quinta-feira, junho 18, 2026
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Fenômeno Os Barões da Pisadinha desembarca em Uberlândia

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Na parada, nas baladas e nas plataformas digitais, Os Barões da Pisadinha são sucesso e o fenômeno desembarca em Uberlândia, em 2021, para uma grande apresentação, com produção da B Concerts Entretenimento.

Só no Spotify são mais de 700 mil de ouvintes mensais, colocando Rodrigo Barão (voz) e Felipe Barão (teclado) entre os artistas TOP 100 no Brasil, além dos quase três milhões de inscritos no canal do Youtube. Entre os sucessos estão “Se mordendo de raiva”, “Tá rocheda” e “Quem me colocou pra beber”.

Essa última foi o primeiro grande sucesso dos Barões da Pisadinha, e seu vídeo ao vivo no canal da dupla já superou a marca de 22 milhões de views no Youtube. Já o vídeo de “Tá Rocheda” ultrapassou os 154 milhões de views e “Basta você me ligar”, gravada com a participação de Xand Avião, supera 176 milhões.

A dupla começou como Os Barões do Forró, em 2015, mas Rodrigo e Felipe fizeram tanto sucesso com a “pisadinha”, ritmo dos quais são os precursores, que resolveram mudar o nome da dupla para Os Barões da Pisadinha. Com esse boom, eles saíram de Heliópolis, interior da Bahia, e foram conquistar fãs no Pará, Tocantins, Goiás, Acre, Maranhão e não pararam mais. O fenômeno está em todos os cantos do país.

E é esse “piseiro” que também marca Os Barões, já que a dança deles baseia-se em pisar com força no chão. Rodrigo diz que há uma influência do forró no som do grupo, afinal o Nordeste está no sangue da dupla. Mas há diferenças entre a pisadinha e o forró.

“A pisadinha é um forró, que é um gênero musical marcante do Nordeste. Lá, o que mais toca é forró e suas variações, como baião, xote, arrocha. Mas a pisadinha é mais dançante, mais elétrico e mais pra frente”, garante o vocalista.

“O forró se modernizou e de Luiz Gonzaga pra cá foi se atualizando. Começou como pé-de-serra, com zabumba, triângulo e sanfona e depois vieram bandas como Saia Rodada, que deram outra roupagem ao forró”, acrescenta Felipe.

Trânsito deixará mais de 143 mil inválidos em 2020

A Seguradora Líder estima pagar, em 2020, 229.646 indenizações decorrentes de acidentes de trânsito no Brasil. Na projeção feita pela entidade que administra o DPVAT, teremos, até o final do ano, 29.396 indenizações por mortes, 143.842 por invalidez permanente e 56.408 para pagamento de despesas médicas. O cenário não é nada promissor: o Brasil continua registrando uma média de mortes causadas por acidentes acima da meta firmada pela Década de Ação pela Segurança no Trânsito da Organização das Nações Unidas (ONU). “E esse quadro não deve mudar se o Congresso mantiver o veto ao caput do artigo 147 da nova Lei de Trânsito, que exclui a obrigatoriedade de exames para obtenção e renovação da CNH serem feitos por médicos e psicólogos especialistas em Tráfego”, afirma o coordenador da Mobilização Nacional dos Médicos e Psicólogos Especialistas em Medicina do Tráfego e diretor da Associação Mineira de Medicina do Tráfego (Ammetra), Alysson Coimbra.

Além dos graves efeitos psicológicos no acidentado e em sua família, o aumento anual desse exército de inválidos tem um impacto na economia e na Previdência Social.“Sabemos que cada morte no trânsito custa aos cofres públicos, R$ 785 mil. Segundo o IPEA (Instituto de Pesquisas Econômicas e Aplicadas), os acidentes consomem R$ 50 bilhões por ano dos cofres públicos, sem contar o impacto para a Previdência, com milhares de aposentadorias precoces por invalidez todos os anos. Os gastos incalculáveis representam o fator humano e a perda de força produtiva de trabalho de inúmeros jovens, a principal faixa etária envolvida em acidentes de trânsito”, considera o especialista.

A epidemia de acidentes de trânsito no Brasil ocupa 60% dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 50% das cirurgias de emergência no Sistema Único de Saúde (SUS). Estamos diante de um problema de saúde pública e que precisa ser encarado como tal. “Precisamos tratar o assunto com mais responsabilidade, estamos falando da vida de milhões de brasileiros, que dependem de um trânsito seguro”, acrescenta o médico.

O especialista explica que uma das formas de reduzir o número de acidentes, além de campanhas permanentes e uma legislação forte, são as avaliações médicas com especialistas em Medicina do Trânsito. Uma pesquisa da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) revelou que problemas de saúde são os principais causadores de acidentes e mortes. Segundo o levantamento, cerca de 283,5 mil acidentes de trânsito registrados em rodovias brasileiras nos últimos anos foram provocados por questões relacionadas à saúde dos motoristas. Estes acidentes causaram a morte de 14.551 pessoas e deixaram outras 247.475 feridas. “Esse estudo mostrou que 76% destes acidentes foram causados por falta de atenção ao dirigir, o que é provocado pela fadiga, estresse, cansaço, deficit de atenção ou comprometimento do raciocínio. E isso foi responsável por 62% das mortes e 74% dos ferimentos, por isso a atuação dos especialistas em medicina do trânsito é imprescindível para reduzir as mortes. Esses profissionais detectam, de forma mais eficaz e precoce, as disfunções que podem reduzir a capacidade de dirigir dos motoristas”, afirma.

Esses especialistas são reconhecidos por seus respectivos conselhos de classe e também pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), órgão do governo federal que, desde 2012, destaca a importância da atuação de peritos examinadores especializados. “O conhecimento de médico e psicólogo especialistas em tráfego foi obtido através de estudos adicionais após a graduação nas faculdades, eles são os detentores do conhecimento necessário para avaliar corretamente um motorista”, pontua Coimbra.

O impacto da retirada da obrigatoriedade trará outros efeitos colaterais, como o aumento de ocorrência de fraudes na concessão da isenção de impostos para PCD e aumento no valor dos seguros. “Essa medida traz muitos prejuízos também no campo financeiro. A ocorrência de fraudes reduz a arrecadação dos estados e, por outro lado, o crescimento no número de acidentes provocará o aumento do valor dos seguros de veículos. Sob todas as óticas a manutenção do veto será uma decisão catastrófica, e certamente esse não deve ser o desejo de uma maioria do Congresso Nacional”, finaliza Coimbra.

Aumento de compras online também eleva chances de golpes de cibercriminosos na Black Friday

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Quarentena gera expectativa de alta nas transações online durante a data. Especialista alerta sobre os principais cuidados na hora de ir às compras

A pandemia de coronavírus está promovendo diversas mudanças nas relações de consumo dos consumidores e a Black Friday, tradicional data de compras, também não escapará dessa situação. O instituto GfK, referência mundial em pesquisas de mercado, estima que as compras online deverão ser responsáveis por 42% do total de vendas das empresas participantes. A pesquisa também aponta que 52% dos interessados em adquirir algum produto na data (27 de novembro) deverão optar pelo e-commerce para providenciar suas compras.

Para Fernando Amatte, especialista em segurança da informação e diretor Inteligência e Serviços Ofensivos da Cipher, empresa do Grupo Prosegur especializada em Cibersegurança, tamanho aumento de compras também deverá exigir mais cuidado tanto de consumidores quanto de empresas.

“Muita gente não irá para os shoppings e vai usar o computador ou celular. Elas precisarão tomar cuidado com a segurança nas transações para evitar dores de cabeça depois da data”, adverte. A seguir, o especialista aponta alguns cuidados que o consumidor dever na hora de fazer uma pesquisa na internet ou mesmo fazer a operação para a compra do produto.

A seguir, ele lista alguns cuidados que o consumidor deve22r na hora de fazer uma pesquisa ou mesmo fazer a operação para a compra do produto.

  1. Desconfie das promoções fantásticas: Muitas fraudes estão inseridas dentro de super ofertas incríveis que, na verdade, são links para sites maliciosos que servem para roubar os dados do consumidor, informações de cartão de crédito ou até mesmo geração de boletos falsos. Confira de onde vem estes links. Se são grandes empresas, procure a oferta no site oficial da loja. Para as empresas menos conhecidas, redobre o cuidado e pesquise pela idoneidade dela em site como Reclame Aqui e Procon.
  2. Não confie em mensagens em redes sociais: como o Telegram ou WhatsApp. São canais usados pelos cibercriminosos para coletar dados ou mesmo roubar senhas. Tente entrar no site da empresa que supostamente enviou a mensagem sem clicar no link que mandaram e verificar se aquela promoção ou produto realmente existe;
  3. Cartão de Crédito: Muito cuidado como você utiliza esta forma de pagamento. Muitas vezes há dúvidas sobre a infraestrutura do site da loja, gravação de dados para uma próxima ou se ela tem histórico de
  4. PIX, devo usar? Sendo mais uma possibilidade de pagamento, e uma novidade, esse método deve ser explorado pelos criminosos agora no final do ano. Antes de ir às compras no Black Friday ou Natal, o consumidor deve testar o sistema com valores baixos, até pegar confiança. Assim, vai se familiarizar com a mecânica de uso da nova ferramenta, sem se expor muito;
  5. Ataques e roubo de dados. Procure pela sua operadora de cartão ou banco e gere um cartão de crédito virtual para executar somente esta compra. Ao término da operação, cartão vai ser invalidado.
  6. Informações pessoais: Alguns sites e empresas que utilizam dados pessoais para criar uma base de roubo de informação. Desconfie do excesso de dados solicitados, tais como dados bancários e informações adicionais de cartão de crédito. Normalmente são solicitados: Nome, CPF e endereço de entrega.
  7. Dê preferência a lojas e magazines conhecidos para realizar suas compras. Mesmo assim, tenha em mente que essas empresas estão transformando seus sites de e-commerce em marketplaces, com diversas outras lojas oferecendo produtos e serviços. Faça uma pesquisa antes de efetuar a compra para saber se seu produto chegará na data prevista.
  8. Proteja-se. Mantenha sempre sistemas operacionais antivírus e firewall atualizados. Dessa forma, o consumidor minimiza as chances de a data se tornar uma dor de cabeça. Com esses cuidados básicos, boas compras!

Os principais passos para construir sua marca pessoal

A personal branding Érika Gonsal22s esclarece dúvidas básicas

Uma marca pessoal ou comercial é capaz de diferenciar dos demais concorrentes do mercado e pode criar um vínculo entre um produto/serviço e o seu consumidor. Por isso, é tão importante o processo de estruturação, construção, planejamento e execução da mesma, principalmente pensando no longo prazo. Você já parou para se perguntar onde você quer estar daqui cinco ou dez anos?

A personal branding Érika Gonsales, autoridade quando o assunto é construção de marca pessoal, pode te ajudar na sua jornada:

Por onde começar? Primeiro faça um diagnóstico completo sobre a sua situação atual: o que você pode oferecer aos outros? O que te torna único? Leve em consideração seus talentos, conhecimentos, habilidades naturais ou adquiridas, tudo o que você já vivenciou, estudou e aprendeu. Dessa forma, você conseguirá entender todos os seus bens pessoais (seja tangíveis ou intangíveis).

Obtendo clareza dos seus pontos fortes, qual espaço deseja ocupar na mente das pessoas? o que você pode oferecer a elas? Ou seja, ol problema que você resolve, chega a vez de identificar o seu cliente ideal. Para isso, pense em uma pessoa que você conhece pessoalmente ou que imaginou ser o perfil exato do cliente que deseja atrair para a sua marca. Pesquise tudo sobre ele na internet ou até pergunte a ele, caso você tenha alguma abertura. Faça um questionário básico do perfil demográfico, necessidades, barreiras enfrentadas, o que ele almeja na vida, o que ele busca alcançar, quais os meios de comunicação que ele utiliza, como ele se atualiza. A partir disso, você saberá exatamente como abordá-lo e como resolver o problema que ele tem.

Após esses passos, é importante ter clareza do “como” chegar lá, ou seja, como você pode elaborar um plano para conseguir atrair esse tipo de perfil de cliente para o seu negócio, sendo relevante para ele. Mas não deixe no papel. Coloque-o em prática e não tenha medo de cometer erros. Afinal, todos nós cometemos. O importante é identificá-los e replicar de uma forma diferente, utilizando os aprendizados anteriores.

“Um dos principais erros que eu percebo é a falta de consistência: abordar vários temas e, consequentemente, impedir a sua construção de imagem como expert no assunto. Produza conteúdos gratuitos que são relevantes para o seu público, como uma amostra grátis – e que os atraia, para gerar conexão. Assim, sua rede irá se expandir cada vez mais e novas oportunidades poderá surgir”, finaliza Érika.

Dicas para quem quer repensar a vida

Gisele Medeiros, autora do livro Ser Humana e especialista em Psicologia Positiva e Ciência do Bem Estar, aponta como lidar com dúvidas sobre propósito e felicidade

Final de ano vem aí. É hora de colocar tudo na balança, avaliar se as metas foram cumpridas e repensar a vida – ainda mais em um ano desafiador como 2020, em que lidamos  com pandemia, perdas e outras complexidades. Com isso, questionamentos sobre propósito, felicidade e sentido da vida ganham holofotes. Gisele Medeiros, autora e especialista em Psicologia Positiva e Ciência do Bem Estar pela PUC, destaca que a maturidade tende a trazer mais clareza acerca das expectativas sobre a vida, a carreira e os relacionamentos, porém, mesmo assim, é necessário um plano de ação para uma boa tomada de decisões.

“Existem períodos da vida em que temos crises de identidade e ações externas não favorecem mais soluções. É como se precisássemos fazer uma ‘faxina na alma’. Temos que descobrir nosso papel no mundo, dar uma reviravolta e ter coragem para recomeçar. E é normal surgirem muitas dúvidas de por onde começar”, comenta Gisele, autora do livro a Ser Humana, que está na segunda edição e pode ser adquirido em formato impresso no site https://www.thebravenewlife.com/ser-humana ou em versão digital no Kindle ou loja da Amazon.

Pensando nisso, Gisele organizou 7 sugestões para quem está em meio a estes pensamentos, compartilhando um pouco de sua experiência, ao se mudar há dois anos com dois filhos pequenos e o marido para Holanda. Ela reinventou sua relação entre a vida e o tempo, encarou um lifestyle minimalista e mudou de profissão.

Veja a seguir as 7 dicas da especialista para repensar a vida:

1. Dê uma trégua para o propósito

Estamos vivendo uma epidemia de propósito. Nossa meta passou a ser desvendar a charada, encontrá-lo, e junto dele nossa melhor versão. Alguns equívocos comuns contudo nos tiram a paz quando falamos sobre este tema, entre eles, que o propósito é uma coisa que precisa ser encontrado. Porém, ele é algo que construímos ao longo do caminho, portanto, não é um momento “Eureca”.

Ele também não é uma coisa única ou necessariamente relacionado ao trabalho. Somos seres compostos de várias partes, então nada mais natural do que termos um propósito, por exemplo, relacionado à saúde, outro para a criação dos filhos, um propósito relacionado ao trabalho, e assim por diante.

Por fim, ele não é para sempre. Nossos objetivos mudam ao longo da vida, na medida em que mudam os desafios e a maturidade. Nossos propósitos se transformam conosco e a parte boa é que podemos descobri-los em coisas muito simples, ainda que extremamente importantes para cada um nós.

2. Faça Pequenos experimentos

Não tente mudar completamente sua vida com um plano numa tarde de domingo ou tome decisões em momentos de crise. Tente, ao invés disso, comprometer-se com um único experimento. As mudanças mais difíceis não são normalmente desafios técnicos, mas adaptativos.

Pense em algo que possa ser transformado em sua rotina e que tenha significado somente para você e então, veja como se sente em relação àquela atividade. Tente experimentar algo em pequenas doses, como um estudioso numa pesquisa de campo. Não fique apenas na imaginação, experimente.

3. Conecte os pontos

Faça uma linha do tempo com as coisas que você gostava de fazer quando era criança, com os cursos que fez, o que aprendeu e o desenho pouco usual que sua história traçou pelo caminho.

Esta é a sua originalidade. Uma mudança radical de vida não significa necessariamente um rompimento brusco, muitas vezes pequenas adaptações funcionam como pecinhas de dominó empilhadas e empurrando perfeitamente umas às outras.

4. Saia do armário

As capacidades são necessidades. Elas clamam para serem usadas. Como pequenas entidades dentro da gente, que precisam ser utilizadas, caso contrário, definham. Precisamos colocar pra fora o que fomos programados (ou agraciados) para fazer.

Se você parar por 15 minutos para pensar nos elogios que normalmente recebe dos amigos certamente conseguirá desenhar uma lista com 4 ou 5 coisas em que se destaca. Aquele tipo de coisa com que as pessoas normalmente te pedem ajuda. Aquilo que parece difícil para alguém mas que você faz com naturalidade. Aí pode estar o começo de uma linda jornada de descoberta e autoconhecimento, mas acima de tudo, um presente seu para o mundo.

5. Permita-se dar um tempo

Vivemos numa era de startups, onde o ritmo imposto é cada vez mais alucinante e termos como “exponencial” e “fail fast” entraram em nosso vocabulário para tratar de temas que definitivamente não condizem com velocidade. Transformação demanda tempo, embora nossa percepção de tempo seja linear, horizontal. É como se andássemos numa linha reta, sem olhar para os lados, em direção ao nosso futuro. Porém, o tempo não precisa ser previsto ou antecipado, precisa ser sentido. É um processo, tem seu próprio ritmo. Precisamos de um estado de espírito livre e disponível para percebê-lo.

Ou seja, para todos os assuntos em que a mente reverbera a pergunta do “quando” – vou achar aquela pessoa, vou conseguir aquele emprego, vou me mudar desse lugar – vem a resposta como uma onda. Acredite. Não tente controlar. Vai acontecer e na hora certa.

6. Apenas comece

Em quase todas as entrevistas que faço de mulheres em carreiras criativas, em diversas partes do mundo, percebo um padrão comum: elas não mudaram suas carreiras ou sua vida a partir de um plano elaborado e condições perfeitamente adequadas. Elas simplesmente começaram. Havia um sonho ou uma habilidade, que em 99% das iniciativas começou pequena. Numa cozinha, numa escrivaninha ou num computador.

Com isso não quero dizer que não é necessário se preparar técnica, financeiramente e até mesmo emocionalmente para as mudanças, mas que é preciso dar um primeiro passo. É preciso se expor e correr algum risco. É preciso elaborar algo e ofertar para que alguém possa dar um feedback.

7. Seja gentil e abasteça-se do que é bom

Ninguém gosta de falhas e decepções, mas se há uma certeza é a de que em algum momento vamos errar, e muito. Por isso uma dose extra de resiliência e gentileza será necessário para não jogar a toalha depois do primeiro tombo. Um pouco de stress e senso de inadequação é até positivo para nos impulsionar, mas é preciso saber dosar o descontamento.

Na hora em que a “coisa apertar”, saia para uma corrida, escreva, ligue para um amigo ou quem sabe apenas descanse. Dê pequenos presentes para o seu “eu” de hoje e para aquele que você deseja encontrar lá na frente. Seja gentil com você mesmo enquanto estiver aprendendo sua nova versão.

Serviço

O livro Ser Humana está a venda pelo site https://www.thebravenewlife.com/ser-humana e também disponível no Kindle. Os exemplares vêm acompanhados de cartões para presentes com frases como “Você é minha Ser Humana preferida” e são uma boa alternativa de presente neste Natal para mulheres que precisam de um tempo para reconsiderar tudo aquilo que traz felicidade e que por algum tempo foi ignorado: carreira, relacionamentos, tempo, fé e tudo mais que as faz valentes e imperfeitas.

Sobre Gisele

Gisele Medeiros é publicitária e escritora. Tem especialização em Marketing pela ESPM, Gestão de Negócios pela FGV e Psicologia Positiva e ciência do bem-estar e autorrealização pela PUC. Dedica-se a criação de conteúdos diversos, que vão desde a comunicação à felicidade de uma vida mais simples. Em suas produções destacam-se especialmente os temas relacionados ao feminino e ao incentivo de um experienciar criativo da carreira por parte das mulheres. Hoje vive com seu marido e dois filhos na Holanda. Seus relatos sobre este novo tempo podem ser vistos também no blog https://www.thebravenewlife.com/

É possível acumular mais de 12 mil milhas por ano apenas pagando contas da casa com cartão de crédito

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Pagamento de contas de telefone, TV, água, luz, gás, IPTU, entre outras ajuda milheiros a acumularem ainda mais milhas no cartão de crédito

Pagar contas de água, luz, gás, IPTU e tantos outros serviços faz parte das rotinas dos brasileiros. Não é à toa que esses valores são considerados gastos fixos – aqueles boletos que, faça chuva ou faça sol, batem à porta todos os meses.

Mas, você sabia que é possível pagar esses boletos pelo cartão de crédito, de forma automática, sem ter que se apegar às datas de vencimento, correndo risco de pagar multas ou juros, e ainda ser bonificado pelos pagamentos?

Além de possível, essa solução de pagamentos é fácil e gratuita, se tornando um grande aliado no controle mensal de gastos, e um ótimo parceiro dos programas de milhagem. O aplicativo iq, um serviço de cadastramento e pagamento de contas automáticas com o cartão de crédito foi desenvolvido exatamente para solucionar esse gap de mercado.

Como ganhar milhas pagando as contas de casa
Tradicionalmente, os consumidores pagam todos os meses suas contas pessoais sem receber qualquer tipo de bonificação por isso. Com o iq, é possível agendar o pagamento de contas e boletos fixos, e programar o pagamento para que seja feito via cartão de crédito automaticamente. A vantagem de utilizar este método de pagamento é que, ao efetuar pagamentos via crédito, o usuário começa a acumular milhas, que nada mais são do que pontos que podem ser trocados por produtos e serviços.

Com o saldo de milhas, o usuário pode resgatar produtos que vão desde smartphones, televisões e caixinhas de som até utensílios domésticos, eletrodomésticos e bebidas, como vinho, whisky e café. Para se ter uma ideia do que é possível adquirir com milhas, o iq fez um levantamento de quantos pontos em média um usuário conquista em um ano de acordo com a quantidade de contas cadastradas.

Uma pessoa que paga mensalmente até duas contas de casa com valores mínimos de R$ 175,00, pode acumular até 1.129 milhas a mais por ano. Já um usuário que paga entre três e cinco contas com valor mensal mínimo de R$ 165,00 pode ganhar até 3.506 pontos a mais por ano. Para os milheiros de plantão ou para aqueles que querem aproveitar ao máximo todos os benefícios oferecidos, ao cadastrar cinco ou mais contas com valores mínimos de R$ 137,00, serão conquistados até 12.356 milhas a mais por ano.

Estes valores se referem apenas aos pontos que podem ser acumulados ao efetuar os pagamentos de contas utilizando o iq. Quando somados aos demais pontos que podem ser conquistados pelas regras específicas de cada programa de milhagem, a bonificação tende a  ser surpreendente.

Conquistei centenas de milhas. O que fazer com elas?
No geral, as pessoas relacionam o uso de milhas a viagens. E, nesta época de pandemia, em que a locomoção está cada vez mais restrita e limitada, você pode estar se perguntando o que fazer com uma quantidade tão grade de milhas.

Em primeiro lugar, é importante ressaltar que os programas de milhagem não se resumem a produtos como passagens e hospedagem. Existem dezenas de opções disponíveis, que vão de saúde e beleza a comércio e turismo.

Aqui estão algumas das milhares de possibilidades do que pode ser adquirido por meio de pontos: com 9.900 milhas já é possível resgatar um ventilador de mesa, por exemplo. Uma Smart TV 55’’ pode sair por 195 mil pontos, e uma lavadora de roupas, por 206 mil pontos.

Estas são apenas algumas opções de como podem ser utilizados os pontos adquiridos, mas o mercado das milhas hoje é quase infinito. E para aqueles que são do time de milheiros e ainda preferem investir seus benefícios em viagens, este pode ser um momento interessante. Com a baixa demanda em voos e hotéis, é possível encontrar boas opções de pacotes turísticos disponíveis no mercado para serem trocados por milhas.

Uma recente pesquisa realizada pela MaxMilhas apontou que 83% das pessoas atualmente preferem voos nacionais por conta das restrições nas fronteiras internacionais. Com a queda no preço médio das tarifas, é possível encontrar promoções com voos a partir de apenas três mil pontos. De acordo com o levantamento, os principais destinos para viagens com milhas pós pandemia são do Nordeste, com destaque para Salvador, Fortaleza, Recife, Maceió e Natal. São Paulo e Porto Alegre também aparecem no ranking.

E para aqueles que desejam investir suas milhas no turismo, mas sem viajar, há ainda a opção de vender os pontos em sites especializados em passagens e hotéis.

Como você pode ver, pagar suas contas pelo iq não significa apenas organização financeira e praticidade, mas a possibilidade de resgatar prêmios, viagens e, até mesmo, ganhar dinheiro pela venda das milhas. Quer conhecer mais sobre a plataforma, cadastrar suas contas e começar a acumular milhas? Acesse: www.iq.com.br.

Sobre o iq
O iq é uma startup do grupo Red Ventures que atua no Brasil com soluções financeiras desde janeiro de 2018. Com produtos que visam facilitar o entendimento e a relação das pessoas com o dinheiro, o iq é responsável por ferramentas práticas, como o Comparador de Cartões, que já ajudou 4,5 milhões de pessoas a encontrar o cartão de crédito ideal, e o app do iq, serviço de cadastramento e pagamento de contas (gás, energia elétrica, TV, internet, telefone e IPTU) de maneira automática com o cartão de crédito.

Confira as conexões oferecidas por estado:

Empresas e Serviços
BRASIL Claro-Móvel, Tim, Vivo-Móvel, Oi, Nextel, Net/Claro, Vivo-Fixo, Tim Live, Sky e DAS-MEI
AC Energisa
AL Equatorial AL
AP CEA
AM AmazonasEnergia e Águas de Manaus
BA Embasa, COELBA e Bahiagás
CE ENEL – CE e Cagece
ES EDP – ES (Escelsa)
GO ENEL – GO
MA Equatorial MA
MT Energisa
MS Energisa e Elektro
MG Copasa, Energisa e CEMIG
PA Equatorial PA
PB Energisa
PR COPEL e Energisa
PE CELPE
PI Equatorial PI
RJ ENEL – RJ, Naturgy, Light, Energisa, CEDAE e IPTU (apenas para a cidade Rio de Janeiro)
RN COSERN
RS CEEE
RO Energisa
RR Roraima Energia
SC Celesc
SP Sanasa, IPTU (apenas para a cidade de São Paulo), CPFL, Sabesp, Elektro, ENEL – SP, Comgas, EDP – SP e Energisa
SE Energisa
TO Energisa
DF CAESB e CEB

 

Técnicas para ter sucesso nas negociações

Desenvolver algumas habilidades, usar táticas simples e refletir sobre os objetivos e a estratégia de negociação podem ser chaves para o sucesso.

Negociar faz parte do dia a dia de todo empresário ou líder. Em qualquer empresa, todo o tempo negociam-se prazos, salários, carga de trabalho, preços, orçamentos, contratos, investimentos. Portanto, dominar as técnicas e adquirir habilidades de negociação são pré-requisitos para o sucesso nos negócios.

Nem todo gestor, no entanto, gosta de negociações ou se sente apto e confortável no papel de negociador. Muitos até evitam ao máximo a tarefa de fechar negócios ou procurar um acordo, mesmo que essa recusa traga prejuízos ao empreendimento.

O escritor e coach David Finkel sabe dessas limitações e escreveu para a “Inc.” sobre as cinco habilidades mais importantes para quem quer dominar a arte da negociação.

1. Tenha clareza de objetivos

A maioria das pessoas entra em uma negociação sem saber exatamente o que quer. Para ter metas claras, é importante responder três perguntas: qual é o melhor resultado que posso obter; qual é o meu ponto de partida, ou seja, o mínimo que considero aceitável; qual é meu plano B, isto é, o que fazer se o acordo não for possível.

Pensar sobre essas três questões antecipadamente torna as negociações muito mais fáceis.

2. Defina a estratégia de negociação

Estabelecer o ponto central da negociação antes de sentar à mesa ou pegar o telefone é outro aspecto fundamental. Uma boa estratégia fará com que você se aproxime do melhor resultado possível, enquanto uma estratégia mal pensada poderá levar ao fracasso total.

Mas o que significa definir a estratégia central? É determinar a porta de entrada na negociação. Você vai negociar com base no preço ou vai pôr o foco na confiabilidade? Vale apelar para a segurança ou explorar a questão da concorrência?  A resposta depende de cada negociação. É importante conhecer a outra parte para escolher a estratégia mais adequada.

3. Conheça seu perfil

Alguns negociadores costumam ser agressivos, enquanto outros são tímidos e quase sempre acabam aquiescendo.

Alguns são envolventes, já outros são duros e irredutíveis.  Há vários tipos de negociadores e é importante que você conheça sua personalidade, seu estilo e suas preferências, reflita sobre seu comportamento em negociações passadas e como se sentiu em relação a elas.

Essa reflexão permite que você trabalhe seus pontos fracos, foque nos pontos fortes e cresça como negociador.

4. Crie motivação

Procurar descobrir o que leva a outra parte a desejar um acordo com você ou sua empresa é um exercício poderoso na negociação. Um truque é fazer perguntas que ajudem a construir uma motivação na sua contraparte.

Se você está adquirindo um serviço, por exemplo, pode questioná-la sobre seus concorrentes e em que ela se diferencia deles.

5. Mostre-se relutante

Em quase toda negociação há uma parte ansiosa e outra relutante. Com algumas táticas, é possível mostrar-se resistente, forçando sua contraparte a assumir o segundo papel. Como?

Use sua linguagem corporal para mostrar resistência. Os ansiosos ficam tensos e inclinam o corpo para a frente, parecendo que estão para disparar em uma corrida. Os relutantes, por sua vez, sentam-se mais afastados da mesa e mantém seus corpos relaxados, demonstrando que não estão aflitos para fechar o acordo.

Manipule sua voz para que soe relutante também, falando de forma pausada e suave. Pessoas ansiosas tendem a falar rápido e em alto volume.

Por último, não mostre emoção nos seus comentários e ponderações. Em vez de dizer “sim, vamos fazer isso!”, diga frases como “funcionaria para você se pudéssemos fazer isso?”.

*Haroldo Matsumoto é sócio-diretor da Prosphera Educação Corporativa, consultoria especializada em gestão de negócios.

Truque com óleo de coco faz com que arroz fique até 60% menos calórico

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Estudo desenvolvido por pesquisadores da Faculdade de Ciências Químicas do Sri Lanka revela como diminuir o valor calórico do arroz, um dos queridinhos da mesa do brasileiro

Fazer dieta não é fácil, mas, a cada dia que passa cresce a aderência da população por um estilo de vida mais saudável. Uma pesquisa do IBOPE, encomendada pela Bayer, mostrou que 84% dos brasileiros querem ter uma vida mais saudável, mas, sentem dificuldade. O levantamento apontou que os brasileiros acreditam que alimentação saudável é a principal definição de autocuidado: 87% concordam que a saúde é resultado do que se come e 81% dos entrevistados gostariam de se alimentar melhor.

Uma boa alimentação, aliada aos exercícios físicos e outros hábitos como: evitar o tabagismo e o consumo excessivo de bebidas alcoólicas é um bom caminho para quem quer melhorar sua qualidade de vida. Essas mudanças, também podem ajudar na perda de peso, um grande problema do Brasil. No país, mesmo com a o alto índice de pessoas buscando uma vida mais regrada, de acordo com estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o percentual da população com mais de 20 anos considerada obesa mais que dobrou entre 2003 e 2019, passando de 12,2 para 26,8%.

“Com a correria do dia a dia as pessoas acabam optando por comidas prontas – fast-food ou industrializados, alimentos com alto teor de gorduras saturadas. Isso está diretamente relacionado ao ganho de peso”, reforça a nutricionista Tatiana Amalfi. A especialista ressalta a importância da alimentação para uma vida mais saudável “O segredo para uma vida mais saudável, inclusive pensando na prevenção de doenças é que as pessoas se alimentem melhor. Descascassem mais e desembalassem menos”, destaca a especialista.

Para ajudar na busca por uma rotina mais saudável e auxiliar na perda de peso, confira algumas dicas simples, que podem ser incluídas e praticadas no dia a dia do brasileiro fazendo toda a diferença na balança.

1 – Você sabia que o óleo de coco ajuda a reduzir o valor calórico do arroz?

É isso mesmo, poucas coisas estão tão na mesa do brasileiro como o arroz. Mesmo com a fala de especialistas e estudos dizendo que para emagrecer não é necessário tirar o alimento da dieta, muitos acreditam que o arroz é o grande vilão para quem quer perder peso. Para os fãs daquele arroz fresquinho, os pesquisadores da Faculdade de Ciências Químicas do Sri Lanka têm uma boa notícia. Os especialistas descobriram um truque científico que utiliza o óleo de coco, tão presente no mercado brasileiro, para reduzir em até 60% as calorias do arroz.

Para chegar a esse feito, os experts adicionaram uma colher de chá de óleo de coco na água fervente usada no cozimento de 1/2 xícara de chá de arroz. Após 40 minutos no fogo, a preparação ficou na geladeira por 12 horas. Os pesquisadores notaram que o procedimento aumentou em 10 vezes a concentração de amido resistente do arroz branco comum e isso leva a uma redução de até 60% na quantidade calorias do alimento.

2 – Tenha o habito de comer salada

Saladas são uma fonte de vitaminas muito grande. Quando composta principalmente por folhas, tem uma quantidade muito baixa de calorias e grande teor de fibras alimentares.

3 – Beba muita água

Beber muita água só traz benefícios para o corpo. O recomendado é beber pelo menos dois litros por dia. Ingerindo essa quantidade você consegue manter sua pele hidratada, melhorar o sistema imunológico e ajuda no processo de perda de peso.

4 – Evite os refrigerantes

A ingestão de refrigerante no cotidiano é prejudicial à saúde, porque a bebida possui grande quantidade de sódio. Especialistas frequentemente ligam o consumo exagerado de refrigerantes a problemas renais e à hipertensão. Procure substituir o refrigerante por sucos naturais ou chás gelados e claro, não esqueça da água.

5 – Faça exercícios frequentemente

A prática de atividade física é fundamental para quem quer ter uma rotina saudável. É importante destacar que é recomendado que seja praticada com o acompanhamento de um profissional físico.

 

Dermatologista dá dicas de como prevenir doenças da pele pelo uso da máscara

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A máscara já virou acessório indispensável nas nossas vidas e não temos ideia de até quando seguiremos com essa obrigatoriedade de uso. Mas, se por um lado ela nos protege de um vírus tão perigoso, pelo outro, ela pode provocar (ou potencializar) algumas doenças na pele do rosto e lábios, principalmente para quem faz uso prolongado do equipamento de proteção.

Entre os problemas mais comuns que o uso excessivo da máscara pode causar, estão: acne, dermatite e ressecamento com rachaduras e descamação, bem comuns nos lábios. Para minimizar esses incômodos, a Dermatologista Nádia Bavoso reuniu algumas dicas práticas que podem – e devem – ser seguidas por mulheres e homens:

  1. Lave sempre o rosto com um sabonete suave e próprio para o seu tipo de pele e evite água mais quente. Se você tem dificuldade em lavar com água fria, opte por uma temperatura pouco acima da ambiente. Quanto mais quente a água, mais ela agride a pele que já está mais sensível;
  2. Hidrate muito bem o rosto e lábios pela manhã e antes de dormir. Se você já voltou à rotina de trabalho e passa o dia com a máscara, vale carregar um hidratante e reforçar ao longo do dia. Os lábios merecem uma atenção especial e pedem uma hidratação contínua ao longo do dia. Já para o rosto, uma dica: logo depois de escovar os dentes após almoço, lave o rosto só com água e já hidrate o rosto todo. Como a maioria dos homens não é muito fã de cremes, minha sugestão é investir em algo bem clássico, que absorve rápido e sem muita fragrância. As drogarias estão cheias de opções masculinas interessantes e com valor super acessível;
  3. Evite usar maquiagem na região que a máscara cobre, quanto menos produtos que impedem a respirabilidade da pele, melhor. Aposte em um corretivo e use e abuse das makes nos olhos;
  4. Não esqueça do protetor solar. Esse item é indispensável sempre e não seria diferente mesmo com as máscaras. O mercado tem uma infinidade de opções atualmente. Minha sugestão é usar um à base de água para aproveitar e já hidratar a pele. Ah!, e para as mulheres que gostam de se maquiar, vale a pena investir em um protetor com cor que não faz mal para a pele como uma base;
  5. Por último e não menos importante: prefira máscaras de algodão ou de tecidos que não abafem mais o local. Temos visto muitas máscaras diferentes e até com paetês e brilhos, mas não recomendo o uso desses tecidos por muitas horas, podem podem irritar ainda mais a pele. Se você quer combinar a máscara com o look, uma saída é usar a mais suave ao ao longo do dia e deixar a mais fashion para ocasiões especiais;
  6. Se mesmo com todos esses cuidados você perceber o surgimento de irritações, espinhas ou vermelhidão, procure um médico imediatamente. Quanto mais atrito da máscara na pele machucada, pior. E quanto antes as doenças forem identificadas, mais rápida a recuperação.
Sobre Dra. Nádia Bavoso
Dermatologista, membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), formada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), tem mestrado pela mesma instituição e faz parte do corpo docente da UNIFENAS (BH). É sócia da Clínica Eveline Bartels, uma das mais conceituadas em medicina estética de Belo Horizonte.

Black Friday: dá para ser segura?

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Faltando poucos dias para a data que mais movimenta o varejo online, os brasileiros já começam suas pesquisas

O ano de 2020 já é considerado o grande ano do e-commerce brasileiro. De acordo com uma pesquisa da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) em parceria com o Compre&Confie, o faturamento do comércio eletrônico brasileiro atingiu R$ 41,92 bilhões em agosto.

Além de crescimento em vendas, faturamento e conquista de novos clientes, o setor ainda aquece o mercado de trabalho e ajuda nos índices de desemprego, a previsão para 2020 é que haja mais de 400 mil vagas temporárias focadas apenas nas operações de vendas online. 

Se por um lado o crescimento é bom, por outro o empresário conta com mais desafios. A taxa de tentativas de fraude no e-commerce brasileiro ficou em 3,49% apenas no primeiro trimestre do ano, e com a chegada dos últimos meses do ano e datas importantes para o varejo é esperado que esse índice aumente. 

“O que o empreendedor precisa estar atento é que, além de garantir uma boa experiência em termos de produto, qualidade e entrega, é sua responsabilidade garantir um ambiente seguro para os dados pessoais e informações financeiras dos clientes. No e-commerce é impensável não se utilizar de mecanismos antifraude e manter a segurança interna desses dados, inclusive da base de emails desses usuários”, pontua a CMO da Green Buddy e estrategista de negócios, Tânia Gomes Luz. 

Seguindo as dicas de Tânia Gomes e alguns lojistas, separamos abaixo cuidados para evitar problemas e frustração na data mais esperada do ano:

 LISTAS: faça uma lista do produto ou serviço que precisa/deseja e estipule um limite de gasto. De nada adianta a pesquisa e a aquisição do produto se lá na frente o consumidor ficar endividado (a) devido ao valor pago – que não foi programado e calculado com antecedência.

“Datas como a Black Friday são essenciais para o lojista e para o consumidor, pois é uma via de mão dupla. Entretanto, se o consumidor não souber o que priorizar, as compras podem virar um grande problema”, destaca o Diretor da La Femme, José Augusto.

PESQUISA, PESQUISA E PESQUISE: esse é o primeiro passo, e um dos mais importantes, para evitar problemas e dor de cabeça com as suas compras. Além do mais, essa dica é uma recomendação direta do Procon-SP.

“Pesquisar é fundamental para efetuar a compra online com sucesso. Pesquise com antecedência características, funções e qual o preço do produto/serviço que deseja adquirir. Observe o prazo de entrega e informe-se sobre a política de troca da empresa. No dia da Black Friday, você saberá exatamente se o preço ofertado é de fato promocional.”, alerta o empresário. 

USE SERVIÇOS DE BUSCA: assim como o Google funciona como mecanismo de busca para qualquer pesquisa, existem também serviços de busca para consultar e acompanhar os preços, e produtos como, por exemplo, o Buscapé e Zoom. 

Geralmente, esses comparadores de preços costumam incluir histórico de preços dos produtos nas pesquisas. Ou seja, o consumidor consegue ver o preço de determinado produto em diferentes períodos – datas –  e analisar se o preço aumentou ou reduziu, além de ter acesso ao preço dos concorrentes. 

Importante o consumidor redobrar o cuidado com as compras nesse período, evitando assim cair em golpes e ter prejuízos. “O cliente precisa pesquisar bem as lojas e, principalmente, o preço dos produtos. Buscar referências da loja e experiências reais de pessoas que compraram fazem toda diferença. Isso minimiza muito o risco de fraude, não recebimento do produto adquirido e outros problemas que infelizmente acontecem durante a data.”, detalha o sócio da Dassi Boutique, Danilo Costa. 

Por último, mas não menos importante, faça um print da tela da oferta, pois, na hora de reclamar valores abusivos, o print da tela da promoção/oferta será sua prova junto ao Procon. Vale ressaltar que, fazendo isso além de não cair em fraudes e preços abusivos, o consumidor ainda ajuda o Procon a identificar esses comerciantes e notificá-los. 

SELOS DE SEGURANÇA: “Muitas vezes para o consumidor o selo de segurança no rodapé do site não é relevante, mas, pelo contrário, o selo de segurança é fundamental para que o comprador possa entender a veracidade de tudo que está publicado naquele site.”, alerta José.

Além do selo de segurança, das pesquisas no Google e nos comparadores de preço, ainda é possível consultar sites como Reclame Aqui. O  próprio Procon, próximo da Black Friday, divulga uma lista que mostra quais lojas o consumidor deve evitar, a lista é baseada em preços abusivos, reclamações dos clientes, prazo de entrega e semelhantes. 

CUIDADO COM A FAKE NEWS: não caia em fake news. Na hora de tomar a decisão de compra fique alerto e apele para o senso crítico, nem tudo que está na internet é verdade, seja uma notícia, um preço, uma “corrente” no grupo do Whatsapp. 

Antes de achar que determinado fator é verdade ou mentira, pesquise com profundidade – seguindo as dicas dadas acima – e tire suas próprias conclusões. 

“Fake News é um problema global sério, afetando desde celebridades até marcas pequenas ou grandes. Vai além de eventos importantes para a sociedade, como as eleições, por exemplo, e pode impactar negativamente a reputação sem qualquer prova de veracidade. A cada dia novos dispositivos são criados, unicamente para criar fake news, manipular fotos, áudios ou vídeos, por isso é fundamental atentar-se aos fatos e não especulações sem fundamento.”, finaliza Tânia.