terça-feira, junho 16, 2026
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Bob´s lança três novos sabores de sobremesas em comemoração aos 100 anos de Leite Moça® no Brasil

Em parceria com a Nestlé®, a marca apresenta as opções Torta de Morango, Torta de Chocolate e Pudim de leite a partir deste mês

Os amantes das sobremesas do Bob´s podem comemorar, pois tem novidade chegando! Por melhor dizer, três novidades. Em comemoração aos 100 anos do Leite Moça® no Brasil, o Bob’s se juntou à Nestlé® para lançar o Festival de Leite Moça® com receitas exclusivas remetendo as tradicionais sobremesas brasileiras. As vendas dos novos sabores começam em junho em todas as lojas e quiosques da rede.

Os sabores Torta de MorangoTorta de Chocolate e Pudim de leite estarão disponíveis em versões Milk Shake, Big Cascão e Bob’s Max.

O co-branding chega para matar a vontade dos consumidores paulistas que não resistem à refrescância dos Milk Shakes do Bob’s. “Mais uma vez nos unimos a Nestlé® para levar sabores exclusivos aos nossos consumidores. Juntamos toda a cremosidade e resfrescância das sobremesas Bob´s com o sabor inconfundível do Leite Moça® e recriamos versões exclusivas das tradicionais receitas de sobremesas brasileiras que marcam diversas gerações”, explica Raquel Paternesi, diretora de Marketing do Bob’s.

Estes produtos são frutos de um estudo sobre o paladar brasileiro. Nós temos certeza de que o festival será uma surpresa para os clientes que aguardam ansiosamente por receitas inovadoras no cardápio”, comemora.

Festival de Leite Moça® no Bob´s faz parte da comemoração ao centenário da Nestlé. “No ano em que comemoramos 100 anos de Moça® no Brasil, não há nada mais delicioso do que mais uma parceria ao lado de Bob’s para trazer ao consumidor receitas que despertam lembranças e momentos tão deliciosos”, conta Roberta Martins, Gerente de Key Account da Nestlé®.

Todos os sabores são preparados com a baunilha inigualável e o saboroso leite condensado Moça®. A versão Torta de Morango é composta por calda de morango e biscoito Passatempo®; a versão Torta de Chocolate é feita com calda de chocolate e biscoito Negresco®; e a versão Pudim de leite é preparada com o leite em pó da Nestlé® e caramelo crocante.

Os valores sugeridos dos produtos, que são de R$6,50 para quem optar por um Big Cascão e R$10,50 para o Bob’s Max. Já os apaixonados por Milk Shake podem levar a sobremesa em 300ml por R$14,50, 500ml por R$16,50, 700ml por R$18,50 e 1 litro por R$25,50. Os preços podem variar de acordo com o ponto de venda ou região.

Ilha Record: Thomaz Costa começa a competição como favorito

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Novo reality show da RecordTV reúne famosos confinados em uma ilha; Ator é favorito em análise da Betfair.net

Ainda falta um mês para a estreia de Ilha Record, mas todos sabemos o poder que as redes sociais têm e com as revelações dos participantes do novo reality da RecordTV, as torcidas já se movimentam.

Na competição, famosos ficarão confinados em uma ilha paradisíaca enquanto enfrentam desafios na busca pelo grande prêmio, similar ao No Limite, da TV Globo. Desenvolvido pela RecordTV com apresentação de Sabrina Sato, o reality irá estrear no dia 25 de julho às 22h30 e ocupará a grade da noite nos meses entre o final de Power Couple Brasil e o início de A Fazenda 13.

A Betfair.net, especialista em cálculos de probabilidades, analisou os nomes dos participantes do Ilha Record e apontou as chances de cada um levar o grande prêmio.

Na análise, o ator Thomaz Costa aparece como favorito, com 18% de chances de vencer o reality.

O ex-A Fazenda Lucas Maciel e a ex-Power Couple Laura Keller aparecem em segundo lugar, com 15% de chances cada. Nadja Pessoa, ex-A Fazenda, aparece na sequência, com 12%.

Confira o ranking com chances de vitória do Ilha Record, elaborado pela Betfair.net:

  1. Thomaz Costa – 18%
  2. Lucas Maciel – 15%
  3. Laura Keller – 15%
  4. Nadja Pessoa – 12%
  5. MC Negão da BL – 8%
  6. Pyong Lee – 7%
  7. Valesca Popozuda – 6%
  8. Nanah Damasceno – 5%
  9. Antonela Avellaneda – 3%
  10. Mirella Santos – 3%
  11. Dinei – 3%
  12. Claudinho Mattos – 3%
  13. Any Borges – 2%

Mauricio Galdi no Brazilian Times Entrevista

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Na última semana, o apresentador da RedeTV! do Espírito Santo foi entrevistado pelo Brazilian Times Entrevista.

Assim, o brasileiro com descendência italiana, paulistano do bairro de Higienópolis contou sobre sua trajetória e seus planos para um futuro bem próximo.

De uma família de quatro 4 pessoas, os pais e um irmão mais velho que trabalha com finanças, recebeu em seu DNA o talento para as artes, uma vez que seu pai que tinha uma distribuidora de filmes e sempre ia a festivais de filmes pelo mundo.

Fez escola de atores do diretor Wolf Maia e alcançou a fama, inclusive, internacional através do personagem que construiu o KEN HUMANO. Para tanto, fez vários procedimentos estéticos além de intervenções cirúrgicas para remeter a esse boneco mais famoso do mundo.

Maurício Galdi sempre foi fã do personagem KEN, desde sua tenra infância, o  que perdurou em sua vida artística por mais de sete anos, lhe trazendo muita fama. Sua primeira aparição foi no programa do Rodrigo Faro e depois era frequentes suas aparições no programa da Eliana no SBT. Galdi sempre nutriu um carinho especial pela apresentadora.

Mauricio Galdi no Brazilian Times Entrevista

Nos EUA teve uma grande participação no seriado BOTCHED que mostra transformações de pessoas de todo o mundo. Sua aparição neste seriado foi visto em mais de 85 países. Com isso, foi convidado a participar do reality  HOUSE OF DOLLS da Fox que estreou em 2009 em Los Angeles,  com a presença do famoso Patrick Simpson.

Após essa estada na terra do Tio Sam, Gualdi resolveu retornar ao Brasil e em maio deste ano estreou seu programa  Ken Com VC  na RedeTV ES, onde traz vários assuntos envolvendo entretenimento, cultura, beleza e o mundo das celebridades.

Galdi está mais sereno e pleno neste momento, após passar por uma depressão em função de problemas físicos  que enfrentou como glaucoma e o calcanho, fazendo-o ficar por mais de seis meses na cama.

Assim, Maurício Galdi afirma ter abandonado o PERSONAGEM KEN e que seus objetivos agora são atuação e apresentação.

Para assistir o programa Ken Com VC acesse:   www.espost.com.br/kem-com-voce/

Entrevistas de emprego: erros de português reprovam mais que falta de experiência

A língua portuguesa é a sexta mais falada no mundo considerando falantes nativos, com 221 milhões de pessoas. Com várias peculiaridades, o idioma é um dos mais ricos do mundo e, certamente, um dos mais complexos também. Um levantamento realizado pelo Núcleo Brasileiro de Estágios (NUBE) mostrou que 50,3% dos participantes à procura de um emprego não seriam aprovados por conta de erros de português. Em outra pesquisa feita pela empresa de recrutamento on-line Catho, os equívocos na língua nativa são o principal motivo para desclassificação dos candidatos para 34% dos recrutadores – até mesmo mais do que a experiência.

De acordo com a assessora de Língua Portuguesa do Centro de Inovação Pedagógica, Pesquisa e Desenvolvimento do Colégio Positivo (CIPP), Irinéia Inês Scota, é muito comum cometer erros na escrita pelo pouco interesse em se dedicar à própria língua. “As pessoas passam o tempo aprendendo outros idiomas como inglês, espanhol, francês, italiano, alemão, entre outros, por necessidade do mercado, para obter conhecimento sobre a cultura de outros países ou para poder viajar, e acabam deixando de lado o estudo mais aprofundado de seu próprio idioma. Claro que é louvável simpatizar com outras línguas e estudá-las, mas isso não exclui as vantagens que o falante da língua portuguesa também terá em se aprofundar em seu idioma”, constata.

Entre os erros mais cometidos – tanto nas entrevistas de emprego, quanto no dia a dia, especialistas listaram os 13 principais.

  1. “Ao invés de” e “em vez de”

A professora de Língua Portuguesa do colégio Semeador, Cláudia Fávero dos Santos, de Foz do Iguaçu (PR), explica que o termo “invés” é variante de “inverso”, ou seja, o oposto. “Isso quer dizer que devemos utilizar ‘ao invés de’ apenas quando formos indicar uma oposição sobre algo, podendo ser substituído por ‘ao contrário de’. A expressão ‘em vez de’ é usada para dizer que estamos fazendo alguma coisa diferente da primeira proposta, mas que não necessariamente seja o oposto dela, e pode ser trocada por ‘em lugar de’. Na dúvida, ‘em vez de’ funciona melhor para todos os casos”.

  1. “Onde” e “aonde”

De acordo com o professor de Língua Portuguesa do Colégio Positivo – Internacional, Diego Emanuel Damasceno Portillo, de Curitiba (PR), a palavra “onde” é utilizada para se referir a um lugar, e pode ser substituída por “em que”. O termo “aonde” é a junção da preposição “a” com “onde”, ou seja, é usado quando vem acompanhado de outro termo que também necessite da preposição “a” como, por exemplo, no caso do verbo “chegar”. Ex: “Ainda não sabemos aonde iremos” e “Onde coloquei minhas chaves?”.

  1. Onde quando não se refere a lugar

Outro caso de erro bastante comum é usar o pronome relativo “onde” sem haver referência de lugar. Ou seja, deve-se usar “onde” somente se antes houver um lugar referido. Segundo o professor de Língua Portuguesa do Colégio Positivo – Master, Ederson Lima de Souza, de Ponta Grossa (PR), o erro acontece porque “onde” pode ser equivalente a “em que”, mas o inverso nem sempre é possível. “O colégio onde estudo é legal”. = “O colégio em que estudo é legal” = “O colégio no qual estudo é legal”, Porém, “Nesse fim de semana, meu namorado e eu vimos uma série EM QUE a personagem principal era morta já no início da trama.” (série não é lugar). “Nesse fim de semana, meu namorado e eu vimos uma série NA QUAL a personagem …”

  1. Locuções juntas ou separadas?

De repente, de novo, por isso, a partir, em cima, são escritas sempre em separado. “É algo simples, mas são erros bem comuns de vermos no dia a dia”, ressalta a professora de Redação e Língua Portuguesa do Colégio Positivo – Santa Maria, Paula Faustino, de Londrina (PR).

  1. Uso incorreto do verbo “fazer”

A professora de Língua Portuguesa do Colégio Passo Certo, Kalen Franciele Piano, de Cascavel (PR), esclarece que, quando o verbo “fazer” se refere a tempo transcorrido, ele é impessoal. Ou seja, não tem sujeito com quem concordar e então deve ser empregado no singular. Exemplo: “Faz dez anos que não a vejo”.

  1. “Mas” e “Mais”

Segundo a professora de Língua Portuguesa do Colégio Passo Certo, Kalen Franciele Piano, de Cascavel (PR), esse é o erro de escrita dos mais comuns da língua portuguesa. “A palavra ‘mais’ é o antônimo de ‘menos’. Para saber se está utilizando da forma correta, use seu antônimo e veja se continua se encaixando na frase. ‘Mas’ é principalmente usado como conjunção adversativa, indicando uma ideia contrária à que foi imposta anteriormente”, explica.

  1. Verbo haver com sentido de existir

“Houveram alguns apontamentos interessantes na reunião de hoje” está errado, mas é comum o uso do verbo “haver” no plural em situações em que esse verbo é impessoal. De acordo com o professor de Língua Portuguesa do Colégio Positivo – Master, Ederson Lima de Souza, de Ponta Grossa (PR), o verbo, com o sentido de existir, sempre será em terceira pessoa do singular. O contratempo acontece porque o verbo “existir” concorda com o sujeito da sentença, o qual estará após o verbo. Substituindo o verbo “haver” com o sentido de existir, por “existir” ficaria correto: “Existem vários apontamentos interessantes para hoje”.

  1. “Há” ou “a”

O erro aqui acontece por serem palavras que apresentam o mesmo som, mas grafias diferentes. Para o professor de Língua Portuguesa do Colégio Positivo – Internacional, Diego Emanuel Damasceno Portillo, de Curitiba (PR), o importante é perceber que a forma verbal “há”, do verbo haver, indica passado e pode ser substituído por “faz”. Ex: “Nos conhecemos há dez anos. Nos conhecemos faz dez anos”. Mas o “a” faz referência à distância ou a um momento no futuro. Ex: “O posto de gasolina mais próximo fica a um quilômetro. As Olimpíadas acontecerão daqui a alguns meses”.

  1. Uso de “há” e “atrás” na mesma frase

É inadequado falar “há dois dias atrás” ou “há cinco anos atrás”. De acordo com a professora de Redação e Língua Portuguesa do Colégio Positivo – Santa Maria, Paula Faustino, de Londrina (PR), é o mesmo que dizer “descer para baixo”, “subir para cima”. “É um pleonasmo, ou seja, uma repetição, redundância.  e atrás já indicam um tempo passado. Portanto, prefira dizer: “ dois dias” ou “Dois dias atrás“, ressalta.

  1. O obrigado e obrigada

De acordo com o professor de Língua Portuguesa do Colégio Positivo – Joinville, Ítalo Puccini, de Santa Catarina, em contrapartida à regra abordada anteriormente, muitas mulheres utilizam a palavra “obrigado” no masculino para agradecer algo, quando deveriam usar “obrigada”. “Nesse caso, é um adjetivo variável, portanto, deve concordar com o gênero que está praticando essa ação”, orienta.

  1. Uso dos pronomes mim e eu

Segundo a professora de Língua Portuguesa do Colégio Vila Olímpia, em Florianópolis, Mariana Nascimento do Carmo, a confusão com esses pronomes também é comum, mas simples de resolver. Use “para mim” antes de verbo, caso “mim” não tenha função de sujeito. Se for possível excluir ou deslocar a expressão “para mim”, significa que “mim” não é sujeito daquele verbo. Ex: “É difícil para mim falar em público”. “É difícil falar em público” ou “Para mim, é difícil falar em público”. Nos demais casos, use “eu”. Ex: “Empreste o livro para eu ler”.

  1. Mesmo

A famosa plaquinha do elevador traz um impasse que é cometido por alguns falantes. “Antes de entrar no elevador, verifique se o mesmo encontra-se parado neste andar”. Nessa situação, de acordo com o professor de Língua Portuguesa do Colégio Positivo – Master, Ederson Lima de Souza, de Ponta Grossa (PR), a palavra “mesmo” tem sido usada frequentemente como um elemento referenciador no texto. “Porém, vale lembrar que, nesse caso, está errada. A palavra “mesmo” pode ter um papel de pronome demonstrativo em uma sentença. “Ele mesmo pintou todo o seu quarto”. Nesse caso, “mesmo” reforça a ação do sujeito.  A placa correta seria: “Antes de entrar no elevador, verifique se ele se encontra parado neste andar”, pois, nesse caso, “ele” é um pronome que retoma o substantivo “elevador” e pode exercer a função de sujeito para o verbo “encontrar-se”.

  1. Assistir e responder

O professor de Língua Portuguesa do Colégio Positivo – Internacional, Diego Emanuel Damasceno Portillo, de Curitiba (PR), explica que o verbo “assistir”no sentido de ver, exige a preposição “a”, mesmo que o uso cotidiano esteja mudando. Está errado: “Ele assistiu o filme Guerra Infinita”. “Sem a preposição ‘a’, assistir tem sentido de assessorar, socorrer”, esclarece. O certo é: “Ele assistiu ao filme Guerra Infinita”. Da mesma forma, a regência do verbo “responder”, no sentido de dar a resposta a alguém, é sempre indireta, ou seja, também exige a preposição “a”. É errado: “Ele não respondeu o meu e-mail” (apesar dessa regra, a tendência para a omissão da preposição é comum na linguagem coloquial, segundo o professor). O certo é: “Ele não respondeu ao meu e-mail”.

Um animal de estimação, devidamente treinado, pode auxiliar no tratamento e nas convivências sociais de crianças com a SXF e Autismo

A convivência com um animal de estimação estimula no desenvolvimento infantil e faz bem para todas as idades. Segundo diversos estudos, conviver com um pet pode auxiliar no tratamento de problemas como síndromes genéticas, depressão, mal de Alzheimer, hiperatividade e problemas cardíacos.

Para as crianças, em especial, além do lazer que proporcionam, esses animais  ajudam  no desenvolvimento cognitivo, motor  e também na socialização. Para uma criança com Síndrome do X Frágil ou autista, não é diferente, pois os amigos de quatro patas auxiliam na melhora do comportamento e podem aumentar a capacidade de relacionamento social.

Para o psicólogo clínico, especializado em comportamento e na relação humano e animal e treinador de cães de assistência, Oliveiros Barone, antes de se pensar em ter um cão, com a finalidade de auxiliar no tratamento da criança com necessidades especiais é necessário realizar um pré-diagnóstico junto a família e a equipe médica que cuida do caso.  “Nesse questionário temos a possibilidade de saber exatamente as necessidades da criança, os profissionais envolvidos no tratamento, medicações e se tem comorbidades associadas, e principalmente qual o nível de dependência em seus afazeres diários”, explica.

Se for uma criança diagnosticada dentro do espectro autista, por exemplo, o cão é selecionado e socializado adequadamente e treinado para atender as necessidades dessa criança. “É necessário lembrar que cada criança é uma, e mesmo sendo diagnosticada dentro do mesmo nível, apresentam características e personalidades únicas e necessidades diferentes”, salienta Oliveiros.

Oliveiros lembra que o espectro do autismo é tecnicamente dividido em níveis (1, 2 e 3) de acordo com a necessidade de apoio/ajuda/dependência de terceiros que esse indivíduo tem nas atividades de vida diária (AVD) e de maneira geral, sendo que aquele estudo inicial recomendado (questionário de pré-diagnóstico) dará as respostas necessárias para compreender esse indivíduo e suas necessidades específicas.

No Brasil são poucos profissionais das áreas da saúde e educação aptos para indicar um cão como elemento ativo para um processo direcionado de tratamento, mesmo porque não basta apenas indicar, mas ter conhecimento do caso e o diagnóstico e prognóstico da pessoa, acompanhar, orientar em todos os níveis e não só de saúde, mas ter conhecimento da relação  humano/animal e de todo o processo de treinamento de um cão de assistência  ou indicar algum profissional da área do treinamento canino que o tenha, pois está envolvido a escolha adequada da raça adequada para cada caso como porte, temperamento e adaptação do cão na família e com a criança.

“Antes de se tomar uma decisão de ter um animal de estimação com o intuito de reduzir a ansiedade de criança e ajudar no tratamento, a família precisa se informar em meios confiáveis e com profissionais que conhecem a área”, reforça Oliveiros. Para Fernando Felix, adestrador comportamentalista, a decisão sobre dar esse passo e ter um animal de estimação deve levar em conta a orientação dos profissionais de saúde, somadas com a do adestrador. “Após o entendimento real da necessidade da criança e pela orientação médica, precisamos definir o perfil do cachorro correto para essa criança. Normalmente, uma criança com autismo ou com Síndrome do X Frágil, necessitam de um cão com comportamento estável”, salienta.

“Em todas as raças e portes temos composições diferentes de padrões comportamentais”, explica Fernando. “Temos cães mais agitados, outros tranquilos como também existem casos de cães depressivos, que recusam ou tem medo. E esses cães precisam de um adestrador, ou até mesmo de médico veterinário neurologista para casos de desvios neurológicos”, avalia.

Sabrina Muggiati, idealizadora do Programa Eu Digo X do Instituto Buko Kaesemodel, optou pela companhia de um Golden Doodle para o seu filho, Jorge, portador da Síndrome do X Frágil e Autismo. “O comportamento do Jorge após tomarmos a decisão de termos um cão de assistência mudou completamente. Nosso cachorro ainda está no processo de adestramento e já se tornou um verdadeiro amigo do meu filho, segundo ele “o amigão””, comenta. “Com o temperamento dócil, o Golden Doodle, ajuda a conter o Jorge em momentos de fuga pelo shopping por exemplo ou pela rua. Está sendo essencial para melhorar a convivência social, tornando o Jorge muito mais comunicativo e ao mesmo tempo calmo”, explica.

“A escolha pelo Golden Doodle se deu pelo temperamento da raça, aliado ao comportamento do Jorge. Por ser extremamente dócil, de porte grande, o Golden Doodle após adestrado entende as necessidades do Jorge, compreendendo quando ele está triste, feliz, nervoso. E com o treinamento, está a cada dia entendendo quando deve intervir nas crises”, comenta Sabrina.

Já a Bióloga e Adestradora Comportamentalista, Karol Estima, as raças dos cães existem não apenas em relação as características estéticas, mas sim em relação a função de cada uma delas. “Temos cães de pastoreio, cães de caça, cães de “aponte” (apontar ao   caçador onde está a caça), cães de “aponte    e  levante” (Eles encontram a caça e a “levantam” – geralmente aves, para que o  caçador atire), cães de guarda, cães retrievers (buscam e trazem a caça abatida pelo caçador para ele). E todas essas funções são “moduladas”, ou definidas pela genética”, explica.

Segundo Karol, cães das raças Retrievers são muito utilizados como cães de assistência/ terapia assistida, por serem raças definidas por alguns autores como “colaborativas” (trabalham em parceria com o homem), e pela questão de terem essa seleção genética de “trazer” objetos, usar muito a boca, mas de maneira suave. “No caso dos Retrievers, ainda, há a característica deles terem pouca sensibilidade corporal. Essa “falta de sensibilidade” favorece a atuação junto a crianças que precisam receber uma contenção física (no caso de uma crise), ou atuarem junto a crianças com síndromes que as fazem não ter controle da força na mão”, pontua.

Para Fernando todas as raças podem ajudar os pacientes com necessidades especiais. “Além dos Retrivers, indico também o Pit Bull, que diferente do que falam, não é um cão de raça agressiva, pois depende da forma como é criado e adestrado, fora o fato que é uma das raças mais estáveis”, afirma. “O pit bull possui uma lealdade extrema, e são muito cuidadosos e resistentes a dor, defendem a criança e a família acima de tudo. Mas claro, ressalto a importância dessa raça, assim como as demais, ser treinada de acordo com a necessidade da criança, para ser dócil e sociável”, complementa.

O mais importante ao definir pela escolha do pet é prezar para que a criança tenha segurança e estabilidade emocional. “A aceitação do cachorro pelos momentos da criança, sejam momentos mais agressivos, mais explosivos ou mais quietos devem ser ensinados para o cachorro, para que ele se adapte a essas situações, entendendo que aquele momento instável – seja de crises de pânico, ansiedade ou agressividade, não o coloca em risco”, detalha Fernando.

“Além da raça, é fundamental avaliar o indivíduo. “Ou seja, podemos ter um cão SRD que ele, especificamente, tem aptidões necessárias para ser “pareado” com uma criança com síndrome de down, ou para atuar com atividades em um asilo, enfim: a raça é importante, mas além dela existem as características individuais de cada cachorro”, completa Karol Estima.

Em termos de “treinabilidade”, exceto cães com alguma deficiência cognitiva ou problema de comportamento específico, muitas raças podem ensinadas a executar uma tarefa relacionada a “assistência a crianças”. No entanto, como já mencionado anteriormente, as raças ditas “colaborativas” costumam desempenhar melhor essas tarefas em conjunto com o ser humano – em comparação com raças primitivas, por exemplo, que são mais “independentes” e não criam vínculos tão fortes com o ser humano no sentido de realizar um trabalho cooperativo, especialmente com crianças. “Logicamente toda regra tem sua exceção, mas uma raça que geralmente tem dificuldades em criar vínculos com crianças é o Shiba Inu. No entanto, talvez mais importante do que a raça, existam as questões relacionadas a característica física, como porte físico (por exemplo, há tarefas que um cão de pequeno porte teria mais dificuldade em desempenhar, por seu tamanho, por sua falta de força física, etc), cães naturalmente de pêlos longos podem acabar dificultando algum procedimento, dependendo da finalidade a que se destina o treinamento daquele cão – a criança pode emaranhar os dedos, além da sensibilidade física”, reforça Karol Estima. “Não é impossível treinar os cães, independente da raça, mas alguns não são aconselháveis para o suporte emocional”, finaliza Fernando.

Serviço:

Karol Estima – www.EstimacaoConsultoria.com.br

Fernando Felix – www.eduquemeucao.com.br

Oliveiros Barone – www.caesdeassistencia.com.br

Brain, Algar Telecom e Algar Farming participam de painel da RM Vale TI Talks

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No dia 15 de junho, das 9h00 às 10h00 acontecerá o aquecimento para o RM VALE TI, promovido pelo Parque Tecnológico de São José dos Campos, com o tema Agricultura conectada por meio de IoTs. O evento tem o objetivo de mostrar como a Tecnologias da Informação e Comunicação pode ajudar no desenvolvimento de  uma agricultura mais competitiva e eficiente e como a Internet das Coisas (IoT) pode proporcionar monitoração e gerenciamento das operações a longa distância. O painel mostrará Cases e o papel do IoT na tomada de decisões no agro.

O evento contará com a participação do Tribe Leader do Brain São Paulo, Marco Aurélio Chaves; com o Head da BU de IoT da Algar Telecom, Ivan Mendes e com o Digital Product Manager da BASF, Eduardo Barbosa. O moderador do evento será o Presidente da Algar Farming, Marlos Alves.

O painel é gratuito e as inscrições podem ser feitas nesse link: https://mailchi.mp/pqtec/jkoj7lvsnf

“Doe medula e salve vidas”: campanha do Hospital do Câncer alerta sobre a importância de ser doador

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Instituição se une aos grupos 5ml de Esperança e Salve +1 para conscientizar sobre o tema; Entenda como é feito o procedimento que pode salvar vidas

Em muitos casos, para pacientes com doenças que comprometem a produção normal das células sanguíneas, como leucemias e outras neoplasias, o transplante de medula óssea pode ser uma importante alternativa para o tratamento e a cura de sua condição. Com isso, um novo desafio deve ser enfrentado na luta pela vida desta pessoa: buscar um doador compatível; processo em que a chance de encontrar uma pessoa que a compatibilidade seja de 100% é de 1 em cada 100 mil. Diante deste cenário, tornar-se doador de medula óssea pode ser uma forma de salvar vidas e oferecer esperança a quem aguarda uma doação. Por isso, o Grupo Luta Pela Vida e o Hospital do Câncer em Uberlândia se unem ao 5ml de Esperança e Salve +1, grupos empenhados na conscientização sobre a importância da doação, e lançam a campanha ‘Doe Medula e Salve Vidas’ com o propósito de estimular para que mais pessoas se tornem doadoras, oferecendo informações sobre o processo por meio de vídeos disponibilizados nas plataformas digitais do Hospital e pelo site doemedula.org.

A medula óssea é um tecido presente no interior de vários ossos do corpo humano e o transplante é uma forma de tratamento utilizado em casos de doenças graves que afetam a medula, e fazem com que ela não seja capaz de realizar a sua função de produzir as células sanguíneas e do sistema imunológico, como as hemácias, leucócitos e linfócitos. No transplante, a avaliação da compatibilidade entre o doador e o paciente é realizada visando evitar o risco de rejeição e complicações graves, e em casos em que o doador é completamente compatível, as complicações são menos frequentes. O obstáculo está nessa busca, já que estatisticamente seria mais fácil ganhar na Loteria Federal em que se acerta uma aposta a cada 83 mil tentativas, do que encontrar alguém que a compatibilidade é de 100%.

Sabendo o desafio que é a procura por doadores compatíveis em procedimentos de transplante de medula óssea e a importância que o gesto possui, o Hospital do Câncer em Uberlândia junto aos grupos 5ml de Esperança e Salve +1, realizam a campanha ‘Doe Medula e Salve Vidas’, como comenta o supervisor de marketing do Grupo Luta Pela Vida. “A realização de um simples cadastro e a disposição em realizar o procedimento de doação de medula óssea podem salvar uma vida em qualquer lugar do mundo e quem precisa de um transplante não pode esperar. É nosso propósito alertar a sociedade sobre os cuidados e o combate ao câncer, e o transplante é uma forma de tratamento para os tipos de câncer que afetam a medula. Esperamos que através da informação, conhecendo melhor sobre o procedimento de doação, mais pessoas estejam dispostas a oferecer esperança a pacientes que aguardam o transplante”, destaca Alexandre.

O advogado, Gabriel Massote, é fundador da Salve +1, receptor de medula óssea e sabe bem o valor de cada cadastro realizado para doação. “Fui diagnosticado com leucemia, muito jovem ainda, e no meu caso o tratamento para atingir a cura necessariamente envolvia a busca por um doador compatível e isto não é fácil, a chance de encontrar um doador é de 1 a cada 100 mil cadastros. A chance é muito pequena e no meu caso havia uma pessoa no mundo inteiro compatível comigo! A mágica de se tornar doador é que, como na loteria, alguém poderá ser premiado e no caso é premiado com a vida salva. Isso me fez ter novas percepções sobre a necessidade de termos um olhar mais atento às outras pessoas”, comenta Gabriel.

Saiba como é o processo para ser doador de medula óssea

Para ser doador de medula óssea é necessário ter entre 18 e 55 anos, estar em bom estado de saúde, não ter histórico de câncer, de doenças que afetem o sistema imunológico ou que possam ser transmitidas pelo sangue, como a hepatite e o HIV. Se encaixando nessas características, o primeiro passo para se tornar doador é procurar o Hemocentro mais próximo, onde será realizado o preenchimento de uma ficha cadastral com dados pessoais e a coleta de 5ml de sangue para exame de tipagem HLA. As informações são direcionadas para o REDOME – Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea, órgão que está sob coordenação do Instituto Nacional de Câncer (INCA), e é responsável pela manutenção dos dados de todos os doadores voluntários registrados no Brasil e pela identificação de possíveis doadores.

Com o cadastro realizado, surgindo algum paciente que seja compatível, será solicitada a confirmação da condição de doador e a realização de testes adicionais para comprovação da compatibilidade e verificação da condição de saúde.

A etapa seguinte já será a realização da doação, como detalha o hematologista do Hospital do Câncer, Dr. Elmiro Ribeiro Filho. “Há duas formas de realizar a doação. A primeira é pela coleta de medula óssea através de punções na região do quadril, um procedimento que dura cerca de 90 minutos, ocorre em centro cirúrgico sob anestesia e demanda uma internação de 24 a 48 horas. A segunda forma é a doação por aférese, em que o doador faz uso de uma medicação (por cinco a sete dias) visando aumentar o número de células-tronco circulantes no sangue. Após o período da medicação, é realizado um exame de sangue para confirmar se a contagem de células-tronco precursora hematopoiética (CTPH) está em nível adequado, a seguir é então realizada a doação por meio de uma máquina de aférese que colhe o sangue da veia, separa as células-tronco e devolve os elementos do sangue que não são necessários para o paciente. Nesta modalidade de doação não é preciso internar o doador ou utilizar anestesia. Tudo é feito pela veia”, explica o especialista que ainda esclarece sobre o período após a doação. “Levam apenas 15 dias para que a medula óssea do doador se recomponha e normalmente, após a primeira semana depois da doação, eles já podem retornar à rotina. Em alguns casos, nos três primeiros dias após a doação, o doador pode sentir um desconforto localizado, de leve a moderado, mas que pode ser amenizado com medidas simples e uso de analgésicos”, finaliza Dr. Elmiro.

Pesquisa revela déficit de imóveis acima de dois quartos em Uberlândia

Cidade receberá novo lançamento na região Sul

Enquanto muitos setores da economia sentiram bruscamente o impacto da crise econômica gerada com a chegada da pandemia do novo coronavírus, o mercado imobiliário se manteve ativo. Em Uberlândia, o ano de 2020 se sustentou aquecido para construtoras e incorporadoras e 2021 não será diferente. Foi o que comprovou a pesquisa mais recente sobre o mercado imobiliário encomenda pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba (Sinduscon-Tap) ao Bureau de Inteligência Corporativa (Brain).

No 1° trimestre de 2021, foram lançados sete empreendimentos residenciais na cidade de Uberlândia, correspondendo a 976 unidades e VGV Lançado de R$ 239 milhões. Nesse trimestre, as vendas fecharam com 2.458 unidades, sendo 1.993 unidades residenciais verticais, 510 unidades horizontais e 15 vendas nas unidades comerciais.

A pesquisa ainda revelou que a menor disponibilidade sobre a oferta lançada encontra-se no padrão Luxo (3%).  Desagregando a oferta residencial final do mês de março/21 por tipologia de número de quartos, observou-se que 76,7% do total (2.174 unidades) eram de dois quartos e 20,1% (571 unidades) eram de três quartos.

Lançamento  

Para 2021, as expectativas para o mercado imobiliário em Uberlândia são positivas. A Brasal Incorporações, por exemplo, está a caminho do quarto lançamento na cidade. O DUO é um projeto que contempla apartamentos de 185 e 225 m² com quatro suítes e penthouses de 448 e 453 m² com cinco suítes e, como em todo empreendimento Brasal, vem cercado de múltiplos espaços como coworking, espaço kids, salão de festas, academia, playground, sauna/descanso, piscina adulto e infantil, quadra esportiva e de street ball , entre outros.

De acordo com o gerente comercial da filial Uberlândia, Gustavo Cavalcante, existem duas opções de metragem com diferentes tipos de plantas (reversibilidade) para o cliente decidir qual é o melhor para o momento de sua vida. “O consumidor pode escolher entre duas torres, com variedade nas opções de planta do apartamento, sendo metragem (185 ou 225m²), quantidade de suítes (três ou quatro) e se será cozinha aberta ou fechada. Para este empreendimento, estamos falando com famílias que valorizam a convivência, integração e lazer. Sem contar a área de lazer que traz muitas opções, totalizando 16 espaços de áreas comuns”, conta.

A procura por imóveis que ofereçam conforto, qualidade de vida, privacidade, contato com a natureza, boa localização, entre outros atributos, tem tornado os empreendimentos de alto padrão sinônimo de investimento. Isso é refletido a cada lançamento da Brasal, que tem comprovado as boas vendas. De acordo com o departamento comercial da Brasal, o Triad Vertical Residence, condomínio de três torres, já foi entregue e está com as últimas unidades disponíveis para venda.

O Sense Vertical Living também com três torres, terá a Sense Touch (96 apartamentos de 151 m² e duas coberturas privativas de 315m²) entregue no segundo semestre deste ano, e a Sense Wind (92 apartamentos de 135m² e duas coberturas privativas de 280m²) e a Sense Lumini (80 apartamentos de 115m² e duas coberturas de 260m²) no primeiro semestre de 2022.

O Arven, que é um empreendimento de torre única e apenas 30 unidades, está iniciando a obra e já conta com mais de 37% dos apartamentos vendidos. “De todas as 455 unidades dos empreendimentos da Brasal lançados, a incorporadora vendeu 353 até o momento”, disse o gerente comercial da filial Uberlândia, Gustavo Cavalcante.

“Agora estamos lançando o DUO e já estamos com mais projetos engatilhados. A Brasal veio para Uberlândia com muita estratégia e projetos arrojados, mudando o cenário da cidade. Nosso objetivo é trazer sempre empreendimentos que vão ao encontro do que as pessoas almejam como moradia de qualidade e liberdade para adaptar a planta ao seu gosto. Queremos empregar pessoas, crescer junto com a região Sul e reforçar nossa marca na cidade a cada nova entrega”, ressalta o diretor da Brasal Incorporações filial Uberlândia, Guilherme Sacramento.

Polo Uberlândia-Martins da Cruzeiro do Sul Virtual agora é um Polo HUB

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A novidade proporciona um ambiente laboratorial para encontros presenciais de atividades práticas para os cursos 4.0

Pensando em capacitar ainda mais os alunos de Uberlândia, o Polo EAD Uberlândia-Martins da Cruzeiro do Sul Virtual agora é um Polo HUB.

O Polo HUB é um ambiente laboratorial com estrutura e com os melhores equipamentos para proporcionar encontros presencias das atividades práticas dos cursos 4.0 da Cruzeiro do Sul Virtual. Este modelo também possibilita ao aluno atividades síncronas que são aulas ao vivo por meio de webaulas e atividades assíncronas com aulas 100% a distância.

“Esse momento de distanciamento social oportunizou a educação para características positivas, com novos significados e adaptações. O EAD 4.0 da Cruzeiro do Sul Virtual, por exemplo, tem como objetivo unir os dois mundos com aulas 100% on-line e encontros presenciais e veio para proporcionar momentos em que o aluno estuda de forma remota, mas ainda assim possui o contato com professores e colegas de classe”, analisa o professor Dr. Carlos Fernando de Araújo Jr, Diretor Acadêmico de Educação a Distância da Cruzeiro do Sul Educacional.

O Polo HUB Uberlândia-Martins contempla 08 cursos no modelo EAD 4.0, sendo eles: Nutrição, Gastronomia e as Engenharias Mecatrônica, Ambiental, de Produção, Mecânica, Elétrica e Civil.

“Nossos alunos vão se beneficiar da flexibilidade do EAD e ter um uma infraestrutura de ponta para as atividades práticas, que são obrigatórias em algumas graduações. Queremos levar uma experiência de qualidade para os universitários e colaborar para uma trajetória de sucesso em sua vida acadêmica e prepará-los para o mercado de trabalho”, destaca Carlos Fernando.

O estudante terá a oportunidade de ter um caminho didático que funcionará da seguinte maneira: Apresentação das competências, conceituação, enquete e conhecimentos prévios, vendo na prática, estudo de caso e por fim o encerramento.

O modelo 4.0 da Cruzeiro do Sul Virtual possibilita aos alunos acesso a uma aprendizagem adaptativa, personalizada, gamificada, com trilhas de aprendizagem que colaboram para o seu desenvolvimento de forma integral, unindo a vida acadêmica e o futuro trajeto profissional desse indivíduo.

As inscrições para o Processo Seletivo do segundo semestre estão abertas, clique aqui para mais informações.

Inverno: pets sofrem com baixas temperaturas e demandam cuidados especiais

Algumas raças de cães e gatos precisam de atenção redobrada por parte de seus tutores nos dias mais frios para evitar problemas, como síndromes respiratórias e dores articulares

As temperaturas estão caindo gradativamente, com a chegada do inverno, e o corpo dos animais de estimação, assim como acontece com os humanos, sente as mudanças climáticas. O ar mais seco pode ocasionar problemas respiratórios e animais de mais idade podem sentir desconforto nas articulações com o frio. Por isso, todos os cuidados que os tutores já tomam com seus cães e gatos durante o ano devem ser intensificados no período de inverno para mantê-los saudáveis por toda a estação.

Os animais idosos são os que mais sofrem. Eles têm artrite, artrose e problemas de coluna, como hérnia de disco, e podem sentir dores intensas nos dias frios. Também, com o passar dos anos de vida, há uma diminuição da massa muscular e a camada de gordura fica um pouco menor. Isso dificulta a manutenção da temperatura corporal dos pets.

De um modo geral, no inverno as baixas temperaturas fazem cair a imunidade de qualquer animal. Neste caso, é preciso ficar atento, independentemente da idade, a problemas respiratórios, pneumopatias, gripes e resfriados, além de doenças do complexo respiratório em felinos. Por isso, a importância de manter visitas regulares ao médico-veterinário e todas as vacinas em dia.

Alguns animais têm predisposição a ter doenças do trato respiratório superior e maior propensão a ter pneumonia se ficarem ao relento, fora da casa, com ar frio, explica a médica-veterinária Rosangela Ribeiro Gebara, da Comissão Técnica de Bem-estar Animal do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP).

“Nos dias mais frios, evite os banhos”, recomenda a profissional. Se for inevitável, a orientação é que seja um banho com água morna. Em seguida, os pelos do animal devem ser bem secos e ele não deve ser exposto ao vento.

Segundo Rosangela, é muito importante que o pet não fique em área aberta, sem proteção. “Os animais sofrem com a queda de temperatura assim como nós. Eles têm que ter uma casinha, uma caminha e uma proteção do piso.”

Algumas raças de cães apresentam uma condição anatômica diferente, como os braquicefálicos – entre eles pug, shitzu, pequinês, buldogue inglês, buldogue francês, lhasa apso e boxer –, e isso pode gerar um desconforto respiratório maior nessas épocas mais frias, explica o médico-veterinário Eduardo Pacheco, da Comissão Técnica de Clínicos de Pequenos Animais do CRMV-SP. Em relação aos felinos, afirma ele, a raça persa tem mais predisposição a desenvolver alterações respiratórias.

Atenção aos sinais

Pacheco recomenda estar sempre de olho no comportamento do animal. Quando ele começa a apresentar alguma moléstia, seja respiratória ou não, normalmente começa pela hiporexia, ou seja, fica mais prostrado, o comportamento habitual muda, pode ter dificuldade de locomoção, tremores e falta de apetite, entre outros sintomas.

“Principalmente em relação a doenças respiratórias, podemos perceber espirros, tosse, com ou sem secreção, descarga nasal, dificuldade respiratória, estando atrelada a uma pneumopatia um pouco mais severa, um início de pneumonia. Muitas vezes o tutor confunde esse sinal de tosse com engasgo”, alerta o médico-veterinário.

Pet deve usar roupas?

Uma dúvida comum entre tutores de pets é se eles podem/devem usar roupinhas. A resposta é sim, porém com ressalvas. A preferência é que sejam usadas apenas por animais de pelagem curta. O uso de roupas por animais de pelos longos pode desenvolver nós.

“É preciso um cuidado especial, como não manter o bicho com a roupa o tempo todo e pentear os pelos regularmente”, orienta Pacheco.

Segundo ele, os pelos têm função de regular a temperatura do corpo do animal, por isso ele não deve ser tosado completamente, ao menos nessa época. “Se for tosado, ele perderá um pouco dessa barreira de proteção e isso facilitará com que tenha trocas bruscas de temperatura e sofra com o frio”, explica o médico-veterinário do CRMV-SP. Isso pode gerar ainda uma baixa de imunidade e o animal ficará mais suscetível a desenvolver problemas, como os respiratórios.

As roupas também devem ser confortáveis. Elas não podem limitar a locomoção e a movimentação do animal, recomenda a médica-veterinária Rosangela. “Pense sempre na utilidade da roupinha, e não na estética”, recomenda.

A peça deve ser colocada no animal apenas nas horas mais frias. “Sempre use roupinhas higienizadas, para evitar problemas de pele, fazendo a troca quando sujas ou úmidas”, complementa Rosangela.

Os cães costumam aceitar melhor as roupinhas. Os felinos, porém, não se adaptam muito bem, destaca Pacheco. “É preciso ter muito cuidado, porque eles podem morder, desfiar ou engolir algum penduricalho e originar um corpo estranho, necessitando de cirurgia para retirada.”

PRINCIPAIS CUIDADOS 

– A vacina da gripe deve estar sempre em dia;

– Aumente a alimentação entre 10% e 20% do que ele normalmente come nas outras épocas do ano, por conta do gasto energético que necessita para manter a temperatura do corpo;

– Utilize um nebulizador no local onde o animal dorme, para ajudar a manter as vias aéreas mais hidratadas;

– Evite passeios nas horas mais frias e de ventania;

– Agasalhe o animal;

– Mantenha a temperatura interna da casa controlada;

– Evite a automedicação, pois pode representar risco de vida para cães e gatos;

– Ao menor sinal, procure o atendimento clínico veterinário, para evitar um tratamento mais dificultoso e oneroso.