terça-feira, junho 16, 2026
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Tecnoestresse – como evitar o lado negativo do excesso de conectividade

O uso da tecnologia tem se apresentado como imprescindível nos últimos meses, após o avanço da pandemia do novo coronavírus e a necessidade de isolamento social. Somente por meio dela, foi possível viabilizar o home office para milhares de profissionais em todo o mundo, além do contato com pessoas queridas. Por outro lado, essa nova realidade provocou um crescimento exponencial da conectividade e do uso de mídias eletrônicas. Situação que, se não for bem gerenciada pelos próprios indivíduos e pelas empresas, pode comprometer – e muito – a produtividade no trabalho e provocar transtornos físicos e emocionais. São consequências do chamado tecnoestresse.

O termo é entendido como o vínculo psicológico negativo entre as pessoas e a introdução de tecnologias. Trata-se de uma doença moderna, de adaptação, causada por uma incapacidade de lidar com todas as ferramentas da informática de forma saudável. Na realidade, o problema já tinha uma curva ascendente nos últimos anos, porém se tornou mais frequente agora. A primeira explicação é que os profissionais passaram conviver com um bombardeio ainda maior de informações recebidas por diferentes canais, como e-mails, mensagens diretas no celular e redes sociais, sendo que, em geral, as respostas são cobradas quase que imediatamente. O segundo aspecto é a ausência de “válvulas de escape” para se desconectar do mundo digital, por exemplo, a vida social ativa, exercícios ao ar livre, passeios, viagens, entre outras.

Nesse contexto, o excesso de conectividade pode impactar, diretamente, o equilíbrio entre o pessoal e profissional. Na prática, acarreta cansaço, prejuízo do sono, do desempenho no trabalho – com a dificuldade de concentração – e da saúde mental. Em médio prazo, é possível ocorrer o comprometimento psíquico além do esperado, gerando estresse agudo, ansiedade, pânico, depressão, entre outros transtornos. Diante disso, a exposição ao ambiente digital exige adaptações dos hábitos e da rotina das pessoas, para que possam usufruir da tecnologia de modo positivo. Afinal, o grande vilão é o exagero.

Portanto, as pessoas precisam estar atentas e buscar alternativas para evitar o “tecnoestresse”. A principal dica é criar uma rotina organizada durante o dia, com o estabelecimento do horário de trabalho e do uso de telas; o tempo para o lazer e a diversão off-line, procurando usar a criatividade; e o momento dedicado à família. Além disso, é importante manter uma regularidade de sono, garantir a prática de exercícios físicos, e buscar uma comunicação mais próxima e constante com as outras pessoas. Outra dica é criar o hábito de se levantar da cadeira com frequência para esticar o corpo, se alongar, se hidratar e se alimentar bem. Ou seja, atitudes simples podem mudar a sua realidade.

 Por parte das organizações, é fundamental que os líderes atuem muito próximos de seus times, orientando e monitorando os subordinados, a fim de assegurar um período para a desconexão. Esse acompanhamento é essencial para que qualquer intervenção necessária aconteça no tempo adequado. Cabe também às lideranças respeitar a vida pessoal dos colaboradores, estabelecer limites para a distribuição das demandas e não pressionar por respostas imediatas, caso eles estejam fora do horário de trabalho.

Vale lembrar que, mesmo no mundo disruptivo, saúde mental é vital em qualquer momento, tanto durante o isolamento social, quanto no pós-pandemia, quando muitas empresas adotarão o modelo de trabalho híbrido (presencial e remoto). Dessa forma, todos devem investir em estratégias que possibilitem o equilíbrio das funções psíquicas, para que o tempo em home office seja mais saudável, feliz e produtivo tanto para o profissional quanto para alcançar as expectativas de resultados das companhias.

* Graduada em Psicologia, Bárbara Nogueira é diretora, board advisor e headhunter da Prime Talent, empresa de busca e seleção de executivos de média e alta gestão, que atua em todos os setores da economia na América Latina, com escritórios em São Paulo e Belo Horizonte. Possui certificação de Executive Coach pela International Association of Coaching e em Micro Expressões e programação Neurolinguística. Além disso, é pós-graduada em Negócios e em Formação de Conselheira de Administração, ambas pela Fundação Dom Cabral. Tem vivência internacional na Inglaterra e Estados Unidos.

Seja uma pessoa mais sábia

No começo do ano, é importante tomar novas atitudes para novos resultados

No decorrer da nossa vida, somos expostos a milhares de situações que acarretam em emoções boas ou más. Nesses momentos de conflitos, adversidades, problemas e discussões, sentimentos ruins pairam sobre nós, de modo que pensamentos negativos começam a interferir no nosso modo de viver. 

Quando crianças, somos condicionados a adquirir alguns padrões de comportamento que nos protegem de problemas que consideramos perigosos à nossa tranquilidade.  Entretanto, quando adultos, esses padrões de proteção não mais nos protegem, mas sim, começam a impedir o nosso crescimento profissional e pessoal.

Chamados de sabotadores, esses padrões fazem  permanecermos parados quanto ao crescimento. Não sair da zona de conforto, não buscar melhorias, não inovar, ter medo de começar coisas novas… São algumas das coisas que os nossos sabotadores nos inibem.

Madalena Feliciano, Master Coach, explica como esses sabotadores podem interferir na nossa vida: “Todo mundo tem sabotadores, e isso é um fato.  Eles surgem como padrões de proteção, mas que a longo prazo anulam o nosso desenvolvimento, nos deixando constantemente com medo de avançar ou com problemas para que isso ocorra.” Mesmo que presente em todas as pessoas, esses padrões variam de situação para situação, de modo a se manifestar de diferentes maneiras. Às vezes, podemos até confundir os sabotadores com bons sentimentos, como quando achamos que é bom ser bastante crítico consigo mesmo.

Esse padrão de comportamento, pode ser identificado em algumas situações, chamadas de gatilhos. Para Madalena, “Elas geralmente são as que exigem uma tomada de decisão diferente das habituais, por exemplo, os momentos que necessitam da nossa saída da zona de conforto. No nosso crítico, os sabotadores aparecem como pensamentos ruins e pequenas vozes de baixa autoestima na nossa mente. “Esse ano para mim já era”, “Isso não é para mim”, “Eu não vou conseguir”, são alguns exemplos de como o nosso crítico pode nos colocar para baixo e impedir a nossa desenvoltura.” Esses padrões ruins, desse modo, devem ser eliminados, para que a reprogramação da nossa mente seja feita de modo a elevar o nosso sábio, a nossa sabedoria e enfraquecer o nosso crítico.

Para entendermos como o nosso crítico nos coloca para baixo, basta pensarmos que quando pequenos, as crianças não tendem a ficarem desmotivadas por N motivos ou por algum em específico. Ao aparecer para si uma tarefa ou o surgimento de uma oportunidade de brincar, por exemplo, você não vê uma criança se queixar de que está desmotivada para realizar as suas atividades. Elas não se abalam com o seu crítico, pois ele é enfraquecido, ou seja, não se permitem acreditar em vozes, maus pensamentos e sentimentos.

Para então conseguir se livrar do seu crítico e potencializar o seu sábio, Madalena explica que “O sábio é uma parte da nossa mente que comanda os nossos sentimentos e decisões. Por ele temos empatia, ânimo, compaixão… O sábio está inato a nós, mas pode ser danificado no decorrer dos anos com críticas mal construídas. Quando nos desmotivam, dizem que algo não é para nós, nos colocam para baixo… o crítico é ativado. Aí surgem vozes críticas sabotadoras que nos colocam para baixo e nos impedem de realizar coisas novas.”

Para ativar e potencializar o seu sábio, precisamos compreender que com ele, existem 5 poderes, que são:

  1. Empatia: Pessoas sábias, mesmo com problemas e dificuldades, sempre tendem a se colocar no lugar do próximo. Entender que você não é o centro de tudo e que o outro também é importante para a sua melhoria, é uma das chaves que te eleva como pessoa. O sentimento da empatia é importante, pois te ensina a ouvir mais, aprender mais e conhecer mais.
  2. Explorar: Ser curioso, explorar a si mesmo e o outro, é outro poder que se deve ter para ser uma pessoa sábia. Se conhecer, saber o que acontece dentro de você, aprender com as suas conquistas e com as suas falhas, é algo que devemos adotar, já que nos permite evitar novos erros. “Olhe para o outro com um olhar de curiosidade. Busque entender as razões que fazem a pessoa tomar tais atitudes, sem impor a ela as suas crenças”, explica Madalena. É importante, desse modo, entender que explorar não está somente relacionado a se auto explorar, mas também conhecer o próximo, para que com ele você aprenda a se portar também.
  3. Inovar: Busque fazer as coisas de formas diferentes. Fuja dos parâmetros tradicionais. Se os seus resultados não estão sendo bons, mude a forma que você faz as coisas. Inove. Queira mudar hábitos, mudar atitudes e pensamentos. “Se o seu guia não está funcionando, aceite um novo. Trace um novo trajeto”, explica Madalena.
  4. Navegar: Perceba se o caminho que você percorreu na sua vida está alinhado ao seu propósito.  Adeque o seu caminho com a sua meta final. Faça um planejamento, não ande em círculos. Faça uma conexão com você mesmo. Os seus valores, o seu propósito deve estar alinhado com o caminho que você está traçando. A sua bússola interna deve estar bem posicionada  com o seu querer.
  5. Ação: Aja! Entre em ação. Tome atitudes. Para Madalena Feliciano, “Não basta somente ter foco, determinação e motivação. Você sempre deve entrar em ação. Sendo parte ativa da sua vida, você não permite mais que aquele padrão negativo de pensamento interfira nas suas atitudes”.

Agora que você já sabe como ser uma pessoa mais sábia e conhece os poderes necessários para fortalecer o seu sábio, entenda como se deve agir para enfraquecer o seu crítico. Para isso, Madalena dá algumas dicas:

  • Planeje, faça um plano de ação. A partir de hoje, como você quer agir? Faça uma lista de coisas novas que você quer na sua vida. Essas ideias serão mudanças que ocorrerão no seu modo de viver. Não fique na mesmice.
  • Seja humilde, aceite as coisas que você precisa. Não imponha necessidades dos outros a você, apenas porque acha que lhe convém. Se auto conheça a ponto de compreender o que melhor cabe na sua vida.
  • Aprenda com seus desafios e dificuldades. Esteja consciente com o que você sente: se observe. Perceba as emoções que você sente durante o dia e identifique os momentos que a raiva aparece, a tristeza e trabalhe nisso. Saia do piloto automático.

Sobretudo, Madalena ainda reforça: “Não se critique tanto, não seja tão perfeccionista. Lembre-se que mesmo errando, o lugar que você chegou foi graças àquele erro. Ele também te fortaleceu e te levou a algum bom lugar. É na queda que aprendemos a levantar.”

Madalena Feliciano
Gestora de Carreira, Coaching e Hipnoterapeuta
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E-commerce: Saiba como identificar se uma loja é segura antes de comprar

Aplicativo VIPy, do Movimento Compre&Confie, apresenta lista para consumidores não caírem em comércios virtuais fraudulentos

O receio de comprar on-line, que permeia os potenciais clientes, ainda é um obstáculo para a consolidação efetiva das vendas no e-commerce. A falta de contato com o produto, a dificuldade para realizar troca ou devolução de mercadoria, a demora na entrega e a possibilidade de vazamento de dados são algumas das principais queixas dos consumidores e que os impedem de realizar pedidos no comércio digital.

Ao analisar essas circunstâncias e com o propósito de transmitir cada vez mais confiabilidade e segurança aos consumidores digitais, o aplicativo VIPy, desenvolvido pelo Movimento Compre&Confie, oferece em sua plataforma o serviço de checagem sobre a confiabilidade da loja. A plataforma conta com mais de 5 mil varejistas parceiras cadastradas em seu banco de dados, que são certificadas com o selo de confiança e dispõem de avaliações de outros compradores.

Ao realizar o cadastro do próprio CPF no app, o usuário consegue acessar um campo denominado “Lojas”. Ao clicar nessa opção, os consumidores conseguem pesquisar as varejistas pelo nome no campo de busca. Além disso podem filtrar as lojas pelas categorias “Fantástica”, “Incrível”, “Ótima” e “Boa”, nas quais constam as avaliações e notas aplicadas pelos consumidores digitais de cada marca parceira.

“Essa funcionalidade, que está disponível em nosso aplicativo gratuitamente, é um método para tornar o e-commerce cada vez mais seguro aos compradores, visto que garante que seus pedidos sejam realizados em lojas varejistas com uma reputação qualificada e transparente”, aponta Andréa Fernandes, CEO do Movimento Compre&Confie.

Além desse recurso, o VIPy está disponível para download nas lojas Apple Store e Google Play e segue com a sua missão principal de monitorar as compras on-line dos usuários realizadas com o número do CPF, a fim de auxiliá-los no processo de identificação de possíveis fraudes no e-commerce e notificá-los, de forma rápida e simples.

Sobre o VIPy

O receio de comprar on-line, que permeia os potenciais clientes, ainda é um obstáculo para a consolidação efetiva das vendas no e-commerce. A falta de contato com o produto, a dificuldade para realizar troca ou devolução de mercadoria, a demora na entrega e a possibilidade de vazamento de dados são algumas das principais queixas dos consumidores e que os impedem de realizar pedidos no comércio digital.

Ao analisar essas circunstâncias e com o propósito de transmitir cada vez mais confiabilidade e segurança aos consumidores digitais, o aplicativo VIPy, desenvolvido pelo Movimento Compre&Confie, oferece em sua plataforma o serviço de checagem sobre a confiabilidade da loja. A plataforma conta com mais de 5 mil varejistas parceiras cadastradas em seu banco de dados, que são certificadas com o selo de confiança e dispõem de avaliações de outros compradores.

Ao realizar o cadastro do próprio CPF no app, o usuário consegue acessar um campo denominado “Lojas”. Ao clicar nessa opção, os consumidores conseguem pesquisar as varejistas pelo nome no campo de busca. Além disso podem filtrar as lojas pelas categorias “Fantástica”, “Incrível”, “Ótima” e “Boa”, nas quais constam as avaliações e notas aplicadas pelos consumidores digitais de cada marca parceira.

“Essa funcionalidade, que está disponível em nosso aplicativo gratuitamente, é um método para tornar o e-commerce cada vez mais seguro aos compradores, visto que garante que seus pedidos sejam realizados em lojas varejistas com uma reputação qualificada e transparente”, aponta Andréa Fernandes, CEO do Movimento Compre&Confie.

Além desse recurso, o VIPy está disponível para download nas lojas Apple Store e Google Play e segue com a sua missão principal de monitorar as compras on-line dos usuários realizadas com o número do CPF, a fim de auxiliá-los no processo de identificação de possíveis fraudes no e-commerce e notificá-los, de forma rápida e simples.

Sobre o VIPy

O VIPy é um aplicativo que faz parte do T. Group, holding que reúne negócios dedicados à evolução do setor de e-commerce no Brasil. Com o intuito de promover a segurança no ambiente digital, o app permite aos consumidores ter mais segurança e controle de seus dados na hora de comprar online. O objetivo principal do app é diferenciar de forma clara e rápida os fraudadores dos demais consumidores, recompensando estes últimos com benefícios e vantagens na hora de comprar online. Conheça mais em:  https://www.vipy.com.br/.

 

Redes Sociais: uma carta sobre o direito à veracidade

A liberdade de expressão e a violência não são essencialmente um dilema das redes sociais. Afinal, racistas, extremistas e misóginos coexistem conosco desde que aprendemos a nos comunicar, a tecnologia deu a eles amplitudes estratosféricas. Multiplicou a potência da comunicação aos grupos desinformados e obscuros, mas também a grupos excluídos e sem voz. Tudo isso somado a uma boa dose de valentia proporcionada pelo anonimato ou pela força de pertencer. Mas qual é o grande problema encontrado em tantas falas soltas e facilmente acessíveis nas plataformas de interação? A veracidade.

Um estudo realizado pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts cita que as notícias falsas se espalham 70% mais rápido do que as verdadeiras. Sem o filtro, a censura, a equalização e a qualidade das informações compartilhadas, a internet é um ambiente propício a malfeitores. O que antes era limitado na imprensa secular, por um controle de sistema de comunicação em massa, com editores e profissionais qualificados que tinham o poder de filtrar as publicações, mesmo que de forma tendenciosa, atualmente tornou-se a livre demanda de opiniões.

Perceba que os milhões de leitores dos maiores veículos impressos do Brasil, hoje não são só espectadores, são seguidores e comunicadores. Influenciadores como Ricardo Amorim, possuem o mesmo alcance de divulgação que um jornal. Ou seja, cada indivíduo torna-se dentro do seu meio, um veículo de comunicação em potencial.

 A introdução de novas tecnologias traz momentos ruins, é uma parte infeliz da evolução humana, mas há recompensas, como tecnologias militares que deram origem a soluções na área da saúde, por exemplo. Ou mesmo o GPS e a internet, o alicerce da telemetria hoje utilizado por empresas como a Pointer para salvar vidas, manter empresas e monitorar cargas preciosas, como exemplo as vacinas, que é elaborado com base em satélites militares do Ministério da Defesa Americano e a Internet inventado pela DARPA (unidade de pesquisa militar). E no contexto da Internet e de Redes Sociais, a comunicação e interação em massa ajuda nas campanhas de saúde, a noticiar o que acontece no mundo inteiro e consegue propagar os mais diversos alertas à população. Diante de tantas codificações e algoritmos, não é possível não conseguirmos construir um ambiente seguro nos meios de comunicação social.

 O uso indiscriminado das redes por pessoas que não só expõe a si mesmo, mas aos outros também, seja pelo lado profissional, pessoal ou ideológico, é um problema de todos. Mas o debate tem que ser estabelecido em soluções. Como leitor de um jornal ou de um post, eu gostaria de ter a certeza de que aquela informação foi verificada, foi publicada por uma pessoa real, não por um robô ou pessoa mal-intencionada. O dilema está nos problemas que já existem em nosso ambiente, na falta de validação de qualidade e classificação da informação e seu “potencial destrutivo”.

 Acredito que uma empresa que se propõe a criar um ambiente que permite a dissipação de informações, ou mesmo de opiniões, deve ter um mecanismo que exponha a veracidade de cada textão, post, meme ou matéria compartilhada. Claro que não estou impondo uma ditadura das redes “só publiquem coisas que sejam verdades, nada de brincadeiras ou opiniões”. Não, não é isso! Apenas, preciso da tecnologia para me dizer qual é o cunho de cada postagem.

 A viralização de uma mensagem deve estar exponencialmente atrelada à qualidade e a classificação da informação. O mecanismo da rede, deve punir conteúdos falsos, criminosos e que tem o intuito de dissipar mentiras ou agressões; e beneficiar conteúdo de altíssima qualidade e verídicos. O debate deve ser qual o mecanismo de checagem e classificação deve ser usado para identificar a mensagem que está apta para o compartilhamento. Lembrando que deve ser controlado pela sociedade civil no que cerne a sua comunidade – região – e não pelo governo, para que não haja nenhum tipo de manipulação ou mesmo censura.

 Na minha visão você teria total liberdade de escrever o que quiser, mas da mesma forma que filmes e aparelhos tem conteúdo com ampla classificação, assim o post deve ter seu selo de qualidade ou a falta dele. E ainda que tenhamos essa conquista, ressalto que não há substituto a uma boa educação, onde uma base de conhecimento sustentadas pela dúvida, curiosidade e a lógica sejam construídas.

 Com a livre demanda de opiniões, é necessária uma marcação de qualidade, para que possamos ter a certeza sobre o conteúdo que consumimos, e principalmente para a parcela da sociedade que não tem acesso à educação saber o que de fato estão internalizando. Precisamos apoiar um mecanismo democrático e que inclua o direito ao anonimato, que além de quebrar alguns medos e trazer benefícios, uma vez que somos um dos países que mais matam jornalistas no mundo por conta de informações verídicas e indigestas para alguns, a verificação de conteúdo duvidoso ou de opiniões extremistas tem que estar explícita.

 Esse mecanismo pode limitar o racismo/xenofobia/fakenews travestidos de “opinião”, e me permitir como indivíduo ou como grupo selecionar o que acredito ser adequado para mim e para os meus filhos. Entenda, não é uma questão de censura à liberdade de expressão, mas sim a luta pelo direito à veracidade que é um alicerce para o bom funcionamento da sociedade e a democracia.

  • Daniel Schnaider é CEO da Pointer By PowerFleet Brasil, líder mundial em soluções de IoT para redução de custo, prevenção de acidentes e roubos em frotas. LinkedIn

Analista corporal oferece workshop gratuito sobre autoconhecimento

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No próximo sábado (23), a analista corporal Eliane Rodrigues vai promover o workshop online e gratuito “Encontrando recursos para destravar sua vida”. O encontro tem como objetivo mostrar, através da análise corporal, como é possível desenvolver as habilidades individuais de acordo com os traços de perfil de cada pessoa.

Em uma reflexão sobre autoconhecimento, a especialista vai mostrar como é possível descobrir os recursos de cada pessoa e potencializá-los, bem como identificar as dificuldades e as melhores maneiras de lidar com elas, fazendo com que não atrapalhem o crescimento do sucesso e seja possível a restauração da saúde emocional. Para se inscrever e ter acesso a todas as informações do encontro, é só clicar aqui: https://www.instagram.com/eliane_analistacorporal/

“Vamos entender como se forma cada traço de caráter e como eles influenciam na vida pessoal e profissional, mostrando como cada perfil pode se desenvolver, através da análise corporal, para sair do estado de dor e intensificar os recursos que impulsionam para uma vida saudável”, explica Eliane.

Análise Corporal. Criada pelo psicanalista Wilhelm Reich, na década de 1930, e adaptada por pesquisadores brasileiros, tem como função  mostrar os traços de perfil predominantes de alguém através do formato do seu corpo. Por meio dela, é possível entender quais são as dores que mais têm impacto sobre a vida da pessoa e as suas características poderosas que, se bem percebidas e evidenciadas, proporcionam a posição de ação e tomada de decisões.

 

Como lidar com a perspectiva de um novo cenário pós-vacina?

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Recentemente ouvimos a notícia esperançosa de que foram aprovadas as vacinas contra o COVID-19. Muitos já comentam sobre seus novos planos pós-vacinação e a respeito do que chamam de retorno à normalidade. Expectativas se multiplicam diante desse novo cenário, esperando que o mundo, como o conhecíamos, retroceda seu curso e consigamos então, seguir com maior previsibilidade.
Infelizmente, parece que essas expectativas estão longe de se tornarem realidade. Em meio a uma pandemia é preciso entender que estamos diante de um pacto coletivo. Devemos não apenas nos vacinar – para a nossa proteção e a das pessoas das quais nos aproximamos – como também cultivar por um período ainda indeterminado todas às restrições a fim de evitar a transmissão de novos casos da doença. A mudança não será imediata.
De certo, em um país como o nosso de proporções continentais, como a liberação da vacina será gradual e levando-se em consideração o plano de distribuição da mesma, se faz necessário continuar controlando a propagação do vírus no intuito de diminuir a incidência de novos casos. Possivelmente, ainda haverá um longo período antes de alterações significativas ocorrerem.
Além disso, a própria fabricação das vacinas é muito recente e, portanto, não se tem ainda conhecimento sobre o impacto exato que elas terão na proteção contra o Corona vírus. É possível inclusive que, apesar de estar resguardado, o vacinado ainda seja passível de se tornar vetor de contaminação. E ainda não há a certeza sobre o período de efetividade da imunidade pós-vacina, nos levando a crer que talvez tenhamos que fazer reforços em determinados momentos.
Tudo é muito recente e está se desenvolvendo na medida em que seguimos vivenciando. Desse modo, os protocolos até então seguidos, de distanciamento social, uso de álcool gel e de máscaras não devem ser abandonados.  As mudanças devem ser acolhidas. Buscamos constantemente nos adaptar a algo que possivelmente perdurará. E que a lição seja aprendida: depois de um ano pandêmico, mais do que nunca, precisamos nos preservar.
Sobre a autora
Bruna Richter é graduada em Psicologia pelo IBMR e em Ciências Biológicas pela UFRJ, pós graduanda no curso de Psicologia Positiva e em Psicologia Clínica, ambas pela PUC. Escreveu os livros infantis: “A noite de Nina – Sobre a Solidão”, “A Música de Dentro – Sobre a Tristeza” e ” A Dúvida de Luca – Sobre o Medo”. A trilogia  versa sobre sentimentos difíceis de serem expressos pelas crianças – no intuito de facilitar o diálogo entre pais e filhos sobre afetos que não conseguem ser nomeados. Inventou também um folheto educativo para crianças relacionado à pandemia, chamado “De Carona no Corona”.  Bruna é ainda uma das fundadoras do Grupo Grão, projeto que surgiu com a mobilização voluntária em torno de pessoas socialmente vulneráveis, através de eventos lúdicos, buscando a livre expressão de sentimentos por meio da arte. Também formada em Artes Cênicas, pelo SATED, o que a ajuda a desenvolver esse trabalho de forma mais eficiente.

Saúde 2.1: o novo normal garante a qualidade de vida

Relembrar 2020 pode parecer tenebroso, mas médicos ressaltam que essa pode ser exatamente a melhor forma de começar 2021 em boa saúde

Está claro que 2020 foi um ano atípico e repleto de desafios, mas de conhecimentos adquiridos também. Aprendemos questões importantes sobre higiene pessoal, transmissão de vírus e saúde mental, e por mais que reviver alguns momentos do último ano possa parecer tenebroso, médicos afirmam que essa é exatamente a melhor forma de começar 2021 em boa saúde.

E para ressaltar quais os principais hábitos que devem ser mantidos e seus motivos, quatro especialistas da maior plataforma de streaming voltada aos conteúdos que ajudam na formação de estudantes de medicina, o Jaleko, vão explicar quais são as lições essenciais que devem ser mantidas em nosso dia-a-dia.

Máscaras: De acordo com Felipe Magalhães, diretor científico do Jaleko, a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), por exemplo, é a maior responsável pelas complicações fatais envolvendo o Covid-19, porém ela não é proveniente apenas desse vírus pandêmico. A SRAG atingiu muitas pessoas antes do coronavirus, em um panorama geral, em 2019, essa síndrome e outras doenças respiratórias, como pneumonia, insuficiência respiratória e demais que não foram conclusivas, mas provenientes do trato respiratório, mataram mais de 250 mil pessoas, segundo dados do Portal da Transparência. Utilizar máscaras reduz consideravelmente o contágio de doenças respiratórias virais, bem como protege da poluição em casos crônicos.

“O uso da máscara é um dos pontos mais visíveis do mundo em pandemia -e para algumas pessoas o mais incomodo – mas é também um dos pontos que mais salvam vidas. As máscaras ainda farão parte de nossas vidas e vão salvar nós mesmos ou as pessoas que amamos até que a pandemia de fato acabe.” – Felipe Magalhães, diretor científico do Jaleko

Higiene Pessoal: a higienização das mãos é indiscutivelmente a medida mais eficaz na prevenção de infecções, não só da COVID 19, mas também do resfriado comum, gripe, diarreia, conjuntivite, infecções relacionadas à saúde e outras. A via de transmissão está relacionada com ações simples como contar dinheiro, falar ao telefone, fazer compras e não higienizar as mãos após, sendo que a mesma mão suja é a que entra em contato com olhos, nariz e boca. Ainda, de acordo com a professora do Jaleko e residente em infectologia, Dra Ana Elisa Almeida, a higiene das mãos pode ser realizada através de práticas simples e bastante eficazes utilizando água e sabão ou preparações alcoólicas a 70%, deixando assim as mãos livres de contaminação microbiana potencialmente prejudicial.

Saúde mental: depressão, ansiedade e estresse são apenas algumas das questões mais potencializadas quando falamos em saúde mental, principalmente em 2020. Muitas foram as pessoas afetadas e que ainda serão. No entanto, alguns hábitos foram aprendidos durante o caminho até aqui. Cada vez mais percebeu-se a relevância do acompanhamento especializado para expor suas questões, e os atendimentos on-line cresceram exponencialmente como importante ferramenta nesse período de pandemia. Mas não só isso, muitos buscaram qualidade de vida em outros aspectos com desenvolvimento de estratégias para instaurar estilos de vida mais saudáveis. Para Dra. Carolina Stoffel, psiquiatra e professora dessa disciplina no Jaleko, uma rotina de autocuidado que envolva atividades físicas e boa alimentação tem grande impacto em tratamentos.

“Alguns minutos diários de atenção e cuidado às nossas próprias necessidades podem trazer muitas coisas boas. Criar o hábito de cuidar do corpo e da mente é essencial para prevenir doenças, desestressar e, sobretudo, se amar. Todo autocuidado, desde beber mais água, meditar, pintar, fazer atividade física, cuidar dos nossos pensamentos, entre outros, nos deixam mais próximos de um convívio saudável conosco e com tudo o que nos cerca. E você, já se amou hoje?” – Carolina Stoffel professora de psiquiatria do Jaleko

Sobre o Jaleko – em 2011, antes de pensar em tempos de isolamento social, os médicos Lucas Cottini e Guilherme Weigert já pensavam a frente de seu tempo. Ainda estudantes, sentiam a necessidade do aprendizado moderno e prático. Diante de tantos problemas encontrados pelos então estudantes em relação à logística, desenvolveram o esboço de uma plataforma que entregasse tudo o que o aluno sentia necessidade em sala de aula. Com o passar do tempo, já como Jaleko, o projeto ganhou força, ampliou a atuação e se fortaleceu no mercado, sempre reafirmado o seu propósito de melhorar a saúde através da educação e tecnologia.

Felipe Magalhães – médico e diretor científico do Jaleko, graduado na UFF- Universidade Federal Fluminense, com residência clínica médica no Hospital Adventista Silvestre e residência em nefrologia na UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atualmente é também coordenador da comissão de residência médica do Hospital Federal da Lagoa.

Ana Elisa Almeida – médica graduada pela Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBMSP), residente de Infectologia – Complexo Hospitalar Universitário Prof. Edgar Santos/ UFBA e professora do Jaleko, plataforma de streaming com conteúdos voltados aos estudantes de medicina.

Carolina Stoffel – médica graduada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e especialista em psiquiatria pela Universidade Federal Fluminense. Professora de psiquiatria no Jaleko, responsável técnica da Saúde Mental do Município de Guapimirim e médica Psiquiatra CAPS de Guapimirim.

Roberto Rowntree em entrevista ao jornal Impressões

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Talento, dedicação e esforço marcam a carreira de um ator de prestígio, com passagens pela Rede Globo, papéis marcantes no cinema e com uma passagem inesquecível em papéis cômicos. Lições de vida e carreira nesta entrevista exclusiva.

1) Como descobriu o “ator” em você  ?

Como eu descobri um ator em mim… é uma pergunta engraçada.Desde que eu era criança, eu ficava brincando de atuar, eu me vestia com fantasias que eram feitas com os ternos do meu avô, com o chapéu da minha avó, pintava o bigode com lápis da minha mãe e fazia personagens, fazia teatrinho, e quando a minha irmã nasceu, eu queria um irmãozinho e veio irmãzinha, aí eu botava bigode e barba nela pra fazer um outro mosqueteiro.Minha mãe era metida com o teatro, a minha mãe era atriz.Ela resolveu ser atriz quando eu era criança, começou  estudar com o Ziembinski, também com  a Tereza Raquel, enfim, eu a acompanhava.Tinha um grupo de teatro com a amiga dela, que eu gostava muito a Thelma Reston, com o Renato Prieto, que hoje é conhecido como um grande nome da dramaturgia espírita.E eu acompanhava desde criança, e me encantando cada vez mais, entrou no sangue . Mas eu fugi disso um tempo. Eu estreei no teatro aos 14 anos e tive uma decepçãozinha, me encantei com a música.Comecei a ser cantor de rock, me joguei nesse mundo por um tempo, mas acho que o destino estava traçado .Eu passei muito tempo cantando, viajei para fora do Brasil, por conta do Rock’n` rol , aonde eu aprendi a trabalhar com produção.Fui trabalhar na rádio por conta das músicas, comecei a fazer personagens e quando eu vi os convites começaram.Daí estava eu de volta aos palcos de outra maneira, não cantando.Minhas bandas eram performáticas, entre uma música e outra eu falava muito e contava histórias, enfim, o teatro estava no sangue o palco estava ali, não tinha como.

2)  Você participou do humorístico Zorra Total na Rede Globo . Existe uma tendência a classificar talentos por gênero . Não temeu ser classificado apenas como comediante ?

Quando eu comecei a fazer personagens, era em um programa de rádio que eu criei, um programa de humor, abriu  um caminho natural de eu ir para televisão, fazendo o programa de humor, veio o convite pro Zorra. Fiquei muito tempo classificado como comediante, que é um erro, pois o ator  faz comédia e faz drama. Existe um preconceito, e eu sofri esse preconceito um tempo.Para as pessoas, eu era um comediante, e não sou, eu sou um ator.A comédia é muito mais difícil do que o drama.Mas eu fiquei muito tempo na comédia, foi no Zorra, foi no Didi, os espetáculos teatrais, comédia uma atrás da outra.Todo ano era dois ou três espetáculos de comédia, e muito tempo eu me especializei, estudei muito comédia. Eu estudei com os grandes, tive o prazer de trabalhar com o Paulo Silvino, Agildo Ribeiro, Renato Aragão, Dedé Santana, Ankito, Tutuca, Rogério Cardoso, enfim, grandes nomes da comédia. Muita gente boa, muita gente grande e  maravilhosa. Aprendi muito com eles, e estudei muito com os grandes nomes , eu estudei muito Buster Keaton, Charlie Chapplin, os Três Patetas, O Gordo e o Magro, Abbott e Costello, Cantinflas, Oscarito, Grande Otelo, Mazzaropi, Louis de Funès.Eu estudava cada movimento e cada gesto, poxa o Jim Carrey  é uma cópia de Jerry Lewis, eu estudei Jerry Lewis pra cacete, ele é genial, eu sou desse humor “careteiro”, depois eu aprendi muito desse humor Chapliniano e com o Duda Ribeiro, que foi um grande amigo que eu tive, mas quem faz comédia bem faz qualquer coisa.

3) Diversos filmes que você participou foram parar em plataformas de Streaming. Como você encara isso ?  O público não fica restrito uma vez que essas plataformas não atingiram ainda popularidade ?

Olha vários filmes que eu fiz atingiram as plataformas por conta da pandemia, e com ela, uma maior procura. Elas realmente não atingiram uma popularidade como o cinema, mas a Netflix  já vinha fazendo um barulho bem grande, e após pandemia, tanto a Netflix como a Amazon se agigantarão. A magia de ir ao cinema, como a magia de ir ao teatro não acabam. Em relação a TV, eu acho que as plataformas vieram para derrubar, eu acho que nem as TVs fechadas estão tendo tanta força de concorrência.

4) O cinema parece ser o veículo que mais aproveita você. Fale sobre isso.

Na verdade, não é que o cinema seja o veículo que mais me aproveita, eu trabalhei 10 anos na TV Globo, fiz um personagem numa novela da Record, pequeno mas eu fiz. Na TV Globo, eu tive  3 personagens coadjuvantes que cresceram. Eu fiz várias participações, enfim, não somente em novelas, como em séries de TV fechadas, e fiz várias participações a pouco tempo em séries da Fox, AXN, Warner. O cinema, eu escolhi, digamos assim, eu percebi que havia um nicho ali, o cinema independente brasileiro. Precisava de experiência e garra e eu tinha essa garra. Eu queria trabalhar, queria botar a cara, tinha experiência de produção e podia ajudar, então eu comecei a fazer a diferença. Estar ali levantando as mangas e vestindo a camisa. Poxa, fiz 19 curtas e depois vieram 11 longas até o momento, que já não eram tão independente assim. Os filmes vieram maiores, participei e vou em todos os festivais. Participei de mesas de debates, fui apresentador, jurado, enfim eu vesti a camisa, me engajei digamos assim, no cinema nacional. E assim como eu abracei o cinema o cinema me abraçou.

5) Quais filmes contemporâneos tem chamado a sua atenção ?

Filmes contemporâneos que chamam a minha atenção é difícil citar um só.Eu gosto muito do cinema de entretenimento americano, que é puro entretenimento, eu gosto e sou um  fã assumido de Blockbuster. Gosto muito do cinema europeu que é uma linha bem diferente e eu tenho assistido muitas coisas boas do cinema espanhol, cinema Italiano, francês e alemão. O cinema indiano é maravilhoso e algumas coisas do cinema coreano. Cinema japonês, eu gosto de filmes de gênero, de terror, de ação.O bacana é esse crescimento absurdo do cinema em todo mundo, e as pessoas fazerem cinema, que é uma forma de arte espetacular. Sem falar mal da televisão, que faz  coisas maravilhosas também, mas o cinema tem mais conteúdo sabe, artístico, interpretativo, fotográfico, estético, é maravilhoso e sou apaixonado.

6) A música, que papel teve na sua vida .

A música é um alimento da alma que a gente tem.Tive 17 bandas, eu estudei canto no conservatório Brasileiro de Música, fiz parte do coral de lá, me apresentei com o coral durante alguns anos. Tive muitas bandas, cantei rock, cantei Hard Rock, Heavy Metal, e cantei outros estilos. Fiz alguns covers e também compunha muito, mas a música é tudo, a música é vida. Eu gosto muito de música erudita, gosto muito de jazz, gosto muito de rock, gosto de samba, forró, sertanejo. todos de raíz, eu gosto das músicas de raíz. Eu acho que essas músicas que modernizam transformam tudo na mesma merda. Agora todas e todos os estilos, tem letras do Funk, empobreceram as letras, todas são a mesma coisa, todo mundo mexe a bunda e toma cachaça,e acabou aí sabe.Não tem conteúdo, não tem letra. Infelizmente o Funk se deteriorou. O Funk era um movimento tão bonito quando começou, eu participei e cheguei a trabalhar com o MC Mascote, MC Marcinho, enfim as rapaziadas das antigas. Conheci o Funk antes disso,no tempo do Soul. O Monsieur Lima , Ademir Lemos e Maia Funk eu conheci essa galera pessoalmente e trabalhei com eles.Trabalhei na Rio Elétrico, aquela empresa que lançou o Tim Maia, Sandra de Sá e a Banda Black Rio. Eu conheci o funk americano antes disso. O funk brasileiro, com letras bonitas, que falavam da luta do cara que morava na comunidade, do amor e agora vem essa coisa que só fala “bunda desce, bunda sobe, bunda desce, bunda sobe, bunda desce, porra não tem o menor sentido né cara ?

7) Em  ” Salve Jorge ” novela da TV Globo, seu personagem quase não tinha fala e logo cresceu na trama. A que você atribui isso ? 

O fato do Galego ter crescido em “Salve Jorge “, partiu de um grande esforço da minha parte, com certeza. Foi um grande esforço, e eu criava artifícios tipo botava o cordão e camisa aberta, anéis nas mãos, pulseiras, brinco na orelha. Desde do começo da novela eu comecei a colocar um brinco, como eu não podia falar no começo, eu fazia de tudo para expressar o mal no meu olhar, eu exercitava isso toda vez que entrava em cena. Eu fazia que meu olhar passasse uma maldade, e para que as pessoas tivessem medo, e deu certo, por um lado as pessoas tiveram medo pela expressão que eu colocava, pela intenção do personagem, por outro lado as pessoas se encantavam com esse lance meio cigano, dos anéis, do cordão, da camisa aberta, da gola da camisa por cima do paletó. Tanto que depois de um tempo, o resto do bando passou a se vestir assim, até o Russo que era o meu chefe, passou a se vestir igual a mim, e no começo não se vestia, vocês podem ver se a novela reprisar, vocês vão reparar isso. Eu tinha estudado como se vestiam os mafiosos, que trabalhavam com o tráfico de pessoas, principalmente o pessoal do leste europeu, e todos se vestiam assim, e eu fui nessa onda.Também a questão da sorte. O fator sorte foi o seguinte, a novela tinha vários núcleos, e o núcleo dos bandidos, que não era pra ser grande coisa, foi o que mais chamou a atenção. Cresceu horrores, e aí não tinha como, eu estava no núcleo que mais cresceu na novela. E eu batalhando para arrumar o meu espaço ali, e consegui, então graças a Deus deu certo, eu soube aproveitar a oportunidade.

8) Projetos futuros no pós pandemia, quais são ?

Projetos pós pandemia são vários.Eu tenho a minha participação num filme do Péterson Paim. Mas estou com vários projetos para o ano que vem, só que estes projetos todos, eles são relacionados ao cinema e muitos eu não posso falar , não tenho autorização para falar, por parte dos diretores e outros, estão na lei de incentivo. Agora que as leis de incentivo começaram a funcionar novamente, com tudo devagar, ainda não dá pra sair espalhando uma coisa que ainda não aconteceu. Agora tem a “Soviética” do Felipe Ramos de lá do Recife e do Reynaldo Guedes, que vai ser lançado provavelmente no final do ano.Um filme de ação muito bacana comigo e Duda Nagle. E tem o “ Jorge de Capadócia “,  um filme muito bacana, que conta a história de São Jorge, que foi feito numa co-produção Brasil- Capadócia. O Alexandre Machafer , diretor que também faz o Jorge. Eu faço o Cássio, que é um guerreiro ateu, que não entende  aquela religiosidade de Jorge e o acha um babaca, por conta disso.Não entende porque o cara mata e depois vai lá rezar.Bate de frente com ele.É um personagem muito bacana, foi um presente que ganhei no ano passado que tá vindo aí.

9) De garoto que sofria bullying na infância por ser considerado feio pelos colegas, a ator de prestígio, qual conselho você daria a quem sofre de baixa estima ?

O bullying é muito complicado.Eu venho de uma geração que todo mundo implicava com todo mundo, por conta das diferenças, e eu acho que o bullying é muito complicado, mas há um limite entre a brincadeira e o bullying. A brincadeira eu acho que não podemos classificar como bullying. Tipo eu brincava de guerrinha de frutinha quando era moleque, um jogava frutinha, no outro, era super saudável, às vezes, você se machucava um pouco. Polícia e Ladrão, Pega Pega, só sei que a gente caia e se ralava todo e aí quando um caia todo mundo ria, isso não é bullying. Mas o que faziam comigo era bullying.Tipo assim, eu era muito magro, asmático e usava óculos fundo de garrafa.Então as pessoas implicavam comigo. É muito ruim e isso traumatiza as pessoas, eu vi um filme, você perguntou por cinema, tem um filme chamado ”Bullying”, eu não me lembro qual nacionalidade do filme, mas ele é europeu, no momento não me lembro.Mas ele é horroroso, você passa mal de assistir o filme, é baseado em fatos reais, e o bullying é um ato hediondo, que envolve fatores psicológicos e algumas patologias também. O cara que prática o bullying sofre de uma patologia severa, as vezes, o cara que sofre ele entra nesse jogo e fica doente também. É muito complicado, mas eu me dei bem, assim eu fiz do meu bullying o patamar para ir embora. Tipo assim, todo mundo mexe comigo por ser fraquinho, pô legal cara, então eu vou malhar e eu comecei a me pendurar na barra e mal conseguia fazer uma, e maior esforço para fazer uma, fazer duas, fazer três e comecei sabe a me exercitar. Nadar no mar, comecei a me exercitar por ter sido criado na praia, quando vi estava começando a ficar grande e forte, e depois eu comecei a fazer lutas para me defender porque eu tinha apanhado, e não para bater nos outros. Eu entendia o que era apanhar dos outros e não queria me tornar um merda igual ao meu algoz. Eu queria ser melhor que aquilo, então, eu consegui ficar muito grande e eu consegui aprender a me defender .E violência é uma merda, né cara ? A paz é sempre o melhor caminho, sempre. E acho que o ser humano vai aprender isso ainda e acho que está aprendendo. Vai chegar um dia que todos vão perceber que nós temos que viver em paz, uns com os outros. E aquele velho mandamento “Amai ao próximo como a ti mesmo”,  é o mais importante da vida, se a gente se respeitar, tudo dá certo, sem paranoia. Mas enfim, a gente transforma o nosso sofrimento em crescimento.

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Como investir no curto, médio e longo prazo?

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Quando o assunto é investir sempre surgem duas dúvidas: por quanto tempo e onde? Para ter sucesso no planejamento financeiro é importante determinar objetivos claros, junto ao assessor de investimentos, que serão essenciais para conquistar a rentabilidade em curto, médio ou longo prazo.

É importante realizar uma análise individual de cada investidor, devido as peculiaridades que cada um possui, ainda mais porque separar os prazos de investimentos em relação a cada perfil tem seus obstáculos. Abaixo, explico um pouco mais sobre os prazos e os tipos de investimentos.

Curto prazo

O período de investimento é inferior a um ano e possui uma liquidez alta, ou seja, o dinheiro não fica “preso”, e o período de carência para o resgate é curto.  Praticamente a partir de qualquer valor já é possível investir, pois não há mais aquela fama de que somente as pessoas com alta renda podem fazer investimentos. O perfil conservador é predominante para investimentos a curto prazo.

Os investimentos de renda fixa como CDB’s com liquides diária, Tesouro Selic e fundos de investimentos são na maioria das vezes ótimas opções, pois ficam restritos a liquidez diária, sem a carência de resgate.

Quando tratamos de renda fixa vale ressaltar, que na maioria das vezes, quanto menor o prazo de investimento, menor será a rentabilidade. Além disso, a taxa é determinante para definir a rentabilidade, de modo geral, essa diferença de taxa está atrelada a qualidade de crédito do emissor do papel, quanto mais seguro o emissor, menor será a taxa, já quanto mais risco do emissor, maior será a taxa.

No caso de fundo de investimentos, existe um mundo de possibilidade, desde fundos de renda fixa referenciados onde fica importante a análise da taxa de administração do fundo. Porém, para fundos multimercados e até de crédito privado, o que deve ser mais considerado para a escolha é a estratégia, histórico e quem são os gestores, por exemplo.

Muitos investidores têm preferência pelo Tesouro Selic, que é conhecido como uma opção clássica no curto prazo. Os fundos de investimentos também são ótimas alternativas e tendem a ser mais vantajosos, devido a liquidez, na maioria dos casos, que o resgate pode ser realizado em até 30 dias.

Admitindo que o investimento de curto prazo seja um investimento conservador, a rentabilidade atualmente deve ser próxima de 2% ao ano. Caso seus investimentos de curto prazo, em ambientes normais, estejam rendendo muito menos que 2% ao ano, fique atento que algo deve estar errado, atenção!

Médio prazo

É um tipo de investimento que temos um leque maior de oportunidades, pois o dinheiro fica retido entre dois e cinco anos e as chances de rentabilidade aumentam.

Os tipos de investimentos disponíveis no médio prazo vão desde renda fixa até fundos multimercados e ações. A escolha dos investimentos estará muito ligada ao perfil de risco do investidor. De acordo com dados da XP Investimentos, de janeiro de 2021, a carteira ideal para um investidor moderado é composta por:

Fonte: XP Investimentos

O ideal é consultar um assessor de investimentos para ajudá-lo a personalizar sua carteira de investimentos, adequando a necessidade individual de cada investidor.

Longo prazo

O período de investimento é superior a cinco anos, nesse tipo o investidor tem duas vantagens importantes: as melhores taxas de rentabilidade de forma geral, principalmente para ativos da renda fixa, e a diluição da volatilidade para ativos com maiores riscos, como as ações.

Uma forma de conseguir êxito a longo prazo é por meio de fundos de investimentos. Alguns deles se destacam no horizonte de investimento de longo prazo, são eles:

– Fundos de investimentos em debentures incentivadas: a composição dos ativos desse tipo de fundo são papéis emitidos por empresas de infraestrutura, que normalmente estão atrelados à inflação.

– Fundos de investimentos em ações:  a escolha de ações é delegada a um profissional de mercado, chamado gestor, que toma as decisões de investimentos.

– Fundos multimercado:  esse é o tipo de fundo de investimentos que permite misturar diversas classes de investimentos, desde renda fixa até as ações.

Reforço que cada investidor possui características diferentes como, idade, momento de vida e principalmente expectativas de conquistas financeiras de curto, médio e longo prazo. Todas essas peculiaridades devem ser bem analisadas.

*Daniel Abrahão é assessor de investimentos e sócio da iHub Investimentos, escritório de assessoria de investimentos credenciado à XP, a maior plataforma de investimentos da América Latina.

Amakha Paris abre inscrições para participação no reality show “Duelo de Salões”

São três maneiras de participar, entre elas, a possibilidade de ser um dos competidores do programa e disputar o título de melhor cabeleireiro do Brasil e o prêmio de R$10 mil

A Amakha Paris, empresa jovem e inovadora do segmento de beleza e cuidados pessoais, é patrocinadora oficial da terceira edição do reality show Duelo de Salões, que estreia dia 6 de fevereiro na RedeTV!. O programa semanal conta com 18 profissionais de beleza que passarão por diversas provas para definir o melhor cabeleireiro do Brasil. Todos os produtos utilizados pelos competidores ao longo do programa serão da Amakha Paris.

Outra participação da empresa é a de selecionar participantes para o reality show de três maneiras diferentes:

18º participante 

A Amakha Paris é responsável por escolher o participante que irá concluir o time de competidores do Duelo de Salões. O vencedor da disputa geral será reconhecido como o melhor cabeleireiro do Brasil, além de receber R$10mil, diversos prêmios ao longo do programa e a tão desejada tesoura dourada. Para se inscrever, é necessário atuar como profissional capilar, com domínio de corte de cabelo, penteado, colorimetria e química.

As inscrições estão abertas até 15 de janeiro. Para participar da seleção, o candidato deve gravar e postar um vídeo de até 10 minutos no Youtube com uma breve apresentação sobre sua história e carreira. É essencial que tenha um antes e depois de uma modelo transformada pelo candidato (podem ser usadas uma ou mais técnicas no vídeo).

O comitê julgador será composto por profissionais capilares gabaritados da Amakha Paris e integrantes do da empresa. Os interessados devem se inscrever através do site.

Beleza que Inspira

No quadro “Beleza que inspira” serão selecionadas histórias de mulheres que viveram momentos de superação em suas vidas. As histórias podem ser sugeridas apenas por Executivos Amakha Paris e as selecionadas participarão do programa ao lado da presidente da empresa, Denise Bortoletto. Junto com o Embaixador Capilar Josh Rodriguez e o maquiador oficial Danilo Donadeli vão promover uma verdadeira transformação nestas mulheres, que ganharão desde um look novo no cabelo, uma maquiagem incrível e roupas com uma consultoria de estilo.

As inscrições estão abertas até o dia 13 de janeiro e 8 mulheres serão selecionadas para o quadro. Caso a escolhida não seja uma Executiva Amakha Paris, ela receberá R$1 mil em produtos da marca para começar o seu próprio negócio. Todas as selecionadas ganharão uma mentoria com uma das Divas Treinadoras, possibilitando o crescimento empreendedor e a independência financeira.

As 8 escolhidas serão cadastradas na Amakha Paris na equipe que a indicou para o programa e o Executivo que escreveu a história da participante receberá 1000 AMKs no Escritório Virtual. Se forem escolhidas mulheres residentes fora do Estado de São Paulo, suas despesas de passagem aérea e hospedagem serão pagas pela empresa. As histórias devem ser enviadas por meio do site.

Modelo capilar 

Em outra participação que oferece destaque para mulheres, a empresa oferece  a oportunidade de ser uma modelo capilar do programa. As inscrições estão abertas até 13 de janeiro no site.

Para participar da seleção, é necessário preencher o formulário e enviar uma foto que mostre o rosto e cabelo. Haverá uma comissão julgadora e as selecionadas serão contatadas. Todas as mulheres acima de 18 anos e residentes no estado de São Paulo podem participar. As selecionadas receberão o cuidado dos profissionais e produtos da Amakha Paris.


Sobre a Amakha Paris

Fundada em 2017, a Amakha Paris se destaca no mercado de vendas diretas, com um modelo de negócio que garante qualidade de vida para mais de 1,3 milhão de consultores e fortalece o empreendedorismo social, por meio das oportunidades que oferece. A Amakha Paris possui mais de 200 colaboradores diretos e um portfólio que ultrapassa 500 produtos, entre cosméticos, perfumaria e nutracêuticos para o público feminino e masculino.