quarta-feira, junho 17, 2026
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Harley-Davidson do Brasil: conheça cinco crenças comuns no motociclismo

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As superstições são mais comuns na cultura do motociclismo do que você imagina.

É normal ao ser humano possuir manias, crenças e superstições, e elas são mais comuns do que você pode imaginar na cultura do motociclismo. Abaixo estão listadas algumas das crenças mais comuns do motociclismo ao redor do mundo. Confira!

  1. Sinos guardiões (“Guardian Bell”)

O “sino guardião” (“Guardian Bell”) ou “ride bell”, um pequeno sino de prata ou bronze preso à parte mais baixa do quadro de uma motocicleta, é supostamente uma arma poderosa contra o azar trazido pelos “gremlins da estrada”. Dizem que esses espíritos malignos, seres lendários do motociclismo global, são atraídos pelo som agradável, mas depois ficam presos no sino, cujo toque constante os deixa malucos. 

  1. Motocicletas verdes

Algumas pessoas acreditam que motocicletas verdes dão azar… mas por quê? Uma das teorias remonta à Segunda Guerra Mundial, quando as motocicletas WLA da Harley-Davidson®, feitas para o exército americano e pintadas de verde, eram usadas por mensageiros que se tornaram os principais alvos de atiradores. Outra teoria sugere que as mesmas WLAs, reformadas para uso civil, estavam tão desgastadas após servirem na guerra que quebravam com muita frequência. Mas os diabos verdes não precisam se preocupar, já que não há evidências de que a cor da motocicleta esteja ligada à falta de sorte.

  1. Pedaleiras do garupa

Muitos motociclistas se certificam de que seus pedais ou pedaleiras traseiras fiquem dobradas para cima se não tiverem um passageiro, porque deixá-las abaixados poderia animar os espíritos malignos a pegarem uma carona. No entanto, quando estão pilotando em um cortejo fúnebre para um motociclista que faleceu, os pedais geralmente são deixados abaixados para, simbolicamente, transportar o finado em seu último passeio. É claro que deixar as pedaleiras do garupa levantadas se não estiverem em uso é uma precaução sensata, já que os pés do piloto podem esbarrar nelas e ficar presos.

  1. Ajuda aos companheiros pilotos

Se você vir um companheiro motociclista parado no acostamento da estrada, seja por qualquer motivo, é amplamente considerado que se não parar e oferecer ajuda lhe trará má sorte. A crença está relacionada ao conceito de “carma”: supostamente, se você não parar, outros não vão parar para você quando estiver precisando de ajuda. Seja qual for o fundamento dessa superstição, o resultado final é que os motociclistas sempre tomam conta uns dos outros, o que só pode ser uma coisa boa. 

  1. A bênção do motociclista

Trata-se da tradição segundo a qual os motociclistas são abençoados por um líder religioso na esperança de que este lhes conceda proteção para os próximos passeios. Muitos eventos de motociclismo agora realizam uma bênção do motociclista — geralmente não denominacional, para ser o mais inclusiva possível — como parte das comemorações, para dar aos motociclistas uma sensação de segurança antes de partirem para casa.

As motocicletas da Harley-Davidson do Brasil estão disponíveis para um exclusivo Test Ride em toda a rede de concessionárias autorizadas da marca no País, de acordo com a disponibilidade dos modelos na rede e seguindo as recomendações dos governos estaduais e municipais em relação aos cuidados com a saúde. Para registrar seu interesse, acesse o site https://testrides.harley-davidson.com/pt_BR e inscreva-se. Encontre a loja Harley-Davidson mais próxima em https://www.harley-davidson.com/br/pt/tools/find-a-dealer.html. Confira as ofertas do mês em https://www.harley-davidson.com/br/pt/tools/offers.html.

7 estilos de cerveja para acompanhar as ceias de fim de ano

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Cervejaria artesanal selecionou pratos e sabores que harmonizam com a bebida

Após o ano caótico e conturbado que 2020 nos apresentou, nada mais merecido neste fim de ano do que parar um pouco e tentar dar uma relaxada para curtir as ceias de fim de ano acompanhadas de uma boa cerveja artesanal. Como sugestão da bebida, a Cervejaria Madalena reuniu sete estilos cervejeiros, e elaborou a melhor opção para acompanhar alguns dos pratos mais consumidos nesta época. Confira abaixo:

Bohemian Pilsner: Cerveja refrescante, de baixa fermentação. Coloração dourada, corpo mediano e amargor moderado. Possui aroma e sabor de lúpulos nobres, com espuma de boa duração. Harmoniza com as saladas de maionese, de lentilha ou grão de bico.

Double IPA: Com dose superior de lúpulo, se destaca por possuir o característico amargor acentuado do estilo. Possui aroma cítrico pronunciado. Sua coloração é um âmbar e sua espuma bastante cremosa. Com teor alcoólico mais elevado, pode ser saboreada com picanha e os tradicionais pernil, chester e peru.

India Pale Ale (IPA): Cerveja de coloração avermelhada e espuma cremosa. Possui nota floral e de frutas cítricas. No sabor, encontramos mescla de dulçor, amargor e citricidade. Com teor alcoólico mais elevado, é uma cerveja refrescante e intensa. Harmoniza com comida mexicana, pratos apimentados e carnes que tem mais gordura.

Lager: Cerveja leve, de baixa fermentação, aroma de malte e pão, com sabor equilibrado do malte. Espuma de média duração, teor alcoólico não elevado e amargor baixo. Ideal para os dias quentes de dezembro, harmoniza com peixe, frango, culinária japonesa e queijos suaves. A versão light tem redução de aproximadamente 40% de carboidratos em relação as demais cervejas do mesmo estilo e possui menos de 30kcal em cada 100ml.

Shandy Lemon: Versão especial de radler (mistura de de cerveja com suco de limão siciliano), possui o sabor leve e refrescante perfeitos para acompanhar a tão esperada rodada de sobremesas nas ceias de Natal e Ano Novo.

Stout: Cerveja escura, de alta fermentação e espuma cremosa persistente. Possui um sabor equilibrado de café e chocolate meio amargo. A Stout é a companhia ideal para acompanhar o panetone e o chocotone, pois complementa os sabores intensos e adocicados do alimento natalino.

Weiss: Cerveja refrescante, é feita com malte de trigo, seguindo a tradição alemã e apresenta uma leve acidez e aromas de banana e cravo. De alta fermentação, é turva e tem coloração amarelo palha. Seu corpo é baixo e sua espuma é cremosa, harmonizando perfeitamente na hora da ceia com peixes, frango e bacalhau. 

5 lições para o sucesso profissional

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Clemilda Thomé, a empresária que se reinventou na carreira e virou bilionária no Brasil

Muitos me consideram uma das mulheres mais bem sucedidas do Brasil. Sim, administro mais de 08 empresas da minha holding, além de ter fundado a Faculdade ILAPEO, centro de excelência em pesquisa e pós-graduação em Odontologia, reconhecido internacionalmente. Mas, quem me vê agora, não imagina o caminho cheio de percalços que transcorri, não é mesmo?

Então, nesses mais de 50 anos de experiência profissional, resolvi reunir alguns aprendizados da minha vida para mostrar como a menina que saiu da roça aos 10 anos, após a família perder tudo em um incêndio, conseguiu conquistar uma vida plena e feliz:

  1. Nunca esqueça de onde você veio

Nasci em 25 de dezembro em 1954, na cidade de Sapopema, interior do Paraná. Sou filha de pais agricultores, com 14 irmãos, mãe do José Guilherme e João Alfredo e avó do João Pedro e Helena. Eu gosto de mostrar minha história não como uma forma de vitimização, mas como uma forma de honrar minha família e inspirar outras pessoas para que não desistam de seus sonhos. Éramos pobres de dinheiro, mas falo com orgulho que era milionária em educação, respeito e fé e tenho certeza de que tudo isso me transformou na mulher que sou hoje. Minha mãe sempre falou sobre a importância de ser humilde, de olhar o outro, e hoje entendo o quanto os ensinamentos me guiaram ao longo de minha trajetória.  Nossa casa, que não tinha geladeira e abrigava 5 pessoas em um único quarto, era o cenário de muita conversa à beira do fogão a lenha.

  1. Não há mal que sempre dure, nem bem que nunca se acabe. Apenas siga em frente

Aos nove anos precisei sair da cidade para estudar porque não tinha mais escolas na região, mas, aos 10 anos, ao voltar para minha cidade natal para ficar mais um tempo com os pais, infelizmente, houve uma grande tragédia. Minha família foi uma das atingidas pelo incêndio florestal, no Paraná, entre agosto e setembro de 1963, perdemos tudo.  Então, aos 10 anos, me mudei para Curitiba com meus avós e parte dos irmãos. Aos 11, decidi que era hora de começar a trabalhar e passei a sair sozinha pela cidade, para garantir o meu sustento e para não me acomodar apenas com as tarefas do lar, que não eram poucas. Eu mal sabia falar, era tímida, e não sabia nem mesmo o que era um telefone, e acredite, meu primeiro trabalho foi exatamente como telefonista do Jornal Gazeta do Povo. Logo, quero mostrar com isso, que não importam os perrengues da vida, a gente sempre dá um jeito de se levantar.

  1. Vencer é para quem está disposto a levantar da cadeira e correr atrás dos sonhos

Lembro que eu adorava bala de vela, e um dia ao pedir para meu pai que comprasse, ele explicou que não tinha dinheiro, mas que, se eu e meus irmãos acordássemos às 04h para espantar os passarinhos do arrozal, ele nos pagaria ao invés de pagar outra pessoa. E assim nós fizemos e comemos muitos doces. Da minha mãe, vem a lembrança de vê-la acordando às 4h para ir até o INSS servir café para as pessoas que esperavam na fila.  O que meus pais talvez não soubessem na época é que eles foram os impulsionadores para que eu trilhasse um caminho de muita batalha, determinação e sucesso.

Todos os dias eu pegava um ônibus, ia até o ponto final e voltava. Um dia, o costume se tornou o meu gatilho, quando, certo dia, sentada em uma calçada, comendo um cachorro-quente, um menino muito humilde se aproximou e me pediu um pedaço do lanche. Foi então que pensei: a minha mãe sempre me ensinou a dividir a comida, porque não sabemos o dia de amanhã. Então, dividi metade do meu lanche, com a certeza de que o Senhor iria me ajudar a ter muito mais, para que pudesse compartilhar com muita gente.  Foi naquele dia que eu senti que tinha uma missão pela frente.

  1. Ressignifique as críticas e torne-as ferramentas para seguir em frente

Em Curitiba fiz de tudo um pouco, mas meu sonho era fazer medicina, porém, sem condições financeiras para tal, resolvi fazer instrumentação cirúrgica, para entender melhor a área. Apesar da paixão que crescia pela profissão, certa vez, durante uma cirurgia cardíaca que começou às 07 da manhã e terminou por volta das 17h, o médico cirurgião me perguntou se eu tinha gostado da experiência.

Não só amei, como disse ao doutor que um dia gostaria de me tornar uma médica como ele. No entanto, o que não esperava é que o especialista, ao invés de me incentivar, fez pouco caso de meu sonho. Disse que nunca conseguiria, afinal, eu era mulher e não tinha condições para chegar em tal patamar. Sugeriu que cursasse sociologia, psicologia, biologia, ou qualquer outro curso que não fosse medicina. Hoje, de certa forma, eu o agradeço, pois não desisti e ressignifiquei meu sonho, entendi que o sucesso e a realização profissional ainda estariam por vir.

  1. O que parece impossível hoje traz um aprendizado para amanhã

Aprendi também que “pessoas ricas não entram no céu”, e para conseguir prosperar precisei ressignificar essa crença. Como isso aconteceu? Junto com meu ex-marido, abrimos, em 1992, com muito sacrifício, a NEODENT, uma empresa de implantes dentários. Para isso, vendemos um carro velho e um terreno, já que os bancos fechavam as portas quando o assunto era linha de crédito. Não tínhamos capital para abrir uma empresa desse porte, mas mesmo assim nós fizemos.

A partir disso, percebi que era preciso entender o produto. Como eu cuidava da área comercial da empresa, pra mim não bastava vender, era preciso entender o que eu vendia. Não se tratava de comercializar parafusos e, sim, o caminho era oferecer saúde bucal e devolver a autoestima aos nossos clientes, por isso, fui estudar odontologia. E a jornada tripla, apesar de cansativa, não me desanimava, pelo contrário, me dava ainda mais força para continuar.

Aos 37 anos, graduei-me em odontologia pela Universidade Tuiuti do Paraná e a NEODENT criava asas. Em apenas 15 anos, a empresa tornou-se líder nacional em seu segmento. Foi então que veio a grande virada, quando o Grupo Suiço Straumann, líder mundial na Implantodontia, adquiriu, em 2015, cem por cento da empresa. Tudo mudou em minha vida.

Hoje, participo ativamente da gestão de minhas empresas, juntamente com meus filhos, no Conselho de Administração da DSS Holding, mas tenho como meu maior legado, a promoção da educação, que acredito ser o maior agente das mudanças e desenvolvimento do país.

Passei a fazer parte do Instituto Sou 1 Campeão – ao lado dos meus sócios Mamá Brito, treinador comportamental e coach de atletas do UFC, e também meu marido, e Rogério Minotouro – que nasceu para ser uma ferramenta para quem busca por alta performance, com disciplina e dedicação. Aqui estava a missão que tanto senti lá atrás: modificar a vida de pessoas que procuram transformar dificuldades e diversidades em realização.

Muitas vezes não nascemos bom em algo, mas podemos nos esforçar, nos dedicar e passar a ser até melhor do que imaginamos. Ter foco no plano traçado também é algo fundamental a todos que querem conquistar a prosperidade profissional e financeira.

Dê asas a seu dinheiro: saiba como investir no exterior sem sair do Brasil

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Por Walter Poladian, CFP®

A palavra de ordem para quem deseja montar uma carteira de investimento é diversificação. Colocar o dinheiro em diferentes categorias, mesclando a segurança da renda fixa com a ousadia da renda variável, possibilita bons ganhos ao mesmo tempo que reduz os riscos de grandes perdas. A questão é que diversificar os ativos é apenas parte da estratégia. Uma tática que pode ser interessante é expandir a atuação para outros mercados, entre eles, investir no exterior.

É uma alternativa interessante para buscar novas oportunidades e reduzir o risco Brasil. Aqui, historicamente os investidores estão sujeitos a grandes variações na política econômica, juros, inflação e do dólar, por exemplo. Seja por cenário desfavorável, questões políticas ou crises internacionais, quando moedas fortes tendem a se valorizar frente a de países emergentes.

A diversificação de riscos pode vir justamente do exterior, mesclando investimentos nacionais com ativos de outros países. Agora ficou mais fácil. Por muito tempo, internacionalizar a carteira era encarado como estratégia complexa e trabalhosa, que necessitava de abertura de conta no exterior e exigia altos valores para investimentos. Contudo, o mundo mudou – e o mercado financeiro felizmente acompanhou as transformações. Hoje, existem opções interessantes que permitem aos brasileiros aproveitarem ativos lá fora sem precisar sair do país. Confira quatro alternativas para investir no exterior pelo Brasil:

1 – ETF

É a sigla para exchange traded fund, um fundo de índice negociado na bolsa de valores que replica determinados indicadores, inclusive do exterior. É o caso do ETF IVVB11, negociado na B3, que acompanha a performance do S&P 500 (que reúne as 500 empresas mais relevantes dos Estados Unidos) e tem rentabilidade atrelada ao dólar. É uma alternativa de investir em ações norte-americanas sem precisar enviar recursos ao exterior.

Os ETFs são administrados de forma passiva por uma gestora, e a negociação de suas cotas acontece durante o pregão da bolsa de valores no Brasil, como se fosse uma ação. Ou seja, é acessível pelo home broker de sua corretora. Lembrando que é um fundo de renda variável e possui riscos.

2 – Fundos de investimento 

Uma vantagem de investir no exterior por meio de fundos de investimento é a simplicidade na operação. É importante conhecer as alternativas disponíveis, avaliar as estratégias e os objetivos e fazer o aporte. Entretanto, nem todo fundo é acessível. Alguns podem ser direcionados apenas a investidores qualificados, isto é, que possuem mais de R$ 1 milhão investidos ou são certificados para atuar como profissional do mercado financeiro.

3 – BDR

Sigla para brazilian depositary receipt. É um certificado que representa ações emitidas por empresas no exterior, mas o produto é negociado no pregão da bolsa brasileira. Essa opção estava disponível apenas para investidores qualificados até pouco tempo atrás, mas a Comissão de Valores Mobiliários já liberou para qualquer investidor. O lote mínimo para aquisição dos BDRs e ETFs também foi reduzido. Assim, ter uma carteira exposta a ações de grandes empresas mundiais – como Amazon, Google e Microsoft – sem precisar enviar recursos para fora do país ficou muito mais simples.

4 – COE

O certificado de operações estruturadas pode mesclar ativos de renda fixa e renda variável, por exemplo combinar títulos públicos e de crédito com estratégias em derivativos. E essa seleção de produtos pode incluir ativos no exterior. Esse tipo de investimento também pode oferecer capital protegido, ou seja, se o COE não atingir o resultado esperado, a pessoa recebe o mesmo dinheiro que aplicou. Mas é importante checar se a estratégia do COE está alinhada com seus objetivos e perfil de risco. Verificar também os custos embutidos que podem ser altos, além do vencimento, pois geralmente não há muita liquidez para resgate antecipado ou a instituição financeira pode cobrar multa nestes casos.

*Walter Poladian, CFP® é planejador financeiro e sócio-fundador da Fliper, plataforma de consolidação automática de investimentos – fliper@nbpress.com

Sobre a Fliper

Lançada em 2018, a Fliper é uma plataforma que consolida investimentos de bancos e corretoras de forma automática. Pode ser acessada pelo aplicativo ou versão web, de forma totalmente gratuita. Entre as suas principais funcionalidades, disponibiliza gráficos de rentabilidade da carteira, evolução do patrimônio, resumo financeiro, notícias dos principais portais financeiros, entre outras. Atualmente, a fintech mapeia mais de R$ 22 bilhões em investimentos e tem mais de 230 mil contas cadastradas. A Fliper faz parte do Grupo XP Inc.

Mercado Pet de medicamento deve voltar a crescer em 2021

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Coordenador da Comissão de Animais de Companhia (Comac) compartilha algumas previsões de tendências para o segmento

O Brasil conta com o segundo maior mercado de produtos pets do mundo, segundo uma pesquisa da Euromonitor International. E a pandemia não desacelerou o crescimento do setor, que deve fechar o ano com um faturamento em torno de R$ 37 bilhões. Os bons resultados têm atraído mais investimentos para o segmento e gerado oportunidades para quem quer empreender.

Olhando para os movimentos do setor, o coordenador da Comissão de Animais de Companhia (Comac) Leonardo Brandão compartilha algumas previsões de tendências de varejo e mercado para o segmento nos próximos anos.

Resiliência no setor 

Muitas áreas sofreram fortes impactos financeiros com a pandemia, mas esse não foi o caso do mercado pet de medicamentos. Leonardo aponta que, historicamente, o setor apresenta crescimento médio entre 15% e 18% ao ano.

“Apesar de um segundo trimestre de crise, como reflexo da pandemia e da retração do varejo como um todo, a expectativa é que possamos fechar o ano de 2020 com crescimento acima da nossa expectativa, que era ao redor de 6 a 8%. Tudo aponta para uma forte recuperação do setor de saúde pet, com uma expectativa de que 2021 seja um ano dentro da média histórica de crescimento”, revela.

Ele ressalta que, apesar de possuir características próprias, o mercado pet é sensível à queda do varejo. Caso ocorra uma segunda onda da pandemia e o retorno da restrição da circulação das pessoas, esses números poderão mudar.

“O ponto importante que eu vejo é que essa recuperação acelerada no terceiro trimestre de 2020 se deve a um fator interessante: aparentemente, a reclusão das pessoas em casa e o maior contato com os seus pets fez com que os tutores prestassem mais atenção às suas necessidades, o que pode ter um dos motivos da aceleração do setor”, observa.

Foco na saúde animal 

Segundo a pesquisa Radar Pet da Comac, grande parte dos brasileiros enxergam os pets como um filho ou membro da família. Por conta disso, a saúde dos animais de companhia é considerada tão importante dentro do lar quanto as das demais pessoas. Também existe uma grande preocupação com o envelhecimento do pet e o cuidado com a saúde preventiva dos animais.

Essa forte tendência de uma relação mais próxima entre os tutores e seus pets é o que leva ao aumento de vendas no setor de saúde pet, que deve fechar o acima com crescimento, como comentado. No entanto, alerta Leonardo, ainda há muito espaço para crescer: “boa parte dos tutores não faz cuidados preventivos com o seu pet, levando ao veterinário apenas quando o animal já está doente, apresentando sintomas”, ressalta.

Predominância dos gatos 

Apesar dos cães ainda predominarem os lares brasileiros, os gatos têm ganhado espaço e devem se tornar maioria nos próximos anos. Leonardo Brandão aponta que, em geral, os felinos costumam ser o primeiro contato de pessoas com os animais de companhia, principalmente para famílias de classe C. Além disso, o número de gatos conta com um crescimento 3 vezes maior do que os cães dentro do Brasil, segundo os dados da Comac.

“O gato é um animal de entrada para muitas pessoas e famílias. No Nordeste, por exemplo, há já uma predominância dos gatos. Um dos possíveis motivos para isso, além do perfil do animal, é um custo mais baixo mensal. Pela velocidade de crescimento da população de gatos e tendência de urbanização, e menos espaço de moradia, acreditamos que eles vão ser o pet do futuro”, observa.

Adoção de animais 

A adoção de animais tem sido uma tendência no setor pet e deve continuar em alta nos próximos anos. A prática é uma das principais formas de trazer os bichinhos para dentro de casa, de acordo com a pesquisa da Comac. Os dados mostram que 33% dos cães e 59% dos gatos presentes nos lares brasileiros foram adotados. Além da adoção, a origem mais comum dos pets é como um presente para os tutores, o que não exclui a possibilidade deles terem sido resgatados.

Em território brasileiro, existem aproximadamente de 84 milhões de animais de companhia e a estimativa é de que o número chegue a 101 milhões de animais até 2030, um aumento de 26% da população atual.

Veja mais dados sobre o mercado na pesquisa Radar Pet 2020 pelo link.

Sobre a Comac 

COMAC (Comissão de Animais de Companhia) foi criada em 2007 e trata dos interesses de um dos mais importantes e crescentes segmentos da indústria veterinária brasileira e mundial, o mercado de cães e gatos. A instituição surgiu com a necessidade de cuidar do mercado de animais de companhia e, por meio da interação com os principais players desse mercado, a COMAC executa ações que estimulam o desenvolvimento do mercado pet brasileiro, principalmente das áreas ligadas à saúde animal.

O Açúcar e o Sexo Feminino

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Você Sabia Que Aquela Vontade Irresistível De Comer Doces, Pode Ser Apenas Seu Corpo Querendo Uma Compensação?

Quem vai nos explicar melhor isso é a Dra Bruna Marisa, médica, pós graduada em endocrinologia e Medicina ortomolecular, Membro da SBEM e especialista em emagrecimento.

Depois de ouvir por volta de 5 mil pessoas, oInstituto Dante Pazzanese de Cardiologia de São Paulo, concluiu em sua pesquisa de campo, que o consumo de açúcar é maior entre as mulheres, com 53,3% em relação aos homens.

Isso pode estar associado a certos períodos na vida da mulher, quando o corpo vai em busca de alimentos com maior concentração de açúcar. Esse desejo de comer doces é mais intenso principalmente no período pré-menstrual (durante a TPM) e depois da menopausa; período de baixa nos níveis de progesterona e estrogênio.

“Esses períodos delicados na vida da mulher requerem maior atenção, seja na manutenção hormonal ou mesmo na dieta alimentar adequada que ela deve buscar”- comenta a Dra. Bruna Marisa, médica, especialista em emagrecimento, pós graduada em medicina ortomolecular e endocrinologia, com diversos títulos em medicina esportiva e membro da SBEM.

O consumo acentuado de doces, entre as mulheres, significa que o corpo está buscando uma compensação para a queda na produção hormonal que acaba alterando a geração de neurotransmissores.

Alguns alimentos acabam ajudando na produção de neurotransmissores. Como muitas pessoas já sabem, o chocolate estimula a produção de serotonina; neurotransmissor responsável pela sensação de prazer. Como por exemplo, o chocolate, (cacau) que ajuda na liberação de endorfina, substância natural (neuro-hormônio), responsável pela sensação de bem-estar e bom humor.

Mas Como Lidar Com O Consumo De Açúcar?

Sabemos que o açúcar é o vilão que nós colocamos dentro da nossa casa, que ele é responsável não apenas pelo ganho de peso, mas porque o açúcar é viciante; ele é absorvido rapidamente pelo nosso organismo, isso faz com que o corpo necessite de mais doses diárias. Além do cansaço demasiado e da irritação causado pelo consumo, o açúcar não vai acrescentar nenhum tipo de nutriente ao nosso organismo.

O açúcar não vai diminuir os sintomas de ansiedade, tampouco o estresse. A sensação de alívio é momentânea. O seu consumo ao longo da vida pode aumentar o risco de desenvolvimento de algumas doenças como hipertensão, diabetes e outros males.

“A dieta Low Carb pode ser uma alternativa bem interessante para muitas pessoas que desejam ter um maior controle sobre o consumo de carboidratos”- Ressalta a Dra. Bruna Marisa, que é praticante deste estilo de vida e indica para todos seus pacientes, conseguindo uma taxa de 100% de sucesso entre eles.

Uma opção para diminuir o consumo de açúcar são os chamados “doces funcionais”, que não tem açúcar branco e nem farinha refinada em sua composição; eles são feitos com ingredientes específicos para um melhor aproveitamento do alimento em benefício da saúde.

Não adianta o produto ser light ou mesmo diet, é necessário que o produto tenha os ingredientes adequados, necessário para se ter um alimento nutritivo. Por exemplo, o chocolate amargo, sem adição de leite, oferece os inúmeros benefícios do cacau.

Outra alternativa que pode ajudar para estimular a serotonina é a banana, carnes brancas, ovos e frutos do mar.

Seja qual for a dieta alimentar, seja no caso da manutenção hormonal ou não, é necessário deixar de lado os maus hábitos e adotar hábitos saudáveis, realizando exercícios físicos com regularidade, dormir bem e consumir muita água. E claro, ter sempre o acompanhamento profissional multidisciplinar; nutrólogos, nutricionistas, endocrinologistas e educadores físicos.

“A dieta alimentar ajuda, seja na saúde da mulher ou do homem, mas não podemos nos esquecer de que para termos uma vida saudável ao longo dos anos, se faz necessário uma mudança de hábitos integrais, ainda que isso venha exigir disciplina e esforço pessoal, os resultados são incríveis”- completa a Dra. Bruna Marisa.

Dra. Bruna Marisa é médica, pós graduada em Endocrinologia, membro da SBEM, pós graduada em Medicina Ortomolecular, especialista em Emagrecimento e Low Carb, com vários cursos na área de Medicina Esportiva, onde também atua. Autora do E-Book: Guia de Emagrecimento Definitivo e Duradouro.

Site: www.drabrunamarisa.com.br
Instagram: @drabrunamarisa
Youtube: https://youtube.com/drabrunamarisa

Traumas vivenciados podem gerar acúmulo de gordura corporal

A anatomia emocional pode ajudar.

A Anatomia Emocional é caracterizada pela relação entre o formato corporal que um indivíduo possui e sua história de vida. Muitos ainda acreditam que este formato é determinado pela genética, contudo, a partir de estudos aprofundados é possível perceber que as situações vividas impactam diretamente o delinear de um indivíduo.

Hoje, com a Anatomia Emocional, já se entende que as características de cada um partem da sua história, da sua forma de enxergar a vida e suas questões diárias. Padrões físicos familiares podem ser muito associados a padrões comportamentais familiares, em relação aos valores, princípios, crenças e comportamentos, sendo assim, uma mesma forma de enxergar a vida, acaba desenhando um mesmo formato corporal.

A Facilitadora de ConsCiência, Bianca Drabovski, apresenta “A gordura, por exemplo, pode ser analisada num contexto de tecido de proteção, tanto para agressões físicas ou psicológicas. Sentir-se desvalorizado aos olhos dos outros, faz com que a gordura se acumule no corpo. A parte do corpo aonde esse acúmulo ocorre me diz aonde aconteceu o trauma, ou o contexto do conflito que a pessoa viveu”.

Quando o indivíduo possui o acúmulo no braço, podemos investigar situações vividas num contexto de proteger a região dos braços, como por exemplo beliscões, tapas e apertões na região onde se localiza a gordura.

O acúmulo de gordura no abdômen pode indicar questões relacionadas ao “ninho”, pois o abdômen é nosso primeiro “ninho”. Isso pode trazer a informação de dificuldades de relacionamentos dentro do lar.

Estes são alguns exemplos, contudo não há uma “receita de bolo”. Na Anatomia Emocional o indivíduo é visto de maneira integral, onde todas as partes do corpo se relacionam, onde a gordura abdominal pode ter relação com uma hipercifose e com uma questão de fígado.

Para que estes truamas sejam resolvidos a própria Anatomia Emocional utiliza-se de recursos como posicionamentos corporais, e também exercícios para auxiliar nesta reprogramação do corpo.

Serviço: Bianca Drabovski Chemin
Facilitadora de Consciência, Terapeuta, Saúde integrativa
Facebook: @bianca.consciencia
Instagram: @bianca.consciencia
YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCQOsEgQOpzdoCLuqPhXzCog

Uma saúde mental equilibrada: um dos maiores pedidos ao Papai Noel neste ano de 2020

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O natal resgata a saga de um personagem muito característico nesta época do ano: O papai noel. Em nossas memórias lúdicas, o bom velho, abastece sua sacola de presentes com os pedidos e sonhos que acumulamos durante todo o ano, embarca em seu trenó e desliza pelos ares, distribuindo sonhos. Sua espera é muito desejada, principalmente pelas crianças que vivem essa magia no dia 25 de dezembro. Uma época que traz consigo uma mescla de sentimentos que nos envolvem, como últimos dias de um ciclo de muitas lutas e dificuldades, e a expectativa de um novo ano nos dando a oportunidade de um recomeço com novas possibilidades e objetivos. Principalmente em um ano tão atípico como foi esse 2020.
Foi um ano disruptivo que nos trouxe constantes mudanças e redesenhos. Sofremos perdas, vivenciamos de perto a dor. Saboreamos o gosto amargo de um luto coletivo, carregado de incertezas e insegurança. Ao mesmo tempo, nos enchemos de esperança por uma vacina que possa desacelerar o desenvolvimento avassalador de um vírus invisível que interrompeu vidas e famílias. E talvez um dos maiores aprendizados dos últimos meses tenha sido a constatação de que é preciso voltar para o essencial e ver que não precisamos de tantas coisas, mas de paz, harmonia, mais afeto, saúde, vitalidade, empatia, relações que possam nutrir nossa alma com alegria e amor. Percebemos a urgência do olhar sereno voltado para os detalhes e a valorização de pequenos prazeres. Entendemos que não controlamos nada. Nem o tempo, nem o que está externo a nós. Enfim, esse ano despertou a necessidade de conexão com nosso eu e nossa alma. Um reencontro consigo mesmo.
 O ano da valorização da saúde mental e do equilíbrio emocional que, em muitos ficou abalado. A pandemia evidenciou a fragilidade e debilidade do corpo e da mente. Estávamos tão distraídos com nossos afazeres diários que não nos demos conta do quão frágeis podemos ser. O natal e o fim de ano promovem o desejo de renascimento da esperança e é onde são feitas promessas lançadas ao universo. É quando refletimos sobre nossa vida e despertamos sonhos e desejos. Porém, é necessário lembrar que sonhar é um dos verbos mais bonitos, mas, realizar é o mais importante da vida. Independente de como tenha sido seu ano, difícil ou não (para a grande maioria foi sim muito difícil), devemos parar e fazer nossas reflexões à cerca do que está por vir e do que queremos para os próximos 365 dias. Com tudo isso, percebemos que a clássica sacola vermelha de papai noel em 2020 não vem carregada apenas de coisas materiais. E não poderia ser diferente.
Diante de tanta incerteza, medo e dúvidas dos últimos tempos, crescem e se espalham os desejos por presentes mais subjetivos, voltados para a saúde mental. Desejos de equilíbrio, resiliência e bem-estar. Principalmente para quem perdeu pessoas queridas e evidenciou que, bens materiais não preenchem o espírito e o vazio deixado pela ausência. Com isso, o bom velhinho é a personificação dessa esperança por dias melhores.
Porém, não vamos sobrecarregar o bom velhinho com tantos pedidos. É claro que muitos destes desejos, dependem única e exclusivamente de ações nossas. Uma ressignificação da mente e de nossa maneira de ver o mundo e nossas relações interpessoais. Sua dedicação e foco devem ser considerados e potencializados para que, no próximo ano, algumas situações possam ser mudadas e corrigidas, sem lamentações.
Precisamos deixar de sermos reféns de nossos sonhos vazios, e através de atitudes criarmos possibilidades para que as pessoas possam praticar o “bem sem olhar a quem”, promover o respeito como moeda essencial nas relações humanas, a fim de que a ética e a moral sejam práticas rotineiras para um bem coletivo. Que possamos estar abertos para discordar de nós mesmos, modelar nossa visão de mundo de acordo com os fatos, e não os fatos de acordo com nossa visão de mundo, pois as nossas crenças, verdades e respostas absolutas não são o único caminho correto para se achar sentido na vida; outras possibilidades podem existir além do significado que nós mesmos damos. E que junto ao anúncio de chegada de um novo ano possamos estar com nossa mente e corações cheios de esperança e resiliência para sermos e fazermos um 2021 bem melhor.
Não caia na armadilha de se deixar levar pela ilusão imposta de que, é uma época em que temos a obrigação de estar sempre feliz. Isso não é verdade. Essa configuração de compromisso de uma alegria plena, apenas cria frustração. Vamos respeitar a individualidade do outro. Entendendo que cada um tem seu tempo. Nem todos estão em momento de pensar em coisas boas, tivemos muitas separações e lutos. A significação das perdas é subjetiva. Não se pode atropelar o outro pela imposição do otimismo. Desligetimar a experiência de dor das pessoas é um ato negligente e irresponsável.
Portanto, a palavra chave para o próximo ano é RESILIÊNCIA. Não se nasce forte, torna-se! Apesar disso, acredite que poderá ser forte e busque por isso. Se em algum momento isso não for possível, não se cobre tanto. Até no caos nos descobrimos seres humanos e encontramos a nossa verdade. Quanto ao papai noel, você pode sim, elevar seus desejos para que ele traga saúde mental, equilíbrio e muita força para você dentro da gigante sacola que ele carrega em todos os natais. Mas, lembre-se que só através do autoconhecimento e do compromisso consigo mesmo é que você poderá minimizar as angústias e frustrações acumulados nos últimos tempos. Então, ame, chore, grite, sorria, reflita e se permita viver como um grande desbravador de seus desejos e descubra o verdadeiro significado desta data. Embora o tempo seja sempre o mesmo, essa convenção se reveste de importância na medida em que, nos condicionando ao início de uma etapa diferente, renovada, fazendo o verdadeiro uso do significado do natal (nascer/renascer), sintamo-nos emulados a uma renovação.
 Transforme-se intimamente e faça uma desconstrução de tudo o que limita e impede seu crescimento. Busque ampliar os sentidos para um novo olhar e uma nova vida. Abrace sua transformação e, com dedicação e foco, considere e potencialize o que tem de melhor para que, no próximo ano, algumas situações possam ser mudadas e corrigidas, através do fortalecimento da esperança e da vontade de ser melhor. Sua saúde mental agradece.
Drª. Andréa Ladislau
* Psicanalista
* Doutora em Psicanálise
* Membro da Academia Fluminense de Letras – cadeira de numero 15 de Ciências Sociais
* Administradora Hospitalar e Gestão em Saúde
* Pós Graduada em Psicopedagogia e Inclusão Social
* Professora na Graduação em Psicanálise
* Embaixadora e Diplomata In The World Academy of Human Sciences US Ambassador In Niterói
* Professora Associada no Instituto Universitário de Pesquisa em Psicanálise da Universidade Católica de Sanctae Mariae do Congo
* Professora Associada do Departamento de Psicanálise du Saint Peter and Saint Paul Lutheran Institute au Canada, situado em souhaites.

Seguro viagem ganha ainda mais importância com a pandemia

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Aos poucos o turismo vai retomando suas forças. E neste “novo normal”, devido a pandemia de Covid-19,o seguro viagem passa a ser um item essencial e, na maioria dos casos, obrigatório. Com um preço médio de R$3,00 a R$5,00 para viagens nacionais, e de R$13 a R$14 para passeios internacionais, é ele que garantirá ao viajante o amparo necessário em qualquer situação de emergência, oferecendo assistência em caso de eventualidades.

 “Muitas pessoas o encaram como um “gasto a mais” e acabam optando por viajar sem ele. Mas já pensou que uma pessoa pode estar do outro lado do mundo, sem falar a sua língua materna, e um imprevisto acontecer? Dentro do valor das coberturas, o segurado estará coberto de diversas situações como consultas médicas hospitalares, assistência jurídica, extravio de bagagem e até cancelamento de voos”, explica Paulo Zamboni, CEO da Seguros Promo.

Para proporcionar mais conforto e tranquilidade aos viajantes, a Seguros Promo firmou parcerias com algumas operadoras de seguro viagem que oferecem cobertura em caso de Covid-19.

“A cobertura de gastos médicos por conta de epidemias e pandemias costuma ser excluída de apólices de seguro viagem por ser um evento imprevisível e de alto risco. Porém, na pandemia de Covid-19, algumas seguradoras flexibilizaram o contrato e passaram a incluir a cobertura para o novo coronavírus em seus produtos, como é o caso da GTA,  Intermac, Travel Ace e Affinity”, explica Zamboni.

Os preços das coberturas de Covid-19 estão sujeitos ao destino de viagem e varia de operadora para operadora.

Como cotar o melhor plano

O CEO da Seguros Promo conta que na hora de escolher o seguro viagem é preciso avaliar todos os cenários. “O destino, a duração da viagem, o roteiro e a idade dos viajantes são alguns fatores que influenciam nessa decisão. Se, por exemplo, você estiver viajando durante uma gestação ou for praticar esportes, é preciso contratar um plano de seguro viagem que apresente coberturas específicas”, alerta.

Obrigatoriedade do seguro viagem

Hoje, com o Tratado de Schengen, que conta com mais de 30 países europeus, os turistas que pretendem visitar países signatários devem, obrigatoriamente, apresentar o seguro viagem no momento de desembarque. O seguro deve cobrir os custos médicos e hospitalares em um valor mínimo de 30 mil euros. “Um dos principais objetivos dessa obrigatoriedade é garantir que o viajante terá a condição de arcar com eventuais custos médicos durante a sua viagem”, enfatiza.

Zamboni alerta que na viagem é sempre bom deixar junto ao passaporte e aos demais documentos a apólice do seguro, que constará o nome do viajante e telefone de contato do país no qual se encontra. Além do mais, o seguro é válido em todo o momento da viagem, desde a sua entrada no país até o retorno ao Brasil.

Outra dica valiosa é contratar o apólice com vencimento para um dia após a data da viagem de volta. “Caso aconteça algum imprevisto com o voo, o viajante ainda poderá acionar sua operadora e assim ter o apoio que necessita”, pontua.

Sobre Seguros Promo

A Seguros Promo é uma plataforma que funciona como um buscador de seguros de viagem e, através dela, é possível ter acesso a uma variedade de seguradoras líderes no mercado e com preços especiais. Saiba mais em https://www.segurospromo.com.br/?utm_medium=afiliado&pcrid=2622&utm_source=site-blog&pcrtt=acs_interface.

Como entrar em 2021 sem dívidas?

O primeiro passo é definir as prioridades no orçamento e quitar as dívidas. 

A primeira e a segunda parcela do décimo terceiro salário já estão na conta. Com dinheiro extra na mão, para entrar em 2021 sem dívidas, o melhor a se fazer é planejar.

A consultora de gestão financeira e sócia na Gontijo Soluções, Georgiane Gontijo de Oliveira, explica que é preciso definir as prioridades no orçamento. “A primeira coisa a se fazer com o dinheiro de férias e 13º salário é quitar as dívidas. Se for com loja, com banco, aluguel atrasado, prestação de casa ou apartamento, cheque especial e cartão de crédito, ou mesmo uma contra atrasada de energia, tudo isso precisa ser pago. Se o dinheiro não for suficiente, negocie, mas não deixe virar uma bola de neve. E se ainda der para guardar um pouco, bom”, diz.

Hora de ir às compras 

Depois de fazer o dever de casa, é hora de ir às compras, mas com uma ressalva. “Cuidado com as compras parceladas e de itens desnecessários. O melhor é sempre pagar à vista e não se comprometer financeiramente com contas a longo prazo. Compre o que for realmente necessário, busque por promoções. Janeiro já está logo ali, por isso, não gaste mais do que você ganha”, aconselha.

Ela explica que ao quitar as dívidas as pessoas abrem crédito novamente e o gasto precisa ser mais consciente. “Para quem anda com as finanças na corda bamba, o ideal é estabelecer um teto de gastos e fugir de gastos excessivos. O que não pode é gastar com presentes de Natal para os familiares, garantir a viagem, sem se preocupar com o que está ‘pendurado’”, ressalta.

A especialista lembra que as contas extraordinárias de início de ano, como despesas como IPVA e seguro, IPTU, material escolar, rematrícula, entre outras despesas não podem se acumular com parcelas de compras de Natal a perde de vista. “Se for possível pagar IPTU e IPVA, que normalmente vêm com desconto à vista, melhor ainda”, pondera Georgiane.

Enquanto muitos se enrolam nas dívidas, outros conseguem se planejar e se dar de presente, fazer uma viagem, dar entrada em um carro mais novo e realizar sonhos. “Não é o quanto a pessoa ganha. Há profissionais que ganham muito bem, mas não têm controle financeiro, vivem devendo e no aperto, chegam ter bens penhorados. Já outros, nem ganham tão bem assim, mas vivem de forma equilibrada, gastam o que podem, tentam comprar mais à vista, deixar as vezes de ter para não dever, enfim pensam mais no futuro, em zelar pelo nome e em estar em paz com o travesseiro”, conclui.