sexta-feira, maio 8, 2026
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Amipa e Abrapa promovem workshop para padronizar classificação de contaminantes em pluma de algodão

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A Associação Mineira dos Produtores de Algodão (Amipa), em parceria com a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), realizou, nos dias 2 e 3 de setembro, na sede da Central de Classificação de Fibra de Algodão (Minas Cotton) em Uberlândia (MG), o Workshop de Classificação de Contaminantes em Pluma. O encontro reuniu 20 profissionais, entre classificadores e gerentes de laboratórios, que, durante dois dias de atividades teóricas e práticas, se aprofundaram na metodologia de identificação, codificação e avaliação de contaminantes, tomando como referência o modelo do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

O objetivo do treinamento foi definir o padrão de referência que será adotado no Brasil nesta safra 2024/2025, em caráter piloto, alinhando o país às exigências internacionais de qualidade e competitividade. Minas Gerais foi escolhido para sediar a iniciativa por seu histórico pioneiro: desde 2018, o estado adota procedimentos semelhantes de codificação de contaminantes e mantém um banco de amostras de referência para subsidiar decisões técnicas.

Contaminantes que afetam a qualidade da fibra
De acordo com a Nota Técnica sobre Contaminação no Algodão, divulgada pela Abrapa em 2024, os principais contaminantes extrínsecos que afetam a fibra brasileira são: plástico, fragmentos da casca da semente (seed coat), pegajosidade causada por insetos sugadores, além de resíduos de caule, capim, picão-preto, fibras estranhas e até materiais industriais, como metais e tecidos. Esses elementos prejudicam o desempenho do algodão na indústria têxtil, comprometem a aparência e a resistência dos fios e geram perdas econômicas expressivas.

Apenas a contaminação por plástico, por exemplo, pode representar um deságio de até 4.000 pontos na negociação internacional, o que corresponde a centenas de milhões de reais em perdas, por safra. “Essas características extrínsecas desvalorizam o algodão e reduzem sua competitividade. Quanto mais cedo forem identificadas, mais rápido será possível agir para mitigá-las”, explicou Deninson Lima, gerente de qualidade da Abrapa e um dos instrutores do workshop.

Metodologia e padronização
Segundo Deninson, o treinamento realizado em Uberlândia foi inspirado na visita técnica ao USDA, em agosto, onde especialistas brasileiros aprenderam em detalhes o sistema de classificação norte-americano. “Estamos criando um padrão para o algodão brasileiro, que possa ser comparável a nível mundial. O objetivo é mitigar os contaminantes e dar mais transparência aos compradores, internos e externos, agregando valor ao nosso produto”, destacou.

Anicézio Resende, gerente de laboratório da Amipa, reforçou que Minas Gerais foi escolhida como sede do projeto justamente por sua experiência acumulada. “Minas já codifica essas contaminações desde 2018 e mantém um banco de dados de amostras. Agora, estamos replicando para representantes de outros estados o conhecimento adquirido nos Estados Unidos, multiplicando a experiência, para que o Brasil se organize e se aproxime da referência mundial em qualidade de algodão”, afirmou.

Resende lembrou ainda que o estado ocupa a terceira posição nacional em produção, com cerca de 45 mil hectares cultivados nesta safra, combinando produtividade com qualidade reconhecida de fibra.

Desafios identificados
Os principais desafios do setor, segundo Edson Mizoguchi, gestor da Abrapa para qualidade, continuam sendo a presença de seed coat, fragmentos, pegajosidade e plástico. “Identificar a quantidade desses contaminantes é fundamental para que possamos agir de forma direcionada junto aos produtores. Só com dados estatísticos será possível adotar estratégias eficazes de mitigação e reduzir os impactos para a indústria têxtil e para o mercado consumidor”, disse.

A visão da indústria também foi incorporada ao workshop. Carolina Amaral, analista de qualidade da Capricórnio Têxtil, destacou a importância da padronização para alinhar expectativas entre produtores, tradings e compradores finais. “Hoje, muitas vezes, aquilo que é aceitável para o fornecedor não é aceitável para a indústria. O workshop cria uma linguagem comum entre todos os elos da cadeia, permitindo que cada lote de algodão seja destinado de forma mais assertiva e transparente”, avaliou.

Perspectivas
A iniciativa do workshop faz parte do Projeto de Classificação e Mitigação de Contaminantes da Abrapa, que tem metas estabelecidas até 2030 e visa consolidar um sistema nacional robusto de classificação, assegurando a qualidade do algodão brasileiro e fortalecendo sua imagem no mercado global.

O evento é o primeiro passo prático desse movimento. A expectativa é que, a partir das experiências piloto desta safra, o modelo seja gradualmente expandido para todo o país. “Quando você aponta, você consegue melhorar. Ao identificar e codificar as contaminações, o produtor passa a ter subsídios para ajustar o manejo, o plantio e o beneficiamento, melhorando a cada safra”, resumiu Anicézio Resende.

Setembro Vermelho: saúde cardiovascular das mulheres ganha destaque no Dia Mundial do Coração

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A campanha Setembro Vermelho, dedicada à conscientização sobre a saúde do coração, se une ao Dia Mundial do Coração, celebrado em 29 de setembro, para reforçar um alerta urgente: as doenças cardiovasculares continuam sendo a principal causa de morte no Brasil e no mundo.

Embora historicamente associadas aos homens, as doenças cardiovasculares (DCV) atingem de forma significativa também as mulheres — especialmente após a menopausa. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que essas enfermidades são responsáveis por um terço das mortes femininas no planeta, provocando 8,5 milhões de óbitos a cada ano, o equivalente a mais de 23 mil por dia.

No Brasil, o cenário não é diferente. Estima-se que mais de 30% das mortes entre mulheres estejam ligadas a problemas cardiovasculares, superando inclusive os índices de mortalidade por câncer de mama e de colo do útero, doenças que costumam receber maior atenção no debate público.

Segundo dados de um artigo recente sobre a epidemiologia das DCV, as mulheres estão expostas a riscos crescentes de doenças cardiovasculares ao longo da vida. Antes da menopausa, os hormônios femininos proporcionam uma certa proteção, mas esse cenário muda drasticamente após essa fase. A pesquisa, divulgada pela Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo, revela que, após a menopausa, o risco de DCV nas mulheres aumenta consideravelmente, aproximando-se do índice dos homens.

O estudo aponta que as doenças isquêmicas cardíacas (DIC) e as doenças cerebrovasculares são as principais causas de mortalidade cardiovascular nas mulheres. A prevalência dessas doenças tem aumentado de forma preocupante, especialmente após a menopausa. O levantamento destacou que, entre 1990 e 2019, houve uma redução significativa da prevalência de DCV em homens, mas nas mulheres essa queda foi mais acentuada, com uma redução de 12,8%. No entanto, a mortalidade e a prevalência das DCV nas mulheres voltam a subir após a menopausa, sugerindo que essa fase representa um ponto crítico para a saúde cardíaca feminina.

Fatores de risco específicos das mulheres
De acordo com o cardiologista Dr. Rafael Macedo, do Hospital Mater Dei Santa Clara, a mudança no estilo de vida e as pressões do cotidiano contribuem para o aumento dos casos de DCV em mulheres. “Além do maior ingresso das mulheres no mercado de trabalho, houve um aumento na adoção de hábitos prejudiciais que antes eram predominantemente masculinos, como o tabagismo. Fatores comuns a ambos, como estresse, obesidade e outras condições também contribuem para aumentar o risco cardiovascular”, explica o médico.

Além disso, ele destaca que os sintomas das doenças cardíacas podem ser diferentes nas mulheres, frequentemente manifestando-se de forma atípica. “Precisamos orientar que sintomas como náusea, vômito, dor na região epigástrica, sudorese, cansaço, fadiga e palpitações podem ser sinais de uma doença cardíaca. Esses sintomas são atípicos e, muitas vezes, são confundidos com outras condições, como transtornos de ansiedade ou problemas gastrointestinais. Isso pode atrasar o diagnóstico e, consequentemente, o tratamento. É crucial que as mulheres estejam atentas a esses sinais e procurem um médico ao menor sinal de anormalidade”, alerta o cardiologista.

A hipertensão e o diabetes, dois dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares, também têm maior incidência nas mulheres após a menopausa, muitas vezes sem apresentar sintomas claros. Segundo o Dr. Marcos Gonçalves, cardiologista do Hospital Mater Dei Santa Genoveva, isso exige que as mulheres tenham maior atenção em exames de rotina. “Nas mulheres, essas condições podem ser silenciosas, e as artérias mais finas e tortuosas tornam o tratamento mais complicado”, alerta.

A importância do diagnóstico precoce
Um ponto chave para a melhoria do prognóstico cardiovascular nas mulheres é o diagnóstico precoce. Como explica o Dr. Rafael, o atraso no diagnóstico ainda é um problema, muitas vezes influenciado pela percepção equivocada de que as DCV são “doenças de homens”. Essa visão pode induzir médicos e pacientes a desvalorizarem sintomas e não aplicarem o tratamento adequado. “É preciso educar as mulheres sobre os sinais de alerta e assegurar que o diagnóstico seja feito sem preconceitos, considerando as particularidades do corpo feminino”, destaca.

A campanha do Setembro Vermelho surge justamente para reforçar essa mensagem. É essencial que as mulheres estejam atentas à sua saúde cardíaca, especialmente no pós-menopausa, monitorando fatores como pressão arterial, colesterol e glicemia, além de manter hábitos saudáveis como a prática regular de atividades físicas e uma alimentação equilibrada.

Fatores não tradicionais e o alerta para mulheres jovens
Embora a menopausa seja um divisor de águas na saúde cardiovascular das mulheres, fatores não tradicionais, como diabetes gestacional e doenças reumatológicas, também aumentam o risco. O Dr. Marcos Gonçalves reforça a importância de monitorar as doenças reumatológicas, como artrite reumatoide e lúpus, que afetam diretamente a saúde cardiovascular das mulheres. “Essas doenças inflamatórias, comuns em mulheres, exigem frequentemente o uso de corticoides, que, além de controlar a inflamação, trazem efeitos colaterais importantes, como o aumento da glicemia, colesterol, triglicérides e o ganho de peso. Esses fatores contribuem para o desenvolvimento de hipertensão e elevam o risco de doenças cardiovasculares. A inflamação crônica, característica dessas condições, agrava ainda mais esse cenário, tornando essencial um acompanhamento cardiovascular rigoroso para evitar complicações graves”, explica o especialista.

Além disso, estudos mostram que as mulheres jovens estão cada vez mais expostas ao infarto, especialmente aquelas com maior carga de comorbidades, como obesidade e hipertensão. Entre 1995 e 2014, um estudo americano de vigilância da aterosclerose mostrou que, enquanto a taxa de internações por infarto caiu entre homens jovens, ela subiu entre as mulheres da mesma faixa etária. Esses dados reforçam a necessidade de atenção às mulheres mais jovens, que muitas vezes não recebem o tratamento adequado ou têm seu diagnóstico tardio.

Portanto, neste mês de setembro, a mensagem é clara: cuidar do coração deve ser uma prioridade para as mulheres em todas as fases da vida. “O reconhecimento dos sintomas atípicos e a conscientização sobre os fatores de risco são passos fundamentais para reduzir as mortes por doenças cardiovasculares e garantir uma vida mais longa e saudável”, finaliza Rafael.

Estamos nos tornando apáticos? Setembro Amarelo convoca à empatia e à ação

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Vivemos tempos nos quais quem sofre em silêncio muitas vezes não encontra resposta. É como se estivéssemos presos ao próprio umbigo, deixando de oferecer empatia e ajuda ao próximo. Mas será que estamos conscientes desse afastamento crescente, ou será que estamos, pouco a pouco, nos acostumando a essa indiferença? Infelizmente, os números não deixam dúvidas: o Brasil ocupa o primeiro lugar mundial em ansiedade. Esse dado foi evidenciado em um estudo publicado na Revista Brasileira de Psiquiatria em 2017, que analisou comparativamente a incidência desses transtornos em diversos países, e confirmado em uma revisão de 2020 disponibilizada pelo National Center for Biotechnology Information, vinculada ao National Institutes of Health dos Estados Unidos, que reforçou a posição do país como líder global.

No campo profissional, o cenário também é alarmante. Segundo levantamento da International Stress Management Association (ISMA-BR), divulgado em 2022, cerca de 30% dos trabalhadores brasileiros sofrem com a síndrome de burnout, colocando o Brasil na segunda posição mundial, atrás apenas do Japão. Esses dados revelam um quadro em que a falta de acolhimento, de escuta ativa e de apoio mútuo se traduz diretamente em adoecimento coletivo, impactando não apenas indivíduos, mas também empresas e a sociedade como um todo.

O Setembro Amarelo é um convite à reflexão coletiva, afinal mais do que uma campanha, ele nos lembra que cada gesto importa e que todos temos responsabilidade em construir uma sociedade mais empática e atenta ao outro. Não basta colorir o calendário ou compartilhar mensagens nas redes; é preciso transformar a conscientização em atitude diária. O cuidado nasce na escuta ativa, no interesse genuíno por quem está ao nosso lado, no simples “como você está?”, feito com atenção verdadeira.

Dentro das empresas, isso significa criar ambientes de escuta genuína, onde líderes e colegas valorizem o diálogo, respeitem limites e compreendam que produtividade e bem-estar precisam caminhar lado a lado. Diante disso, é papel da liderança estar preparada para identificar sinais de sofrimento emocional e acolher sem julgamento, transformando discursos em práticas reais. Políticas de saúde mental devem se traduzir em programas de apoio psicológico, flexibilização de jornadas em momentos críticos, incentivo ao diálogo aberto e treinamentos que promovam empatia e respeito. Investir em rodas de conversa, canais de acolhimento e ações de bem-estar não é apenas cuidado humano, mas também uma estratégia inteligente, que aumenta o engajamento e fortalece a confiança entre equipes.

Na vida pessoal, o convite é o mesmo, pois é preciso oferecer presença, apoio e ternura em tempos de correria e distanciamento. Se queremos mudanças reais, precisamos assumir nosso papel como agentes de cuidado, cultivando relações mais leves, respeitosas e solidárias, afinal, cada um de nós pode ser ponte entre a apatia e o acolhimento e é nesse movimento que vidas se transformam. Importante destacar que vida pede leveza, ternura e conexão; não é mesmo? Pessoas com medo de serem julgadas evitam se abrir e acabam carregando o peso da angústia sozinhas. Enquanto isso, o distanciamento emocional aumenta, sendo vital inverter essa lógica.

A empatia é um antídoto poderoso para este cenário. O contato verdadeiro com o outro, ainda que em gestos pequenos, tem força para aliviar dores e transformar distâncias em pontes de solidariedade. Oferecer gentileza, colocar nossos talentos a serviço da sociedade e estar presente pode mudar a vida de alguém. Precisamos trocar a apatia por cuidado ativo. Escutar quem sofre não é um favor, é uma urgência. Seja no trabalho, em casa ou entre amigos, o apoio sincero e o diálogo aberto reduzem ansiedades, previnem o burnout e fortalecem laços que podem evitar tragédias.

O Setembro Amarelo não deve se limitar a campanhas visuais ou a uma data no calendário. Ele é um chamado permanente à compaixão — para estender a mão sem julgamentos e reconhecer que todo gesto de apoio pode ser um passo em direção à vida. Viver exige leveza, mas também exige que olhemos além de nós mesmos, com atenção e afeto. Que possamos transformar ideias em atitudes reais, acolher quem se sente invisível e dizer, com presença verdadeira: “estou aqui”. Às vezes, esse simples gesto é o que faz toda a diferença.

Nosso papel também envolve, inevitavelmente, o olhar para dentro. A vida nos convida à autoresponsabilização: entender que protagonizar não é apenas escolher caminhos, mas também reconhecer limites. O autoconhecimento abre espaço para perceber quando a carga se torna pesada demais e quando é hora de buscar apoio profissional — sem medo, sem vergonha. Cuidar de si é um ato de coragem e maturidade, tão essencial quanto cuidar do outro. Ser protagonista da própria trajetória é compreender que não precisamos enfrentar tudo sozinhos e que pedir ajuda faz parte da construção de uma vida mais leve, equilibrada e autêntica.

David Braga – CEO, board advisor e headhunter da Prime Talent, empresa de busca e seleção de executivos, presente em 30 países e 50 escritórios pela Agilium Group; É Conselheiro de Administração e Professor pela Fundação Dom Cabral, Presidente da ABRH MG, VP do Conselho de RH da ACMinas e Presidente do Conselho de Administração do ChildFund Brasil. Instagrams: @davidbraga | @prime.talent

Uniube Uberlândia promove feira de profissões com vivências em diversas áreas do conhecimento

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Evento acontece dia 27 de setembro e contará com oficinas práticas, distribuição de mudas, feira de adoção de cães e dinâmicas interativas, aproximando os estudantes da vivência universitária.

A Uniube Uberlândia promove, dia 27 de setembro, mais uma edição da Uniube Aberta, evento gratuito voltado a estudantes do ensino médio e demais interessados em conhecer a estrutura, os cursos e as oportunidades que a Universidade oferece. Neste ano, o tema é cinema, convidando os participantes a “entrarem em cena” em um universo de criatividade, protagonismo e conhecimento.

A proposta é proporcionar uma imersão no ambiente universitário, permitindo que os visitantes vivenciem, na prática, experiências que dialogam com a formação acadêmica e profissional. Para isso, cada área do conhecimento preparou atividades interativas e oficinas práticas, como:

  • Aferição de pressão e glicemia, além de instruções de cuidados com a saúde da mulher;
  • Oficina de primeiros socorros no Laboratório de Saúde;
  • Prática de limpeza de pele;
  • Game Finanças, com desafios e aprendizado sobre educação financeira;
  • Criando meu primeiro site WEB com CHAT BOT;
  • Café com roda de leitura;
  • Distribuição de mudas;
  • Feira de adoção de cães;
  • Audiência Simulada, organizada pelo curso de Direito.

Segundo a diretora executiva da Uniube Uberlândia, Priscila Neme, a Uniube Aberta é uma oportunidade única para os estudantes conhecerem de perto a vida universitária. “A Uniube Aberta é o momento em que abrimos as portas da Universidade para receber os estudantes com criatividade, interação e experiência prática. Neste ano, com a temática do cinema, queremos que cada visitante se sinta parte de um grande filme, vivendo cenas que representam suas escolhas e seu futuro profissional”, destaca.

Além das oficinas e dinâmicas, o campus contará com uma ambientação inspirada em grandes clássicos do cinema, personagens caracterizados e ativações temáticas. O público também poderá participar de sorteios de brindes como, óculos de realidade virtual, Alexa e câmera instantânea. Outro destaque será a presença de empresas parceiras, que marcam presença com ações promocionais, distribuição de brindes exclusivos e a oportunidade de interação com marcas reconhecidas no mercado.

As inscrições já estão abertas e podem ser feitas pelo link.

Inteligência Artificial chega à rotina dos servidores públicos em Uberlândia

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Com palestra de especialista da Zuper, evento da Escola de Governo mostra como a IA pode revolucionar o serviço público

Burocracia, lentidão e excesso de papelada podem estar com os dias contados nos serviços públicos. Atenta à este cenário, a Prefeitura de Uberlândia dá mais um passo rumo à inovação com o 2º Ciclo de Palestras da Escola de Governo, que acontece nesta sexta-feira (12), no auditório Cícero Diniz, às 14h. O destaque da programação é a palestra de Arthur Lapa Medeiros, CTO da Zuper, uma das empresas de educação tecnológica que aplica inteligência artificial para aperfeiçoar processos administrativos e formativos mais inovadoras do país.

Com o tema “Você pode ser melhor com ferramentas de IA”, Arthur vai apresentar aos servidores municipais como a inteligência artificial pode ser usada na prática para aumentar a produtividade, eliminar tarefas repetitivas e agilizar processos. “É hora de deixar a IA fazer o trabalho pesado e liberar tempo para o que realmente importa: atender melhor o cidadão”, afirma o especialista.

Mais do que conceitos técnicos, a palestra trará exemplos práticos e acessíveis de como agentes de IA já estão sendo usados para automatizar rotinas administrativas, escrever documentos, analisar dados e até antecipar demandas. Segundo pesquisas, o uso da IA pode aumentar em até 40% a produtividade de organizações que adotam a tecnologia.

Formado em Análise de Sistemas pela UFU e pós-graduado em Análise de Dados, Arthur tem experiência de sobra para falar do assunto já que liderou a digitalização das compras públicas da Prefeitura de Uberlândia, gerenciando um volume superior a R$ 3 bilhões em aquisições. Hoje, dedica-se à criação de agentes inteligentes e plataformas voltadas para educação e gestão.

A ação demonstra a preocupação da cidade em se manter na vanguarda da inovação. “Uberlândia está preparando seus servidores para um futuro que já começou. A inteligência artificial não é mais tendência: é realidade, e vai transformar a forma como lidamos com políticas públicas, atendimento ao cidadão e gestão interna”, completa o CTO da Zuper.

Serviço:
2º Ciclo de Palestras da Escola de Governo
Palestra “Você pode ser melhor com ferramentas de IA”
Sexta-feira, 12 de setembro, às 14h
Auditório Cícero Diniz – Centro Administrativo Virgílio Galassi.

Uberlândia Shopping promove “Chiquinha Day” com ingressos grátis para Chaves: A Exposição

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Participantes caracterizados como a icônica personagem garantem entrada gratuita para a maior mostra já realizada no mundo dedicada ao icônico seriado mexicano

Neste sábado, 13 de setembro, o Uberlândia Shopping, administrado pela Alqia, vai se transformar em cenário de uma divertida invasão de Chiquinhas. A ação especial convida os fãs da personagem mais travessa da Vila a participarem do “Chiquinha Day”, que acontece das 10h às 22h, em clima de nostalgia e descontração. 

Para participar, basta chegar caracterizado como a inesquecível filha do Seu Madruga. Quem entrar no espírito e adotar o visual da Chiquinha garante um ingresso gratuito para visitar Chaves: A Exposição, a maior mostra já realizada no mundo sobre o icônico seriado mexicano. Os ingressos devem ser retirados na bilheteria e são válidos apenas para o dia 13 de setembro. 

Sobre a exposição
Com nove cenários clássicos e interativos recriados em detalhes, a experiência leva os visitantes a reviverem momentos marcantes da Vila do Chaves. Estão lá o pátio, a Casa do Seu Madruga, a Casa da Dona Florinda, a Sala do Chapolin e até um túnel dedicado ao atrapalhado herói vermelho. Além disso, o público pode conferir figurinos, roteiros e objetos originais vindos diretamente do México, em uma imersão inédita e cheia de memórias afetivas. “Queremos transformar esse dia em uma grande celebração para os fãs. A Chiquinha é um dos personagens mais queridos do universo do Chaves. A intenção é criar memórias afetivas e reforçar o carinho que todos têm pela Vila. Então, já combina com a turma, coloca o vestido, as maria-chiquinhas no cabelo e venha viver essa experiência inesquecível com a gente”, convida Laíza Carvalho, gerente de Marketing do Uberlândia Shopping.

A exposição está instalada no Piso 1, próximo à Milano.

Alice – Uma Aventura Musical: aniversário de dez anos do espetáculo é comemorado no Festival FITA 

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Apresentação da peça, idealizada pela jornalista Simone Frota, teve casa cheia em Angra dos Reis 

  Para celebrar, oficialmente, uma década em cartaz, o elenco de ‘Alice – Uma Aventura Musical’ ganhou um super presente: se apresentar em 2025 no FITA (Festa Internacional do Teatro de Angra dos Reis), que há 21 anos se dedica ao teatro brasileiro, fazendo de suas edições um marco único, com homenagens a profissionais de contribuem, de forma significativa, para as artes cênicas. No evento, o espetáculo infantil, idealizado pela jornalista Simone Frota, subiu ao palco, com a casa cheia, arrancando aplausos. E para que tudo corresse bem, todo o elenco, composto por Ana Beatriz Duarte, Analice Gomes, Claudia Mattos, Duda Campos, Eduardo Schindvain, Giovanna Garcia, Kátia Valério, Malu Piola, Marina Pataro, Sofia Ramos  e Sophia Ellen, recebeu uma intensa preparação, dada pelo diretor Udylê Procópio. 

  “Alice, para mim, é a realização de um sonho! E hoje, meus pequenos arrasaram, aprenderam direitinho o dever de casa! Além disso, é saber que eu os impulsiono nessa trajetória profissional e isso, me deixa honrada! Não tenho palavras para expressar a minha gratidão, primeiramente, a Deus, ao Udylê e às crianças!”, ressalta a idealizadora. 

  Na ocasião, a plateia mergulhou nas aventuras de uma menina, que, sozinha, decidiu seguir seus próprios sonhos, correndo atrás de um coelho branco, mas acabou caindo em um enorme buraco. Logo, se descobriu no “País das Maravilhas”, povoado por criaturas com características humanas e fantásticas: o Gato, o Chapeleiro e a Rainha de Copas. Com o trecho “Já não sei qual caminho escolher, não sei mais no que acreditar. Eu vi lagarta fumando, coelho correr e um caminho pra nunca chegar…” Alice se questiona, ao lado do Chapeleiro, onde estava e o que mais poderia acontecer. 

  ‘Alice – Uma Aventura Musical’, comemora, ainda, o 160° aniversário da obra original de Lewis Carroll, um dos maiores clássicos da literatura mundial, soma inúmeros prêmios: Melhor Figurino, Melhor Maquiagem, Melhor Cenário, Duas Menções Honrosas, Melhor Direção, Melhor Ator, Melhor Atriz, Melhor Trilha Sonora, Melhor Iluminação, Melhor Espetáculo e outros. “Que felicidade! Proporcionamos ao público o embarque na história de Alice e para os nossos atores, um futuro promissor”, enfatiza Thalita Andrade, Supervisora Artística. 

 É importante lembrar que, em cena, os personagens alertaram à Alice enigmas, aos quais estimulam a reflexão sobre a sua própria vida: um mix de sentimentos e a conexão com a natureza.

Espetáculo Street Cadeirante e oficina inclusiva movimentam Uberlândia no Festival Todos em Cena

No próximo sábado, 13 de setembro, às 20h, o Palco de Arte receberá uma experiência artística única: o espetáculo Street Cadeirante, que chega acompanhado da oficina de Dança Reversa Inclusiva.

A proposta é inovadora e emocionante: convidar todos os participantes a dançar como cadeirantes, explorando a força, a liberdade e a beleza da arte sobre rodas. A iniciativa mostra que a dança vai muito além das limitações físicas e pode ser uma poderosa ferramenta de inclusão e expressão.

A Cia. Street Cadeirante é pioneira e referência nacional em dança inclusiva. O propósito é proporcionar ao público uma experiência artística de alto nível, aliando performance e sensibilização para a valorização da pessoa com deficiência. Essa experiência promove empatia, desconstrução de preconceitos e valorização da diversidade corporal.

Mais do que uma apresentação, o encontro será uma vivência transformadora, que amplia a percepção do público sobre acessibilidade e diversidade cultural. A oficina de Dança Reversa é aberta à pessoa com ou sem deficiência, conduzida pelos bailarinos.

O Festival Todos em Cena – 1º Festival de Inclusão e Acessibilidade do Triângulo Mineiro é uma realização do programa Uberlândia na Rota das Culturas e reúne, ao longo de setembro, oficinas, espetáculos, debates e vivências que valorizam a diversidade e garantem recursos de acessibilidade em todas as atividades.

Espetáculo Street Cadeirante e Oficina de Dança Reversa
Data: 13/09 (sábado)
Horário: 20h
Local: Palco de Arte (Rua Coronel Manoel Alves, 222 – Centro)
Entrada gratuita | Retirada de ingressos antecipadamente
Informações: (34) 9 9866-1727

Dia dedicado à arte surda com oficina e espetáculo em Uberlândia é oferecido pelo Festival Todos em Cena

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O Festival Todos em Cena: 1º Festival de Inclusão e Acessibilidade do Triângulo Mineiro, realizado pelo Uberlândia na Rota das Culturas, traz no próximo domingo, 14 de setembro, uma programação especial que celebra a arte surda e a força da expressão corporal. Serão dois encontros que unem inclusão, pesquisa artística e experiências sensoriais abertas ao público.

A atividade propõe uma vivência prática e sensível, explorando o corpo como instrumento de comunicação e a vibração como facilitadora da dança para pessoas surdas. A oficina integra improvisos de técnicas contemporâneas e flamencas, criação coreográfica, estudos rítmicos, percepção melódica, expressão corporal e improvisação em Libras.

A condução será feita por Clara Kutner, diretora e artista carioca, com trajetória reconhecida no teatro, cinema, televisão e dança. Recentemente, Clara Kutner assinou a direção da série “Pedaço de Mim”, lançada pela Netflix em 2024, que se tornou a produção de língua não inglesa mais vista da história da plataforma. Na área cultural, tem se destacado por projetos que valorizam a diversidade e a atuação de artistas com deficiência.

Encerrando o dia, o público poderá assistir ao espetáculo “Movimento de Escuta”, uma performance vibrante que transforma o silêncio em poesia corporal. A arte surda se faz presente em cena, convidando todos a sentir cada gesto, vibração e ritmo que ecoam além da palavra falada.

Toda a programação do Festival Todos em Cena é gratuita e conta com recursos de acessibilidade, como interpretação em Libras, audiodescrição, legendas e apoio de profissionais especializados, garantindo a participação plena de todos os públicos.

Oficina “Dança com Libras e Vibração” com Clara Kutner e Cia Som
Data: 14/09, das 14h às 17h
Local: Bloco 3M, Sala Ana Carneiro – Campus Santa Mônica da Universidade Federal de Uberlândia
Carga horária: 3 horas
Inscrições: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdM7054Dz3W9dGLL1DSGMKss0MW5DiOxTFaq4mBBMiGXpWpmg/viewform

Espetáculo “Movimento de Escuta”
Data: 14/09, às 20h
Local: Cine Teatro Nininha Rocha

Com entrada gratuita, Mineiro Beat acontece neste fim de semana em Uberlândia

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Uberlândia recebe neste fim de semana a quarta edição do Mineiro Beat. A estrutura robusta foi montada em uma área de 22 mil m² e vai receber mais de 15 atrações musicais nos dias 13 e 14 de setembro, a partir de 15h30, no Itororó Park Club. A entrada é gratuita e o público pode doar um quilo de alimento não perecível.

São quase 20 horas de música rolando ao som de artistas como Gabriel O Pensador, Luedji Luna, ⁠⁠Boogarins, ⁠⁠Funk-se, Sugar Hill, Amanda Bred, Cachalote Fuzz e Tagore, ⁠⁠Skeeter B2B Xavbeatz e Viniish.

No domingo, a batida fica por conta de ⁠Criolo, KL Jay, ⁠⁠Ebony, Muñoz, ⁠⁠ Jack Will convida Luiz Salgado, ⁠⁠Samba Flor, Felipe Antunes, Laissy Mel e Philipim.

Além de dois palcos, a estrutura do Mineiro Beat terá estações de bar espalhadas pela área, banheiros, estacionamento e uma ampla praça de alimentação com quase 15 restaurantes, incluindo opções veganas.

O público terá ainda área de descanso para curtir a vibe do rolê de um local que já respira o verde no dia a dia, proporcionando uma experiência musical única, celebrando e respeitando a diversidade.

A Überbräu é a cervejaria oficial do Mineiro Beat e apesar da entrada ser gratuita, é preciso garantir o ingresso pelo ASAS Tickets. Ao entrar no site, o público pode selecionar o dia que quer ir e pronto. O acesso é válido por CPF.

Para chegar com conforto e tranquilidade, o evento conta ainda com estacionamento que pode ser garantido de forma antecipada pelo site no valor de R$40.

O Mineiro Beat é apresentado pelo Guaraná Mineiro, eFácil e Vivo.

Boogarins, Luedji Luna, Muñoz e Gabriel O Pensador no Mineiro Beat 2025

SOLIDARIEDADE
Esse ano, o MB fechou parceria com o Sesc Mesa Brasil e o Instituto Alair Martins (Iamar) para uma ação solidária na arrecadação de alimentos não perecíveis que vão ajudar famílias em situação de vulnerabilidade social.

Quem for ao festival poderá fazer a doação voluntária do alimento logo na entrada do Mineiro Beat, que assim como no ano passado tem entrada gratuita nos dois dias.

Os itens arrecadados serão destinados ao Mesa Brasil, maior banco de alimentos da América Latina presente em todos os estados e Distrito Federal. Em Uberlândia e região do Triângulo Mineiro, o projeto arrecada cerca de 210 toneladas de alimentos mensalmente, beneficiando mais de 120 mil pessoas/mês.

CELEBRANDO A EXPERIÊNCIA MUSICAL
O Mineiro Beat é um evento para as pessoas que amam a música alternativa, e transitam livremente entre o rock e a MPB, o rap e o samba. Um público que não deseja apenas consumir uma experiência superficial, mas vivê-la intensamente com um line-up que dialoga com as emoções e as memórias.

Porque não existe conexão mais forte do que a energia de uma canção vibrando no peito, não existe magia mais real do que uma plateia cantando junto aos seus ídolos, e não existe lembrança mais duradoura do que aquela feita de música.

Essa essência é visivelmente traduzida no portfólio do festival. Nas três edições anteriores (2016, 2018 e 2024), já passaram pelos palcos do Mineiro Beat nomes como Lenine, Jorge Ben Jor, Pabllo Vittar, Emicida, Rincon Sapiência, Marcelo D2 e mais de 50 outros nomes.

LINE-UP MB

Sábado – 13/09

  • Gabriel O Pensador
  • Luedji Luna
  • Boogarins
  • Funk-se
  • Sugar Hill
  • Amanda Bred
  • Cachalote Fuzz e Tagore
  • Skeeter B2B Xavbeatz
  • Viniish

⁠⁠Domingo – 14/09

  • Criolo
  • KL Jay
  • Ebony
  • Muñoz
  • Jack Will celebra Pena Branca & Xavantinho com Luiz Salgado
  • Samba Flor
  • Felipe Antunes
  • Laissy Mel
  • Philipim

MINEIRO BEAT 2025
Data: 13 (sábado) e 14 (domingo) de setembro
Local: Itororó Park Club, Avenida Lidormira Borges do Nascimento – Shopping Park
Horário: a partir de 15h30
Ingresso: clique aqui para garantir a entrada gratuita
Estacionamento: Acesse o link e confira
Informações: Instagram oficial do festival
Classificação Indicativa: Livre