quarta-feira, julho 1, 2026
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Bioestimuladores de colágeno são aposta para quem deseja efeito rejuvenescedor com aspecto natural

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Resultado é pele do rosto ou do corpo mais firmes

O colágeno é fundamental para a manutenção e firmeza da pele. Produzida naturalmente pelo corpo humano, a proteína vai diminuindo com o decorrer dos anos e idade. Além de ser responsável pela força e firmeza da pele, o colágeno também desempenha um papel na sustentação das outras estruturas do rosto e corpo.

De acordo com a dermatologista Anna Laura Peppe, da Clínica Audatti, como a produção dessa substância diminui a partir dos 25 anos, os tecidos vão se tornando mais flácidos, com a sensação de “derretimento do rosto, por exemplo. “Desde o início da vida adulta (25 anos), os fibroblastos (células produtoras de colágeno) ficam menos ativos e a produção do colágeno tem uma perda aproximada de 1 a 1,5% ao ano. A proteína vai sendo substituída por outro tecido, menos elástico e mais fibroso, dando lugar para a flacidez, as rugas e uma sensação de desabamento. O estilo de vida também pode influenciar e piorar esse processo, como tabagismo, exposição solar e à poluição”, explica.

A médica afirma que para ter uma pele bonita e com efeito rejuvenescedor, muitas pessoas têm apostado nos bioestimuladores de colágeno. Com a estimulação da produção da proteína, segundo Anna Laura, a pele ganha um aspecto mais firme e com textura e brilho saudáveis, de forma prolongada, já que o organismo pode manter colágeno produzido por até 36 meses após o tratamento. “Temos percebido o aumento de vários estudos científicos com o objetivo de rejuvenescer a pele envelhecida ou danificada através do estímulo de colágeno tanto com injetáveis, como com tecnologias. Pesquisas mostram também que o uso prolongado de peptídeos de colágeno hidrolisados por via oral pode estimular essas células e aumentar o colágeno, elastina e ácido hialurônico. Quanto mais houver a associação de estímulos, melhores os resultados. Para se ter uma ideia, existem aproximadamente 28 tipos de colágeno diferentes no nosso corpo. Os da pele são os formadores de fibrilas, para dar sustentação, predominantemente os tipos I e III”, esclarece.

Bioestimuladores de colágeno
Os bioestimuladores são substâncias injetadas em determinadas camadas da pele, que provocam uma leve reação inflamatória na derme. Eles ativam os fibroblastos, células que produzem o colágeno, dando maior sustentação e firmeza à pele, tanto em tratamentos faciais quanto corporais. Os estimuladores de colágenos podem ser usados para diminuição das rugas, reposição de áreas fundas do corpo e rosto, suavizar linhas de expressão, amenização de cicatrizes, redução da celulite e flacidez, além de uma pele mais firme e viçosa. Também podem ser utilizados na região dos glúteos, seja para empinar o bumbum ou suavizar uma celulite profunda e incômoda.

“Os estimuladores de colágeno tratam queixas como sensação de derretimento e desabamento do rosto, flacidez com acentuação de rugas, cicatrizes de acne, flacidez de abdômen pós parto, flacidez de braços e coxas, dentre outros. São substâncias distintas de acordo com cada produto: ácido poli L lático, hidroxiapatita de cálcio, dentre outros, que estimulam a produção do próprio colágeno do paciente. Por isso, os resultados são vistos a partir de três meses do procedimento e duram até dois anos. Como o processo de envelhecimento é constante, o ideal é que sejam feitas manutenções a cada 1-2 anos. Gestantes, pacientes com doenças autoimunes ou doenças ativas são contraindicados e seus casos devem ser avaliados individualmente pelo dermatologista”, explica Anna Laura Peppe.

Tomar colágeno funciona?
Estudos apontam que principalmente com o início da menopausa as mulheres passam a perder água, ou seja, desidratar a pele, além de perder fibras elásticas e colágenas. Estudo realizado recentemente avaliou, durante 90 dias, pessoas que tomaram colágeno associado ao silício orgânico, e apontou que o processo de envelhecimento da degeneração da matriz extracelular, ou seja, onde realmente ficam o colágeno e as fibras elásticas foi reduzido.

“O estudo revelou que as pessoas envelheceram mais devagar e também produziram mais fibras elásticas e fibras colágenas. O interessante do estudo é que ele mostra também a melhora de hidratação de pele. O colágeno oral jamais vai substituir um procedimento, mas pode potencializar os resultados dos bioestimuladores e tecnologias. O ideal é que o oral seja associado. Por isso, é importante sempre conversar com o médico especialista para avaliar o momento certo de tomar a dose e o tempo do tratamento”, pontua Anna Laura.

Hapvida NDI realiza convenção nacional de varejo

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O Grupo Hapvida NotreDame Intermédica realiza nesta terça-feira (27) a convenção de varejo 2022.2. O evento teve início nesta segunda-feira (26), e tem como objetivo homenagear e reconhecer os vendedores e representantes de vendas autorizados que formam o maior conglomerado de saúde da América Latina. Com o tema “Seleção de craques”, a celebração segue para o segundo dia com painéis, palestras, premiações  gerais para toda a força de vendas e, também, conta com a presença de lideranças regionais. Para o encerramento, está prevista uma festa, a fim de comemorar os esforços durante todo o semestre e alçar voos ainda mais altos.

Sobre o Grupo Hapvida NotreDame Intermédica
Resultante da fusão entre Hapvida e a NotreDame Intermédica, em 2022,  formou-se o maior grupo de saúde e odontologia do Brasil. Os números superlativos do Grupo Hapvida NDI mostram o sucesso da operação que reúne cerca de 15 milhões de clientes, 60 mil colaboradores, 7 mil leitos de atendimento hospitalar e 18% de participação de mercado em planos de saúde.

Presente nas cinco regiões do País, a rede própria de atendimento conta com 85 hospitais, 77 Prontos Atendimentos, 318 clínicas médicas e 269 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial. Dessa fusão, apoiada em inovação, resulta uma empresa com os melhores recursos humanos e tecnológicos para os seus clientes.

CDL indica Mulher Empreendedora na 43ª edição da premiação “Melhores 2022 TOP 100”

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Nessa edição, a CDL foi a responsável pela indicação da MULHER EMPREENDEDORA DO ANO.

Há 43 anos, as maiores entidades representativas de Uberlândia se reúnem para reconhecer os cem profissionais e marcas que se destacaram no ano.

Mais uma vez, tivemos a honra de apoiar a premiação e participar da seleção dos “Melhores 2022 TOP 100”. O objetivo da cerimônia é revelar para o mercado as empresas e personalidades que fizeram a diferença em nossa região.

Nessa edição, a CDL foi a responsável pela indicação da Mulher Empreendedora do Ano. A homenageada pela entidade durante o evento foi a Gestora e sócia Ubertubos Materiais Hidráulicos, Lara Cristina Rangel e Pereira.

“O reconhecimento de mérito , MULHER DO ANO – TOP 100 2022 é resultado das oportunidades que me acompanham e também a uma geração de mulheres fortes e determinadas. Os obstáculos são transformados em oportunidades de crescimento e aprendizado contínuo. Com uma equipe focada em empreender e entender os movimentos, hora remamos a favor e hora contra a maré, mas sempre em conjunto com as inovações tecnológicas . Nossos pilares são a transparência, ética, empatia e compromisso com o ser humano! Valorizar a mulher que empreende é uma grande sabedoria e estímulo. Parabéns as entidades, que assim como o CDL, valorizam as boas práticas”, celebrou a homenageada.

“É uma grande responsabilidade para a CDL indicar uma mulher inspiradora entre tantas que transformam o nosso ambiente de negócios, todos os dias, com criatividade, inovação, flexibilidade e conhecimento. Estamos honrados em fazer parte desse evento, que enaltece a participação feminina no mundo dos negócios. Aproveitamos a oportunidade para reafirmamos o nosso compromisso de fortalecer a cultura do empreendedorismo feminino em nossa cidade, estado e país”, declarou o presidente da CDL, Cícero Heraldo Novaes.

Entidades organizadoras do evento: CDL Uberlândia; ACIUB; Fiemg; 13ª Subseção da OAB; Sindicato Rural e Sociedade Médica.

Veja os principais erros nas festas de fim de ano das empresas – e fuja deles!

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Com o término do ano, as tradicionais confraternizações de fim de ano das empresas vão se aproximando. E este tipo de evento é considerado bastante importante para qualquer organização, uma vez que apostar neles significa manter os colaboradores motivados, fortalecendo sua identidade e o senso de pertencimento, além de contribuir para a retenção de talentos.

“Uma festa de fim de ano é sempre um ótimo investimento para as corporações porque hoje é notório que o capital humano é o maior ativo de uma empresa. E um time feliz e engajado traz melhores resultados”, afirma Silvio Sallowicz, CEO da Duo & Ecco, empresa que é referência em eventos corporativos. “Vale ressaltar, ainda, que há muitas alternativas interessantes, independente do orçamento destinado para o evento”, esclarece o especialista.

Mas para além das vantagens de se apostar na tradicional “festa da firma”, o especialista alerta que alguns equívocos bastante comuns na organização desses eventos podem representar um tiro no pé das organizações, podendo, até mesmo, chamuscar a reputação de uma empresa. Para eliminar este risco, veja abaixo o que jamais fazer nas festas de fim de ano, segundo Silvio Sallowicz.

  • Dar uma festa virtual: a tecnologia realmente facilitou a vida de todos e reuniões online já fazem parte do cotidiano de toda empresa. Mesmo assim, confraternizações virtuais devem ser evitadas. “Além de não serem tão divertidas, estes eventos não tem o olho no olho e o contato presencial, indispensável para estreitar os laços entre os colaboradores”, diz Silvio Sallowicz.
  • Esquecer da família dos colaboradores, caso a festa seja no fim de semana: os familiares também devem ser convidados para esses eventos, se eles ocorrerem aos sábados ou domingos, indica o CEO da Duo & Ecco. “Além disso, vamos lembrar que são eles que oferecem apoio para os colaboradores durante todo o ano”, explica Sallowicz. “Da mesma forma, também é importante preparar algum presente que possa ser compartilhado em família, como uma caixa de chocolates, um panetone ou uma garrafa de espumante para ser aberta na virada do ano”, conclui.
  • Fazer a festa em um lugar distante: por melhor que seja o lugar onde vai acontecer a festa, é importante refletir se a distância não será um fator impeditivo para algumas pessoas comparecerem. “O ideal é que a festa aconteça nas imediações da sede da empresa, assim os convidados já estão acostumados com a região e sabem como chegar até lá, sem preocupações”, aconselha o CEO da Duo & Ecco.
  • Exigir que os colaboradores se fantasiem: festas a fantasia podem ser divertidas, mas como o objetivo das confraternizações de final de ano é incluir todos, é melhor não apostar nessa ideia, já que algumas pessoas podem não se sentir confortáveis neste tipo de traje.
  • Não pensar na segurança do evento: proteger seu time deve ser a prioridade em qualquer evento. Portanto, é importante checar se o local escolhido segue todos os protocolos de segurança. Além disso, é fundamental que os organizadores contratem ambulâncias, de preferência mais de uma, compatível com o número de convidados, para o caso de qualquer imprevisto.
  • Atrações musicais que não agradam o público: muitas vezes o gosto musical de um diretor ou responsável pela organização do evento se sobressai sobre o da maioria, o que é um erro bastante comum, mas que pode ser facilmente evitado. “Por isso, é essencial entender as preferências do público interno antes de se decidir pelas atrações. “Uma estratégia que normalmente dá certo é apostar em bandas que costumam tocar em formaturas ou casamentos, porque estes conjuntos possuem um repertório democrático, que agrada a todos”, explica Sallowicz.

Dewar’s, marca de Whisky Premium da Bacardi, aposta no mercado brasileiro

Com um posicionamento que valoriza o processo de produção diferenciado, o whisky escocês tem como foco entregar uma experiência de consumo surpreendente através de um sabor muito mais suave.

 A marca Dewar’s, produtora do whisky importado da Escócia e pertencente à Bacardi, chega ao Brasil com a proposta inovadora de um portfólio inteiro de whiskies duplamente envelhecidos que entregam muito mais suavidade.

A marca Dewar’s é centenária e está presente em 128 países, é conhecida mundialmente e é o segundo whisky escocês mais vendido dos Estados Unidos. A essência da marca é a movida pela curiosidade, determinação e origem, e tem como foco o seu processo de duplo envelhecimento, que traz mais suavidade para a experiência de consumo dos whiskies. A empresa quer promover a experimentação dos produtos a partir de ações de degustação nos pontos de venda, o que possibilita sentir a suavidade extra dos produtos, graças a seu processo de duplo envelhecimento.

Segundo Gonzalo Olazabal, gerente de marca da Dewar’s: “A diferença do nosso whisky está no líquido, que passa por um processo diferenciado de produção, onde envelhecemos, fazemos o blend e, antes de engarrafar, devolvemos o produto para o barril, para um segundo período de envelhecimento. Isso entrega um whisky muito mais suave e um produto mais versátil. Acreditamos que podemos consolidar a marca Dewar’s no segmento de whiskies escoceses premium no Brasil através de sua qualidade, história e experiência de consumo.”

Em 1846, a marca teve seu início com a fundação da John Dewar & Sons e, desde então, já contou com 7 master blenders. Hoje, a responsável pela criação e harmonização dos sabores é Stephanie MacLeod, primeira mulher na equipe da Dewar’s e campeã do prêmio internacional Master Blender of the Year pela quarta vez consecutiva.

O lançamento aguça a curiosidade e a exploração de uma nova família de whiskies com diferentes versões, que vão desde o Dewar’s White Label, passando pelos 12, 15 e 18 anos de envelhecimento, até chegar à versão ultra premium, de 25 anos.

O inovador processo de duplo envelhecimento da marca traz a extra suavidade que o paladar dos amantes da bebida exige para a criação de memórias novas e inesquecíveis. Sua versatilidade permite que diferentes ocasiões sejam apreciadas, desde um evento ou em casa com amigos, até como forma de presentear pessoas queridas e pode ser apreciado tanto puro como em coquetéis.

Sobre o Grupo Bacardi
Fundada por Don Facundo Bacardí Massó, em Santiago de Cuba, em 1862, a Bacardi está na sua sétima geração da família a comandar a empresa. Com presença em mais de 170 países, a companhia tem um portfólio com mais de 200 marcas e rótulos, incluindo o rum Bacardi, líder de vendas e premiações no mundo; o gin Bombay Sapphire, líder mundial em sua categoria; e a vodka Grey Goose, líder na categoria super premium.

Como o cabelo afeta a autoestima de quem está com câncer

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* Psicóloga e neuropsicóloga Alessand00ra Augusto

Receber um diagnóstico de câncer não é fácil nem para homens e muito menos para as mulheres. Quase sempre, o tratamento mexe diretamente na autoestima da pessoa, pois a pessoa pode ficar mais inchada, ganhar peso e, em muitos casos, perder os cabelos e pêlos do corpo. Para a mulher a perda dos fios está diretamente ligada ao universo da feminilidade.

O cabelo é um ponto muito marcante para o público feminino. Ele tem sido tão importante quanto as vestimentas que usamos para nos identificar. Essa identificação pode ser em grupos ou dentro de uma cultura.

O paciente com o câncer deve estar ciente que nem todas as quimioterapias ou tratamento vai levar a perda dos fios. Mas as que sofrem com a queda, costumam relatar uma perda da identidade. Sendo assim, é muito comum que ela não se reconheça no espelho.

O trabalho que se faz no tratamento psicoterápico é fazer com que esse paciente consiga se enxergar além desses cabelos. É importante deixar claro que essa parte do corpo não define o que é o feminino, nem mesmo a identidade da pessoa. Isso é um trabalho de desconstrução.

Ao contrário de algumas outras doenças também incapacitantes ou debilitantes durante o tratamento, como, por exemplo, casos de transplantes, a pessoa fica muito debilitada, mas não é tão visível como no caso do câncer. Todo tratamento que envolve a queda dos pelos é muito visível e mexe com a imagem daquele indivíduo.

Lembrando que não é só o paciente que não se reconhece, como também quem está fora desse processo. Não devemos esquecer que algumas estratégias para ajudar na autoestima dessa pessoa são o uso de perucas, lenços e turbantes, no caso de mulheres e crianças. Os homens, muitas vezes, sentem a queda dos cabelos, mas eles lidam melhor com a falta de fios.

Infelizmente, os olhares que essa pessoa vai receber são muito devastadores. É um olhar de pesar ao ver a criança, a mulher ou até mesmo o homem sem os cabelos. Esse paciente está em processo de tratamento e haverá altos e baixos em relação ao comportamento e até mesmo o ânimo dele. Por isso, é fundamental que a família e amigos possam dar o suporte emocional ao paciente.

Falas de pesar neste momento não são adequadas. Evite frases como “que pena!” ou “Coitado!”. Devemos entender que a pessoa está passando por um tratamento e que devemos ter palavras positivas, incentivadoras, motivadoras e de conforto, como, por exemplo, “Estou torcendo por você e se precisar estou aqui”; ou “Tudo vai dar certo, fique tranquilo.”

Esse processo é doloroso. Por esse motivo devemos conscientizar a sociedade, mostrando que o olhar machuca muitas vezes até mais que a doença. Às vezes, o paciente é muito resolutivo e assertivo e isso faz com que ele lide muito bem com a doença. Porém, é possível que não consiga lidar bem com o olhar do outro e com a exclusão que o próprio meio social faz.

Ainda existe um tabu muito grande em relação ao câncer, mas não podemos ignorar os avanços da medicina em relação aos diagnósticos e tratamentos. Infelizmente, a primeira palavra que vem à mente de muitas pessoas é a morte. No entanto, a evolução na identificação cada vez mais precoce e dos tratamentos estão permitindo mais chances de cura, ou remissão da doença. Portanto, tenha fé e faça sempre consultas com o seu médico que esse momento irá passar e você vai sair mais forte dessa.

(*) Alessandra Augusto é formada em Psicologia, Palestrante, Pós-Graduada em Terapia Sistêmica e Pós-Graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental e em Neuropsicopedagogia. É a autora do capítulo “Como um familiar ou amigo pode ajudar?” do livro “É possível sonhar. O Câncer não é maior que você”.

Unitri realiza Feira da saúde para alunos do ensino médio

O Centro Universitário do Triângulo – UNITRI realizará no dia 25/10, a primeira edição da Feira da Saúde, um evento voltado aos alunos do ensino médio e pessoas que queiram conhecer mais sobre a área da saúde, que tem uma grande demanda de candidatos a processos de seleção.
Nesse dia, as Clínicas de Odontologia, Fisioterapia, Nutrição, Psicologia, e laboratórios da área da saúde e também  de outras áreas, estarão abertos a visitação, para que todos possam conhecer as atividades práticas que são realizadas nas aulas.
Além da visita, os coordenadores de curso, professores e alunos estarão disponíveis para falar sobre os cursos, profissão, mercado de trabalho e carreiras.
A Feira terá início às 08h da manhã e encerramento às 21h.
Na Galeria Cultural do Bloco E, também no mesmo horário, a Feira do Empreendedor do curso de Administração apresentará diversos projetos inovadores desenvolvidos pelos alunos do curso e convidados.
Para fechar com chave de ouro, um Intervalo Cultural Especia no noturno, na Praça Central, que promete agitar o campus.
Participe! Agende a visita da sua escola pelo telefone: (034) 4009-9023 de 09h às 15h, ou pelo e-mail: assessoria@unitri.edu.br
Conheça mais sobre os nossos cursos de graduação, pós-graduação, extensão e eventos no site: www.unitri.edu.br
O evento tem entrada franca.

Pesquisa Eleitoral: Aciub e TV Integração promovem bate-papo sobre como as análises são feitas na próxima sexta-feira (30/09)

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No próximo final de semana, brasileiros vão às urnas para votarem no primeiro turno das eleições 2022. Nos últimos meses, as pesquisas eleitorais divulgadas ganharam a atenção do público, entretanto, muitas pessoas ainda não sabem como funciona o processo para se fazer uma pesquisa. Para falar sobre como elas são feitas, as metodologias e o passo a passo, a Aciub e a TV Integração promovem na sexta-feira (30/09), às 14h30, o bate-papo “Análise Política Eleitoral – Uma conversa sobre pesquisas eleitorais, metodologia e análise”. O encontro gratuito, e virtual, será via Zoom, e para acessar a sala basta clicar no banner do evento em aciub.com.br.

Neste ano, eleitores escolhem deputado estadual (ou distrital), deputado federal, senador, governador e presidente da República.  Na reta final do período eleitoral, os eleitores se deparam com diversas pesquisas eleitorais divulgadas diariamente e podem ficar confusos. O bate-papo promovido pela Aciub e TV Integração vai esclarecer dúvidas sobre como funciona a elaboração de uma pesquisa, quais são as metodologias usadas, como são feitas as análises, como os dados são coletados, em suma, um passo a passo deste processo.

A conversa contará com dois especialistas em Pesquisas de Opinião do Instituto FSB e FSB Inteligência, e será mediada pela diretora de jornalismo da TV Integração, Fernanda Lília de Almeida. Confira quem são os convidados:

Alon Feuerwerker – É jornalista e analista político, e diretor de política da FSB. Alon já trabalhou na Folha de São Paulo, no UOL e no Correio Braziliense, além disso, foi subchefe de Assuntos Parlamentares da Presidência da República e consultor de política e comunicação na iniciativa privada e em campanhas presidenciais.

Marcelo Tokarski – O jornalista e sócio-diretor do Instituto FSB Pesquisa, liderou projetos de pesquisas eleitorais de avaliação de governo, de avaliação de megaeventos esportivos no Brasil, e mais. O convidado é responsável pela área de Métricas, que criou, entre outros produtos, o FSB influência, indicador de performance nas redes sociais exclusivo da FSB. Em 2020, assumiu a FSB Inteligência, área de data intelligence da FSB Comunicação.

Serviço
“Análise Política Eleitoral – Uma conversa sobre pesquisas eleitorais, metodologia e análise”
Data: próxima sexta-feira, 30 de setembro
Horário: 14h30
Onde: transmissão via Zoom. Entre na página aciub.com.br e acesse o link, para acessar a sala na hora da transmissão.

Como a literatura contemporânea aproxima os jovens da realidade

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Temas como diversidade, protagonismo feminino e perspectivas culturais e ambientais despertam o interesse desse público.

Por muito tempo, os estudantes do ensino médio tiveram contato somente com obras literárias clássicas, com temáticas que, supostamente, se tornam mais obsoletas e menos relacionáveis a cada vez que são ensinadas, resultando, muitas vezes, em uma falta de interesse pela leitura. No entanto, a literatura é uma fonte significativa de mudanças na perspectiva e no processo de aprendizagem dos alunos.

Por meio da inclusão de romances mais recentes no currículo escolar, os jovens poderão se sentir mais engajados e com vontade de ler. Os livros contemporâneos podem abordar temas como emancipação feminina, racismo, xenofobia, diferentes etnias, gêneros e orientações, além de questões ambientais e culturais, que auxiliam a abrir a mente dos alunos para diferentes panoramas, pois cada livro lido afeta a realidade de alguma forma.

Com base nessa premissa, convidamos o escritor e professor de Geografia do Sistema Gabarito, Rafael Nolli, para uma entrevista sobre a relação dos jovens com a literatura contemporânea. Nolli é autor de oito livros, entre eles Isca (poesia), Sr. Bigodes era o seu nome e Achados & perdidos – vencedor juvenil do III Prêmio Cepe Nacional de Literatura Infantil e Infantojuvenil (2021).

Gabarito – Como a literatura contemporânea contribui para uma melhor percepção da realidade pelos jovens?
Nolli – A literatura em si é um veículo que conduz o leitor à reflexão, favorecendo o acesso a novas experiências, que esse leitor talvez jamais teria em sua vida real. Esse mundo que se descortina, quando se abre um livro, possibilita a formação do indivíduo, ao colocá-lo diante de dilemas, alguns muito complexos, distantes de sua vivência; outros, muito próximos de sua realidade.
Ao fazer a imersão em uma obra contemporânea, muitas vezes o jovem encontrará problemas, dilemas, debates atuais, onde poderá ter contato com soluções éticas, democráticas e, até mesmo, autoritárias (pois o livro literário tem as suas artimanhas e estratégias para denunciar, discutir, e fazer refletir sobre os problemas do momento). Dessa forma, o leitor poderá analisar e contemporizar, criando ou aperfeiçoando o seu senso crítico. Assim, o contato com essas histórias (ficcionais ou não) amplia as suas ferramentas para o entendimento do mundo e da realidade.

Gabarito – Quais autores você destaca que despertam mais interesse dos jovens?
Nolli – A literatura, assim como as demais formas de arte, está atrelada ao mercado. Então, há grandes ondas, onde autores e estilos dominam as prateleiras das livrarias, as indicações nas redes sociais e, dessa forma, se tornam objeto de desejo dos jovens. Vimos uma grande onda de autores de fantasia, que surgiram na esteira do sucesso de Harry Potter e do Senhor dos Anéis; vimos uma grande onda de autores dedicados aos vampiros, na esteira do Crepúsculo, e assim por diante. Há jovens que se tornam fiéis leitores de determinado autor, sobretudo daquele autor que está sendo incensado pelas mídias. Porém, vejo, na maioria das vezes, jovens buscando livros sobre determinado tema (o tema em voga), independente de quem o tenha escrito. Entra aí o papel do professor, como mediador e, principalmente, como curador, buscando autores que tenham um bom texto (com qualidade literária) e que seja relevante na formação intelectual e cultural desse estudante. Percebo em sala de aula, autores como Pedro Bandeira, Ruth Rocha (para ficarmos em dois exemplos clássicos), Leo Cunha, Tino Freitas, Susana Menezes (para citar contemporâneos), que encantam leitores ao serem levados – pelo professor – para a sala de aula.

Gabarito – Você poderia fazer um paralelo tema / obra de assuntos que considere relevantes para serem abordados pela faixa etária do Ensino Médio e jovens adultos?
Nolli – Entre os alunos, é fácil perceber uma queda pelas obras que abordam assuntos ligados à sexualidade, aos temores sobre o futuro; há um apreço pelo terror, que é um nicho muito explorado nos últimos anos.

Outro assunto importante, nem sempre declarado, compreende os temores ligados às mudanças ocorridas nessa fase (final de ciclo, vestibular, sair de casa para começar uma vida própria). Há bons livros que tratam do tema de forma interessante, com qualidade literária. Sobre as dúvidas da adolescência e o início da vida adulta, posso sugerir:

O Apanhador no Campo de Centeio (J.D. Sallinger) – sobre um jovem que, ao descobrir que repetirá de ano, vive uma saga para chegar em casa antes da notícia da sua reprovação.

Ei! Tem alguém aí? (Jostein Gaarder) – sobre a chegada de um irmão e todos as mudanças advindas desse fato.

O Dia em que Troquei o Meu pai por Dois Peixinhos Dourados, Lobos Dentro da Parede e Coraline (Neil Gaiman) – Difícil indicar somente um do autor. Essas obras discutem questões familiares de forma muito profunda, com um apelo visual que atrai os jovens.

Capitães de Areia (Jorge Amado) – Aborda questões de sexualidade e, ao prender a atenção do aluno com esse gancho, pode levá-lo a refletir sobre outras questões também pertinentes, como problemas sociais, violência, abandono.

Um dia, um Rio (Leo Cunha e André Neves) e Sagatrissuinorana (João Luiz Guimarães e Nelson Cruz) – refletem sobre questões ambientais, ambos sobre os desastres nas barragens mineiras.

Gabarito – A partir de uma obra contemporânea, como ampliar o repertório desses jovens para referenciar as obras clássicas?

Nolli – A principal questão é encontrar um caminho onde obras com forte apelo geracional sejam intercaladas com obras clássicas. Os clássicos podem ser apresentados em meio a obras que ainda não ganharam tal status e que talvez nunca ganhem! É possível, com uma boa curadoria, encontrar obras contemporâneas com ganchos que levem aos clássicos, pavimentando o interesse do jovem leitor por essas leituras que, muitas vezes, parecem distantes.

Gabarito – Com tanta série, rede social, games, por que a leitura ainda resiste entre os jovens, por que ela é importante?
Nolli – A melhor resposta é mesmo um clichê! Quando surgiu a televisão, decretaram a morte do cinema. Quando surgiu a internet, a mesma história: o que será do rádio, da TV, dos livros físicos agora? E, no final das contas, todas essas mídias estão aí, convivendo, disputando público, é verdade, na maioria das vezes. Isso se dá porque cada um desses meios de comunicação tem uma forma específica de dizer as coisas, de se fazer presente na vida das pessoas. O livro sobrevive, conquistando a nova geração de leitores, porque ele tem uma forma especial, única, de apresentar o mundo para essas pessoas. Muitos preferem a TV, os games. O leitor ideal, acredito, é aquele que prefere tudo isso, encontrando um momento para cada coisa.

Gabarito – Por que você decidiu escrever também literatura infantojuvenil? Como é seu processo de escrita?
Nolli – Escrevi inicialmente dois livros de poemas, pensando no público adulto. Porém, sempre fui leitor de livros infantis e infantojuvenis, tal como de quadrinhos. Logo, foi um caminho natural escrever para crianças e adolescentes. O processo de escrita é bem simples. Tudo começa com uma ideia, que vai para o papel rapidamente. O grande segredo está em conseguir dedicar muito tempo a esse texto, escrevendo, reescrevendo, ampliando, cortando. No meu caso, o livro é feito durante um longo prazo, mesmo que o texto, com início, meio e fim, seja escrito em um ou dois dias, o tempo de trabalho costuma durar meses, em alguns casos, anos.

Gabarito – Como você, escritor, dialoga com esse público?
Nolli – Uma das grandes vantagens de ser professor e escritor é estar sempre no meio de jovens, vendo de perto os seus interesses e demandas. Saber o que assistem, o que ouvem de música, o que consomem de arte, é fundamental para se estabelecer esse diálogo. Por exemplo, dois dos meus livros nasceram de experiências que vivi em sala de aula. Gertrude Sabe Tudo é a história de uma menina com altas habilidades que vai enfrentar uma série de problemas em sua vida (inclusive, e sobretudo, na escola). Ao Pé da Letra é sobre uma menina autista e sua aventura no ambiente escolar. Importante dizer que ambas são obras de ficção, literárias, que, em muitos casos, servem como material de apoio para tratar de assuntos variados. Mas o meu foco sempre é literário. É nesse ponto que diálogo com eles, falando do que ocorre em seu entorno, buscando trazer para o texto referências que sejam compreensíveis para eles, sem abrir mão de referências mais complexas.

Grupo Petrópolis participa do evento de empreendedorismo feminino “Ela nos Negócios”, em parceria com a Prefeitura de Uberaba

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Primeira edição da iniciativa, que valoriza o protagonismo feminino no mercado de trabalho, ocorre no Centro Cultural SESI Minas, dia 29/9, às 14h;

Grupo apresenta Painel de Empregabilidade com dicas para recolocação profissional

Cases de sucesso, geração de novos negócios, networking, oficinas, palestras com temas sobre empregabilidade, empreendedorismo, marketing digital e atrações culturais. São essas as atividades propostas para a primeira edição de Ela nos Negócios, feira de empreendedorismo feminino que ocorre no dia 29 de setembro, em Uberaba (MG). O evento será realizado às 14h no centro Cultural SESI Minas de Uberaba e conta com apoio do SINE, SEBRAE e Prefeitura de Uberaba.

A primeira edição do evento teve a participação do Grupo Petrópolis na construção da ideia e das pautas do projeto. A feira será um espaço para reunir mulheres que já empreendem, aquelas que pretendem iniciar um novo negócio ou que estão à procura de recolocação profissional. O objetivo é ampliar a divulgação de seus trabalhos, além de gerar negócios e troca de experiências.

O Grupo Petrópolis valoriza a participação e o apoio em projetos dessa natureza, devido a crescente importância da inclusão de minorias no mercado de trabalho, especialmente das mulheres. Além disso, o Grupo preza por uma relação de aproximação e melhoria contínua com as comunidades onde está presente. Dessa forma, a empresa consolida seu engajamento no desenvolvimento social dos ambientes em que atua e contribui para um futuro melhor para todos.

 Organizamos um mezanino exclusivo com o objetivo de auxiliar e prestar consultoria às mulheres que buscam se inserir ou se reinserir no mercado do trabalho. Para isso, vamos dar dicas de como construir um bom currículo e oferecer orientações para uma entrevista de emprego”, comenta Gabriela Meier, gerente de Recursos Humanos do Grupo Petrópolis.

Painel de Empregabilidade – Também sob supervisão do Grupo Petrópolis, o painel “Você está Preparada para o Futuro?” vai ter a participação de mulheres que buscam uma oportunidade de trabalho formal e desejam conhecer a realidade do mercado de trabalho. No dia do evento, as interessadas devem levar: carteira de trabalho, RG e CPF. O Sine vai estar presente apresentando as vagas disponíveis na região.

Programação:
14h – Início da Feira/Evento com a comercialização dos produtos e serviços das expositoras e prestadoras de serviços;
15h – Painel Empregabilidade Formal: “Você está Preparada para o Futuro?”
Atividades: palestras, confecção de currículos e divulgação de vagas
17h – Palestra: Marketing Digital e Vendas
18h – Painel: “Empreendedorismo como opção de carreira – Cases de Sucesso”
Empresárias locais: Roberta Salatiel (Confraria da Gula), Thais Nascimento (Thais Nascimento Beauty Studio), Elaine Natalice (Elaine Lingerie)
18h30 – Abertura Evento Cerimonial
Participação: Prefeita Elisa Araújo, Willian Rodrigues Brito – Sebrae, Secretário Rui Ramos
19h – Palestra Magna: “A Magia do Sucesso” – Palestrante Meiry Kamia
Com inscrição pelo Sympla e doção de 1 kg de alimento não-perecível.
Os alimentos recebidos serão revertidos para o Asilo Santo Antônio.
Link: https://www.sympla.com.br/ela-nos-negocios__1717247
21h – Encerramento

SOBRE O GRUPO PETRÓPOLIS – O Grupo Petrópolis é a única grande empresa do setor cervejeiro com capital 100% nacional. Produz as marcas de cerveja Itaipava, Cabaré, Petra, Crystal, Lokal, Black Princess e Weltenburger, Brassaria Ampolis com os rótulos Cacildis, Biritis, Ditriguis e Forévis, as vodkas Blue Spirit Ice e Nordka, a Cabaré Ice,  os energéticos TNT Energy Drink e Magneto, o refrigerante It!, o isotônico TNT Sports Drink e a água Petra. Com oito fábricas em operação e aproximadamente 190 centros de distribuição, o grupo é responsável pela geração de aproximadamente 24 mil empregos diretos. Por meio dos projetos ambientais, promove o plantio e manutenção de milhares de árvores, além de ações de sustentabilidade e programa de educação ambiental para escolas municipais. Conta também com o Saber Beber, programa comprometido em orientar as pessoas sobre os benefícios do consumo moderado e as consequências do consumo exagerado de álcool.

Saiba mais em: www.grupopetropolis.com.br e @grupo.petropolis nas redes sociais