Uberlândia tem 120 vagas gratuitas para o programa ALI Produtividade
Não existe desenvolvimento econômico longevo sem saúde mental
Para empresas que buscam uma vantagem competitiva muitas vezes invisível, mas amplamente sentida, o ponto de partida é a saúde mental. Ela atua como uma engrenagem silenciosa da produtividade, da sustentabilidade e do crescimento econômico. Ignorar esse tema pode até gerar resultados no curto prazo, mas compromete a perenidade do negócio. É por isso que a saúde mental se conecta diretamente aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS): ela oferece a base humana, ética e econômica necessária para transformar compromissos em ações concretas.
Ao conectar a saúde mental a seis ODS e trazê-la para o cotidiano das empresas, o impacto se torna evidente. No ODS 3, Saúde e Bem-Estar, os ganhos aparecem na base da operação, com menos adoecimento, menos afastamentos e decisões mais equilibradas. No ODS 8, Trabalho Decente e Crescimento Econômico, ambientes emocionalmente saudáveis reduzem burnout e rotatividade, ao mesmo tempo em que ampliam engajamento, produtividade e qualidade das entregas. Já no ODS 4, Educação de Qualidade, a saúde mental sustenta o aprendizado contínuo, pois não há desenvolvimento ou inovação sem foco, segurança psicológica e capacidade cognitiva preservada.
Essa agenda atravessa cultura, equidade e governança. No ODS 5, Igualdade de Gênero, contribui para ambientes mais seguros, que enfrentam assédio e vieses com seriedade e criam condições reais de equidade. No ODS 10, Redução das Desigualdades, fortalece uma inclusão genuína, percebida no pertencimento, no respeito às diferenças e na redução de discriminações cotidianas. E no ODS 16, Paz, Justiça e Instituições Eficazes, a saúde mental impulsiona lideranças mais éticas, decisões mais responsáveis e estruturas de governança mais sólidas e confiáveis.
Nesse contexto, o papel das lideranças é absolutamente central. Não há avanço real nos ODS sem líderes emocionalmente preparados para lidar com pressão, ambiguidade e responsabilidade. São eles que moldam o clima, autorizam ou inibem comportamentos, definem prioridades e transformam políticas em prática. Lideranças que cuidam da própria saúde mental e promovem ambientes de segurança psicológica contribuem diretamente para decisões mais justas, relações mais saudáveis e resultados mais sustentáveis. Já líderes adoecidos emocionalmente tendem a gerar culturas tóxicas, retrabalho, conflitos e riscos que custam caro às organizações.
A reflexão final é simples e poderosa: não existe desenvolvimento econômico longevo sem saúde mental. Tratar o tema como custo é adiar um problema que se manifesta depois em perdas invisíveis, erros estratégicos e desgaste humano profundo. Enxergar saúde mental como investimento é construir organizações mais resilientes, lucrativas e humanas. No fim, cuidar da mente das pessoas não é apenas fazer o que é certo, mas garantir que o futuro continue possível, para os negócios, para a sociedade e para as próximas gerações.
POR David Braga – CEO, board advisor e headhunter da Prime Talent Executive Search, empresa de busca e seleção de executivos, presente em 30 países e 50 escritórios pela Agilium Group. É conselheiro de Administração e professor pela Fundação Dom Cabral, Presidente da ABRH-MG, VP do Conselho de RH da ACMinas e Presidente do Conselho de Administração da ONG ChildFund Brasil. Instagrams: @davidbraga | @prime.talent
Morte de atriz brasileira Titina Medeiros acende o alerta para o câncer de pâncreas, um dos tumores mais agressivos e silenciosos
A recente morte da atriz da Globo, Titina Medeiros, vítima de câncer de pâncreas, reacendeu o alerta sobre uma doença que costuma evoluir de forma silenciosa e agressiva. Apesar de representar cerca de 2% dos diagnósticos de câncer no Brasil, o tumor pancreático responde por aproximadamente 4% das mortes pela doença, devido ao diagnóstico tardio na maior parte dos casos, segundo o Instituto Nacional do Câncer, no Brasil. Estimativas internacionais mostram que grande parte dos casos é diagnosticada tardiamente, quando as possibilidades de cura são menores.
Segundo Eduardo Pacheco, cirurgião do aparelho digestivo e chefe da Cirurgia Geral da Hapvida em Ribeirão Preto (SP), o câncer pancreático apresenta a mais alta taxa de mortalidade dos principais cânceres e é um dos poucos cânceres em que a sobrevida não apresenta melhora substancial acima dos 40 anos de idade. “Os fatores de risco são limitados, os sintomas iniciais são discretos e o diagnóstico geralmente ocorre em fases tardias, o que explica suas altas taxas de mortalidade, realidade que permanece praticamente inalterada nas últimas décadas”, justifica.
Embora tenha dimensões discretas – em média, o comprimento da palma da mão – o pâncreas exerce duas funções essenciais ao organismo: participa do controle da glicemia ao produzir hormônios como a insulina e, ao mesmo tempo, libera enzimas digestivas responsáveis por quebrar gorduras, proteínas e carboidratos no intestino delgado, permitindo que os nutrientes sejam corretamente absorvidos. “Mesmo assim, sua relevância passa despercebida até que alguma alteração aparece. Entre as condições que podem afetá-lo estão diabetes, pancreatites, fibrose cística e o câncer pancreático, considerado um dos tumores mais letais”, informa o médico.
No Brasil, especialistas têm intensificado o alerta para a doença. Para Eduardo Pacheco, a combinação entre o comportamento silencioso do câncer e a complexidade anatômica do pâncreas é determinante para o diagnóstico tardio. “O órgão fica localizado profundamente no abdômen, e a maior parte dos sintomas iniciais é vaga: um incômodo abdominal, cansaço, perda de apetite. Quando sinais mais evidentes surgem, como icterícia ou perda de peso acentuada, o tumor geralmente já avançou e pode ter atingido estruturas próximas”, explica.
Os sinais que demandam atenção incluem dor contínua na região abdominal, perda de peso sem explicação, mudanças no hábito intestinal, náuseas persistentes, além de alterações mais específicas, como pele e olhos amarelados, fezes claras e urina escura. “Os sintomas também podem ser confundidos com outras patologias gastrointestinais, inclusive dores lombares, adiando a investigação específica ao órgão. Portanto, nenhuma mudança persistente deve ser ignorada. Muitas vezes, o corpo fala de forma sutil, e escutá-lo pode fazer toda a diferença”, reforça o médico.
O especialista destaca que alguns indivíduos têm maior risco de desenvolver a doença, entre eles, pessoas acima de 60 anos, fumantes, indivíduos com pancreatite crônica, histórico familiar de câncer pancreático, obesidade ou diabetes de longa evolução. “Há também situações de predisposição genética, embora representem minoria. O importante é saber que parte desses fatores pode ser modificada. Parar de fumar, manter hábitos saudáveis, controlar o peso e tratar doenças metabólicas são medidas que reduzem o risco.”
Quando há suspeita, exames como tomografia, ressonância magnética e ultrassonografia endoscópica e a dosagem de marcadores tumorais ajudam na investigação. No entanto, não existe rastreamento populacional específico para a doença, o que evidencia a importância do check-up anual. “O acompanhamento clínico é uma ferramenta indispensável. Ele permite identificar alterações metabólicas e inflamatórias que podem sinalizar risco aumentado e antecipar diagnósticos”, afirma o médico.
Apesar da agressividade, há possibilidades de tratamento. A cirurgia continua sendo a opção mais eficaz quando o tumor é identificado em estágio inicial. Em outros casos, quimioterapia, radioterapia, terapias-alvo e imunoterapia fazem parte das estratégias terapêuticas. “A medicina tem avançado, especialmente com abordagens menos invasivas e tratamentos personalizados. Estudos recentes mostram resultados mais promissores quando o manejo é iniciado precocemente. Por isso, fazer exames regularmente é importante e tratamentos em centros especializados em alta complexidade”, comenta.
Além da conscientização sobre o câncer pancreático, instituições e profissionais têm ampliado o debate sobre condições associadas, como a insuficiência pancreática exócrina, quadro em que o órgão não produz enzimas suficientes para a digestão, gerando sintomas como diarreia, perda de peso e deficiência nutricional. Para Eduardo Pacheco essa discussão é fundamental. “Muitas doenças do pâncreas são interligadas. Conhecer seus sinais, compreender o papel do órgão e buscar ajuda especializada no início de qualquer desconforto é essencial para evitar complicações e melhorar a qualidade de vida.”
Para finalizar, o especialista deixa um recado direto: “O câncer de pâncreas é silencioso, mas a prevenção não precisa ser. Informar-se, manter hábitos saudáveis e procurar atendimento ao primeiro sinal de alerta são atitudes que salvam vidas.”
Maior Rede de limpeza do Brasil fecha 2025 com 502 lojas e projeta crescer 35% em 2026
A Unishop, maior rede de lojas de limpeza profissional do Brasil, encerrou 2025 cruzando uma marca simbólica para o varejo nacional: mais de 500 unidades, consolidando um modelo de licenciamento sem taxas que vem se posicionando como alternativa prática às franquias tradicionais — especialmente em cidades pequenas e médias.
Ao todo, a Rede fechou o ano com 502 lojas na base, R$ 75 milhões em faturamento sell-in e cerca de R$ 250 milhões em vendas ao consumidor final (sell-out). O desempenho supera as projeções iniciais para o ano e reforça a competitividade de um formato que elimina royalties, mensalidades e taxas fixas, ao mesmo tempo em que mantém suporte técnico, comercial e de marketing ao lojista.
Em 2025, foram 67 novas lojas inauguradas e 14 produtos lançados pela Start Química, principal indústria que abastece com os produtos e a Rede Unishop. O caráter inovador e de desempenho mantém a curva de crescimento iniciada nos últimos anos (2024 havia sido concluído com aproximadamente R$200 milhões movimentados e 421 lojas) e prepara o terreno para um 2026 ainda mais acelerado. A meta da Rede é crescer 35% em relação a 2025 e abrir pelo menos 150 novas unidades, avançando rumo ao objetivo de chegar a 1.000 lojas até 2027. Vale lembrar que a Unishop já está em mais de 300 municípios brasileiros.
“Fechar o ano com 502 lojas e R$250 milhões em vendas nas pontas é um marco para a Rede, mas sobretudo uma validação do modelo. Mostra que é possível crescer muito no Brasil com um negócio essencial, recorrente e acessível para o empreendedor local”, afirma Vinícius Meneguin, gerente de expansão e digital da Unishop. Ele complementa “nosso foco nunca foi ser apenas mais uma franquia, queríamos construir uma alternativa real a esse formato, que pudesse operar sem taxas, sem royalties, com suporte forte e, principalmente, com espaço de verdade para o lojista ganhar dinheiro na cidade onde ele vive”.
Escala, recorrência e interiorização
Os números de 2025 confirmam a combinação que vem pautando a trajetória da Unishop. Forte presença no interior, foco em produtos profissionais concentrados e fortalecimento do varejo de proximidade. A Rede segue expandindo principalmente em cidades pequenas e médias, onde encontra menos concorrência direta, custos operacionais mais baixos e um consumidor ávido por soluções técnicas de limpeza que antes só estavam disponíveis em grandes centros ou via canais pulverizados.
Nas lojas, o modelo de atuação se distancia do varejo de gôndola tradicional. Em vez de disputar espaço com produtos domésticos em supermercados, as unidades da Unishop operam como centros de soluções em limpeza e higienização profissional, atendendo tanto o consumidor final quanto o público B2B: condomínios, restaurantes, lavanderias, clínicas, escolas, academias, hotéis e clubes. Em muitos municípios, o ponto de venda se torna um hub de orientação técnica, com recomendação de diluição, rendimento e protocolos de uso.
“A loja Unishop é, cada vez mais, um posto avançado de conhecimento em limpeza profissional na cidade. O cliente não entra apenas para pegar um produto na prateleira. Ele entra para resolver um problema específico, e o lojista, com o suporte da Rede, está preparado para atuar como consultor”, explica Meneguin. “É isso que sustenta a recorrência: a pessoa volta porque foi bem atendida, porque viu resultado e porque enxerga valor no que está comprando
Licenciamento sem taxas como contraponto ao franchising tradicional
Enquanto o mercado de franchising no Brasil segue robusto e atrai investidores, a Unishop vem ocupando um espaço complementar ao oferecer um caminho diferente para quem quer ter um negócio próprio. Em vez do modelo clássico de franquia, com taxa de entrada, royalties mensais e estruturas rígidas, a Rede opera por licenciamento sem taxas, priorizando autonomia local e divisão mais equilibrada do risco.
“Quando a gente tira taxa fixa da equação, muda completamente a conversa com quem quer empreender. O lojista olha para o negócio e entende que, se ele se dedicar, se executar bem o método e se relacionar com o mercado local, o resultado fica com ele”, afirma Meneguin.
O investimento inicial acompanha a realidade de cidades pequenas e médias e é direcionado quase integralmente para estoque, estrutura e operação. Em contrapartida, o lojista recebe apoio comparável (e muitas vezes superior) ao de franquias tradicionais. O suporte inclui treinamento técnico e comercial contínuo, consultoria de expansão, calendário comercial estruturado, campanhas de marketing recorrentes, materiais de PDV, condições comerciais exclusivas com a indústria e acesso a um portfólio de mais de 2.000 itens profissionais.
O executivo explica que não se trata de desconstruir o franchising: “o que, na verdade, fazemos é oferecer uma alternativa que faz mais sentido para quem está no interior, para quem está deixando a CLT ou para quem quer diversificar investimento com pé no chão”.
Mais de uma dezena de lançamentos e portfólio guiado por dados
Outro ponto de destaque em 2025 foi a expansão qualificada do portfólio. Ao longo do ano, a Start Química colocou 14 novos produtos no mercado, em categorias como tratamento de pisos, lavanderia profissional, sanitização, food service e manutenção de piscinas, sempre com foco em alta diluição, performance e custo-benefício para o lojista.
Esses lançamentos não surgiram do zero. Eles foram desenhados a partir de dados gerados dentro da própria Rede – leitura de giro por categoria, demandas recorrentes de clientes e gap de soluções em algumas praças – e também de conversas constantes entre a equipe de expansão, a indústria e os lojistas. O resultado é um mix que evolui em sinergia com a realidade da ponta, reforçando a percepção de que a Unishop não vende apenas produtos, mas soluções.
“Hoje sabemos, com bastante clareza, quais linhas puxam ticket médio, quais categorias ganham relevância em determinada época do ano e que tipo de produto faz diferença em regiões mais quentes, litorâneas ou com forte vocação para piscinas, por exemplo. Essa inteligência é devolvida em forma de lançamento e ajuste de mix. É um ciclo saudável, no qual os dados da Rede orientam a indústria, e a indústria devolve inovação prática para o dia a dia das lojas”, conta Meneguin.
2026: crescimento de 35% na mira e 150 novas lojas no radar
Com o balanço de 2025 consolidado, a Unishop parte para 2026 com uma agenda clara. A meta da Rede é crescer 35% em relação ao ano anterior, tanto em faturamento quanto em volume movimentado nas pontas, e inaugurar pelo menos 150 novas lojas, mantendo o foco na interiorização e em regiões onde o segmento de limpeza profissional ainda é mal atendido por canais especializados.
O plano passa por quatro eixos principais: expansão geográfica estruturada, aumento da participação do B2B nas unidades já maduras, fortalecimento de calendário comercial (sazonalidades e campanhas nacionais, como as ações de verão para a linha Aquapool) e uso intensivo de dados para apoiar decisões de compra, precificação e montagem de mix. Ao mesmo tempo, a Rede segue avançando em processos de digitalização, tanto para atrair novos lojistas quanto para apoiar a operação das lojas já existentes.
“Esse ano é um ano de execução. Temos um modelo validado, processos bem desenhados, times treinados e uma base de dados muito mais robusta do que há três ou quatro anos. Isso nos permite mirar um crescimento de 35% com segurança, porque sabemos onde estamos indo, com quem contamos e qual tipo de loja queremos abrir”, diz Meneguin.
De acordo com Vinicius, a meta de 1.000 unidades até 2027 continua de pé, mas tão importante quanto o número é a Rede que será construída até lá. “A meta de 1000 lojas até 2027 segue de pé, mas tão importante quanto o número é construir uma rede saudável, previsível e com lojistas financeiramente sustentáveis”, conclui.
Pedro Leopoldo Rodeio Show 2026 anuncia atrações e o início das vendas de ingressos
O calendário sertanejo de 2026 já começa a ganhar forma com uma das festas mais tradicionais de Minas Gerais. O Pedro Leopoldo Rodeio Show anuncia oficialmente as primeiras atrações confirmadas da 21ª edição. Marcado para acontecer entre os dias 05 e 13 de junho, no Parque da Música, em Pedro Leopoldo (MG), cidade da Região Metropolitana de Belo Horizonte, o evento confirma as apresentações de Gusttavo Lima, Chitãozinho & Xororó, Natanzinho Lima, Simone Mendes, Lauana Prado, Matheus & Kauan, Zé Neto & Cristiano, Menos é Mais e João Bosco & Vinícius. Mais atrações serão divulgadas em breve e as vendas já começam no dia 20 de janeiro com 48 horas de condições especiais.
“Estamos muito felizes em compartilhar as atrações já confirmadas. A 21ª edição foi pensada para entregar uma experiência ainda mais completa, com uma programação forte desde o início e nomes que representam diferentes momentos do sertanejo. Ter os maiores nomes da música brasileira no nosso palco principal é um grande orgulho. E o melhor: ainda vamos revelar mais atrações em breve, deixando a grade ainda mais especial para noites inesquecíveis no Parque da Música”, conta Tiago de Brito, CEO do Pedro Leopoldo Rodeio Show.
O Parque da Música, conta com infraestrutura moderna e confortável, que inclui estacionamento com capacidade para mais de 3 mil veículos, diversos setores
Serviço
Pedro Leopoldo Rodeio Show 2026 – 21ª edição
Datas: 05 a 13 de junho de 2026
Local: Parque da Música – Av. Via Norte, 2752, Parque Andyara, Pedro Leopoldo/MG
Abertura de vendas no dia 20 de janeiro, às 12h: 48 horas com condições especiais pelo site oficial: www.plrs.com.br e na Loja do Rodeio – R. Dr. Herbster, 298, Shopping Cine Marajá, Centro, Pedro Leopoldo/MG
Membros do Clube PLRS poderão comprar uma hora antes: a partir das 11h.
Condições especiais: 8x sem juros e sem taxa no cartão de crédito
Atrações já confirmadas
- Gusttavo Lima
- Chitãozinho & Xororó
- Natanzinho Lima
- Simone Mendes
- Matheus & Kauan
- Lauana Prado
- Zé Neto & Cristiano
- João Bosco & Vinícius
- Menos é Mais
Mais atrações ainda serão divulgadas.
A poucos dias da abertura do Sisu 2026, estratégia definida pode ser alicerce para sonhada aprovação
É oficial: as inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2026 começam no dia 19 de janeiro e encerram às 23h59 do dia 23, dando início à fase mais emblemática de todo o processo do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Com a nota já definida, é agora que muitos estudantes levam adiante o sonho de ingressar em uma universidade pública. Mas mais do que sorte, é preciso ter estratégia.
A edição de 2026 permitirá o uso das notas das três últimas edições do Sisu – 2023, 2024 e 2025. Nesta segunda-feira (12), o Ministério da Educação (MEC) divulgou o número total de vagas ofertadas por estado. Ao todo, serão 274 mil vagas em todo o país, distribuídas entre Universidades e Institutos Federais. Minas Gerais lidera o ranking nacional, com 33.729 vagas, o que reforça a competitividade e, ao mesmo tempo, amplia as possibilidades para quem sabe usar o sistema de forma inteligente.
Apesar do volume expressivo de oportunidades, a falta de estratégia no uso das notas de corte pode levar à reprovação no Sisu. Muitos candidatos, mesmo com desempenho suficiente para aprovação, acabam tomando decisões baseadas apenas em desejo ou impulso, sem analisar dados fundamentais do sistema.
Para o professor de Biologia, diretor e fundador do Curso Biorossi, preparatório para Enem e vestibulares em Uberlândia e Uberaba, Diego Rossi, o primeiro passo é compreender que a nota do Enem não deve ser analisada de forma isolada. “O estudante precisa comparar sua pontuação com as notas de corte parciais, observar a variação diária e entender o comportamento do curso e da instituição ao longo dos dias do Sisu. Quem olha apenas o primeiro dia costuma cometer erros decisivos”, explica.
Entre as principais estratégias indicadas pelo fundador do Biorossi está o uso consciente das duas opções de curso, para evitar repetir escolhas com notas muito próximas ou altamente concorridas. “Uma estratégia comum é utilizar a primeira opção para o curso dos sonhos e a segunda para um curso com nota historicamente mais estável ou ligeiramente abaixo da pontuação do aluno. Isso aumenta as chances reais de aprovação sem abdicar do objetivo principal”, orienta.
Outro ponto decisivo é a análise do histórico das notas de corte, e não apenas da parcial mais recente. Cursos muito disputados tendem a apresentar oscilações bruscas nos primeiros dias, enquanto outros mantêm uma média mais previsível. “Entender se a nota costuma subir ou cair no decorrer do processo ajuda o candidato a decidir se vale a pena permanecer ou mudar a estratégia. Sair de um curso cedo demais pode ser tão prejudicial quanto insistir até o último dia sem chances reais”, afirma.
A estratégia também deve levar em conta o perfil da instituição, a modalidade e o número de vagas ofertadas. Cursos com mais vagas, por exemplo, tendem a ter variações menores, enquanto cursos com poucas vagas exigem decisões ainda mais calculadas.
“O Sisu não é uma loteria. É um sistema técnico, com lógica própria. Quando o aluno entende essa lógica, ele deixa de torcer e passa a agir estrategicamente”, resume Diego Rossi. Com poucos dias até a abertura das inscrições, a recomendação é clara: informação, estratégia e acompanhamento fazem toda a diferença entre a reprovação e a aprovação no Ensino Superior Público.
Curso Biorossi
O Curso Biorossi é um grande aliado dos vestibulandos durante a trajetória da tão sonhada aprovação. Em 2025, o preparatório teve 49 aprovações no curso de Medicina em universidades públicas de todo o Brasil, além de centenas de aprovados em faculdades particulares na mesma carreira, por meio do vestibular, Prouni e FIES.
O preparatório oferece uma metodologia focada na tríade Disciplina, Resiliência e Constância. Desde a fundação, em 2013, na cidade de Uberlândia, Diego Rossi investe em professores altamente qualificados e uma estrutura segura, voltada ao desenvolvimento de cada candidato a vestibular.
Com diferenciais notáveis, como um Plantão 100% individual com cada professor das disciplinas, incluindo a temida redação do Enem e vestibulares, o estudante consegue ter suas necessidades atendidas de forma especializada e não com monitores das matérias.
“Buscamos ser um preparatório que vai além do conteúdo. Nosso foco é construir uma aprovação sólida, baseada em disciplina, resiliência e constância. Os resultados que alcançamos, como as aprovações em Medicina em Universidades Públicas e Privadas em todo o país, são consequência direta desse acompanhamento próximo, da qualidade do nosso corpo docente e de uma metodologia que prepara o estudante não só para a prova, mas para as decisões que definem o futuro acadêmico”, descreve o fundador.
“Rolê Aleatório”: Grupo Akatu e Ronaldinho Gaúcho lançam música que conta a vida do craque e suas resenhas
O grupo mineiro Akatu se junta a um dos maiores ídolos do futebol mundial, Ronaldinho Gaúcho, para lançar “Rolê Aleatório”, música inédita que retrata, em tom leve e divertido, a vida do craque — especialmente suas famosas resenhas, encontros com amigos e aqueles rolês inesperados que viram história. O lançamento chega acompanhado de registro audiovisual gravado em clima de roda de samba, durante um encontro descontraído no melhor estilo “resenha”, e já está disponível no YouTube e nas principais plataformas digitais.
A faixa nasceu de forma natural, como costuma acontecer quando música e amizade se encontram. A letra de “Rolê Aleatório” traduz exatamente como são as resenhas do Ronaldinho: os “causos”, a leveza, o improviso e o jeito único do craque de transformar qualquer encontro em momento memorável.
“O Ronaldinho vivia falando que queria fazer uma resenha com a gente. Quando rolou, foi daquele jeito: espontâneo, divertido, com samba e amizade. E a música conta isso, do jeitinho que é”, comenta o vocalista Lukas Bogé.
Para o vocalista Beg Candeia, o lançamento é mais do que um single: é um retrato fiel de um momento real. “É a energia da roda de samba como ela é de verdade. A letra conversa com o que estava acontecendo ali: as resenhas, os rolês aleatórios e a celebração. A gente só registrou e transformou em música para todo mundo viver junto”.
Assista ao clipe de Rolê Aleatório: https://www.youtube.com/watch?
Sobre o Akatu
Criado em 2015, na cidade de Belo Horizonte, o grupo é formado por Beg Candeia (vocalista), Lukas Bogé (vocalista), Caique Guilherme (tantan) e Lucas Araújo (pandeiro). Com mais de 900 milhões de streams nas plataformas digitais e ultrapassando a marca de 460 milhões de visualizações no YouYube, o grupo é também é um fenômeno no Instagram com uma comunidade digital robusta de mais de 1 milhão de seguidores. Suas músicas estão entre as mais executadas nas rádios do país, alcançando o Top 1 com as canções ‘’Complicado’’, ‘’Meu Plano Falhou’ e Chá de Cama’’.
Desde o início da carreira, o grupo sempre esteve focado nas produções audiovisuais. Em 2017, lançou o CD “Meu Momento” e no ano seguinte o DVD “Vamo Cantar”. Já em 2020, foram dois trabalhos: “Ensaios do Akatu’’ e “Akatu Relax’. Em 2021 lançou o DVD “Encontro de Gerações”, gravado no Rio de Janeiro junto com o Grupo Revelação, Xande de Pilares, Vitinho e Liomar Pique Novo. Em 2022 lançou o DVD “Degrauzinho por Degrauzinho” que contou com uma megaprodução, palco repleto de efeitos especiais e telões de led, além das participações de Belo, Ferrugem, Menos é Mais, Matheus Fernandes, Suel e Di Propósito. Em 2023, protagonizou mais um capítulo da sua história com lançamento do DVD “Akatu In The City”. Nesse projeto, contou com as participações de Dilsinho, Mumuzinho, Rodriguinho, Gaab, Mrdan, Chris MC e Djonga, gravado na capital mineira. Já em 2024, lançou o DVD “Luau do Akatu”, que se transformou na festa oficial do grupo com mais de 4 horas de show, e participações especiais. Ainda em 2024, o grupo foi convidado pela banda canadense Magic!, sucesso em todo o mundo, para gravar um single com videoclipe lançado no canal oficial da banda no YouTube.
Em 2025, o Akatu mergulha em uma nova fase com um projeto intimista e repleto de músicas inéditas, trazendo como convidados Péricles, Turma do Pagode. e Vitinho. A proposta revela o lado mais sensível, autoral e maduro da banda, reafirmando sua autenticidade, identidade musical e conexão com o público.
Sucesso na mídia!
Em 2023, começou a receber convites para participar de diversos programas de TV, como o Faustão e o Programa da Eliana no SBT, marcando uma presença significativa na mídia. A primeira grande pauta foi uma reportagem especial na Globo e a partir daí as solicitações passaram a se tornar cada vez mais constantes. No SBT, estiveram também no Domingo Legal comandado por Celso Portiolli, Programa Silvio Santos e no The Noite com Danilo Gentili. Além disso, participaram do Domingo Espetacular da Record. Na Band, foram convidados pelo Zeca Camargo para participar do ‘’Programa Melhor da Band’, ampliando ainda mais sua presença nas principais emissoras de televisão.
Acompanhe o grupo Akatu na web:
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Spotify: https://open.spotify.
Pirex lança “1º Campeonato de Marchinhas” e convoca compositores e carnavalescos para se inscreverem até 30 de janeiro
O Bar Pirex anuncia a realização do 1º Campeonato de Marchinhas do Pirex, iniciativa que celebra o carnaval de Belo Horizonte a partir do humor, da irreverência e da criação musical autoral. O concurso propõe um espaço para novas marchinhas contemporâneas, valoriza compositores e intérpretes e coloca o público como parte ativa da escolha das vencedoras.
O campeonato é dedicado exclusivamente a marchinhas autorais. O registro das músicas para a inscrição não requer gravação profissional e pode vir em diferentes formatos, incluindo voz e violão, banda completa, acapella ou até com uso de bases produzidas por inteligência artificial, desde que a voz seja obrigatoriamente de um intérprete humano. As inscrições são realizadas de forma online e ficam abertas até o dia 30 de janeiro. Vitor Velloso, sócio do bar e idealizador do concurso, aponta que o objetivo é atrair o compositor incidental. “Todo mundo que se interessa por um assunto e vê graça nele é um compositor de marchinha em potencial. Aceitar o registro da forma mais amadora possível é nossa forma de incentivar que qualquer um, que tenha pensado uma rima enquanto arruma a casa, numa mesa de bar, venha participar do concurso.”
Encerrado o período de inscrições, um júri técnico realiza a seleção de oito marchinhas finalistas. Essas músicas participam, no dia 8 de fevereiro, da Matinê de Carnaval do Pirex, no Bar, que fica na Raul Soares, o centro do fervo do carnaval de BH. Para o evento, as oito marchinhas recebem arranjos profissionais inéditos feitos pelo músico Thiago Delegado e se apresentam ao vivo com acompanhamento da Orquestra Pirecuda de Carnaval, banda liderada também por Delegado. “O carnaval de BH tomou dimensões enormes nos últimos 15 anos e o concurso de marchinhas é importante pois é o refúgio dos compositores. No qual os problemas, as alegrias, o sarcasmo, a criatividade, a crítica, a ironia e a sacanagem das criativas letras e suas harmonias/melodias, se encontram com a catarse do carnaval. Muito me honra, ao longo desses anos, ter feito direção musical e arranjos de tantas marchinhas já históricas”, comenta o músico.
A definição das vencedoras acontecerá em duas frentes. O júri técnico, a ser anunciado, escolherá uma marchinha para avançar à final, enquanto o júri de apoiadores, composto pelos clientes que contribuírem com o couvert artístico, escolhem outras duas, por meio de votação direta. Ao todo, três marchinhas seguem para a etapa final do campeonato.
Na última etapa, as três marchinhas selecionadas se apresentam novamente e o resultado é definido por aclamação popular, com a escolha do primeiro, segundo e terceiro lugares feita no próprio evento, sem votação secreta ou apuração posterior. A premiação do campeonato é dividida meio a meio entre valor em dinheiro e em consumo, com R$ 3.000 para o primeiro lugar, R$ 1.500 para o segundo e R$ 500 para o terceiro colocado.
Além de comer e beber bem, quem estiver no bar ainda concorre ao sorteio “1 Ano de Bolovo”, exclusivo para os jurados apoiadores. Também será realizado o Concurso de Melhor Fantasia Preguiçosa, voltado para fantasias simples, criativas e bem-humoradas. A melhor fantasia recebe R$ 300 em consumo no Pirex, e as três fantasias mais votadas ganham um almoço para duas pessoas.
Vitor Velloso e Thiago Delegado possuem participação relevante no carnaval autoral da cidade. “Por muitos anos eu e o Thiago Delegado participamos do Concurso Mestre Jonas, um marco na cultura carnavalesca da cidade. Eu como concorrente e, tenho orgulho, muitas vezes vencedor, o Thiago como arranjador, jurado e maestro da banda base. Como o Mestre Jonas não acontece esse ano, chamamos para nós a responsabilidade de não deixar essa peteca cair”, conta Vitor. “O concurso de marchinhas do Pirex acontece num momento importante, de resistência e manutenção dessa faceta nobre da nossa cultura. Fico extremamente feliz e honrado de poder continuar minha contribuição pra essa história”, completa Thiago Delegado.
O 1º Campeonato de Marchinhas do Pirex é uma ação apresentada pela Amstel e integra a programação pré-carnavalesca do bar.
SERVIÇO
1º Campeonato de Marchinhas do Pirex
Inscrições – até 30 de janeiro, pelo link: http://bit.ly/marchinhasdopirex
Final: 8 de fevereiro
Local: Bar Pirex – Praça Raul Soares, Belo Horizonte (centro do fervo do carnaval)
Informações: (https://www.instagram.com/barpirex/)
Entrada: couvert artístico opcional, com direito a voto
Inglês deve ser o divisor de águas nas carreiras em 2026
Para especialista, o idioma é um indicador comportamental sólido para contratações.
À medida que os profissionais traçam metas para 2026, uma recomendação se destaca entre recrutadores e especialistas em gestão de pessoas: investir no inglês não é mais opcional. A avaliação é de Érica Rafael, profissional de Recursos Humanos com ampla experiência em seleção e recrutamento de talentos. Segundo ela, o domínio do idioma já funciona como “um marcador de carreira”, influenciando diretamente decisões de contratação e crescimento dentro das empresas.
“Aprender inglês revela disciplina, abertura ao novo, visão de futuro e constância — qualidades muito valorizadas no mercado”, afirma Érica. Para a especialista, o idioma funciona como um indicador comportamental sólido. “As empresas veem isso como sinal de maturidade profissional e comprometimento com a própria carreira”, acrescenta.
Mesmo em vagas que não exigem o uso diário do inglês, Érica destaca que a fluência costuma pesar na escolha final. “O inglês demonstra preparo e capacidade de transitar em ambientes mais amplos. Em muitos processos seletivos, ele é usado como um indicador de potencial. A empresa sabe que está diante de um profissional mais versátil, capaz de crescer para posições estratégicas.”
Para a especialista, a velocidade das transformações tecnológicas e a integração global tornaram o idioma indispensável. “Softwares, metodologias e conteúdos são criados primeiro em inglês. Com o trabalho remoto e equipes internacionais, é preciso ter um idioma comum. O inglês virou ponte para acompanhar a inovação”, explica.
Escolas de idiomas confirmam tendência
Murilo Natal, diretor da inFlux Uberlândia, reforça o diagnóstico com base no que observa no cotidiano da escola. “Muitos alunos chegam até nós porque já perderam alguma oportunidade devido à falta do inglês — seja uma promoção, uma vaga interna ou uma proposta melhor. Um caso que nos marcou muito (e para o qual montamos toda uma estratégia) foi de um aluno que tinha 10 meses para comprovar nível intermediário no inglês, sob pena de perder o emprego”, conta.
Segundo Natal, a busca por cursos de inglês cresce de forma cíclica no início do ano, e 2026 deve registrar um movimento ainda mais forte: “O profissional está percebendo que precisa se preparar antes da oportunidade surgir.” E acrescenta: “O inglês vai além da habilidade técnica. Quando o aluno decide começar, ele está dando um sinal claro de evolução. O RH enxerga isso como atitude, comprometimento e visão de futuro. De fato, um diferencial comportamental.”
Érica Rafael faz um alerta direto aos profissionais que seguem adiando o início dos estudos: “Adiar o inglês é adiar oportunidades. O mercado não exige perfeição, exige movimento. Cada pequeno passo coloca o profissional em vantagem.”
Sobre a inFlux Uberlândia
Com três unidades nos bairros Santa Mônica, Centro e Copacabana (esta última dentro do Colégio Copacabana), a inFlux Uberlândia atua há mais de 10 anos no ensino de idiomas, aliando metodologia exclusiva à garantia de aprendizado em contrato.
No cenário nacional, a rede soma mais de 160 escolas e mais de 50 mil alunos, sendo reconhecida com diversos prêmios, entre eles: Destaque em Excelência da ABF (Associação Brasileira de Franchising).
Para saber mais, acesse: @influxudia | influx.com.br


