terça-feira, junho 23, 2026
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STF invalida lei de Uberlândia que vedava linguagem neutra nas escolas

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O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), por unanimidade, declarou inconstitucional parte de uma Lei de Uberlândia (MG), que vedava o uso de linguagem neutra e dialeto não binário na grade curricular e no material didático de escolas públicas ou particulares daquele município.

O tema posto em julgamento não é novidade, tendo, inclusive, a Ministra Relatora, citado em seu voto diversos precedentes, em Medidas Cautelares, que determinaram a suspensão da vedação da inclusão de linguagem neutra no currículo escolar de outras localidades, a saber: Navegantes/SC, Estado do Amazonas, Águas Lindas de Goiás/GO, Rondonópolis/MT e do Estado de Rondônia.

As legislações municipais e estaduais citadas retratam uma preocupação de brasileiros, representados por seus legisladores, com o correto ensino da língua portuguesa no material didático das escolas. Ocorre que há uma hierarquia legal e competências legislativas dispostas em nossa Constituição Federal que devem ser observadas e respeitadas.

A legislação municipal de Uberlândia ao proibir o uso da linguagem neutra na grade curricular e no material didático de instituições de ensino públicas e/ou privadas usurpou competência da União sobre as diretrizes e base educacional de acordo com o artigo 22, XXIV da CF/88.

“Art. 22 – Compete privativamente à União legislar sobre; (…)

XXIV diretrizes e base da educação nacional;”

Portanto, a meu ver, não restam dúvidas quanto a assertividade jurídica do Plenário do STF ao decidir pela inconstitucionalidade da legislação do município de Uberlândia.

Lado outro, quanto as demais conclusões do voto, em dizer que “a proibição do uso da denominada linguagem neutra desatende a garantia da liberdade de expressão, manifestada pela proibição de censura (inc. IX do art. 5º da Constituição), a promoção do bem de todos, sem preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer ou quaisquer outras formas de discriminação …” não parece razoável.

Dizer que utilização de linguagem neutra – não agasalhado pelas regras da ortografia e gramática – em material didático escolar, afronta a liberdade de expressão, com todo respeito, é uma interpretação retirada a fórceps.

A prevalecer o contorcionismo interpretativo, sequer a União poderia legislar sobre a matéria, pois se assim o fizesse estaria confrontando os direitos e garantias individuais. Não se trata de liberdade de expressão, mas de material didático escolar, ou seja, material de ensino aos alunos, inclusive sobre a língua portuguesa, que não mudou.

O fato do indivíduo poder utilizar da linguagem neutra em seu “dia a dia” não altera o ensinamento correto da nossa língua. Ao dar guarida a esta interpretação, alunos poderão cometer erros ortográficos e gramaticais, as escusas da liberdade de expressão.

Acolher este entendimento, data vênia, absurdo, se porventura um aluno escrevesse em uma prova “nois vai” ou “a gente fomos” não poderia ser corrigido, pois estar-se-ia afrontando a liberdade de expressão, o que não coaduna com os ditames Constitucionais.

Como dito, entendo acertada a decisão no que tange a competência legislativa, mas os demais argumentos fogem da razoabilidade.

Tenho dito!!!

Bady Curi Neto, advogado fundador do Escritório Bady Curi Advocacia Empresarial, ex-juiz do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) e professor universitárioSTF invalida lei de Uberlândia que vedava linguagem neutra nas escolas

Exposição “João Congo” será inaugurada no Palácio d’Ouro, em Ouro Preto (MG)

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A abertura será realizada em 13 de fevereiro, para convidados, no Centro Cultural Palácio d’Ouro, em Ouro Preto. O período de visitação é entre os dias 14 de fevereiro a 15 de abril

A exposição “João Congo” é um convite a voar pelas tramas do tempo e do espaço, redescobrindo a beleza e a potência do encontro entre o homem e a natureza. A mostra reúne o trabalho da artista Valdelice Neves e a curadoria de David Faria e Anna Maria Toledo. A realização cultural é dividida entre o Instituto e Memorial Yara Tupynambá, Ajê Bistrô e Palácio d’Ouro. A abertura será realizada em 13 de fevereiro, para convidados, no Centro Cultural Palácio d’Ouro, em Ouro Preto (MG). O período de visitação é entre os dias 14 de fevereiro a 15 de abril.

O artista, chef e proprietário do Ajê Bistrô, vice-presidente do Instituto e Memorial Yara Tupynambá, David Faria, se sente honrado por fazer parte desse trabalho. Além de apoiar culturalmente, David também é curador da exposição. O artista se sente honrado por estar presente neste projeto. “Fazer parte desta exposição com o Ajê e o Instituto, é gratificante. A arte me move e me inspira”, comenta. Faria também ressalta a importância de a exposição ser realizada no Palácio d’Ouro. “O Palácio foi a primeira residência construída em Ouro Preto, do século XVII. Fazer parte de um projeto dentro do Palácio, é extremamente satisfatório”, salienta.

Anna Maria Toledo é graduada em Museologia pela Universidade Federal de Ouro Preto e especialista em Conservação e Restauração de Escultura em Madeira pela Universidade Santa Úrsula. Atualmente, coordena o Centro Cultural Palácio d’Ouro, recentemente inaugurado em Ouro Preto. Para Anna, ser curadora desta exposição no Palácio d’Ouro, junto ao David Faria, é um privilégio e uma grande responsabilidade. “Como curadores, buscamos que a exposição dialogue com a história e a identidade do Palácio, criando uma vivência enriquecedora para todos que aqui vierem”, conta.

O espaço, que passou por 15 anos de minuciosa restauração, já se consolidou como um dos principais atrativos culturais da cidade, destacando-se pela preservação e valorização do patrimônio histórico. “Receber João Congo de Valdelice Neves no Palácio d’Ouro é um marco para apresentar o espaço enquanto Centro Cultural, uma oportunidade de fortalecer a relevância cultural, atrair novos públicos e valorizar ainda mais a história do Palácio d’Ouro e de todos que passarem por aqui – personalidades e artistas”, conclui.

A artista Valdelice Neves, sente muito orgulho por mostrar sua exposição. “Me sinto muito honrada, foi um convite que me deixou muito feliz e também me deu um incentivo muito grande, de investir bastante nessa exposição”, afirma. Valdelice sente que o espaço nasceu para receber João Congo. “O objetivo de levar “João Congo” para Ouro Preto e para aquele espaço é o tornar mais conhecido e protegido. É uma oportunidade para o público conhecer esse pássaro genial, que é um dos pássaros mais inteligentes. Parece que o espaço foi feito para receber “João Congo”. É um privilégio me sentir ali”, conclui.

Empresas do grupo detentor da Callink anunciam a aquisição de operações de Call Center, Tratamento de Alertas, Chargebacks e Back Office de Cartões da Fidelity no Brasil

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Empresas do grupo detentor da Callink (“Grupo Callink”), empresa que há 18 anos atua no mercado de Call Center e Tecnologia, anunciaram a assinatura de Contrato de Compra e Venda de Quotas com a Fidelity Holding Ltda., para a aquisição da Fidelity National Serviços e Contact Center Ltda., empresa sediada no Brasil e especializada em operações de Call Center, Tratamento de Alertas de Prevenção a Fraudes, Chargebacks e Back Office de Cartões no Brasil.

Mediante a consumação desta aquisição, que foi aprovada pela Superintendência-Geral do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), conforme publicado no Diário Oficial da União no dia 29 de janeiro de 2025, aguardando somente o decurso do prazo de interposição de recurso por terceiros ou avocação pelo Tribunal do CADE, o Grupo Callink agregará ao seu portfólio os Serviços de BPO especializados na indústria financeira e de cartões até então prestados pela Fidelity no Brasil, assumindo a gestão das unidades operacionais de Jundiaí e Barueri, no Estado de São Paulo, que, somadas às unidades já detidas pelo Grupo Callink, existentes em Uberlândia e Uberaba, no Estado de Minas Gerais, aumentarão a capacidade operacional do Grupo Callink. Além disso, o Grupo Callink agregará ao seu portfólio ainda mais serviços de alta complexidade e especialização, adicionando valor a oferta de serviços das empresas do respectivo grupo.

Segundo o CEO da Callink, Fabiano Batista, essa aquisição reforça o interesse do Grupo Callink em seguir crescendo, inovando e ampliando a oferta de soluções para o mercado. “Estamos atentos às oportunidades, sempre com foco em ampliar a oferta de serviços de excelência e a ampliação das soluções que disponibilizamos. Foi assim que surgiu a possibilidade desta aquisição, a qual resultará na ampliação de nossa presença no mercado nacional, passando a atuar também em São Paulo. Este é um importante passo para o Grupo Callink, que caminha rumo às suas duas décadas de fundação, apostando na inovação e no crescimento sustentável de seus negócios”, destacou o CEO.

Artista estreia espetáculo sobre relações amorosas e inteligência artificial

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Sobre date(s), surtos e insuficiências tem entrada gratuita neste sábado (15), às 20h, no Cineteatro Nininha Rocha

Cada vez mais pessoas se conhecem a partir de conexões em aplicativos digitais. Com a facilidade do encontro na palma da mão, as relações também parecem se tornar mais virtuais e menos reais. É a partir dessas reflexões que surge o espetáculo de dança Sobre date(s), surtos e insuficiências, que estreia em uma única sessão neste sábado, 15 de fevereiro, às 20h, no Cineteatro Nininha Rocha (Praça Prof. Jacy de Assis, s/n – Centro) em Uberlândia (MG). Os ingressos são gratuitos e podem ser reservados pela plataforma Sympla. A apresentação conta com com acessibilidade em audiodescrição.

O trabalho foi desenvolvido no último ano por Vanessa Garcia, com direção de Herick Fernandes e o incentivo da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, por meio do edital nº 08 de 2024 – Territórios e Paisagens Culturais. Segundo Vanessa, “a obra surgiu a partir de minhas próprias experiências enquanto artista ao buscar e entender a minha posição no mundo, além de relacionamentos e encontros que tive nos últimos anos, e como eles me fizeram sentir. Além disso, a relação com a tecnologia também foi um disparador de criação. A partir de experimentações o trabalho foi criado, resultando em 3 cenas que são apresentadas de forma interativa com o público”

O espetáculo aborda diferentes temas relacionados à realização pessoal e profissional, a busca incessante pelo amor e as consequências adversas dessa jornada contemporânea. Com referências a séries e filmes como Black Mirror, Alice no País das Maravilhas, Inveja e Hannibal, a obra é uma performance contemporânea que convida o público a participar das cenas por meio de interações e diálogos com a intérprete. Com o espetáculo, o diretor deseja que o público se questione “Qual é o limite entre realidade e virtualidade? Como construir relações sólidas na era da liquidez? Quais são os nossos limites? Até onde estamos dispostos a ir para conquistar um objetivo?”

ESPETÁCULO “SOBRE DATE(S), SURTOS E INSUFICIÊNCIAS”
Direita ou esquerda? Avançar ou recuar? Onde é o meu lugar? Para onde devo ir? Questionamentos que os primeiros Homo sapiens já faziam. Cada escolha parece definir um destino, uma dança entre dúvidas e certezas, entre o real e o ideal. Amar se torna uma coreografia de encontros e desencontros, onde ser suficiente parece estar num recipiente.

Neste espetáculo um corpo se move na velocidade do questionamento. Entre algoritmos e sentimentos, como amar na era do 5G? Como manter a essência quando os robôs competem pela perfeição? Como ser Humana o bastante, quando o mundo exige eficiência sobre emoção?

Enquanto uma tentativa de resposta às necessidades da sociedade, este ato artístico flerta com a inteligência artificial.

SOBRE OS ARTISTAS
Vanessa Garcia é mestre em Artes Cênicas e graduada em Dança pela Universidade Federal de Uberlândia. Vanessa atua como produtora cultural realizando a elaboração e execução de projetos culturais. É produtora da Paralela Plataforma de Arte e do Provisório Corpo Grupo de Dança. Corporalmente Vanessa pesquisa Danças Urbanas, Dança Contemporânea e Performance de forma presencial e nos meios audiovisuais.

Herick Fernandes é bailarino, fisioterapeuta, professor de dança contemporânea e produtor cultural. Integrou a Cia de Dança Bittencourt, participando de festivais como o 40º Festival de Dança de Joinville e o Festival Internacional de Dança Goiás. Produziu o vídeodança “Na Minha Epiderme” (2024), participou em Uberlândia da produção do espetáculo “Traidor” (2024), de Marco Nanini, e idealizou o festival CRIA – Dança Contemporânea (2023). Também atuou na gestão cultural como vice-representante do Fórum Setorial de Dança de Uberlândia (2020).

SERVIÇO
Espetáculo de dança Sobre date(s), surtos e insuficiências
Quando: Sábado, 15 de fevereiro, às 20h
Onde: Cineteatro Nininha Rocha
Endereço: Centro Municipal de Cultura. Praça Prof. Jacy de Assis, s/n – Centro, Uberlândia (MG)
Classificação indicativa: Livre
Entrada gratuita com reserva de ingressos pelo Sympla: https://www.sympla.com.br/evento/espetaculo-sobre-date-s-surtos-e-insuficiencias/2822315
Mais informações: https://www.instagram.com/vanessagarciaroxxy/

Clássico de Caetano Veloso é adaptado para a pluralidade da música de Minas Gerais

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A genialidade da música brasileira não tem fronteiras a ponto de atravessar a divisa da Bahia para Minas Gerais e importar um pouco do swing baiano para calmaria das alterosas mineiras. Essa mistura é a nova proposta da Banda Bistrô, que acabou de apresentar seu mais novo álbum “A banda que canta o amor”, trabalho que chegou nas plataformas digitais guiado pela música “Lua e estrela”.

Esse clássico, eternizado na voz de Caetano Veloso no disco Outras Palavras (1981), chegou nas mãos da Bistrô para uma roupagem típica dos meninos de Belo Horizonte, mas não muito distante da musicalidade que o Gênio da Tropicália reproduziu. Composta por Vinicius Cantuária, a canção mistura elementos de MPB com uma leve influência de reggae, algo inovador na música brasileira para o início dos anos 80, quando foi gravada pela primeira vez.

Na versão da Bistrô, a sonoridade que Cantuária e Caetano deram a música foi mantida, mas de um jeitinho mais mineiro com notas mais intensas e bases instrumentais que trouxeram notas mais próximas do samba. O que não distancia a MPB.

“Lua e estrela tem uma base musical com um toque suave e ritmado, com uma batida influenciada pelo reggae resultando em uma interpretação delicada e envolvente. Esse conjunto que caiu tão na voz na Caetano sempre me encantou enquanto músico. Acho que todo mineiro tem uma paixão secreta pela música baiana e quando nos surgiu a oportunidade, solicitamos a gravadora os direitos autorais para regravarmos uma versão nossa dessa canção. Gostamos muito do que apresentamos e temos visto o público se interessar também”, conta Wallace Laender, vocalista do grupo.

Além dos feedbacks pessoas e de fãs nas redes sociais, Lua e estrela se aproxima de 100 mil visualizações no Spotify menos de um mês de seu lançamento. Façanha que Wallace Lander comemora. Até porque, o novo hit da Banda Bistrô traz consigo uma história de um homem apaixonado enlouquecido por sua amada que o acaso luta para esconder.

“Estamos muito felizes com este trabalho e queríamos que mais pessoas ouvissem nossa música. A composição apresenta uma atmosfera lírica e contemplativa, abordando temas como amor, conexão e transcendência. A metáfora da “lua” e da “estrela” sugere uma relação de admiração mútua e um equilíbrio harmônico. É um verdadeiro frio na barriga adolescente de um amor que pode ou não acontecer”, conta Wallace.

Além de Lua e estrela, o álbum A banda que canta o amor conta com 7 novas canções. 6 dessas são autorais e carregam a identidade da Bistrô bastante forte. Outro destaque do álbum é a faixa “Sabe eu”, composição de Weverson Fabrício, vocal e guitarrista da banda.

Fundação CDL Uberlândia está em busca de talentos humanos para ocupar vagas ofertadas por empresas parceiras

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Quer começar o ano empregado? A Fundação CDL Uberlândia conta com um banco de mais de 200 oportunidades de emprego e estágio disponibilizadas por empresas parceiras à entidade. Para participar da seleção de candidatos basta cadastrar o currículo no site www.cdludi.org.br.

Confira abaixo algumas vagas:

Vagas de emprego
Vaga: Motorista Entregador
Horário: Segunda a sexta, das 08h:00 às 18h:00 com 1h:15 de almoço.
Salário: R$ 2.000,00
Benefícios: Vale transporte; Convênio Odontológico – sem coparticipação da UNIODONTO; Convênio Médico – com coparticipação da UNIMED; Vale Alimentação R$ 300,00 no cartão da TICKET.
Link: https://jobs.quickin.io/cdludi/jobs/679cfb08810d3c001268c521

Vaga: Recepcionista
Horário: Segunda a sexta, das 08h00 às 17h30 com 1h30 de almoço.
Salário: R$ 1.682,00
Benefícios: Vale Transporte.
Link: https://jobs.quickin.io/cdludi/jobs/6780285f4619b30014fa9470

Vaga: Vendedor(a)
Horário: Segunda a sexta, das 08h00 às 18h00 (2 horas de almoço); e aos sábados das 08h00 às 12h00.
Salário: R$ 1.662,00
Benefícios: A comissão varia de 0,83% sobre pneus e serviços;
A comissão varia de 1,66% sobre peças;
Vale Transporte (cartão);
Convênio Odontológico Uniodonto – sem coparticipação;
Convênio Médico RN – com coparticipação e desconto.
Link: https://jobs.quickin.io/cdludi/jobs/67a6551b46feb40013e5b9cd

Vaga: Supervisor de Pista
Horário: segunda a sexta-feira, 08:00 às 17:00; sábado 08:00 às 12:00 – horário flexível/comercial
Salário: R$ 3.000
Benefícios: Vale Alimentação (R$ 205,00);
Ajuda de Custo;
Clube Tangará: R$ 87,40 (mensal, plano familiar, descontado em holerite).
Link: https://jobs.quickin.io/cdludi/jobs/6736492646b5510013180e9e

Vaga: Vendedor (a)
Horário: Segunda a sexta, das 09h00 às 18h00; e aos sábados das 09h00 às 14h30 ou das 10h00 às 15h30.
Salário: R$ 1.523,00
Benefícios: Vale alimentação (R$ 150,00);
Comissão de 1% sobre metas alcançadas.
Link: https://jobs.quickin.io/cdludi/jobs/6758584b6932720013b58802

Vaga:  Vendedor (a) Externo – Estética Automotiva
Horário: Segunda a sexta-feira das 08:00 às 18:00 (com 2h de almoço) e sábado das 08:00 às 12:00.
Salário: R$ 1.500,00
Benefícios: Vale transporte;
Adicional de periculosidade (R$ 450,00);
Comissão;
Veículo ofertado pela empresa;
Custos de viagem arcados pela empresa.
Média salarial com comissão: R$3.000,00.
Link: https://jobs.quickin.io/cdludi/jobs/6729317541305f00133de076

Vagas de Estágio
Vaga:  Estágio Ensino Superior em Marketing
Horário:  Segunda a sexta-feira das 10:00 às 15:00 (com quinze minutos de intervalo).
Bolsa Auxílio: R$ 1.200,00
Benefícios: Vale Transporte
Link: https://jobs.quickin.io/cdludi/jobs/679228ccd90e5800131ea15a

Vaga: Estágio Ensino Superior em Departamento Pessoal
Horário: Segunda a sexta-feira das 12:00 às 18:00.
Bolsa Auxílio: R$ 860,00
Benefícios: vale transporte; Vale Alimentação (R$22,91/dia).
Link: https://jobs.quickin.io/cdludi/jobs/679b8b4347926d001306c758

Vaga: Estágio Ensino Superior ou Técnico em Tecnologia
Horário: Segunda a sexta-feira das 09:00 às 14:00;
OU de segunda a sexta-feira das 12:00 às 18:00.
Bolsa Auxílio: R$ 1.200,00
Benefícios: Vale Transporte (pago em dinheiro, no valor de R$ 180,00);
Vale Alimentação (cartão IFood de R$ 300,00);
Convênio Médico Unimed;
Convênio Odontológico Uniodonto.
Link: https://jobs.quickin.io/cdludi/jobs/67a4a3d7c0b95a0013c0f84a

Vaga: Estágio Ensino Superior em Arquitetura ou Engenharia Civil
Horário: Segunda a quinta-feira 12h00 às 18h00; sexta-feira, das 11h00 às 17h00.
Bolsa Auxílio: R$ 800,00
Benefícios: Vale transporte.
Link: https://jobs.quickin.io/cdludi/jobs/67991e7a3dcca100133a93df

Vaga: Estágio Ensino Superior em Pedagogia
Horário: Segunda a sexta-feira 09:00 às 15:00.
Bolsa Auxílio: R$ 700,00
Benefícios: Vale transporte (pago em dinheiro).
Link: https://jobs.quickin.io/cdludi/jobs/675c6a101e1a4200136dc3ae

Vaga: Estágio Ensino Superior em Tecnologia – Tester
Horário: Segunda a sexta-feira das 10:00 às 12:00 e das 13:00 às 17:00 (Intervalo de 1 hora).
Bolsa Auxílio: R$ 1.000,00
Benefícios: vale transporte; Gympass; Descontos em farmácias, exames, e consultas presenciais e online; Teleconsultas gratuitas.
Link: https://jobs.quickin.io/cdludi/jobs/67939b563bfcbb0013532184

A regra dos 10%: entenda o peso ideal para a mochila dos estudantes

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Ortopedista explica como evitar complicações durante toda a jornada escolar

Com a volta às aulas, é comum ver vários estudantes com suas mochilas por aí. No entanto, é importante verificar o peso da bolsa de cada um, visto que o excesso de carga pode trazer riscos para a saúde, como problemas ósseos ou dores que podem impactar o desenvolvimento físico. Má postura e condições mais graves, como escoliose, por exemplo, podem ser agravados.

‘‘O peso ideal da mochila para jovens em idade escolar, que vai de entre seis a 18 anos, deve ser de, no máximo, 10% do peso corporal. Esse é um dado da Organização Mundial da Saúde (OMS). Além disso, a boa distribuição dos materiais também é importante: o ideal é organizá-los de forma equilibrada entre os compartimentos. Caso a mochila seja de duas alças, ambas devem ser usadas. Não se deve carregá-la em apenas um ombro”, orienta Felipe Mesquita, ortopedista da Hapvida NotreDame Intermédica.

Existem outras dicas que, no dia a dia, fazem bastante diferença. Isso inclui carregar apenas o necessário para o dia e utilizar armários escolares sempre que possível. Os pais também têm um papel muito importante: organizar o material junto com os filhos, selecionando apenas o essencial, além de orientar os jovens a cuidar da postura.

O ortopedista também ressalta a importância de observar sinais de que a mochila pode estar causando problemas. “Se a criança ou adolescente relatar dores frequentes nas costas, nos ombros ou no pescoço ou se você notar alterações na postura, como caminhar curvado para a frente, é importante procurar um médico para uma avaliação. Esses sintomas podem ser indicativos de que o peso da mochila está além do ideal e já está afetando a saúde do estudante”, conclui Mesquita.

Bazar de fevereiro do Grupo Luta Pela Vida em prol da luta contra o câncer acontece nesta quinta-feira (13)

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O Grupo Luta Pela Vida realizará mais uma edição do Bazar Solidário, oferecendo ao público a chance de renovar o guarda-roupa e a casa enquanto contribui para a luta contra o câncer. A ação acontece nesta quinta-feira, dia 13 de fevereiro, das 8h às 16h, na sede da instituição, localizada na Rua Francisco Cândido Xavier, nº 240, bairro Alto Umuarama, em Uberlândia.

No bazar, os visitantes encontrarão uma grande variedade de produtos, como roupas femininas, masculinas e infantis, calçados, acessórios, itens de decoração e muito mais, com preços a partir de R$ 3,00. Além de garantir boas compras, quem participa também ajuda diretamente na manutenção do tratamento oncológico humanizado oferecido pelo Hospital do Câncer em Uberlândia (HC-UFU/Ebserh), já que 100% da renda arrecadada é revertida para essa causa.

Bazar Solidário é uma das ações promovidas pelo Grupo Luta Pela Vida, organização filantrópica que há 28 anos apoia o atendimento a mais de 8 mil pacientes oncológicos de Uberlândia e região.

Bazar Solidário – Fevereiro
Data: 13/02/2025 (quinta-feira)
Horário: 8h às 16h
Local: Rua Francisco Cândido Xavier, 240 – Bairro Alto Umuarama, Uberlândia

Missão Sal da Terra promove capacitação para Famílias Acolhedoras em Uberlândia

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A Missão Sal da Terra, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social e o Poder Judiciário de Uberlândia, lança um apelo à comunidade para a participação no programa de Famílias Acolhedoras. A iniciativa busca proporcionar um ambiente seguro e afetuoso para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, oferecendo-lhes um lar temporário repleto de amor e cuidado.

Para fortalecer essa rede de acolhimento, a Missão Sal da Terra promoverá um Curso de Formação para Famílias Acolhedoras, que ocorrerá nos dias 10, 11, 12, 17 e 18 de fevereiro, das 19h às 22h, na Rua Euclides da Cunha, 920, Bairro Custódio Pereira, Uberlândia. A capacitação é essencial para preparar as famílias interessadas, abrangendo temas fundamentais como apoio emocional, cuidado individualizado e o processo de desligamento da criança ou adolescente quando chega o momento de retorno à família de origem ou adoção.

“Nosso objetivo é garantir que essas crianças tenham a oportunidade de crescer em um ambiente acolhedor, onde se sintam valorizadas e protegidas”, afirma Karina de Melo Garcia, coordenadora do serviço. Diferente do acolhimento institucional, o modelo de Famílias Acolhedoras permite uma atenção personalizada, promovendo o bem-estar e auxiliando na superação de traumas.

Durante o curso, especialistas em psicologia e assistência social oferecerão suporte e orientação sobre o papel das famílias, abordando a importância do vínculo afetivo, do amparo emocional e das estratégias para lidar com os desafios desse tipo de acolhimento.

Como participar
As famílias interessadas em fazer parte do programa e transformar a vida de uma criança ou adolescente podem obter mais informações pelo telefone (34) 3226-9317 ou pelo Instagram @familiaacolhedora_uberlandia. A participação no curso é o primeiro passo para se tornar uma Família Acolhedora e contribuir para a construção de um futuro melhor para essas crianças e adolescentes.

Inconsistências em gastos públicos prejudicam o terceiro setor e minam a confiança da população

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Relatório da CGU apontou irregularidades no valor de R$ 13 bilhões entre governo e Organizações da Sociedade Civil (OSC’s)

Um relatório recente da Controladoria-Geral da União (CGU) revelou inconsistências em R$13,34 bilhões em gastos do governo com Organizações da Sociedade Civil (OSC’s) entre 2017 e 2022. A descoberta de irregularidades em quase 11 mil contratos, incluindo contratação de parentes de parlamentares e ausência de chamamentos públicos, levanta sérias preocupações.

Esse relatório expõe um problema grave que afeta profundamente o terceiro setor. A falta de transparência e o desvio de recursos públicos não apenas prejudicam as OSC’s que trabalham de forma ética e transparente, mas também minam a confiança pública em todo o setor. Organizações que seguem rigorosamente as leis e os princípios da boa governança são penalizadas, enquanto entidades que operam de forma irregular se beneficiam indevidamente”, explica Tomáz de Aquino Resende, especialista em terceiro setor.

O relatório da CGU destaca que mais de um terço das OSC’s beneficiadas não possuía funcionários registrados no período analisado, indicando uma possível falta de estrutura e capacidade para executar os projetos. Isso levanta questionamentos sobre a efetividade dos recursos públicos aplicados e a real destinação dos mesmos.

De acordo com Tomáz de Aquino Resende, advogado especialista em assessoria jurídica voltada ao terceiro setor*,* essa situação cria um ambiente desfavorável para o desenvolvimento do terceiro setor. “A falta de recursos financeiros e a crescente desconfiança pública dificultam a captação de novos investimentos, a atração de talentos e a execução de projetos essenciais para o bem comum. As OSC’s que atuam com transparência e responsabilidade são as maiores vítimas dessa situação”, complementa.

Percepção pública

O impacto negativo se estende além das OSC’s diretamente afetadas. A percepção pública do terceiro setor como um todo pode ser seriamente atingida, prejudicando a credibilidade e a legitimidade das organizações que trabalham honestamente para promover o desenvolvimento social e ambiental.

“É fundamental que o governo tome medidas urgentes para fortalecer a transparência e o controle dos recursos públicos destinados ao setor. A implementação de mecanismos robustos de fiscalização, acompanhamento e avaliação dos contratos, juntamente com a promoção de práticas de governança corporativa nas OSC’s, são cruciais para garantir a eficiência e a eficácia da parceria entre o Estado e a sociedade civil”, explica o especialista.