sexta-feira, maio 8, 2026
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Grupontapé retorna com nova temporada do espetáculo “As Centenárias” em Uberlândia

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Após o sucesso registrado na temporada de estreia do espetáculo “As Centenárias”, no primeiro semestre deste ano, o Grupontapé, cia. de teatro de Uberlândia-MG, voltará ao palco com a nova temporada da peça escrita por Newton Moreno e dirigida por Cris Lozano. As apresentações serão realizadas, na Escola Livre, sede do grupo, nos dias 27 e 28 de setembro; 4, 5, 10, 11, 12, 13, 18 e 19 de outubro, às sextas e sábados, às 20h e, aos domingos, às 19h — com um dia em especial na segunda-feira, também às 19h.

A entrada é gratuita, e os ingressos podem ser retirados na bilheteria da Escola Livre localizada na rua Tupaciguara n 471, bairro Aparecida, a partir de 01 hora antes do espetáculo.

A peça
A história transborda emoção, humor e a riqueza da cultura popular brasileira, temperada com a musicalidade da linguagem mineira. Socorro e Zaninha são duas mulheres centenárias que, por vocação e desejo, se tornaram carpideiras — aquelas que, nos velórios, choram, cantam e conduzem o ritual da despedida, suavizando a dor dos que ficaram.

O espetáculo costura rituais, música e muita prosa, criando um encontro divertido e comovente sobre vida, morte, amizade e a resistência feminina, sempre com um toque de humor que aproxima e aquece. “É uma peça que dialoga profundamente com o público, porque trata de experiências universais, presentes no cotidiano de todos nós”, destaca a atriz e cofundadora do Grupontapé, Katia Lou.

Nesta temporada, o Grupontapé recebe a participação especial de Fernando Neves — ator, diretor, professor e pesquisador do Circo-Teatro, reconhecido nacionalmente por sua atuação à frente da Companhia Os Fofos Encenam (SP) e por sua trajetória dedicada ao teatro popular brasileiro. Ao lado das atrizes e cofundadoras do grupo, Kátia Bizinotto e Katia Lou, Fernando Neves engrandece ainda mais essa montagem, que celebra memória, afeto e a força das mulheres que transformam o luto em poesia.

Com o patrocínio do Instituto Unimed Uberlândia e do Mercure Hotels, e o incentivo do Programa Municipal de Incentivo à Cultura (PMIC) da Prefeitura de Uberlândia, “As Centenárias” reafirma o compromisso com a cultura acessível e a inclusão, atendendo a todos com respeito e carinho.

Acessibilidade
Nesta temporada, todas   as apresentações de “As Centenárias” vão contar com interpretação em Libras, para que ninguém fique de fora dessa experiência.

Para mais informações, entre em contato com o grupo pelo WhatsApp pelo número (34) 3231-2412 ou acompanhe o Grupontapé nas redes sociais @grupontape. Venha viver essa experiência com a gente!

Sobre o Grupo
O Grupontapé é uma companhia teatral de Uberlândia com mais de 30 anos de história e trajetória na cena cultural da cidade e de Minas Gerais.

Fundado em 1994, o grupo tem como missão promover o desenvolvimento humano por meio do teatro, atuando na comunidade e levando arte com reflexão e sensibilidade para o público.

Além dos espetáculos, o Grupontapé promove oficinas, projetos e ações que aproximam a arte das pessoas, sempre buscando a inclusão e valorização da cultura local.

Com muito profissionalismo e dedicação, o grupo segue firme, criando e trazendo experiências que emocionam e fazem refletir, reafirmando seu espaço como um dos maiores nomes do teatro regional.

Serviço:
O quê: Espetáculo “As Centenárias”
Quando: 27 e 28 de setembro de 2025; 4, 5, 10, 11, 12, 13, 18, 19 e 20 de outubro de 2025
Horários: sempre às sextas e sábados às 20h e, aos domingos, às 19h — com dois dias em especial na segunda-feira, também às 20h.
Onde: Escola Livre do Grupontapé
Ingressos: gratuitos e podem ser retirados na bilheteria da Escola Livre localizada na rua Tupaciguara n 471, bairro Aparecida, a partir de 01 hora antes do espetáculo.
Informações: WhatsApp pelo número (34) 3231-2412 ou pelas redes sociais: @grupontape

Ficha técnica
Texto: Newton Moreno
Adaptação: Cris Lozano e Grupontapé
Direção: Cris Lozano

Equipe Artística
Elenco: Kátia Bizinotto, Katia Lou e Fernando Neves
Preparação de Elenco:
Preparação vocal – Babaya Morais
Preparação técnica de circo-teatro – Fernando Neves
Preparação corporal – Vanilton Lakka
Cenografia e Desenho de luz: Marisa Bentivegna
Grafite em Cenografia: Dequete e Preta em Flor
Figurinos e Adereços: Flávio Arciole

Trilha Sonora: Canções originais – Makely Ka
Ambiência sonora e efeitos – Morris Picciotto

Equipe Técnica e Suporte Cênico:
Ben Gracce
Eduarda Duarte
Luiz André
Lara Puccinelli

Comunicação, Divulgação e Acessibilidade:
AD em todos os Cantos
Kauê Altrão
Laura Duarte (Estagiária)
MF Comunicação

Produção, Promoção e Agenciamento:
Balaio do Cerrado Produtora
Rubem Silveira dos Reis
Marisa Cunha
Aline França

Administrativo-Financeiro e Operacional:
Katia Bizinotto
Rafael Bizinotto
João Rafael (Estagiário)

Verilda Sobral

Patrocínio: Instituto Unimed Uberlândia e do Mercure Hotels
Realização: Grupontapé
Incentivo: PMIC

Center Shopping celebra o Dia da Árvore com doação de mudas e destaque para metas ambientais

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Como parte de sua jornada por um futuro mais sustentável e responsável, o Center Shopping, por meio da ALLOS, promove neste domingo, 21 de setembro, uma campanha especial para celebrar o Dia da Árvore. A ação acontecerá a partir das 14h, no Boulevard – entrada principal do shopping.

Para marcar a data, o Center Shopping fará a doação de 200 mudas para incentivar práticas de plantio e cultivo sustentável, entre elas goiaba, acerola, croton e clusia. A iniciativa reforça o engajamento do Shopping com as causas ambientais, inspirando clientes a se conectarem com a natureza e com práticas mais conscientes no dia a dia.

Somente em 2024, os shoppings da ALLOS destinaram mais de 3 milhões de toneladas de papel e papelão para reciclagem, evitando o corte de aproximadamente 56 mil árvores. No mesmo período, apenas Center Shopping Uberlândia enviou para reciclagem mais de 194.671 kg de papel e papelão, o que equivale ao uso de madeira de aproximadamente 3.893 árvores na indústria de papel. Esse resultado evidencia o impacto positivo das iniciativas de economia circular implementadas pela empresa e reforça que cada ação faz diferença na preservação do meio ambiente.

Jonas Mendonça, gerente de Marketing do Center Shopping, conta que participar dessa ação vai além de demonstrar o compromisso do shopping com a sustentabilidade:

“Queremos estar cada vez mais próximos da comunidade, incentivando hábitos simples que fazem toda a diferença para o futuro do nosso planeta. A doação de mudas é um gesto simbólico, mas que carrega um grande significado: cada árvore plantada representa vida, cuidado e esperança em um amanhã mais sustentável”, afirma o gerente

O futuro da governança: encontro em BH discute protagonismo do RH nos conselhos

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O papel do RH nos conselhos de administração esteve no centro do debate promovido pela ABRH-MG, que reuniu, nessa semana, no Restaurante Caravelas, em Belo Horizonte, nomes de peso da governança corporativa. O encontro do Comitê de People & Business, formado por diretores e vice-presidentes de Recursos Humanos, contou com a liderança da diretora Junia Rodrigues, curadoria de Mariana Moura e Renata Santana e a participação de Carlos Braga (Fundação Dom Cabral), além dos board members João Senise e Carlos Alberto Júlio. A pauta percorreu temas críticos como sucessão, desenho de incentivos e cultura como sistema operacional das organizações.

A discussão reflete uma tendência clara: o RH ganha cada vez mais espaço na sala do conselho, ajudando a decidir não apenas como a empresa performa hoje, mas sobretudo quem ela será amanhã. Como resume David Braga, presidente da ABRH-MG: “Governança com propósito acontece quando o olhar humano entra na sala do conselho com a mesma força da estratégia e das finanças.”

A Fundação Dom Cabral reforça esse movimento com números que evidenciam a profissionalização em curso: são 30 mil alunos formados por ano e 800 conselheiros capacitados anualmente, em um país majoritariamente composto por empresas familiares, onde proliferam conselhos consultivos que se fortalecem ao adotar boas práticas de governança.

Apesar do avanço, os desafios permanecem. Modelos de governança heterogêneos e títulos diferentes para funções similares confundem a compreensão do papel do RH no conselho. Além disso, a falta de expectativas claras para a área de pessoas mantém “cultura” muitas vezes como conceito amplo — inspirador no discurso, mas tímido na execução. Outro ponto é a ausência de posições críticas nos níveis N1/N2, o que reduz a velocidade de resposta e a capacidade de patrocinar mudanças estruturais. Projetos de inteligência artificial, people analytics e reskilling, embora já transformem o trabalho, ainda têm presença tímida na pauta.

Nos comitês de pessoas, a agenda costuma girar em torno da performance e da conformidade: remuneração de CEO e C-level, sucessão e desenvolvimento de lideranças, além de indicadores de diversidade e eficiência organizacional. Dois pontos, porém, merecem maior atenção: os debates sobre diversidade raramente avançam para métricas de impacto social — onde e como a empresa transforma realidades — e a transformação digital ainda não recebe a densidade estratégica necessária.

Nesse contexto, a distinção entre conselho e diretoria ajuda a redefinir prioridades: cabe à diretoria entregar resultados e ao conselho assegurar a perpetuidade. O papel do conselheiro, e dos comitês como instrumentos de equilíbrio e apoio, é menos “operar” e mais “orquestrar”. E a meritocracia continua sendo um teste de maturidade: aplicá-la com justiça exige critérios claros, transparência e correções de vieses — área em que o RH está mais preparado para atuar do que qualquer outra. Não por acaso, o RH tem se aproximado do CEO, assumindo uma função cada vez mais consultiva e estratégica.

Hospital Mater Dei Santa Genoveva reforça a importância da Cardio-Oncologia no cuidado integral ao paciente com câncer

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O câncer é a segunda principal causa de morte no Brasil, ficando atrás apenas das doenças cardiovasculares, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). Essas duas condições, altamente prevalentes, tendem a coexistir em um número cada vez maior de pessoas, devido ao envelhecimento da população e ao aumento da sobrevida proporcionado pelos avanços no tratamento oncológico. Nesse cenário, surge com protagonismo a cardio-oncologia, área dedicada a prevenir, identificar e tratar complicações cardíacas decorrentes das terapias contra o câncer.

No Hospital Mater Dei Santa Genoveva, a integração entre cardiologia e oncologia é uma prioridade. O cardiologista Dr. Leandro Garcia explica que o objetivo da especialidade é reduzir riscos e garantir qualidade de vida. “As terapias oncológicas, embora extremamente importantes e necessárias, podem gerar toxicidade cardiovascular. Isso é tão relevante que, hoje, existe a cardio-oncologia, justamente voltada para prevenir, detectar e tratar complicações. A quimioterapia, por exemplo, pode provocar insuficiência cardíaca, disfunção ventricular, hipertensão e até trombose arterial. Já a radioterapia pode lesar estruturas do coração, levando a arritmias e valvopatias”, detalha o especialista.

O desafio da cardiotoxicidade

O tratamento oncológico envolve quimioterápicos potentes, como as antraciclinas, reconhecidos por seu potencial de causar danos ao músculo cardíaco. A radioterapia, quando aplicada na região torácica, também pode comprometer estruturas cardíacas. De acordo com a Sociedade Internacional de Cardio-Oncologia, apenas nos Estados Unidos, cerca de 7 milhões de pacientes já foram tratados com drogas de potencial cardiotóxico.

No Brasil, o tema ganhou força com a publicação da I Diretriz Brasileira de Cardio-Oncologia, resultado de parceria entre a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC). Esse documento estabelece protocolos para monitorar a saúde cardiovascular de pacientes oncológicos antes, durante e após o tratamento, com foco no diagnóstico precoce e na tomada de decisões terapêuticas compartilhadas.

Integração de cuidados para mais segurança

O Dr. Leandro Garcia ressalta que os fatores de risco cardiovasculares tradicionais – como hipertensão, diabetes, obesidade e dislipidemia – intensificam a vulnerabilidade do coração, frente às agressões da quimioterapia e da radioterapia. “Quando o paciente oncológico já apresenta fatores de risco, pequenas agressões cardíacas podem se tornar grandes problemas clínicos. O acompanhamento integrado ajuda a detectar precocemente alterações, prevenir complicações graves e dar suporte durante todo o processo de tratamento”, explica o médico.

Na prática, a atuação da Cardio-Oncologia contribui para:

Reduzir complicações cardiovasculares associadas às terapias oncológicas.

Permitir diagnóstico precoce de disfunções cardíacas.

Controlar fatores de risco que aumentam a vulnerabilidade do coração.

Apoiar decisões terapêuticas compartilhadas, equilibrando eficácia oncológica e segurança cardíaca.

Melhorar a qualidade de vida durante e após o tratamento.

Um olhar para o futuro da saúde

A área de Cardio-Oncologia já é realidade em centros de referência no mundo e vem se consolidando no Brasil, com a criação de núcleos especializados no acompanhamento de pacientes oncológicos.

Para o Dr. Leandro Garcia, trata-se de um avanço indispensável. “O acompanhamento cardiológico integrado ao tratamento da neoplasia traz benefícios concretos. Não se trata apenas de tratar o câncer, mas de cuidar da pessoa como um todo, garantindo que o coração esteja protegido e que o paciente tenha condições de seguir com seu tratamento oncológico da forma mais segura possível”, reforça.

Compromisso do Hospital Mater Dei Santa Genoveva

O Hospital Mater Dei Santa Genoveva reafirma seu compromisso em oferecer cuidado integral, humanizado e de excelência, investindo na integração de equipes multidisciplinares e em protocolos atualizados de acompanhamento.

A meta é clara: oferecer não apenas o tratamento oncológico mais avançado, mas também garantir que cada paciente tenha suporte completo para preservar sua saúde cardiovascular e sua qualidade de vida.

Colégio Marista promove encontro de famílias no Parque das Mangabeiras

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Manhã de lazer e integração reuniu estudantes e familiares com oficinas, música e brincadeiras

No último sábado, dia 13, das 9h às 12h, o Parque das Mangabeiras foi palco de um encontro especial promovido pelo Colégio Marista Dom Silvério, reunindo estudantes e famílias em um ambiente de convivência leve, saudável e descontraído.
A iniciativa propôs um momento de integração e contato com a natureza, reforçando a importância da união entre escola e família no processo formativo dos alunos. A programação incluiu oficinas de arte, música, brincadeiras e caminhadas curtas, pensadas para todas as idades.

Mae de um dos estudantes, Izabel Alves, aprovou a iniciativa. “Eu estou adorando a iniciativa do colégio de trazer as famílias para o parque. É muito bom a gente ter esse contato em um outro cenário, em um outro movimento, fora da rotina de sala de aula. Isso aproxima ainda mais a escola da família e cria momentos especiais para os nossos filhos”, disse.

“Nosso objetivo é oferecer às famílias uma manhã de convivência prazerosa, em que possam compartilhar experiências, brincar, se divertir e, ao mesmo tempo, fortalecer vínculos. O Parque das Mangabeiras nos oferece o cenário ideal para que esse encontro aconteça em sintonia com a natureza e com os valores que cultivamos diariamente”, destaca o diretor do Colégio, Vanderlei Soela.

O pai de uma das alunas, Charles Godinho também apoia a iniciativa. “Realmente, ter um Dia da Família em um lugar tão lindo como esse, que representa tanto a nossa cidade, é maravilhoso. As crianças se integram com a natureza, brincam, correm, participam de várias oficinas. O Marista está de parabéns pela iniciativa, e que continue sempre assim”, afirma.

Mais do que um simples encontro, a proposta buscou valorizar momentos de convivência e estreitar laços, em sintonia com os princípios Maristas de acolhida, comunidade e integração. A ação faz parte das comemorações pelos 75 anos do Colégio Marista Dom Silvério, celebrando uma história marcada pela formação integral e pelo compromisso com a educação de qualidade.

Prepare-se! A Tropicália volta com tudo na Temporada Summer de Tropicalize! O Baile

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O espetáculo Tropicalize! O Baile chega com força renovada para a temporada Summer, transformando palcos em verdadeiras celebrações da Tropicália. Idealizado como uma festa coletiva e itinerante, o projeto propõe revisitar um dos movimentos mais importantes da cultura brasileira com arranjos modernos, energia contagiante e um repertório que passeia por clássicos de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa, Rita Lee, Os Mutantes e tantos outros ícones.

No palco, um quarteto de peso dá vida à proposta. O lendário Zé Guilherme, guitarrista que escreveu parte da história da música brasileira ao lado de nomes como Elis Regina, Gilberto Gil, Caetano Veloso e Os Mutantes, assina a direção artística e conduz o público em solos de guitarra psicodélicos que se tornaram sua marca registrada. Ao seu lado, o filho Gabriel Guilherme, baterista, diretor musical, arranjador e embaixador da Roland Brasil, imprime criatividade e ousadia em cada detalhe, mostrando a potência de uma parceria rara: pai e filho dividindo o palco para recontar a história da música do país.

O time se completa com o baixista e compositor Caio Pamplona, que dá consistência e groove ao espetáculo, e com a força interpretativa de Flavia Alves, que imprime emoção e intensidade às releituras de clássicos como Alegria, Alegria, Ando Meio Desligado e Divino Maravilhoso. Juntos, eles recriam a atmosfera tropicalista de forma festiva, unindo gerações e convidando o público a dançar, cantar e se reconectar com a brasilidade.

Mais do que um espetáculo musical, o Tropicalize! O Baile é uma homenagem viva à Tropicália, especialmente em tempos em que perdemos ícones como Gal Costa e Rita Lee. O projeto resgata a força de um movimento que sempre representou diversidade, liberdade e experimentação, mantendo-o pulsante e atualizado.

Instagram: https://www.instagram.com/tropicalize_obaile

Webinar propõe reflexão sobre o papel estratégico do RH e o cuidado com quem cuida das organizações

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A psicóloga e especialista em gestão de carreira, Bruna Antonucci, realiza, no dia 23/09, à partir de 8h, um webinar gratuito com um convite provocativo e necessário; “Quem cuida de quem cuida?”, é o tema do evento, voltado a profissionais de Recursos Humanos. O objetivo é discutir a urgência de olhar para a própria área de RH como uma frente que também precisa de investimento, desenvolvimento e protagonismo dentro das empresas. Para participar, é necessário se inscrever através de um formulário no link. A iniciativa surge da percepção de que, embora o setor de Recursos Humanos seja tradicionalmente responsável por apoiar colaboradores, formar lideranças e desenhar trilhas de capacitação, muitas vezes não recebe a devida atenção no que diz respeito ao próprio fortalecimento técnico e estratégico. A psicóloga ressalta que o objetivo do webinar é também criar um ambiente de escuta, troca de experiências e inspiração. “O RH precisa deixar de ser visto apenas como o ‘cuidador’ da empresa. Ele também é gente, também precisa de suporte, de atualização, de espaço para se fortalecer”, destaca. A proposta final é mobilizar um movimento de valorização interna da área, garantindo que seus profissionais se sintam encorajados a ocupar posições de mais influência e impacto.

Judicialização contra planos de saúde cresce e pressiona sistema de atendimento

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Apenas em 2024, mais de 300 mil ações empacaram o judiciário brasileiro

 

O Brasil registrou cerca de 300 mil ações judiciais contra planos de saúde em 2024, segundo levantamento da Associação Paulista de Medicina (APM) a partir de dados do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) e projeções nacionais. O número representa alta significativa em relação aos anos anteriores e expõe um quadro de crescente judicialização do setor.

Os processos são motivados principalmente por negativas de cobertura, em especial para tratamentos de alto custo, medicamentos fora do rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e procedimentos experimentais. Para especialistas, o movimento coloca em xeque a previsibilidade das operadoras e evidencia fragilidades no modelo regulatório.

Grande parte das ações se apoia no artigo 35-C da Lei nº 9.656/1998, que estabelece a obrigatoriedade de cobertura em casos de urgência e emergência, além de tratamentos listados pela ANS. No entanto, a própria lei abre margem para interpretações quando trata de procedimentos não incluídos no rol de cobertura mínima.

Outro dispositivo frequentemente citado é o artigo 51 do Código de Defesa do Consumidor, que considera abusivas cláusulas contratuais que restrinjam direitos essenciais do consumidor. “Os tribunais têm entendido que o direito à saúde, previsto no artigo 196 da Constituição, deve prevalecer em situações em que a negativa de cobertura coloca em risco a vida do beneficiário”, explica Ferreira.

O aumento da judicialização gera custos adicionais para as operadoras, que acabam repassando parte dessa conta aos consumidores por meio de reajustes. Por outro lado, garante acesso a terapias que, de outra forma, estariam fora do alcance de milhares de pacientes.

“Há um efeito duplo: enquanto o Judiciário cumpre um papel fundamental de garantir o acesso imediato a tratamentos, o volume de ações pode comprometer a sustentabilidade do sistema, aumentando os preços e pressionando a relação entre usuários e operadoras”, observa Ferreira.

Para reduzir a litigiosidade, especialistas defendem maior diálogo entre reguladores, operadoras e entidades médicas, além da atualização constante do rol de procedimentos da ANS. “É fundamental que se estabeleça um equilíbrio entre a necessidade de inovação e a segurança jurídica para as operadoras. Sem isso, continuaremos assistindo a uma escalada de ações judiciais que, no fim, refletem a dificuldade estrutural do setor de saúde suplementar”, conclui o advogado.

Judicialização contra planos de saúde cresce e pressiona sistema de atendimento

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Apenas em 2024, mais de 300 mil ações empacaram o judiciário brasileiro

 

O Brasil registrou cerca de 300 mil ações judiciais contra planos de saúde em 2024, segundo levantamento da Associação Paulista de Medicina (APM) a partir de dados do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) e projeções nacionais. O número representa alta significativa em relação aos anos anteriores e expõe um quadro de crescente judicialização do setor.

Os processos são motivados principalmente por negativas de cobertura, em especial para tratamentos de alto custo, medicamentos fora do rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e procedimentos experimentais. Para especialistas, o movimento coloca em xeque a previsibilidade das operadoras e evidencia fragilidades no modelo regulatório.

Grande parte das ações se apoia no artigo 35-C da Lei nº 9.656/1998, que estabelece a obrigatoriedade de cobertura em casos de urgência e emergência, além de tratamentos listados pela ANS. No entanto, a própria lei abre margem para interpretações quando trata de procedimentos não incluídos no rol de cobertura mínima.

Outro dispositivo frequentemente citado é o artigo 51 do Código de Defesa do Consumidor, que considera abusivas cláusulas contratuais que restrinjam direitos essenciais do consumidor. “Os tribunais têm entendido que o direito à saúde, previsto no artigo 196 da Constituição, deve prevalecer em situações em que a negativa de cobertura coloca em risco a vida do beneficiário”, explica Ferreira.

O aumento da judicialização gera custos adicionais para as operadoras, que acabam repassando parte dessa conta aos consumidores por meio de reajustes. Por outro lado, garante acesso a terapias que, de outra forma, estariam fora do alcance de milhares de pacientes.

“Há um efeito duplo: enquanto o Judiciário cumpre um papel fundamental de garantir o acesso imediato a tratamentos, o volume de ações pode comprometer a sustentabilidade do sistema, aumentando os preços e pressionando a relação entre usuários e operadoras”, observa Ferreira.

Para reduzir a litigiosidade, especialistas defendem maior diálogo entre reguladores, operadoras e entidades médicas, além da atualização constante do rol de procedimentos da ANS. “É fundamental que se estabeleça um equilíbrio entre a necessidade de inovação e a segurança jurídica para as operadoras. Sem isso, continuaremos assistindo a uma escalada de ações judiciais que, no fim, refletem a dificuldade estrutural do setor de saúde suplementar”, conclui o advogado.

Gabarito Educação conquista primeiro lugar geral na IX Maratona de Matemática da UFU

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Alunos de Uberlândia e Uberaba garantiram posições de destaque em competição que reuniu mais de 600 estudantes da região

O Gabarito Educação se destacou na IX Maratona de Matemática da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), realizada nos dias 2 e 4 de setembro, conquistando o primeiro lugar geral entre as escolas privadas, com a unidade Uberlândia, e somando outras vitórias relevantes na competição. O evento, que contou com a participação de mais de 600 estudantes do Ensino Fundamental e Médio de Uberlândia e cidades da região, teve como tema “Mudanças Climáticas — Matemática em prol do planeta”.

Na competição entre equipes do Ensino Médio, o 1º lugar foi alcançado pelo trio Clube de Fermat, da unidade Uberlândia, seguido pelo 2º lugar do Gabamétricos, grupo da unidade Uberaba. Já na disputa entre escolas privadas, o Gabarito Educação Uberlândia confirmou sua excelência e foi campeão geral. No Ensino Fundamental, a unidade Uberaba também subiu ao pódio, com a equipe GabSolução conquistando o 2º lugar na competição entre equipes.

Segundo o professor Alisson Parreira, assistente do núcleo pedagógico do Gabarito Educação, o resultado reflete o esforço conjunto entre alunos e educadores. “A conquista destes prêmios é um reconhecimento significativo do esforço e da dedicação tanto dos alunos quanto dos educadores. Isso demonstra a qualidade do ensino oferecido, a eficácia das metodologias de aprendizado e consolida o Gabarito como referência em formação acadêmica e competências matemáticas”, afirma.

Além disso, ele ressalta o impacto das competições no desenvolvimento dos jovens. “Quando os estudantes alcançam resultados como esses, eles percebem, na prática, que o conhecimento abre portas. Mais do que ganhar medalhas, trata-se de aprender a lidar com desafios, persistir diante das dificuldades e transformar o estudo em uma ferramenta de realização pessoal e coletiva”.

Preparação e estratégias que levaram ao pódio
A preparação dos estudantes envolveu aulas teóricas, listas de exercícios, resolução de provas anteriores e o uso da plataforma Medalhei, voltada para competições como a OBMEP, para auxiliar no desenvolvimento de raciocínio lógico e de estratégias de resolução.

Além do aprendizado matemático, a maratona incentivou os jovens a desenvolverem competências socioemocionais. “Competências como trabalho em equipe, comunicação, pensamento crítico e gestão do tempo são fortemente estimuladas nesse tipo de competição, trazendo benefícios que ultrapassam a sala de aula”, completa o professor Alisson.

A edição deste ano registrou um equilíbrio de participação entre gêneros — 55% meninas e 45% meninos — e reuniu estudantes de Uberlândia, Araguari, Araxá, Ituiutaba, Monte Carmelo, Tupaciguara, Uberaba e Vazante.

Resultados — Gabarito Educação na Maratona de Matemática da UFU 2025
IX Maratona de Matemática do Ensino Médio

Competição entre equipes de escolas privadas:
1º lugar: Clube de Fermat — Gabarito Educação Uberlândia
2º lugar: Gabamétricos — Gabarito Educação Uberaba

Competição entre escolas privadas:
1º lugar: Gabarito Educação Uberlândia

II Maratona de Matemática do Ensino Fundamental
Competição entre equipes de escolas privadas:
2º lugar: GabSolução — Gabarito Educação Uberaba