração ativo e independente
  • Acordos societários claros e atualizados
  • Regras de entrada e permanência de familiares
  • Avaliação de desempenho profissionalizada
Além disso, muitas empresas vêm adotando conselhos consultivos externos e comitês estratégicos, trazendo visões complementares e reduzindo vieses internos. Governança, nesse contexto, não é burocracia: é proteção. O novo perfil do sucessor O sucessor moderno não é apenas alguém preparado para assumir, mas alguém capaz de transformar. Ele precisa equilibrar respeito ao legado com capacidade de inovação, entendendo que continuidade não significa estagnação. Ele precisa ter:
  • Mentalidade de dono, mas disciplina de executivo
  • Capacidade de inovar sem romper com a essência
  • Leitura de mercado, tecnologia e comportamento
  • Inteligência emocional para lidar com legado e pressão
“O sucessor não pode ser uma cópia do fundador, precisa ser uma evolução. Se for igual, a empresa para no tempo.” conclui, Nunes. Além disso, o sucessor atual precisa ser um integrador: alguém capaz de conectar pessoas, tecnologia, estratégia e cultura em uma mesma direção. Perpetuar exige coragem, não tradição A sucessão empresarial é, acima de tudo, um teste de maturidade organizacional. Empresas que tratam o tema com profundidade constroem legados. As que evitam, atrasam ou simplificam o processo, colocam em risco tudo o que foi construído. “Construir uma empresa é difícil. Perpetuar é muito mais. E só consegue perpetuar quem tem coragem de profissionalizar, planejar e, principalmente, desapegar.” afirma Ricardo Nunes. Sobre Ricardo Nunes Ricardo Nunes é um dos empresários mais reconhecidos do Brasil e uma voz de referência em empreendedorismo, varejo e estratégia econômica. Fundador de uma das marcas mais emblemáticas do  varejo  nacional  e  empreendedor  serial  com  décadas  de  experiência prática, Nunes é amplamente respeitado por sua visão pragmática, resiliência empresarial e profundo conhecimento do ambiente de negócios brasileiro. Presença constante em debates sobre economia, liderança, recursos humanos e transformação de mercado, Ricardo Nunes  se  consolida  como  um  líder de  opinião  que  conecta  execução empresarial real com pensamento estratégico de longo prazo, defendendo crescimento ético, estabilidade institucional e o fortalecimento sustentável do empresariado no Brasil. Sobre o Grupo R1 Fundado por Ricardo Nunes, o Grupo R1 é um ecossistema dedicado à formação, ao fortalecimento e à profissionalização do empresariado brasileiro. Com metodologia de vivência na prática, foco em resultados e visão ética de longo prazo, o grupo oferece programas, encontros seletos e experiências voltadas à construção de negócios sustentáveis em um mercado cada vez mais competitivo e dinâmico. Saiba mais ricardonuneseletro.com.br instagram.com/ricardonuneseletro instagram.com/r1clube instagram.com/oficialgrupor1

Novo filme de Guilherme Araponga, “Encontro e Despedida”, inicia gravações em Belo Horizonte, em abril

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Com José de Abreu no elenco, produção conta a história de pai e filho e terá estreia no segundo semestre 

A partir do dia 18 de abril, Belo Horizonte recebe as gravações de Encontro e Despedida, novo filme escrito e dirigido por Guilherme Araponga. Inspirada em uma história real vivida na capital mineira, a produção tem no elenco José de Abreu, Bernardo Filaretti, Luiza Filaretti e Eda Costa, e tem pré-estreia prevista para o segundo semestre de 2026. O filme conta com realização da Filaretti Produções, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Rouanet) e patrocínio master da Gasmig.

Com narrativa centrada no reencontro entre pai e filho após anos de afastamento, o roteiro acompanha estes dois personagens em um leito de hospital, no momento final da vida do pai. A partir dessa situação limite, o filme se debruça sobre temas como abandono afetivo, relações familiares e os atravessamentos emocionais que emergem quando não há mais tempo para reorganizar o passado.

“O cinema que me interessa nasce muito mais do que não é dito do que do que é falado. Em Encontro e Despedida, o silêncio tem peso. Ele atravessa o quarto, preenche os intervalos, está entre pai e filho o tempo inteiro. O filme não tenta fechar feridas que passaram a vida inteira abertas. Ele observa o momento exato em que dois homens, unidos por um abandono que nunca cicatrizou, são obrigados a permanecer um diante do outro até o fim. Sem redenção”, afirma o diretor Guilherme Araponga.

A encenação aposta em um caminho naturalista, com uma câmera que acompanha a ação de forma discreta, quase como uma observadora. O hospital, mais do que cenário, funciona como um espaço de confinamento emocional, onde o tempo se dilata e não há possibilidade de fuga. A escolha pelo formato de imagem 4:3 e pelo preto e branco contribui para essa sensação de proximidade e intensidade, destacando os rostos, os gestos e o desgaste físico e emocional dos personagens.

José de Abreu, que vive o pai, destaca a força do tema e sua conexão pessoal com a história. “Essa relação pai e filho é uma coisa que me interessa muito. Eu perdi um filho quando ele tinha 21 anos e isso deixa uma marca muito grande. O roteiro é extremamente interessante, me pegou, e as conversas com o diretor são sempre muito boas. Estou bastante animado”, conta.

Encontro e Despedida se constrói como uma investigação sensível sobre memória, culpa e herança emocional. “Dirigir esse filme em Minas, com uma equipe majoritariamente mineira, diversa e formada em sua maioria por mulheres, tem um peso simbólico enorme pra mim. Voltar a Belo Horizonte, onde essa história real aconteceu, é quase como fechar um ciclo que ficou aberto dentro de mim. Trabalhar com José de Abreu, Bernardo Filaretti, Luiza Filaretti e Eda Costa é uma responsabilidade e, ao mesmo tempo, uma honra imensa, porque são atores talentosíssimos dando corpo e voz a algo que foi muito meu”, finaliza o diretor.

Bernardo Filaretti, também mineiro, reflete sobre a profundidade de seu personagem: “Eu tenho buscado histórias que me coloquem em conflito de verdade. Eu gosto de personagens que eu preciso fazer uma pesquisa imensa pra entender o que se passa dentro dele, descobrir os porquês, investigar minha vida e meus sentimentos. Além disso, ter José de Abreu como meu pai no cinema é um privilégio enorme. Me sinto muito alimentado”, comenta.

A locação escolhida é o Hospital São Rafael, em Belo Horizonte, que dará ainda mais veracidade ao filme.

Ficha técnica:
Autor e diretor: Guilherme Araponga
Elenco: Bernardo Filaretti, José de Abreu, Luiza Filaretti, Eda Costa
Realização: Filaretti Produções via Lei Rouanet, com patrocínio master Gasmig
Estreia: segundo semestre 2026

Sinopse: após anos de silêncio e afastamento, um filho reencontra o pai em um leito de hospital, à beira da morte. Enquanto o pai é forçado a abandonar o orgulho para depender do filho em suas funções mais básicas, o jovem enfrenta o paradoxo brutal de cuidar de quem um dia o abandonou.

Mais informações: https://www.instagram.com/encontroedespedidafilme/

Conheça 7 curiosidades da Exposição Quando São Paulo era Piratininga, na Casa Museu Ema Klabin

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A exposição Quando São Paulo era Piratininga: arqueologia paulistana, em cartaz na Casa Museu Ema Klabin, foi prorrogada até o dia 26 de abril de 2026. Mais do que uma mostra histórica, a exposição é um convite para que o público redescubra a cidade que existia muito antes da invasão dos colonizadores portugueses, revelando camadas pouco conhecidas da formação de São Paulo.

A iniciativa se apoia em importantes sítios arqueológicos identificados na capital e conta com a curadoria de Paulo de Freitas Costa, também curador da Casa Museu Ema Klabin, e da arqueóloga Paula Nishida.

Destacamos sete curiosidades que você vai descobrir ao visitar a exposição.

01- Ouro em São Paulo: você sabia?
Os livros de história nem sempre contam, mas a exposição Quando São Paulo era Piratininga: arqueologia paulistana revela que a mineração de ouro começou em São Paulo, muito antes do auge do ciclo do ouro em Minas Gerais. Foi por volta de 1580, no Pico do Jaraguá. Ainda hoje é possível encontrar quatro cavas de ouro no local.

02- Antes de se chamar São Paulo
Antes de ser a metrópole que nunca dorme, São Paulo foi Piratininga, nome tupi que significa “peixe a secar”, referência às várzeas dos rios que, após as cheias, deixavam os peixes expostos ao sol.

03- Numerosos sítios arqueológicos
O município de São Paulo reúne cerca de 90 sítios arqueológicos já identificados, que incluem vestígios indígenas, ruínas de mineração de ouro (Jaraguá) e cemitérios históricos. Desses, oito compõem a exposição, representando marcos fundamentais na formação do território paulistano.
A mostra conta com registros fotográficos e cartográficos de todas essas descobertas, além de reproduções de artefatos encontrados; que perfazem um arco temporal de cerca de 3.800 anos antes do presente (c. 1.850 a.C.) até o século XIX.

04- O mais antigo sítio arqueológico de São Paulo
Os sítios arqueológicos de São Paulo têm grande relevância científica, pois permitem investigar os modos de vida, a subsistência e a organização social dos primeiros habitantes da região. O Sítio Lítico do Morumbi, localizado na zona sul da cidade, um dos selecionados na mostra, é o mais antigo e um dos mais importantes da capital paulista. Ele se destaca por abrigar vestígios de uma “indústria de pedra lascada” com cerca de 3.800 anos.

05- O que é pedra lascada?
Você sabia que os grupos indígenas que ocupavam a região de São Paulo dominavam habilidades e conhecimentos de produção de ferramentas? Eles utilizavam lascas de pedra para criar facas, raspadores e pontas de flechas, ferramentas essenciais para a sobrevivência.
A exposição apresenta réplicas dessas peças. Ao todo, 20 peças de pedra lascada reproduzidas pelos arqueólogos Bruce Bradley e Astolfo Araújo (LEVOC, associado ao MAE-USP) podem ser conferidas na mostra.
Para tornar a experiência mais interativa, parte dessas reproduções foi digitalizada e impressa em 3D, permitindo que o público manuseie as peças e compreenda de perto a arte e a sofisticação das antigas comunidades indígenas brasileiras.

06- Memórias de uma São Paulo mais verde
Você sabia que São Paulo já foi coberta por florestas de araucárias? Quando os europeus chegaram ao território que hoje corresponde ao município, grandes áreas eram dominadas por essas árvores imponentes. Infelizmente, a maior parte foi derrubada para a exploração de madeira, a expansão da agricultura e o crescimento urbano, deixando apenas alguns exemplares na cidade.
Curiosamente, o bairro de Pinheiros guarda a memória desse passado: seu nome se refere aos “pinheiros” que existiam na região, que eram na verdade araucárias, conhecidas popularmente como pinheiro-do-paraná. Embora não sejam pinheiros comuns, sua silhueta marcante fez com que os primeiros moradores associassem a região a essas árvores.

07- Qual era o clima de São Paulo?
Na parte final da exposição, intitulada Os Ares de Piratininga, o visitante será convidado a refletir sobre as transformações climáticas e ambientais pelas quais a região passou ao longo dos séculos. A partir de amostras de solo e sedimentos coletados em 1997, um estudo revelou uma paisagem radicalmente distinta da atual, um retrato do passado natural que ajuda a compreender a evolução do território.

 

 

Exposição: Quando São Paulo era Piratininga: arqueologia paulistana
Curadoria: Paula Nishida e Paulo de Freitas Costa
Casa Museu Ema Klabin
Rua Portugal, 43, Jardim Europa, São Paulo – SP

Visitação
Até 26 de abril de 2026
quarta a domingo, das 11h às 17h, com permanência até às 18h
visitas mediadas quarta a sexta, às 11h, 14h, 15h e 16h. sábado, domingo e feriado, às 14h.
R$ 20,00 (inteira)
R$ 10,00 (meia) para estudantes, idosos, PCD e jovens de baixa renda
gratuidade para crianças de até 7 anos, professores e estudantes da rede pública
Assista ao documentário: https://www.youtube.com/watch?v=DcFdMloTS54

 

 

Sobre a Casa Museu Ema Klabin

Foto: Nelson Kon/ Arquivo Casa Museu Ema Klabin

A residência onde viveu Ema Klabin de 1961 a 1994 é uma das poucas casas museus de colecionador no Brasil com ambientes preservados. A Coleção Ema Klabin inclui pinturas do russo Marc Chagall e do holandês Frans Post, obras do modernismo brasileiro, como de Tarsila do Amaral e Candido Portinari, além de artes decorativas, peças arqueológicas e livros raros, reunindo variadas culturas em um arco temporal de 35 séculos.
A Casa Museu Ema Klabin é uma fundação cultural sem fins lucrativos, de utilidade pública, criada para salvaguardar, estudar e divulgar a coleção, a residência e a memória de Ema Klabin, visando à promoção de atividades de caráter cultural, educacional e social, inspiradas pela sua atuação em vida, de forma a construir, em conjunto com o público mais amplo possível, um ambiente de fruição, diálogo e reflexão.

A programação cultural da casa museu decorre da coleção e da personalidade da empresária Ema Klabin, que teve uma significativa atuação nas manifestações e instituições culturais da cidade de São Paulo, especialmente nas áreas de música e arte. Além de receber a visitação do público, a Casa Museu Ema Klabin realiza exposições temporárias, séries de arte contemporânea, cursos, palestras e oficinas, bem como apresentações de música, dança e teatro.
O jardim da casa museu foi projetado por Roberto Burle Marx e a decoração foi criada por Terri Della Stufa.

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