terça-feira, março 17, 2026
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AACD implanta impressão 3D para órtese craniana em Uberlândia

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A AACD implementou na oficina ortopédica da unidade de Uberlândia (MG) a tecnologia de impressão 3D para produção de órteses cranianas, também conhecidas como “capacetinhos”, indicadas para bebês com assimetria craniana postural moderada ou grave. O processo é 100% digital, desde o escaneamento da cabeça do bebê até a fabricação da órtese, garantindo precisão, conforto e personalização para cada paciente.

O diagnóstico precoce, preferencialmente entre 4 e 9 meses de idade, é fundamental. Quando não tratada, a assimetria craniana pode gerar alterações estéticas, dificuldades de mastigação, problemas de visão, dor na articulação temporomandibular e outras consequências. Com o tratamento adequado, é possível promover o desenvolvimento saudável e o bem-estar do paciente, evitando complicações futuras.

Pioneira nesse tipo de tratamento no Brasil, a AACD também conta com esse serviço nas oficinas ortopédicas das unidades Ibirapuera (São Paulo), Recife e Porto Alegre. Na capital paulista, foram entregues mais de 200 órteses cranianas ao longo de 2024.

O acompanhamento poderá incluir até dois “capacetinhos”, de acordo a necessidade de cada criança, escaneamentos periódicos para monitoramento da evolução e todas as revisões necessárias. As órteses também podem ser escolhidas em diferentes cores, tornando o tratamento mais personalizado e humanizado.

Com a tecnologia de impressão 3D, a AACD reafirma seu compromisso com a inovação e o cuidado especializado, oferecendo tratamentos cada vez mais seguros, modernos e adaptados às necessidades de cada família.

O tratamento pode ser acessado de forma particular, sendo que toda renda arrecadada é destinada para a manutenção dos atendimentos realizados via Sistema Único de Saúde (SUS) na unidade. Para mais informações e solicitar um orçamento, acesse: https://aacd.org.br/ortese-craniana

 Oficina Ortopédica da AACD Uberlândia

  • Endereço: Rua da Doméstica, 250 – Planalto (Uberlândia, MG)
  • Contato: (34) 3228-8018 ou 3228-8092
  • Horário de atendimento: Segunda a sexta-feira, das 7h às 17h

Simpósio em Uberlândia oferece minicurso sobre seletividade alimentar e reforça a importância da capacitação de profissionais da Atenção Primária

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A alimentação infantil é um dos pilares para o desenvolvimento saudável, mas nem sempre o processo ocorre de forma tranquila. A seletividade alimentar, caracterizada por recusa persistente de alimentos, cardápio extremamente restrito ou reações emocionais intensas diante de novas opções, tem se tornado uma queixa cada vez mais comum nos consultórios de nutrição.

Para qualificar a atuação dos profissionais que lidam com esse desafio, o I Simpósio Multiprofissional na Atenção Primária (SIMAP 2025), promovido pela Missão Sal da Terra, oferecerá, no dia 15 de outubro, o minicurso “Manejo da seletividade alimentar através de terapias alimentares”. A atividade é voltada para nutricionistas e estudantes da área e trará uma abordagem prática sobre diagnóstico, estratégias de cuidado e terapias alimentares aplicadas à clínica infantil.

Segundo a nutricionista Isadora Guimarães Valentim, uma das responsáveis pela condução do minicurso, o olhar atento dos profissionais da Atenção Primária é decisivo para o manejo adequado da condição. “É comum que a seletividade alimentar seja confundida com fases transitórias da infância, mas o que diferencia o quadro clínico é a persistência, a rigidez dos comportamentos e o impacto na saúde e no convívio social da criança. Quando há exclusão de grupos alimentares inteiros, recusa por texturas, cores ou cheiros, e reações de ansiedade ou até náusea diante de novos alimentos, é hora de investigar”, explica.

De acordo com a especialista, as causas da seletividade alimentar são multifatoriais e podem estar ligadas a fatores biológicos, sensoriais ou comportamentais. “Prematuridade, refluxo e alergias podem marcar a relação da criança com a comida, enquanto a sensibilidade sensorial aumentada pode levar à rejeição de determinados alimentos. Já experiências negativas, como pressão excessiva para comer, reforçam a recusa e até desencadeiam quadros como o Transtorno Alimentar Restritivo Evitativo (TARE)”, detalha.

Na Atenção Primária, o papel dos profissionais vai desde a identificação precoce dos sinais clínicos até o encaminhamento para equipes interdisciplinares, quando necessário. Isadora ressalta que validar a preocupação das famílias é essencial: “muitas vezes, as queixas são minimizadas. Escutar com atenção, oferecer orientações baseadas em práticas de alimentação responsiva e estruturar grupos de apoio são estratégias fundamentais para ampliar a adesão das crianças e reduzir a ansiedade dos cuidadores”.

O minicurso também contará com exercícios práticos, proporcionando aos participantes vivências que exemplificam a aplicação das terapias alimentares no cotidiano clínico.

Com esse debate, o SIMAP 2025 reforça a relevância de capacitar os profissionais do SUS para o manejo da seletividade alimentar, promovendo um cuidado mais humanizado, integral e resolutivo no acompanhamento infantil.

O impacto social e emocional da seletividade alimentar nas famílias

Mais do que um desafio nutricional, a seletividade alimentar pode trazer repercussões significativas para a vida social e emocional das crianças e de suas famílias. Situações cotidianas, como participar de festas de aniversário, almoços em família ou refeições escolares, tornam-se motivo de preocupação e, muitas vezes, de constrangimento.

Segundo a nutricionista Isadora Guimarães Valentim, a condição ultrapassa os limites da mesa. “A criança pode sentir-se diferente dos colegas, evitando situações sociais em que o alimento está presente. Isso afeta a autoestima e pode limitar experiências de convívio fundamentais para o desenvolvimento”, explica.

Os pais, por sua vez, convivem com sentimentos de culpa, frustração e ansiedade, seja por acreditarem que falharam na introdução alimentar, seja pela pressão de familiares e da sociedade para que a criança ‘coma de tudo’. “Não raro, vemos famílias que transformam as refeições em um campo de batalha, o que agrava ainda mais a recusa alimentar e fragiliza os vínculos”, acrescenta a especialista.

Para minimizar esses impactos, a abordagem recomendada é a da alimentação responsiva, que preza por respeitar os sinais de fome e saciedade da criança, criar ambientes tranquilos e prazerosos para as refeições e reduzir a pressão durante a alimentação. Além disso, a escuta qualificada dos profissionais da Atenção Primária tem papel decisivo. “Validar o sofrimento das famílias é o primeiro passo. Orientações práticas e o encaminhamento a uma equipe interdisciplinar — que pode incluir psicólogos, terapeutas ocupacionais e fonoaudiólogos — contribuem para quebrar o ciclo de estresse em torno da alimentação”, reforça Isadora.

Serviço

I Simpósio Multiprofissional na Atenção Primária (SIMAP 2025)
Local: Uberlândia (MG)
Data: 15 a 17 de outubro de 2025
Minicurso: Manejo da seletividade alimentar através de terapias alimentares – 15 de outubro
Ministrantes: Isadora Guimarães Valentim (CRN9 28304) e Camila de Freitas Rodrigues – (CRN9 23983)
Realização: Missão Sal da Terra

Informações: https://www.simap2025.com/

Chegou quem faltava para a família Ovomaltine do Méqui: o novo McColosso Ovomaltine Rocks

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A família Méqui + Ovomaltine acaba de aumentar: chega a todos os restaurantes do Brasil o novo McColosso Ovomaltine Rocks, um lançamento que combina a cremosidade inconfundível do McColosso com a crocância do Ovomaltine Rocks que o os fãs das marcas já amam, criando uma sobremesa que une indulgência e muito sabor.
“Nossa plataforma de sobremesas não para de crescer. Há mais de 15 anos, o McDonald’s mantém uma parceria de sucesso com Ovomaltine, que já provou ser uma paixão dos nossos clientes. Para compor a família ao lado do McShake e do McFlurry, o McColosso Ovomaltine Rocks chega para completar esse trio de sucesso. O nosso consumidor já ama a parceria com Ovomaltine, e agora chegou quem faltava nos quiosques e restaurantes do Méqui”, conta Ilca Sierra, Diretora de Marketing da Divisão Brasil da Arcos Dorados.
E para provar que tem coisas que em três ficam ainda melhores, a Galeria.ag criou uma campanha com aquela pontinha de provocação: sabe quando falta um elemento para a situação ser perfeita? Pois é, com a nova campanha, o Méqui vai mostrar que uma dupla já é bom, mas um trio fica ainda melhor. E agora, o desejo dos consumidores por Ovomaltine no Méqui está completo. O projeto conta ainda com desdobramentos OOH e nos canais digitais da marca, além da participação de influenciadores.
A novidade já está disponível em todos os restaurantes do Brasil pelo balcão, Drive-Thru e pelo app do Méqui pelo Peça e Retire.
Para acompanhar essa e outras novidades, acesse o site do McDonald’s ou fique ligado nas redes oficiais da marca.

Unimed Uberlândia lança campanha Outubro Rosa 2025: “Cuidado que floresce, esperança que renasce”

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Neste mês de outubro, a Unimed Uberlândia dá início à campanha Outubro Rosa 2025, com o tema “Cuidado que floresce, esperança que renasce”. A iniciativa reforça a importância da prevenção e da detecção precoce do câncer de mama, além de valorizar o papel do cuidado e da rede de apoio que fortalece cada pessoa ao longo da jornada de saúde. Mais do que uma campanha de conscientização, a Unimed Uberlândia convida a refletir sobre o poder transformador do cuidado, principalmente quando ocorre o envolvimento da sociedade. O propósito é mostrar que a prevenção vai além dos exames, ela está no olhar atento, na escuta sensível e no acompanhamento contínuo que ajudam a salvar vidas.

Um dos pilares da campanha é dar visibilidade à Linha de Cuidado da Mama da Unimed Uberlândia, um diferencial assistencial da cooperativa que garante continuidade de cuidado em todas as fases, do rastreamento à reabilitação. De acordo com o diretor de Serviços Próprios da Unimed Uberlândia, Dr. Fábio Gazelato, a rede de apoio é essencial para o funcionamento integrado da linha de cuidado. “A rede de apoio é formada por serviços conectados, com fluxos bem definidos dentro de uma visão longitudinal do paciente. Ela envolve desde o médico da Atenção Primária, com ações preventivas e exames periódicos, o ginecologista, o mastologista, com o suporte dos serviços diagnósticos e terapêuticos. Essa integração é fundamental para garantir um cuidado contínuo e de qualidade”, afirma.

Segundo o diretor, essa estrutura interligada permite à Unimed Uberlândia oferecer um acompanhamento completo e acolhedor, evitando a fragmentação do atendimento. “Uma linha de cuidado só é eficaz se estiver sustentada por uma rede de apoio bem estruturada. Caso contrário, o atendimento se torna desconectado/fragmentado. Aqui, o paciente percorre uma jornada assistencial que passa por diferentes serviços, todos alinhados com o mesmo objetivo: promover saúde e alcançar o melhor desfecho possível”, destaca.

A Unimed Uberlândia segue as recomendações mais recentes para o rastreamento do câncer de mama, que ampliaram a faixa etária indicada para realização periódica da mamografia. “Utilizamos como referência a recomendação de realizar o exame a cada dois anos em mulheres de 50 a 69 anos. Porém, com a atualização recente, essa faixa foi estendida para 40 a 74 anos, e já estamos adotando esse protocolo na nossa rede assistencial”, explica Dr. Gazelato. “A periodicidade e o tipo de exame podem ser ajustados conforme o perfil de risco individual, considerando a avaliação do ginecologista, médico da Atenção Primária ou mastologista”, complementa.

A Linha de Cuidado da Mama organiza o percurso assistencial, garantindo agilidade, segurança e diagnóstico precoce. O processo envolve:

  • Detecção precoce: orientação e realização de exames como mamografia;
  • Diagnóstico: consultas com mastologistas, exames complementares e biópsias;
  • Tratamento: acompanhamento com oncologistas, cirurgias, radioterapia e quimioterapia;
  • Pós-tratamento: suporte multiprofissional, reabilitação e cuidados paliativos, quando necessários.

“O cuidado é longitudinal. Precisamos observar o desfecho dentro dessa jornada, desde o diagnóstico precoce até o tratamento. É esse acompanhamento contínuo que define o sucesso da linha de cuidado”, reforça o diretor. A campanha também estimula a adoção de hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, prática regular de atividade física e controle do peso corporal, fatores que contribuem para reduzir o risco de câncer de mama e outras doenças crônicas.

Como parte das ações do outubro Rosa 2025, a Unimed Uberlândia preparou iniciativas voltadas ao acolhimento e à conscientização. As unidades da cooperativa receberam pontos de apoio onde clientes, colaboradores e visitantes podem deixar mensagens de incentivo e solidariedade às pessoas em tratamento contra o câncer. O objetivo é fortalecer emocionalmente as pacientes e reforçar a importância do apoio coletivo durante a jornada de cuidado. Outra frente da campanha é a realização de rodas de conversa em empresas atendidas pela Unimed Uberlândia, criando um espaço de diálogo sobre prevenção, diagnóstico precoce e autocuidado. Nessas ações, profissionais de saúde compartilham informações, esclarecem dúvidas e estimulam uma cultura de atenção à saúde da mulher, ampliando o alcance e o impacto positivo da campanha na comunidade.

Público-alvo e acesso à Linha de Cuidado
Podem participar da Linha de Cuidado da Mama as beneficiárias da Unimed Uberlândia com idades entre 40 e 74 anos, que nunca realizaram mamografia, ou que estejam há mais de dois anos sem realizar o exame.

Com essa iniciativa, a Unimed Uberlândia reafirma seu compromisso com a saúde integral e a valorização da vida, promovendo um cuidado que floresce em esperança e transforma realidades.

Bazar da Mabê encerra 2ª edição com resultados positivos e impacto social em Uberlândia

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Com apoio da Brasal Incorporações, a 2ª edição do Bazar da Mabê, realizado pela empresária e influencer Duda Mabê, reuniu centenas de pessoas em um fim de semana de muitas compras e gerou impacto social em Uberlândia. Com faturamento surpreendente, a iniciativa uniu moda, propósito e solidariedade.

Com uma curadoria especial de roupas, acessórios e peças de decoração, o bazar arrecadou mais de 300kg de alimentos, que foram doados para o grupo Refugiados Uberlândia, ONG que acolhe em média 2.000 refugiados de diferentes partes do mundo. O evento também incentivou o consumo consciente, oferecendo peças com etiqueta de grandes marcas, em queima de estoque.

Durante os dois dias, mais de 500 pessoas passaram pelo espaço, que foi cuidadosamente preparado para proporcionar uma experiência acolhedora e inspiradora. “Encerramos esta edição com um resultado muito especial — com um faturamento de R$ 312 mil, fruto da colaboração e do carinho de cada pessoa que passou pelo bazar. Nosso propósito vai muito além da moda: queremos mostrar que é possível consumir de forma leve, consciente e transformadora. Agradeço aos meus apoiadores, em especial a Brasal, que nos recebeu com tanto carinho, em um espaço incrível para realizar este evento com toda a beleza e conforto que ele merece”, destacou Duda Mabê, empreendedora e idealizadora do bazar.

Com o sucesso da segunda edição, Duda já planeja novos formatos e eventos que ampliem o impacto da iniciativa, reafirmando seu propósito de unir beleza, consciência e solidariedade em tudo o que faz.

CDL IA se destaca como a primeira plataforma de inteligência artificial brasileira focada em varejo e serviços

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A inteligência artificial (IA) já está presente no dia a dia dos brasileiros. Assistentes virtuais como Siri (Apple) e Alexa (Amazon), chatbots de bancos e e-comércios, aplicativos de mobilidade como Uber e 99, além de apps de rotas e transporte, utilizam IA para tornar a rotina mais prática e eficiente. Um dos exemplos populares mais recentes é o ChatGPT, que se consolidou como ferramenta de consulta para tirar dúvidas, aprender e se informar de forma rápida e prática.

Observando esse cenário, a CDL Uberlândia, em parceria com a Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), lança a CDL IA, uma plataforma de inteligência artificial desenvolvida especialmente para o varejo e o segmento de serviços, voltada a micro, pequenas e médias empresas. Com esse consultor digital disponível 24 horas por dia, os empresários encontram orientações seguras sobre obrigações legais e trabalhistas a vendas, atendimento e marketing digital, passando por temas como gestão financeira, estoque e precificação. A CDL IA ainda oportuniza estratégias e análise de mercado e capacitação de equipe. E mais: com o uso do sistema, podem crescer as vendas, já que encontram a sugestões de campanhas e estratégias personalizadas, e uma gestão mais organizada, com orientação de controle de custos, estoque e finanças. Também a gestão de tempo, entregando atividades burocráticas como entrega de relatórios, planilhas propostas e fluxos prontos. Outro benefício é a capacitação eficaz e periódica, com treinamento de equipes e melhoria na qualidade do atendimento. Com o uso da IA é possível automatizar as tarefas repetitivas, aprimorar o atendimento e o relacionamento com clientes, otimizar a gestão dos negócios, antecipar e personalizar o comportamento do consumidor de cada empresa, identificar novas oportunidades, além de apoiar no desenvolvimento de novos produtos e serviços.

A inovação e a adaptação ditam as regras do varejo. Isso se deu na ascensão do e-commerce e na integração das vendas online com as lojas físicas (omnichannel), por exemplo. E não temos dúvidas de que a IA estará presente dentro dos nossos negócios. A CDL IA vem para estimular a adesão sem demora. Uma recente pesquisa realizada pela CNDL em julho de 2025, com empreendedores de todo o país, mostra que embora 87% dos entrevistados já conheçam ou utilizem soluções de IA, apenas 14% fazem uso efetivo da tecnologia em seus negócios. E a principal barreira para a não adoção da IA é a falta de conhecimento sobre como usá-la (52%).

CDL IA Academy

Mas, com a CDL IA essa realidade mudará. A plataforma inclui a CDL IA Academy, um programa completo de qualificação delineado para capacitar os empreendedores no entendimento e uso estratégico da inteligência artificial. Com conteúdo prático e constantemente atualizado, produzido por especialistas e profissionais renomados do mercado, a CDL IA Academy garante que os usuários não apenas utilizem a ferramenta, mas desenvolvam o conhecimento necessário para acelerar seus resultados e se manterem à frente nas tendências do mercado. 

De acordo com Renata Barbosa, gerente de Soluções e Negócios da entidade, a CDL IA conta com mais de 80 agentes especializados, preparados para atuar em todas as áreas de um negócio, como financeiro, vendas, marketing, RH e contabilidade, todos com foco no varejo. “Normalmente, ao adquirir uma solução de inteligência artificial, a empresa recebe a tecnologia, mas ainda precisa treinar seus colaboradores para utilizá-la de forma eficiente. Na CDL IA, os empresários têm acesso imediato a agentes já capacitados para atender suas necessidades. Além disso, a plataforma inclui a IA Academy, um programa de treinamento que ensina a usar ferramentas como o ChatGPT e oferece orientações de mercado, tudo disponível diretamente na própria plataforma”, enfatiza.

“A CDL IA representa um verdadeiro marco para o varejo e para as micro, pequenas e médias empresas. Pela primeira vez, empresários têm acesso a uma inteligência artificial totalmente adaptada às suas necessidades, com agentes treinados e ferramentas que facilitam o dia a dia em todas as áreas do negócio. Nosso objetivo é tornar a tecnologia acessível, prática e eficiente, ajudando os empresários a ganha agilidade, reduzir custos e se manterem competitivos no mercado. A CDL IA não é apenas uma plataforma, é um parceiro estratégico para quem quer inovar e crescer”, afirma presidente da CDL, Roberto Moraes Rezende.

A plataforma está disponível no site www.cdlia.com.br. O investimento é de R$ 119,00 mensal.

Thaís Caniati desmistifica o flamenco e transforma a dança em legado

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Nascida em Santos, no litoral paulista, e hoje radicada na mesma cidade, Thaís Caniati é um dos nomes que se destaca no cenário da dança flamenca no Brasil. Sua história com a arte começou cedo e já atravessou fronteiras, consolidando uma trajetória marcada pela disciplina, sensibilidade e uma busca constante por aprofundar-se na essência do Flamenco.

Desde os 11 anos, quando viveu em Cuba, Thaís iniciou seus primeiros estudos no Teatro Heredia, em Santiago. Mais tarde, já na França, deu continuidade à formação com Amara La Maja, em Cabriès, e na Maison de L’Espagne, em Aix-en-Provence. No retorno ao Brasil, expandiu sua formação em diversos estúdios de São Paulo, além de participar de workshops internacionais e imersões na Espanha, estudando com grandes maestros em centros consagrados como a Escola Amor de Diós, a Flamencos por el Mundo e a En Clave Flamenco, em Madrid e Sevilla.

Graduada em Comunicação pela Université de Provence Aix-Marseille I, Thaís sempre encontrou na arte uma forma de unificar suas múltiplas experiências de vida. Crescida entre o Brasil, Cuba e França, traz em sua bagagem cultural uma visão única, capaz de transformar o palco em espaço de conexão, atravessando fronteiras e aproximando culturas.

Em 2018, fundou o Laboratório Flamenco, em Santos, um espaço dedicado não apenas ao ensino, mas à criação artística. Com uma abordagem singular, Thaís rompe com o ensino mecanizado e propõe que cada aluno descubra a dança do seu próprio corpo, compreendendo que cada gesto carrega histórias e identidades. Para ela, a técnica é essencial, mas o verdadeiro flamenco nasce da expressão autêntica de cada indivíduo.

Reconhecida como bailarina de flamenco ou bailaora, como são chamadas tradicionalmente as artistas flamencas na Espanha, Thaís já se apresenta em diversos tablados e espetáculos. Mais do que palmas, sapateados e braceos, porém, seu propósito é difundir a profundidade do flamenco, combatendo a visão limitada que reduz essa Arte às castanholas.

Seu maior objetivo é levar o público a sentir a grandiosidade dessa arte milenar. Inspirada por nomes como Olga Pericet, Eva La Yerbabuena, La Lupi, entre outras, Thaís encontra no flamenco um caminho para unir disciplina, emoção e poesia em movimento.

Mãe e mulher plural, Thaís Caniati deseja deixar como legado a beleza de simplesmente estar aqui, usando a dança como ponte entre culturas, emoções e gerações.

Nas redes sociais, compartilha seu trabalho através dos perfis @ thaiscaniati e @laboratorioflamenco, onde revela sua rotina, criações e reflexões sobre a arte.

Com uma imagem marcada pela seriedade e pela profundidade artística, Thaís se consolida como uma personalidade da dança no Brasil, inspiração para quem busca viver com mais sentido através da arte.

Sindialimentos reúne associados em almoço de negócios com a Casa dos Ventos

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O Sindialimentos promoveu mais um encontro estratégico de aproximação entre empresas e associados, reforçando seu papel como espaço de diálogo e geração de oportunidades para o setor. O almoço de negócios, realizado na sexta-feira, 26 de setembro, no restaurante Coco Bambu, contou com a participação especial da equipe da Casa dos Ventos, representada por Bruna Magi, Gerente Comercial, e Henrique Diógenes, Gerente de Data Analytics.

Durante a ocasião, a Casa dos Ventos apresentou suas estratégias e projetos, destacando iniciativas que combinam inovação tecnológica, uso de inteligência artificial e gestão eficiente de energia. As soluções demonstraram como a integração entre diferentes setores pode impulsionar ganhos de competitividade e sustentabilidade para a indústria alimentícia.

Segundo o presidente do Sindialimentos, Isaac Bley, o encontro reflete a missão da entidade em criar conexões relevantes e duradouras para seus associados: “Momentos como este reforçam a importância do Sindialimentos como ponte entre empresas, conhecimento e oportunidades. Ao abrir espaço para parceiros estratégicos como a Casa dos Ventos, mostramos aos nossos associados caminhos reais para avançar com responsabilidade, eficiência e inovação.”

Para Bruna Magi, a parceria com o Sindialimentos abre novas perspectivas de colaboração: “Nosso compromisso é apresentar soluções que realmente façam diferença no dia a dia dos negócios. Encontros como este são fundamentais para mostrar como a energia pode ser um vetor de eficiência e competitividade para o setor alimentício.”

Já Henrique Diógenes destacou o papel da tecnologia e da análise de dados na transformação do setor: “A inteligência artificial e o uso estratégico de dados permitem que empresas sejam mais assertivas na gestão de energia. Essa visão integrada é o que garante sustentabilidade e resultados de longo prazo.”

Os participantes tiveram a oportunidade de compreender de que forma essas soluções podem impactar diretamente seus negócios, ampliando a visão sobre sustentabilidade e eficiência no setor produtivo.

O evento consolidou mais uma ação do Sindialimentos no fortalecimento de sua rede de associados e no compromisso com o desenvolvimento da indústria alimentícia no Ceará.

 

 

 

 

 

Binho Alencar prestigia Gabriela Duarte em lançamento de livro

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Atriz celebra lançamento de autobiografia no Rio ao lado de amigos famosos

A atriz recebeu famosos, Binho Alencar, o dentista das celebridades  e mais Heloísa Périssé, Ingrid Guimarães e Renata Castro, em uma noite de afeto e celebração na Livraria Argumento Leblon, na zona sul do Rio de Janeiro.

O livro revela histórias marcantes de sua trajetória na televisão brasileira, os desafios de carregar o sobrenome de peso e as comparações inevitáveis com a mãe, Regina Duarte.

Entre reflexões sobre identidade, família e carreira, Gabriela compartilha memórias divertidas e emocionantes, mostrando sua evolução artística e a paixão que mantém pelo ofício. A obra é um convite ao público para conhecer mais de perto a vida e os bastidores de uma atriz que se mantém relevante e querida, comprovando que talento e dedicação caminham juntos em todas as fases de sua trajetória. 

Mama Darling fundadora do MinhoQueens fala sobre diversidade, recomeço e o poder da arte drag aos 60 anos

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A artista e criadora do primeiro bloco de drag queens de São Paulo reflete sobre longevidade, coragem e a importância de transformar o carnaval em espaço de resistência e afeto.

Ícone de representatividade e alegria, Mama Darling é a prova viva de que o tempo nunca é obstáculo para quem decide recomeçar. Fundadora do MinhoQueens, o primeiro bloco de drag queens de São Paulo, ela reinventou a própria vida depois dos 50 anos, e transformou o Minhocão em palco de resistência, cores e liberdade. 

Antes de se tornar símbolo do carnaval paulistano e palestrante sobre diversidade em empresas, Mama construiu uma sólida carreira no setor aéreo, como Fernando. Hoje, leva sua história a palcos, avenidas e auditórios, inspirando pessoas a romperem barreiras e acreditarem na potência de serem quem são. 

 Nesta entrevista, concedida com exclusividade, Mama Darling fala sobre o recomeço, a força da arte drag, os desafios de manter vivo um movimento cultural e o que ainda sonha realizar. 

Você começou sua trajetória drag depois dos 50 anos, em uma fase da vida em que muitas pessoas acreditam que já não é hora de recomeçar. Qual foi o estalo que te fez romper essa barreira e o que você diria hoje para quem sente que “já passou do tempo”? 

Mama Darling: Eu acredito que sou uma pessoa de muitos estalos! Os 50 anos estavam chegando e eu percebendo que a vida sempre nos reserva coisas novas que às vezes a gente não vê ou vê e deixa passar. Eu sempre sonhei em ser artista. Sou formado em Artes Cênicas e quando me mudei para São Paulo para tentar a carreira de ator, na necessidade de um emprego para me manter, entrei na American Airlines e me apaixonei pelo trabalho. Tranquei o ator no armário e me dediquei por 24 anos à carreira na companhia aérea. 

Foi nessa virada dos 40 para os 50 que fui percebendo que sentia falta de fazer algo que não fosse a rotina do mundo corporativo, não que fosse uma rotina enfadonha, mas era uma rotina. Acho que meu aniversário de 50 anos já me indicava o caminho do carnaval: comemorei com uma grande festa em cima do Minhocão. Com música, tenda de bar, tenda de doação de ração para gatos (sou gateiro) e chamei amigos e família. Nesse mesmo ano tive a ideia do bloco, e o Minhocão seria o lugar, por isso MinhoQueens. 

O bloco estreou em fevereiro de 2016, mesmo mês do meu aniversário de 51 anos. E ali nascia a Mama Darling e o primeiro bloco de drag queens da cidade. Foi aí o recomeço da vida do artista que eu tinha trancado no armário. 

  

E para quem pensa que “já passou do tempo” eu digo que não existe idade para recomeçar. Existe sim a coragem de se permitir viver algo novo. Eu me sinto prova viva de que um salto alto pode chegar junto com o cabelo branco, e que a borboleta pode nascer em qualquer fase da vida. Digamos que recomeçar é um ato de amor-próprio, e amor-próprio não tem data de validade! 

  

Sua carreira anterior foi no setor aéreo, em uma multinacional. Como essa vivência corporativa influenciou sua postura artística e, ao contrário, como a Mama Darling transformou sua forma de enxergar o mundo dos negócios e das pessoas? 

Mama Darling: Minha trajetória no setor aéreo, dentro de uma multinacional, me deu uma base sólida em disciplina, organização, e o mais importante, a arte do relacionamento humano. Trabalhei em vários setores da aérea e na maior parte do tempo com pessoas. Aprendi que nenhum negócio decola sozinho, é preciso muito trabalho de equipe, de comunicação e principalmente respeito à diversidade. 

Essa conexão com pessoas me ajudou a construir a postura profissional que levo até hoje para o palco e para a vida artística. E quando a Mama nasceu, acho que comecei a enxergar que por trás de cada cargo, cada terno, cada uniforme, cada planilha, existe um ser humano que precisa ser visto, acolhido e celebrado. 

Com o universo drag eu aprendi a valorizar a autenticidade, a vulnerabilidade e a potência de sermos quem somos. Hoje acredito que cheguei num ponto de equilíbrio: o Fernando com a estrutura, estratégia, olhar corporativo, enquanto a Mama entra com a emoção, a cor-de-rosa e as conexões humanas verdadeiras. Descobri que negócios e arte não são opostos, mas complementares quando a gente entra com aquela dose de humanidade e coloca o ser humano no centro de tudo. 

Onde termina o Fernando e começa a Mama Darling? Há momentos em que você sente que as duas identidades se misturam de tal forma que uma ensina a outra? 

Mama Darling: Delícia de pergunta, mas difícil de responder, porque no fundo não são dois seres distintos, mas sim como se fôssemos dois rios que se encontraram e seguem juntos o seu curso. Estão o tempo todo misturados. 

 Eu sinto que enquanto estou de Mama, o Fernando me empresta muita coisa, maturidade, vivência, e quando saio da peruca e do salto, sinto que a Mama empresta ao Fernando leveza, alegria, ousadia e liberdade. E o Fernando é eternamente grato à Mama por ela ter tirado o ator do armário. 

O MinhoQueens surgiu de uma brincadeira entre amigos e se tornou um dos blocos e festas LGBTQIAPN+ mais potentes de São Paulo. O que foi mais difícil: transformar uma ideia despretensiosa em movimento cultural ou mantê-lo vivo e relevante diante de tantas mudanças sociais e políticas? 

Mama Darling: Sem dúvida alguma, o mais difícil foi manter o MinhoQueens vivo e relevante. A ideia inicial foi fácil, porque tínhamos uma vontade imensa de colocar nossas cores e nossa alegria nas ruas. Havia muito amor e muita amizade envolvida, que fez com que estreássemos com muito sucesso no carnaval paulistano. 

Mas fazer disso um movimento cultural que resiste ano após ano exige muito mais que glitter e música. Lutar contra a falta de apoio em alguns momentos foi muito difícil. Com muito esforço e dedicação, hoje estamos em um caminho mais consolidado, graças ao trabalho de pessoas apaixonadas pelo MinhoQueens. 

Destaco aqui a atuação do meu sócio e DJ do bloco, Luís Giusti, sem ele acho até que já teríamos desistido. Ele é um profissional de muito talento e se entrega por completo para que o bloco se mantenha vivo. 

Vivemos num país em que os cenários sociais e políticos mudam constantemente, e cada mudança impacta diretamente a comunidade LGBTQIAPN+. Manter o bloco na rua significa lutar por espaço, por respeito e por direitos. Não é apenas sobre carnaval, é sobre visibilidade, sobre dizer “nós estamos aqui e não vamos voltar para o armário”. 

O que nos mantém firmes é justamente a força coletiva. O MinhoQueens não é só meu ou da Mama, é de todo mundo que se sente representado nele. É a plateia, são os foliões, as drags, os DJs, os amigos que carregam caixas, os parceiros que acreditam na ideia. É isso que transforma resistência em festa e que dá sentido a continuar mesmo quando o caminho parece mais difícil. 

 Você também atua em palestras, empresas e ambientes formais falando sobre diversidade. Qual foi a reação mais surpreendente que já recebeu ao levar a Mama para espaços onde a drag não costuma estar presente? 

Mama Darling: O mais surpreendente para mim foi perceber a capacidade da drag de quebrar barreiras invisíveis. O mundo corporativo, não todo, mas em grande parte, guarda uma certa formalidade que a drag já desmonta de cara. Ver o CEO engravatado aos poucos ceder e dar risada, interagir com perguntas, até pedir uma fotinha, isso é muito interessante. É sobre a drag queen ocupar espaços onde antes não lhe era permitido. 

  

Eu na verdade nasci no mundo corporativo, depois ocupei as boates. Fiz um caminho inverso. Agora, o que mais me surpreendeu foi um colaborador de uma empresa que, após minha palestra, me enviou um e-mail dizendo que depois de me ouvir conseguiu chegar ao trabalho no dia seguinte e sair do armário para a empresa toda. Isso me encheu de alegria e emoção. 

 Percebi naquele momento que minha história vai além de palestrar sobre diversidade no mundo corporativo. Ela inspira pessoas a serem quem elas são e terem a coragem de viver sua verdade. 

O Carnaval sempre foi um palco de resistência. Como você enxerga o papel da Mama Darling e do MinhoQueens não apenas como entretenimento, mas como um grito político e histórico para as próximas gerações? 

Mama Darling: O Carnaval sempre foi um ato político. É quando o povo ocupa as ruas. Uma festa democrática e a maior festa popular do planeta! Dentro desse contexto, a Mama e o MinhoQueens têm um papel que vai além da música e da fantasia, estamos ali mostrando que existir em liberdade já é, por si só, um gesto revolucionário. 

E quando você tem uma drag 60+ conduzindo um dos maiores blocos LGBTQIA+ em São Paulo, é um recado para toda a sociedade e para as próximas gerações de que podemos ser quem somos sem ter que pedir desculpas a quem tenta nos silenciar. 

Cada desfile do bloco no carnaval é um grito político contra qualquer tipo de preconceito. Essa é a nossa luta e missão. Nós celebramos hoje para que amanhã ninguém se esqueça que estivemos aqui e que resistimos. O maior legado que quero deixar é esse: mostrar que a alegria também é uma forma de luta, e que a festa pode ser uma arma poderosa de transformação social e histórica. 

  

Com 60+, você já é referência de longevidade e representatividade na cena drag. Quando olha para frente, o que ainda falta realizar? 

Mama Darling: Eu falo uma coisa: realizei sonhos que eu nem sabia que tinha. Ser uma drag que nasceu aos 51 anos de idade, fundar um bloco de carnaval que se transformou em um movimento tão potente, estar em palcos, empresas, apresentar conferências das Câmaras de Comércio e Turismo LGBT+ do Brasil e do Uruguai, ter participado de programas televisivos, foto em exposição no Museu da Diversidade Sexual, tudo isso já é maior do que eu poderia imaginar. 

Mas sonhar é como combustível. Eu ainda quero ter a Casa MinhoQueens e poder oferecer oficinas, projetos sociais, espaços de acolhimento e formação para jovens LGBTQIA+. Porque não basta ocupar a rua uma vez por ano, quero que a energia do bloco reverbere o ano inteiro, transformando vidas de forma concreta. 

  

E se aos 60 já realizei muita coisa, quero que aos 70, 80, 90 eu seja a prova viva de que sonhos não envelhecem nunca. Por mais clichê que isso possa parecer, um sonho realizado é sempre uma porta aberta para outro acontecer. 

Se daqui a 50 anos alguém ler sobre a Mama Darling em um livro de história, qual você gostaria que fosse a frase registrada ao lado do seu nome? 

Mama Darling: Essa é a mais difícil de todas…, mas aqui vai uma frase que me cabe: 

 “A alegria dela transformou vidas e com ela aprendemos que nunca é tarde para ser feliz e ser quem somos de verdade. Viva a arte drag!” 

Fonte: Portal Contei