Copa do Mundo se vive em volta da mesa
Parada LGBTQIAP+ Periférica do Grajaú reúne música, representatividade e cultura urbana em São Paulo
Evento gratuito acontece no Dia Internacional contra a LGBTfobia e leva ao Centro Cultural do Grajaú artistas da cena periférica e LGBTQIAP+
A periferia da zona sul de São Paulo será palco de uma grande celebração da diversidade no próximo dia 17 de maio. O Centro Cultural Grajaú recebe a 5ª edição da Parada LGBTQIAP+ Periférica do Grajaú, evento gratuito que reúne música, cultura urbana e representatividade LGBTQIAP+ em uma programação que promete movimentar o extremo sul paulistano durante todo o sábado.
Promovida pela ZS Records em parceria com a Prefeitura de São Paulo, a iniciativa vem se consolidando como um dos principais movimentos culturais periféricos voltados à valorização da diversidade na capital paulista. Mais do que um festival musical, a Parada Periférica do Grajaú atua como espaço de resistência cultural, inclusão social e fortalecimento da cena artística LGBTQIAP+ das quebradas.
Entre os destaques confirmados estão MC Mari e o produtor musical DEEJAY RR, responsável pela criação do projeto. Além deles, a programação contará com apresentações de DJ Xenon, DJ Gago, Família Stronger, As Rainhas da Pisadinha e Lorran Ciriaco.
A escolha do dia 17 de maio para a realização do evento carrega um significado importante. A data marca o Dia Internacional contra a LGBTfobia, reforçando o compromisso da iniciativa com pautas ligadas ao combate ao preconceito e à construção de espaços seguros para a população LGBTQIAP+ periférica.
Idealizador da Parada Periférica do Grajaú, Rodrigo Rodrigues, conhecido artisticamente como DEEJAY RR, afirma que o projeto nasceu da necessidade de ampliar oportunidades para artistas da comunidade.
“A ideia sempre foi criar um espaço onde artistas LGBTQIAP+ da periferia pudessem se apresentar, mostrar seu trabalho e ocupar equipamentos culturais da cidade. Muitas pessoas talentosas acabam ficando sem oportunidade e o projeto surge justamente para fortalecer essa cena”, explica.
Desde sua criação, em 2022, o evento vem crescendo dentro do território do Grajaú e atraindo um público cada vez maior. Segundo Rodrigo, o impacto cultural construído ao longo das edições vai além dos palcos.
“É emocionante ver o quanto o evento cresceu nesses anos. Hoje conseguimos reunir artistas, público e comunidade em um encontro que fortalece a cultura periférica e mostra a potência criativa que existe na zona sul”, destaca.
Além da organização do festival, DEEJAY RR também sobe ao palco com um repertório voltado ao funk pop e ao mandelão, incluindo sucessos conhecidos do público periférico e LGBTQIAP+.

Programação
13h — DJ Xenon
14h — DJ Gago
15h — Família Stronger
17h — As Rainhas da Pisadinha
19h — Lorran Ciriaco
20h — MC Mari
21h — DEEJAY RR
Serviço
Parada LGBTQIAP+ Periférica do Grajaú
Data: 17 de maio
Horário: a partir das 13h
Local: Centro Cultural Grajaú
Entrada gratuita
Sentir dor não é normal: por que tanta gente ainda convive com ela?
A ideia de que o desconforto físico constante faz parte do envelhecimento ou da rotina produtiva ainda é um dos principais obstáculos para o cuidado adequado da saúde no Brasil. Dor nas costas, nas articulações ou crises recorrentes acabam sendo incorporadas ao dia a dia, muitas vezes sem investigação adequada da causa.
O alerta é do médico da dor Dr. Francisco Morato, especialista na área e um dos poucos profissionais no país com certificação internacional Fellow of Interventional Pain Practice (FIPP). Segundo ele, a normalização da dor faz com que o paciente demore a buscar ajuda especializada. “O maior mito que enfrentamos é a ideia de que sentir dor é normal. A dor é um sinal do corpo de que algo precisa ser compreendido. Muitas pessoas passam a ignorar esse sinal do corpo por conta da rotina frenética e só procuram atendimento quando o quadro já está mais grave, comprometendo a mobilidade e até a saúde emocional”, afirma Morato.
A medicina da dor ainda é pouco difundida no Brasil. A ausência de disciplinas específicas durante a formação médica contribui para que o problema seja tratado, na maioria das vezes, apenas como um sintoma secundário. “Hoje, a dor ainda é tratada como algo a ser silenciado, e não compreendido. O paciente percorre diferentes tratamentos, muitas vezes sem uma investigação mais profunda da causa. Isso prolonga o sofrimento e dificulta o tratamento”, explica o médico.
Segundo o especialista, a dor não pode ser analisada de forma isolada. Ela pode envolver fatores neurológicos, musculoesqueléticos e também aspectos emocionais, exigindo uma abordagem mais ampla e individualizada. “A dor fragiliza o paciente em vários níveis. Quando ele chega, muitas vezes já está cansado, desacreditado. Por isso, a escuta clínica aprofundada é essencial. Entender o que é importante para aquela pessoa muda completamente a condução clínica”, diz Dr. Francisco.
Cenário e tratamento
Dados do setor indicam que grande parte dos pacientes com dor crônica apresenta melhora significativa com o uso de medicações e técnicas intervencionistas. Ainda assim, a demora no encaminhamento especializado é um dos principais fatores que dificultam a recuperação.
A medicina da dor atua em casos complexos, atendendo pacientes de diferentes idades, de bebês a idosos. Entre as possibilidades de tratamento estão técnicas minimamente invasivas, como bloqueios guiados por imagem, neuromodulação e crioneuroablação, que atuam diretamente nos nervos relacionados à dor. “O sucesso do tratamento está na combinação entre escuta clínica aprofundada e precisão técnica. Entender os valores do paciente permite que a intervenção, como a posição exata de uma agulha em um bloqueio, seja feita com mais efetividade e impacto na qualidade de vida”, afirma Morato.
O especialista também reforça que não existem soluções universais nem promessas rápidas. “Cada paciente tem uma história e uma expectativa. O nosso papel não é prometer resultado, mas construir, junto com ele, as melhores estratégias de tratamento”, explica ele.
Outro ponto que chama atenção é que a intensidade da dor nem sempre está relacionada ao que aparece nos exames. “Nem sempre existe uma correspondência direta entre o exame e o que o paciente sente. Isso não invalida a dor. Pelo contrário, mostra a necessidade de uma avaliação mais completa”, destaca Dr. Francisco.
Para o médico, ampliar o conhecimento sobre o tema é essencial para mudar esse cenário. “A gente ainda precisa falar mais sobre dor. Quando o paciente entende que sentir dor não é normal, ele procura ajuda mais cedo, e isso muda completamente o resultado do tratamento. Na medicina da dor, o objetivo não é apenas fazer a dor desaparecer, mas entender o que ela está tentando dizer., finaliza ele.
Projeto “Depressão tem Cura” leva acolhimento emocional e diálogo sobre saúde mental ao Uberlândia Shopping
O terceiro sábado de cada mês ganha um espaço especial de escuta, acolhimento e conscientização no Uberlândia Shopping. Neste dia 16 de maio, das 15h às 18h, o empreendimento administrado pela Alqia recebe mais uma edição do projeto Depressão Tem Cura, iniciativa voltada à promoção da saúde mental e ao apoio emocional. A ação será realizada em frente à UDI Ótica, no piso 2, com atividades de orientação e conversa aberta ao público.
A ação busca transformar o shopping em um ponto de acolhimento, diálogo e cuidado emocional, oferecendo ao público um espaço seguro para conversar sobre sentimentos, desafios da rotina e questões relacionadas à saúde mental. Durante o encontro, voluntários do projeto estarão disponíveis para ouvir, orientar e compartilhar experiências de vida, fortalecendo a importância da escuta e da empatia.
A programação também contará com a distribuição gratuita de livros e materiais com relatos inspiradores de pessoas que superaram momentos difíceis, como depressão, luto e outras situações emocionais delicadas. Outra atividade proposta é a entrega de mensagens motivacionais ao público, incentivando reflexões positivas e gestos de esperança no dia a dia.
Segundo Oziel Melo, coordenador do projeto Depressão Tem Cura em Uberlândia, pequenas conversas podem fazer grande diferença na vida de alguém. “Muitas vezes, o que uma pessoa mais precisa é sentir que está sendo ouvida. Nosso trabalho é justamente criar essa ponte de acolhimento, mostrando que existem caminhos e apoio para quem enfrenta momentos difíceis”, diz.
Para Renata Ferreira, coordenadora de Marketing do Uberlândia Shopping, a iniciativa fortalece o papel social do empreendimento. “Queremos que o Uberlândia Shopping também seja um espaço de cuidado, informação e proximidade com a comunidade. Receber mensalmente um projeto como esse reforça nosso compromisso com ações que impactam positivamente a vida das pessoas”, afirma.
O projeto Depressão Tem Cura é uma iniciativa voluntária e sem fins lucrativos, dedicada à conscientização sobre saúde mental e ao apoio emocional. A participação é gratuita e aberta ao público.
Depressão Tem Cura
Data: 16 de maio
Horário: 15h às 18h
Local: Uberlândia Shopping – frente à UDI Ótica, no piso 2
Gratuito
Unimed Uberlândia celebra 55 anos com história construída pelo cuidado coletivo
Cuidar nunca foi um gesto solitário. É com base nessa lógica – que orienta suas decisões ao longo de 55 anos – que a Unimed Uberlândia construiu uma trajetória que vai além da assistência médica, conectando-se ao cuidado coletivo e integral em Uberlândia e região. Ao atingir esse marco, a cooperativa, que nasceu da união de esforços de um grupo de 52 médicos, consolida-se como uma das principais referências em saúde suplementar no interior do país.
Fundada em 15 de maio de 1971, a Unimed Uberlândia se modernizou e expandiu sua atuação ao longo de cinco décadas, ampliando o acesso à saúde, estruturando uma ampla rede de serviços e contribuindo diretamente para o desenvolvimento da medicina e da economia da cidade. Criada em um contexto de acesso limitado à saúde, a cooperativa surgiu como alternativa a um modelo concentrado entre o sistema público, ainda em estruturação, e o atendimento privado, pouco acessível à maior parte da população. Desde o início, a proposta foi organizar a atuação médica e oferecer um modelo mais sustentável de assistência, baseado na cooperação entre profissionais e na ampliação do acesso ao atendimento.
Para o presidente do Conselho de Administração, Dr. Marcelo Sinicio, olhar para a história da Unimed Uberlândia é perceber que ela foi construída a partir da soma de pessoas. “Nossa cooperativa foi construída com base em propósitos e em decisões tomadas coletivamente. Desde a fundação, o que move a cooperativa é a compreensão de que o cuidado não acontece de forma isolada, mas no encontro entre médicos, pacientes, colaboradores e toda a comunidade”, afirma.
Como parte das ações que marcam seu aniversário de 55 anos, a Unimed Uberlândia também convida a comunidade a participar ativamente dessa trajetória. Pessoas, sejam clientes do plano de saúde ou não, podem compartilhar histórias, experiências e memórias vividas com a cooperativa, que irão compor um acervo coletivo sobre a presença da instituição em suas vidas. Os relatos podem ser enviados por meio de um formulário disponível no site, e parte desse conteúdo será reunida e divulgada ao longo do ano, reforçando o vínculo da cooperativa com a comunidade. Para colaborar, basta acessar o link: https://unimeduberlandia55anos.framer.website.
Expansão da assistência e impacto no desenvolvimento regional
Ao longo das décadas, o crescimento da cooperativa acompanhou a expansão econômica e populacional de Uberlândia. Nesse processo, a Unimed teve papel relevante na organização da assistência médica e na estruturação de serviços completos. A ampliação da rede credenciada impulsionou o desenvolvimento de clínicas, hospitais, laboratórios e serviços especializados, contribuindo para a formação de um ecossistema de saúde mais robusto.
Esse movimento também gerou impacto direto na economia local, criando oportunidades de trabalho e estimulando investimentos na área da saúde. Com a organização da demanda e o ganho de escala, a cooperativa viabilizou a modernização de estruturas e a incorporação de novas tecnologias, elevando o padrão da assistência médica oferecida à população. Na avaliação do presidente, a Unimed Uberlândia cresceu junto com a cidade e ajudou a estruturar o próprio sistema de saúde da região. “Ao longo dos anos, conseguimos ampliar o acesso, fortalecer a rede assistencial e contribuir para o desenvolvimento econômico local, sempre mantendo o compromisso com a qualidade do cuidado. Esse crescimento é resultado direto de um modelo baseado na cooperação e na construção conjunta”, afirma.
Estruturação da gestão, crescimento e avanço dos modelos assistenciais
Com o crescimento da operação, a Unimed Uberlândia avançou na profissionalização da gestão e na organização de seus processos internos. A implantação de práticas de governança corporativa marcou um novo estágio de maturidade institucional, com foco em transparência, sustentabilidade e planejamento de longo prazo.
Na assistência, a cooperativa passou a adotar modelos voltados à atenção integral à saúde, com a consolidação da Atenção Primária à Saúde (APS) e a implementação de linhas de cuidado específicas. A estratégia ampliou o acompanhamento contínuo dos beneficiários, com foco em prevenção, promoção da saúde e maior eficiência no uso dos recursos.
Nos últimos anos, a cooperativa estruturou um modelo ampliado de atuação com a consolidação do Grupo Unimed Uberlândia por meio da Uni Participações, integrando novos negócios e iniciativas voltadas à expansão do acesso e à diversificação dos serviços e do Instituto Unimed Uberlândia, responsável por ações sociais e comunitárias.
Atualmente, a Unimed Uberlândia atende mais de 200 mil beneficiários e reúne mais de 750 médicos cooperados, consolidando sua posição de liderança no mercado regional de saúde suplementar. A rede assistencial é composta por hospitais, clínicas, laboratórios e unidades próprias, incluindo os Espaços Mais Unimed, garantindo capilaridade e acesso qualificado aos beneficiários.
A cooperativa também acumula certificações e reconhecimentos que evidenciam a qualidade da gestão e dos serviços prestados, além de manter forte presença na lembrança da população na categoria plano de saúde. Internamente, a valorização de pessoas se reflete em reconhecimentos como a certificação Great Place to Work (GPTW), destacando o ambiente organizacional e o engajamento de colaboradores e cooperados.
55 anos e os desafios de uma nova etapa
Ao completar 55 anos, a Unimed Uberlândia alcança um estágio de consolidação e se prepara para uma nova fase de crescimento. O cenário atual da saúde exige maior eficiência, incorporação de tecnologia e ampliação do acesso, ao mesmo tempo em que demanda a manutenção da qualidade assistencial. “Chegar a esta idade representa um momento de maturidade, mas também de responsabilidade com o futuro. Seguimos avançando em gestão, inovação e modelos assistenciais, sem abrir mão da nossa essência. A força da Unimed Uberlândia está justamente nessa capacidade de evoluir, somando experiências, gerações e conhecimento para continuar oferecendo um cuidado cada vez mais completo às pessoas”, avalia Marcelo Sinicio.
“Cada um que passou pela Unimed Uberlândia ao longo de seus 55 anos faz parte dessa construção. São histórias que traduzem, na prática, o impacto do cuidado na vida das pessoas. Valorizar essas experiências é também reconhecer que a nossa trajetória é feita, essencialmente, por quem vive esse cuidado no dia a dia”, conclui o presidente do Conselho de Administração da Unimed Uberlândia, Dr. Marcelo Sinicio.
Nesse contexto, a cooperativa projeta sua atuação com foco na sustentabilidade do modelo, na evolução dos serviços e na continuidade de sua contribuição para o desenvolvimento da saúde na região.
Unimed Uberlândia. Presença que transforma.
Tecnologia amplia controle de infecções hospitalares e fortalece adesão à higiene das mãos na Hapvida
A higienização correta das mãos segue como uma das medidas mais eficazes para prevenir doenças e reduzir infecções relacionadas à assistência à saúde. Em maio, mês em que são celebrados o Dia Mundial da Higienização das Mãos (5/5), o Dia do Enfermeiro (12/5) e o Dia do Controle de Infecção Hospitalar (15/5), o tema ganha ainda mais relevância diante dos desafios permanentes da segurança do paciente dentro dos hospitais.
Dados da campanha global Save Lives: Clean Your Hands, promovida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), apontam que a higienização adequada das mãos pode reduzir significativamente a transmissão de microrganismos e diminuir em até 40% o número de infecções.
Na Hapvida, a prevenção de infecções integra uma estratégia permanente de segurança assistencial, apoiada por monitoramento contínuo, auditorias em larga escala e uso de tecnologia para acompanhamento em tempo real dos indicadores hospitalares.
Entre janeiro de 2025 e abril de 2026, a empresa vem aprimorando suas taxas de adesão à higienização das mãos, considerando os cinco momentos recomendados pela OMS. No período, foram realizadas mais de 332 mil auditorias de higiene de mãos pelo Serviço de Controle de Infecção em 80 hospitais da rede, consolidando um dos maiores volumes de monitoramento interno da rede hospitalar privada brasileira.
Os dados também demonstraram impacto clínico direto. Em UTIs de 19 hospitais de grande porte, situadas em diversas regiões brasileiras, a adesão à higiene das mãos subiu de 78% para 87%, enquanto os casos de infecção primária da corrente sanguínea associada ao uso de cateteres apresentaram redução de 41%.
Segundo Carla Guerra, diretora Nacional de Infectologia e Controle de Infecção da Hapvida, os indicadores reforçam a importância de combinar protocolos assistenciais com monitoramento permanente das equipes.
“A segurança do paciente depende de processos consistentes, acompanhamento contínuo e cultura institucional voltada à prevenção. A higiene das mãos continua sendo uma das medidas mais eficazes no controle das infecções relacionadas à assistência à saúde e os resultados mostram que monitorar, treinar e agir rapidamente faz diferença direta nos desfechos clínicos”, afirma.
SCIRAS Móvel
Dentre os diferenciais adotados pela Hapvida, está a criação de uma comissão nacional de higienização das mãos para criação de estratégias e acompanhamento dos resultados, a exemplo do aplicativo SCIRAS Móvel, desenvolvido para otimizar o trabalho das equipes de controle de infecção hospitalar.
A plataforma substituiu planilhas manuais e já opera nos 80 hospitais da companhia. O sistema permite auditorias diretamente pelo celular, geração automática de relatórios e acompanhamento em tempo real dos indicadores assistenciais.
Para Emanuela Ribeiro Santos, gerente nacional de Controle de Infecção da Hapvida, o monitoramento contínuo permite respostas mais rápidas e ações preventivas dentro das unidades hospitalares. “Quando acompanhamos os indicadores em tempo real, conseguimos identificar oportunidades de melhoria com mais agilidade, fortalecer a adesão das equipes às boas práticas e impactar diretamente na redução das infecções relacionadas à assistência à saúde”, afirma.
Além do monitoramento contínuo, a companhia utiliza estratégias de resposta rápida, como o Safety Huddle, metodologia aplicada para identificação de fragilidades assistenciais e implementação de planos de ação direcionados.
Segundo Luciana Batista Dias, membro da comissão de higiene de mãos da Hapvida, quando a higienização das mãos é feita corretamente, é possível interromper a cadeia de transmissão e reduzir significativamente o risco de infecções.
Após disputa judicial e pressão pública, Bárbara Falcão fala sobre impacto emocional vivido durante fase delicada da carreira
Cantora enfrentou desgaste psicológico em meio à repercussão do caso envolvendo Dennis DJ e agora tenta reconstruir sua rotina emocional e profissional
Em meio à repercussão do caso envolvendo Dennis DJ, Bárbara Falcão passou a viver uma das fases mais delicadas da sua trajetória pessoal e profissional. Longe dos palcos e da rotina artística que costumava compartilhar nas redes sociais, a cantora enfrentou meses marcados por pressão emocional, desgaste psicológico e a sensação constante de exposição pública em torno da disputa judicial que ganhou repercussão recentemente.
Pessoas próximas relatam que o impacto ultrapassou a esfera jurídica e afetou diretamente a saúde emocional da artista, principalmente por tudo ter acontecido em um momento importante da sua carreira musical. Segundo fontes ligadas à cantora, Bárbara precisou lidar não apenas com os desdobramentos do caso, mas também com crises de ansiedade, insegurança e o medo de ter sua imagem associada apenas ao conflito. “Foi um período muito difícil emocionalmente. Em vários momentos eu senti que minha vida tinha parado e que as pessoas tinham esquecido quem eu era além daquela situação”, relata.
Nos bastidores, amigos afirmam que a artista se afastou parcialmente de compromissos e passou por um processo de reconstrução emocional enquanto tentava manter a carreira ativa. A situação teria abalado especialmente sua confiança e sua relação com a exposição pública. “Quando você trabalha com imagem, música e internet, tudo parece ganhar uma dimensão muito maior. Eu precisei reaprender a cuidar da minha cabeça para não deixar aquilo me consumir completamente”, afirma Bárbara.
Apesar do momento delicado, a cantora vem retomando aos poucos seus projetos profissionais e pretende transformar a experiência em um processo de fortalecimento pessoal. Pessoas próximas afirmam que ela passou a enxergar a saúde mental como prioridade e que hoje busca reconstruir sua rotina de forma mais equilibrada, longe do ambiente de pressão constante que marcou os últimos meses.
Agora, Bárbara Falcão tenta seguir focada na música e em novos projetos, enquanto encara o episódio como uma fase difícil, mas importante para seu amadurecimento. “Acho que ninguém passa por algo assim sem sair diferente depois. Hoje eu me sinto mais forte emocionalmente e mais consciente sobre meus próprios limites”, conclui.
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Especialista alerta para os riscos do diagnóstico tardio e destaca que tratamento precoce pode evitar perdas na visão e sofrimento emocional.
Muita gente ainda acredita que olhos “tortinhos” na infância são algo passageiro ou apenas uma característica estética. Mas o estrabismo, condição marcada pelo desalinhamento dos olhos, pode trazer consequências sérias para a visão e também para a saúde emocional das crianças quando não tratado corretamente.
Segundo a oftalmologista Carolina Magalhães Bianchi, o problema acontece por uma alteração no funcionamento dos músculos oculares ou no controle neurológico responsável pelos movimentos dos olhos. Como a visão ainda está em desenvolvimento durante a infância, qualquer falha nesse processo pode comprometer a formação visual da criança.
“Os pais precisam ficar atentos desde cedo. Muitas vezes o desvio aparece de forma discreta, ocasional, e acaba sendo ignorado. Quanto mais cedo o diagnóstico, maiores as chances de recuperação visual completa”, explica Carolina Magalhães Bianchi.
Entre os principais sinais de alerta estão olhos desalinhados, dificuldade para focar, inclinação frequente da cabeça para enxergar melhor e o hábito de fechar um dos olhos, principalmente em ambientes muito claros.
A médica também chama atenção para um dos erros mais comuns entre as famílias: acreditar que apenas o uso do tampão resolve o problema.
“O tampão é importante para tratar a ambliopia, conhecida como olho preguiçoso, mas ele não corrige sozinho todos os casos de estrabismo. Dependendo do grau do desalinhamento, a cirurgia é fundamental para reposicionar os músculos dos olhos e permitir um alinhamento adequado”, destaca Carolina Bianchi.
Quando o tratamento não acontece no tempo certo, a criança pode desenvolver ambliopia, quadro em que o cérebro passa a ignorar a imagem do olho desalinhado para evitar visão dupla. Em alguns casos, isso pode causar perda visual permanente.
A recomendação médica é que a primeira avaliação oftalmológica aconteça ainda no primeiro ano de vida. Isso porque o desenvolvimento visual ocorre principalmente até os 7 ou 8 anos de idade.
Além dos impactos físicos, o estrabismo também pode afetar diretamente a autoestima infantil. Em fase escolar, muitas crianças acabam enfrentando brincadeiras ofensivas, comentários maldosos e dificuldades de socialização.
A administradora Juliana Ferreira conhece essa realidade de perto. O filho, Lucas Ferreira, de seis anos, foi diagnosticado com estrabismo ainda pequeno, mas no início a família acreditava que apenas os óculos resolveriam.
“Quando ele começou na escola, vieram os apelidos e as brincadeiras. Foi muito difícil perceber que aquilo estava mexendo com a confiança dele. Hoje entendo que não era só uma questão estética, mas emocional também”, relata.
Após acompanhamento médico e diversos exames, a família decidiu pela cirurgia corretiva.
“No começo dá medo, porque cirurgia sempre assusta. Mas entendemos que era necessário para o desenvolvimento visual e também para o bem-estar dele. Nossa expectativa agora é que ele cresça mais seguro e feliz”, afirma Juliana.
A cirurgia de estrabismo é considerada segura e eficaz quando realizada com indicação adequada. O procedimento atua nos músculos responsáveis pelos movimentos dos olhos, sem atingir o interior ocular, e nas crianças é feito com anestesia geral.
Para Carolina Magalhães Bianchi, o mais importante é combater a desinformação e incentivar o diagnóstico precoce.
“O estrabismo tem tratamento e, em muitos casos, solução definitiva. O que não pode acontecer é perder o momento ideal de cuidar”, conclui a especialista.


