quinta-feira, junho 18, 2026
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Sucessão não é herança: é estratégia e começa no topo

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Ricardo Nunes, fundador do Grupo R1 e da Ricardo Eletro expõe o erro silencioso que destrói empresas na hora da sucessão

Em um país onde empresas familiares representam a espinha dorsal da economia, a sucessão ainda é tratada, muitas vezes, como um evento, quando, na prática, deveria ser um processo estruturado, contínuo e profundamente estratégico. Mais do que uma simples troca de comando, a sucessão envolve a preservação de cultura, a atualização de visão e a sustentação de resultados em um ambiente cada vez mais competitivo, dinâmico e orientado por dados. Não se trata apenas de quem assume, mas de como a empresa se prepara para continuar relevante. Dados recorrentes do mercado mostram um cenário preocupante: a maioria das empresas familiares não sobrevive à transição entre gerações. Isso ocorre, principalmente, pela ausência de planejamento, governança e preparação de lideranças, fatores amplamente discutidos no ecossistema de gestão de pessoas e liderança empresarial. Para Ricardo Nunes, fundador do Grupo R1 e da Ricardo Eletro, o erro começa na mentalidade. “Sucessão não é transferência de poder. É transferência de responsabilidade, cultura e capacidade de execução. Quem trata como herança, quebra. Quem trata como estratégia, perpetua.” Essa mudança de mentalidade exige que empresários encarem a sucessão não como um tabu, mas como um dos pilares centrais da sustentabilidade do negócio, tão importante quanto crescimento, lucro e expansão. O maior erro: confundir vínculo familiar com competência Historicamente, muitas empresas definiram seus sucessores com base em laços sanguíneos e não em preparo técnico, maturidade emocional ou visão de negócio. Esse modelo, além de limitado, tem se mostrado perigoso. A sucessão exige competência comprovada, repertório e, sobretudo, vivência real de operação. Em um ambiente onde decisões impactam cadeias complexas, times multidisciplinares e mercados altamente competitivos, improviso não tem espaço. “O sobrenome pode abrir a porta, mas não sustenta o negócio. Empresa não é extensão da família, é um organismo que exige performance todos os dias.” afirma, Ricardo Nunes. A profissionalização, portanto, não é uma opção, é uma necessidade. Isso inclui a criação de conselhos, estruturas de governança e critérios claros de avaliação, independentemente do vínculo familiar. Empresas maduras adotam práticas como:
  • Programas formais de desenvolvimento de sucessores
  • Avaliação por desempenho e metas, não por hierarquia familiar
  • Experiência obrigatória fora da empresa antes de assumir cargos estratégicos
  • Conhecimento estruturado com executivos seniores e conselheiros independentes
Esse movimento reduz riscos, aumenta a credibilidade interna e fortalece a confiança do mercado. O papel do alto escalão: entre estratégia e operação Um dos pontos mais críticos e menos discutidos na sucessão empresarial é o papel da alta liderança no equilíbrio entre visão estratégica e execução operacional. Empresas que sobrevivem à sucessão são aquelas em que o topo não se distancia da operação, mas também não se perde nela. O distanciamento excessivo gera decisões desconectadas da realidade; já o excesso de operacionalização compromete a capacidade de pensar o futuro. Ricardo Nunes faz um alerta: “O maior erro do alto escalão é escolher entre ser estratégico ou operacional. Liderança de verdade é conseguir ser os dois no tempo certo, com a intensidade certa.” Esse equilíbrio é ainda mais relevante no contexto atual, onde decisões precisam ser rápidas, baseadas em dados e conectadas ao comportamento do mercado. O líder de verdade, seja ele herdeiro ou executivo profissional, precisa dominar três camadas:
  • Estratégia: visão de longo prazo, posicionamento e alocação de capital
  • Gestão: estrutura organizacional, cultura, indicadores e governança
  • Operação: entendimento real do negócio, da jornada do cliente e da entrega
“Quem não entende a operação, toma decisão errada. E decisão errada no topo custa caro. Às vezes, custa a empresa inteira.” complementa, Nunes. Além disso, o alto escalão moderno precisa desenvolver capacidade de leitura tecnológica, gestão de risco e tomada de decisão em cenários de incerteza, competências cada vez mais valorizadas no ambiente corporativo. Sucessão começa antes. Muito antes. Outro erro recorrente é iniciar o processo sucessório apenas em momentos de crise ou urgência. O planejamento tardio compromete a continuidade do negócio e fragiliza a transição. A sucessão eficiente começa quando a empresa ainda está saudável e não quando precisa de salvação. Empresas longevas tratam sucessão como agenda permanente, não como reação emergencial. “Se você começa a pensar em sucessão quando precisa sair, já começou errado. Sucessão é construída enquanto o negócio está no , não na queda.” enfatiza, Ricardo Nunes. Isso envolve:
  • Formação contínua de lideranças internas
  • Exposição progressiva do sucessor à operação
  • Participação em decisões estratégicas antes da transição
  • Estruturação de governança independente
Além disso, é fundamental que haja um plano claro de contingência, algo ainda negligenciado por muitas organizações, prevendo cenários inesperados e garantindo continuidade operacional. Governança: o elo entre família e empresa A separação entre família, propriedade e gestão é um dos pilares mais relevantes para a longevidade das empresas familiares. Sem governança, conflitos emocionais invadem decisões racionais e comprometem o negócio. A ausência de regras claras gera ruídos, disputas internas e, muitas vezes, rupturas irreversíveis. “Família decide com emoção. Empresa precisa decidir com lógica. Governança é o que separa uma coisa da outra sem destruir nenhuma.”, afirma Ricardo Nunes. Modelos mais maduros incluem:
  • Conselho de administração ativo e independente
  • Acordos societários claros e atualizados
  • Regras de entrada e permanência de familiares
  • Avaliação de desempenho profissionalizada
Além disso, muitas empresas vêm adotando conselhos consultivos externos e comitês estratégicos, trazendo visões complementares e reduzindo vieses internos. Governança, nesse contexto, não é burocracia: é proteção. O novo perfil do sucessor O sucessor moderno não é apenas alguém preparado para assumir, mas alguém capaz de transformar. Ele precisa equilibrar respeito ao legado com capacidade de inovação, entendendo que continuidade não significa estagnação. Ele precisa ter:
  • Mentalidade de dono, mas disciplina de executivo
  • Capacidade de inovar sem romper com a essência
  • Leitura de mercado, tecnologia e comportamento
  • Inteligência emocional para lidar com legado e pressão
“O sucessor não pode ser uma cópia do fundador, precisa ser uma evolução. Se for igual, a empresa para no tempo.” conclui, Nunes. Além disso, o sucessor atual precisa ser um integrador: alguém capaz de conectar pessoas, tecnologia, estratégia e cultura em uma mesma direção. Perpetuar exige coragem, não tradição A sucessão empresarial é, acima de tudo, um teste de maturidade organizacional. Empresas que tratam o tema com profundidade constroem legados. As que evitam, atrasam ou simplificam o processo, colocam em risco tudo o que foi construído. “Construir uma empresa é difícil. Perpetuar é muito mais. E só consegue perpetuar quem tem coragem de profissionalizar, planejar e, principalmente, desapegar.” afirma Ricardo Nunes. Sobre Ricardo Nunes Ricardo Nunes é um dos empresários mais reconhecidos do Brasil e uma voz de referência em empreendedorismo, varejo e estratégia econômica. Fundador de uma das marcas mais emblemáticas do  varejo  nacional  e  empreendedor  serial  com  décadas  de  experiência prática, Nunes é amplamente respeitado por sua visão pragmática, resiliência empresarial e profundo conhecimento do ambiente de negócios brasileiro. Presença constante em debates sobre economia, liderança, recursos humanos e transformação de mercado, Ricardo Nunes  se  consolida  como  um  líder de  opinião  que  conecta  execução empresarial real com pensamento estratégico de longo prazo, defendendo crescimento ético, estabilidade institucional e o fortalecimento sustentável do empresariado no Brasil. Sobre o Grupo R1 Fundado por Ricardo Nunes, o Grupo R1 é um ecossistema dedicado à formação, ao fortalecimento e à profissionalização do empresariado brasileiro. Com metodologia de vivência na prática, foco em resultados e visão ética de longo prazo, o grupo oferece programas, encontros seletos e experiências voltadas à construção de negócios sustentáveis em um mercado cada vez mais competitivo e dinâmico. Saiba mais ricardonuneseletro.com.br instagram.com/ricardonuneseletro instagram.com/r1clube instagram.com/oficialgrupor1

Novo filme de Guilherme Araponga, “Encontro e Despedida”, inicia gravações em Belo Horizonte, em abril

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Com José de Abreu no elenco, produção conta a história de pai e filho e terá estreia no segundo semestre 

A partir do dia 18 de abril, Belo Horizonte recebe as gravações de Encontro e Despedida, novo filme escrito e dirigido por Guilherme Araponga. Inspirada em uma história real vivida na capital mineira, a produção tem no elenco José de Abreu, Bernardo Filaretti, Luiza Filaretti e Eda Costa, e tem pré-estreia prevista para o segundo semestre de 2026. O filme conta com realização da Filaretti Produções, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Rouanet) e patrocínio master da Gasmig.

Com narrativa centrada no reencontro entre pai e filho após anos de afastamento, o roteiro acompanha estes dois personagens em um leito de hospital, no momento final da vida do pai. A partir dessa situação limite, o filme se debruça sobre temas como abandono afetivo, relações familiares e os atravessamentos emocionais que emergem quando não há mais tempo para reorganizar o passado.

“O cinema que me interessa nasce muito mais do que não é dito do que do que é falado. Em Encontro e Despedida, o silêncio tem peso. Ele atravessa o quarto, preenche os intervalos, está entre pai e filho o tempo inteiro. O filme não tenta fechar feridas que passaram a vida inteira abertas. Ele observa o momento exato em que dois homens, unidos por um abandono que nunca cicatrizou, são obrigados a permanecer um diante do outro até o fim. Sem redenção”, afirma o diretor Guilherme Araponga.

A encenação aposta em um caminho naturalista, com uma câmera que acompanha a ação de forma discreta, quase como uma observadora. O hospital, mais do que cenário, funciona como um espaço de confinamento emocional, onde o tempo se dilata e não há possibilidade de fuga. A escolha pelo formato de imagem 4:3 e pelo preto e branco contribui para essa sensação de proximidade e intensidade, destacando os rostos, os gestos e o desgaste físico e emocional dos personagens.

José de Abreu, que vive o pai, destaca a força do tema e sua conexão pessoal com a história. “Essa relação pai e filho é uma coisa que me interessa muito. Eu perdi um filho quando ele tinha 21 anos e isso deixa uma marca muito grande. O roteiro é extremamente interessante, me pegou, e as conversas com o diretor são sempre muito boas. Estou bastante animado”, conta.

Encontro e Despedida se constrói como uma investigação sensível sobre memória, culpa e herança emocional. “Dirigir esse filme em Minas, com uma equipe majoritariamente mineira, diversa e formada em sua maioria por mulheres, tem um peso simbólico enorme pra mim. Voltar a Belo Horizonte, onde essa história real aconteceu, é quase como fechar um ciclo que ficou aberto dentro de mim. Trabalhar com José de Abreu, Bernardo Filaretti, Luiza Filaretti e Eda Costa é uma responsabilidade e, ao mesmo tempo, uma honra imensa, porque são atores talentosíssimos dando corpo e voz a algo que foi muito meu”, finaliza o diretor.

Bernardo Filaretti, também mineiro, reflete sobre a profundidade de seu personagem: “Eu tenho buscado histórias que me coloquem em conflito de verdade. Eu gosto de personagens que eu preciso fazer uma pesquisa imensa pra entender o que se passa dentro dele, descobrir os porquês, investigar minha vida e meus sentimentos. Além disso, ter José de Abreu como meu pai no cinema é um privilégio enorme. Me sinto muito alimentado”, comenta.

A locação escolhida é o Hospital São Rafael, em Belo Horizonte, que dará ainda mais veracidade ao filme.

Ficha técnica:
Autor e diretor: Guilherme Araponga
Elenco: Bernardo Filaretti, José de Abreu, Luiza Filaretti, Eda Costa
Realização: Filaretti Produções via Lei Rouanet, com patrocínio master Gasmig
Estreia: segundo semestre 2026

Sinopse: após anos de silêncio e afastamento, um filho reencontra o pai em um leito de hospital, à beira da morte. Enquanto o pai é forçado a abandonar o orgulho para depender do filho em suas funções mais básicas, o jovem enfrenta o paradoxo brutal de cuidar de quem um dia o abandonou.

Mais informações: https://www.instagram.com/encontroedespedidafilme/

Conheça 7 curiosidades da Exposição Quando São Paulo era Piratininga, na Casa Museu Ema Klabin

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A exposição Quando São Paulo era Piratininga: arqueologia paulistana, em cartaz na Casa Museu Ema Klabin, foi prorrogada até o dia 26 de abril de 2026. Mais do que uma mostra histórica, a exposição é um convite para que o público redescubra a cidade que existia muito antes da invasão dos colonizadores portugueses, revelando camadas pouco conhecidas da formação de São Paulo.

A iniciativa se apoia em importantes sítios arqueológicos identificados na capital e conta com a curadoria de Paulo de Freitas Costa, também curador da Casa Museu Ema Klabin, e da arqueóloga Paula Nishida.

Destacamos sete curiosidades que você vai descobrir ao visitar a exposição.

01- Ouro em São Paulo: você sabia?
Os livros de história nem sempre contam, mas a exposição Quando São Paulo era Piratininga: arqueologia paulistana revela que a mineração de ouro começou em São Paulo, muito antes do auge do ciclo do ouro em Minas Gerais. Foi por volta de 1580, no Pico do Jaraguá. Ainda hoje é possível encontrar quatro cavas de ouro no local.

02- Antes de se chamar São Paulo
Antes de ser a metrópole que nunca dorme, São Paulo foi Piratininga, nome tupi que significa “peixe a secar”, referência às várzeas dos rios que, após as cheias, deixavam os peixes expostos ao sol.

03- Numerosos sítios arqueológicos
O município de São Paulo reúne cerca de 90 sítios arqueológicos já identificados, que incluem vestígios indígenas, ruínas de mineração de ouro (Jaraguá) e cemitérios históricos. Desses, oito compõem a exposição, representando marcos fundamentais na formação do território paulistano.
A mostra conta com registros fotográficos e cartográficos de todas essas descobertas, além de reproduções de artefatos encontrados; que perfazem um arco temporal de cerca de 3.800 anos antes do presente (c. 1.850 a.C.) até o século XIX.

04- O mais antigo sítio arqueológico de São Paulo
Os sítios arqueológicos de São Paulo têm grande relevância científica, pois permitem investigar os modos de vida, a subsistência e a organização social dos primeiros habitantes da região. O Sítio Lítico do Morumbi, localizado na zona sul da cidade, um dos selecionados na mostra, é o mais antigo e um dos mais importantes da capital paulista. Ele se destaca por abrigar vestígios de uma “indústria de pedra lascada” com cerca de 3.800 anos.

05- O que é pedra lascada?
Você sabia que os grupos indígenas que ocupavam a região de São Paulo dominavam habilidades e conhecimentos de produção de ferramentas? Eles utilizavam lascas de pedra para criar facas, raspadores e pontas de flechas, ferramentas essenciais para a sobrevivência.
A exposição apresenta réplicas dessas peças. Ao todo, 20 peças de pedra lascada reproduzidas pelos arqueólogos Bruce Bradley e Astolfo Araújo (LEVOC, associado ao MAE-USP) podem ser conferidas na mostra.
Para tornar a experiência mais interativa, parte dessas reproduções foi digitalizada e impressa em 3D, permitindo que o público manuseie as peças e compreenda de perto a arte e a sofisticação das antigas comunidades indígenas brasileiras.

06- Memórias de uma São Paulo mais verde
Você sabia que São Paulo já foi coberta por florestas de araucárias? Quando os europeus chegaram ao território que hoje corresponde ao município, grandes áreas eram dominadas por essas árvores imponentes. Infelizmente, a maior parte foi derrubada para a exploração de madeira, a expansão da agricultura e o crescimento urbano, deixando apenas alguns exemplares na cidade.
Curiosamente, o bairro de Pinheiros guarda a memória desse passado: seu nome se refere aos “pinheiros” que existiam na região, que eram na verdade araucárias, conhecidas popularmente como pinheiro-do-paraná. Embora não sejam pinheiros comuns, sua silhueta marcante fez com que os primeiros moradores associassem a região a essas árvores.

07- Qual era o clima de São Paulo?
Na parte final da exposição, intitulada Os Ares de Piratininga, o visitante será convidado a refletir sobre as transformações climáticas e ambientais pelas quais a região passou ao longo dos séculos. A partir de amostras de solo e sedimentos coletados em 1997, um estudo revelou uma paisagem radicalmente distinta da atual, um retrato do passado natural que ajuda a compreender a evolução do território.

 

 

Exposição: Quando São Paulo era Piratininga: arqueologia paulistana
Curadoria: Paula Nishida e Paulo de Freitas Costa
Casa Museu Ema Klabin
Rua Portugal, 43, Jardim Europa, São Paulo – SP

Visitação
Até 26 de abril de 2026
quarta a domingo, das 11h às 17h, com permanência até às 18h
visitas mediadas quarta a sexta, às 11h, 14h, 15h e 16h. sábado, domingo e feriado, às 14h.
R$ 20,00 (inteira)
R$ 10,00 (meia) para estudantes, idosos, PCD e jovens de baixa renda
gratuidade para crianças de até 7 anos, professores e estudantes da rede pública
Assista ao documentário: https://www.youtube.com/watch?v=DcFdMloTS54

 

 

Sobre a Casa Museu Ema Klabin

Foto: Nelson Kon/ Arquivo Casa Museu Ema Klabin

A residência onde viveu Ema Klabin de 1961 a 1994 é uma das poucas casas museus de colecionador no Brasil com ambientes preservados. A Coleção Ema Klabin inclui pinturas do russo Marc Chagall e do holandês Frans Post, obras do modernismo brasileiro, como de Tarsila do Amaral e Candido Portinari, além de artes decorativas, peças arqueológicas e livros raros, reunindo variadas culturas em um arco temporal de 35 séculos.
A Casa Museu Ema Klabin é uma fundação cultural sem fins lucrativos, de utilidade pública, criada para salvaguardar, estudar e divulgar a coleção, a residência e a memória de Ema Klabin, visando à promoção de atividades de caráter cultural, educacional e social, inspiradas pela sua atuação em vida, de forma a construir, em conjunto com o público mais amplo possível, um ambiente de fruição, diálogo e reflexão.

A programação cultural da casa museu decorre da coleção e da personalidade da empresária Ema Klabin, que teve uma significativa atuação nas manifestações e instituições culturais da cidade de São Paulo, especialmente nas áreas de música e arte. Além de receber a visitação do público, a Casa Museu Ema Klabin realiza exposições temporárias, séries de arte contemporânea, cursos, palestras e oficinas, bem como apresentações de música, dança e teatro.
O jardim da casa museu foi projetado por Roberto Burle Marx e a decoração foi criada por Terri Della Stufa.

Acesse nosso site e redes sociais
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Instagram: @emaklabin
YouTube: https://www.youtube.com/c/CasaMuseuEmaKlabin
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Vídeo institucional: https://www.youtube.com/watch?v=ssdKzor32fQ
Vídeo de realidade virtual: https://www.youtube.com/watch?v=kwXmssppqUU

Salvador recebe grande encontro jovem no próximo dia 21 de abril

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Organizado pela Igreja Batista Avivamento Mundial, sob a liderança do Bispo Bruno Leonardo, o encontro terá a participação de grandes nomes do gospel nacional.

O público jovem de Salvador já tem encontro marcado com um dos eventos mais aguardados do calendário cristão: o 3º Congresso de Jovens e Adolescentes do Avivamento – *Identidade*.

A programação acontece no próximo dia 21 de abril, a partir das 15h, no Shopping da Gente, localizado na Av. ACM, em frente ao metrô do Detran, com entrada totalmente gratuita.

Com o tema “Identidade”, o congresso propõe uma experiência intensa de fé, adoração e transformação, voltada especialmente para jovens e adolescentes que desejam fortalecer sua caminhada espiritual e compreender melhor seu propósito em Deus. O evento promete reunir centenas de participantes em um ambiente de comunhão, louvor e palavra.

*Programação*

*A programação contará com a presença de nomes relevantes do cenário gospel e ministerial, como Wagner Tavares, Jessé Alcântara, Lucas Motta, Theo Rubia, Sued Silva, Daniel Dennis e Isabela Argolo, que estarão conduzindo momentos de ministração, louvor e edificação espiritual ao longo do congresso.*

Organizado pela Igreja Batista Avivamento Mundial, o encontro reforça o compromisso de investir na juventude, promovendo valores, direcionamento e fortalecimento da fé em uma geração que busca propósito e identidade. Além da programação espiritual, o evento também se destaca pela estrutura acessível e localização estratégica, facilitando a participação do público de diferentes regiões da cidade.

Para o líder dos jovens, Lucas Motta, a expectativa é de um encontro marcante:
“Estamos preparando um ambiente onde cada jovem possa se reconhecer em Deus, entender sua identidade e sair transformado. A nossa oração é que essa seja uma tarde que marque o início de uma nova história na vida de muitos.”

O 3º Congresso Identidade chega como uma oportunidade única para jovens viverem uma tarde impactante, com muita música, palavra e conexão com Deus.

*Serviço*

Evento: 3º Congresso de Jovens e Adolescentes do Avivamento – Identidade
Data: 21 de abril
Horário: A partir das 15h
Local: Shopping da Gente – Av. ACM (em frente ao metrô do Detran)
Entrada: Gratuita

*Prepare-se para viver uma experiência que pode marcar uma nova fase da sua vida.*

Feirão reúne mais de 1.000 seminovos com condições especiais e descontos de até R$ 10 mil

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A 31ª edição do Duelo dos Seminovos acontece neste fim de semana no estacionamento do Parque Shopping Bahia, em Lauro de Freitas

Fotos: Divulgação/ Pé Quente Publicidade

A 31ª edição do Feirão Duelo dos Seminovos será realizada entre os dias na sexta-feira (10), sábado (11) e domingo (12), no estacionamento do Parque Shopping Bahia, em Lauro de Freitas, reunindo 34 lojas e mais de mil veículos disponíveis. O evento chega à 3ª edição na cidade com a proposta de atrair consumidores de toda a região Metropolitana de Salvador, oferecendo carros a partir de R$ 29.900 e condições especiais como financiamento com taxa a partir de 0,99% ao mês, parcelamento em até 60 meses e possibilidade de zero de entrada. Todas as condições dependem de análise de crédito individual.

O feirão ocorre em um momento de forte aquecimento do mercado automotivo baiano. Dados do levantamento da Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto), divulgados nesta semana, apontam que a Bahia voltou a liderar as vendas de veículos seminovos no Nordeste, com 54.031 unidades comercializadas, crescimento de 26,2% na comparação anual. O desempenho coloca o estado à frente de Pernambuco e Ceará e reforça o protagonismo regional no setor.

Durante os três dias de evento, os consumidores terão acesso a cupons de desconto que variam entre R$ 2 mil e R$ 10 mil, além de facilidades como primeira parcela para até 90 dias. Equipes do Bradesco Financiamentos estarão disponíveis durante todo o evento para a aprovação imediata de crédito, ampliando as chances de fechamento de negócios. A expectativa dos organizadores é de repetir o sucesso das edições anteriores, consolidando o Duelo dos Seminovos como um dos principais vetores de vendas do segmento na Bahia.


SERVIÇO:
O quê: Feirão “Duelo dos Seminovos 31”
Quando: sexta (10), sábado (11) e domingo (12)
Onde: Estacionamento do Parque Shopping Bahia, em Lauro de Freitas
Entrada: Gratuita
Mais informações: assoveba.com.br ou @assoveba

Magnética anuncia nova fase com festa ÓRBITA e confirma Barbit como headliner da estreia

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A cena noturna ganha um novo capítulo: a Magnética acaba de anunciar o lançamento da festa ÓRBITA, projeto que marca o início de uma nova fase da produtora e estreia no dia 17 de abril de 2026, em parceria com a Gis+.

A proposta? Ir além da pista. Com curadoria artística assinada pela própria Magnética, o evento chega como uma nova aposta para as sextas-feiras, misturando música, performance e estética em uma experiência imersiva e atual.

E o anúncio já veio com tudo — incluindo um dos bordões mais icônicos do momento:

“Eai travesti! Barbit do Brasil acaba de aterrissar nessa corrida, e vai ter travesti sim!”

Sim, Barbit está confirmada como atração principal da noite de estreia, reforçando o posicionamento ousado e conectado da nova fase da Magnética.

Para quem ainda não conhece: Barbit é digital influencer e youtuber que ganhou projeção ao participar da quinta temporada do reality Corrida das Blogueiras, do canal Diva Depressão em parceria com a Dia Estúdio. Além disso, também atua como cantora e DJ, com lançamentos como Cachorra e Minha Raba (feat. Traemme), consolidando sua presença na cena pop e digital.

A escolha da artista não é por acaso — sua estética irreverente, energia e forte conexão com o público traduzem exatamente o espírito da ÓRBITA: livre, intensa e em constante movimento.

A noite ainda contará com DJs convidados e performances especiais, completando a experiência e reforçando a proposta do evento como um novo ponto de encontro da cena.
Se depender da estreia, a nova fase da Magnética já começa em alta rotação.

Evento: ÓRBITA apresenta Barbit
Data: 17 de abril de 2026
Local: Gis+
Realização: Produtora Magnética
Instagram: @magneticabh

Roberto Rowntree se destaca na Paixão de Cristo no Piauí com atuações marcantes e versatilidade impressionante

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A tradicional encenação da Paixão de Cristo no estado do Piauí ganhou um brilho especial este ano com a presença do ator Roberto Rowntree, que conquistou o público com duas interpretações distintas e igualmente impactantes em cidades diferentes.

Em Teresina, o ator deu vida ao imponente e provocador Rei Herodes, trazendo ao palco uma atuação carregada de intensidade, ironia e presença cênica. Já em Parnaíba, Rowntree surpreendeu novamente ao interpretar Pôncio Pilatos, desta vez com uma abordagem mais contida e dramática, revelando conflitos internos e humanidade no personagem histórico.

A rápida transição entre dois papéis tão emblemáticos, em um curto espaço de tempo, chamou a atenção não apenas do público, mas também da mídia local e de espectadores vindos de cidades vizinhas, que se deslocaram especialmente para acompanhar o trabalho do ator. A versatilidade demonstrada por Roberto Rowntree foi um dos pontos mais comentados desta edição do espetáculo.

O sucesso de suas apresentações refletiu-se na forte conexão com o público, que respondeu com aplausos calorosos e reconhecimento imediato. Nas redes sociais, seu nome rapidamente passou a circular entre os destaques da temporada, consolidando sua imagem como um artista dedicado e carismático.

Mais do que interpretar personagens históricos, Rowntree conseguiu imprimir identidade própria a cada papel, reforçando sua capacidade de adaptação e domínio de cena. Sua participação nas encenações da Paixão de Cristo no Piauí não apenas elevou o nível artístico das produções, como também ampliou o alcance e a visibilidade do evento.

Com talento, entrega e uma presença marcante, Roberto Rowntree reafirma seu espaço no cenário artístico e se consolida como um dos nomes mais promissores nas grandes encenações populares do país.

Projeto Sextas Musicais traz Gypsy Jazz Club ao palco do CTJ Hall

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A Casa Thomas Jefferson Brasília apresenta, na sexta-feira (10), às 19h, uma noite de jazz aos brasilienses, com o concerto Manouche Brasileiro, da banda Gypsy Jazz Club. Além da apresentação gratuita para o público presente, quem não puder ir também poderá acompanhar ao vivo, pelo canal da Casa Thomas Jefferson no Youtube.

A banda Gypsy Jazz Club apresenta um programa que reúne composições autorais – nas quais expressa a identidade sonora do grupo – clássicos do estilo e arranjos do repertório brasileiro recriados à luz do jazz manouche. O repertório reúne obras de autores do grupo e da cena contemporânea com referências do gênero, como Django Reinhardt e Tony Murena, além de compositores brasileiros como Pixinguinha, Ary Barroso, Sivuca e Paulinho da Viola. Nesse contexto, peças como Aquarela do Brasil, Timoneiro e Dois Bonecos no Forró dialogam com standards como Minor Swing e Indifférence, evidenciando a aproximação entre o jazz manouche e tradições brasileiras como o choro, o samba e o forró.

Gypsy Jazz Club
Dedicado principalmente ao estilo musical conhecido como jazz manouche, o grupo é formado pelo solista Victor Angeleas (violão tenor e bandolim), Eduardo Souza (violão gypsy), Pedro Vasconcellos (cavaquinho) e Igor Diniz (contrabaixo acústico).

O jazz manouche é um estilo musical surgido em Paris nos anos 30, pelas mãos da lenda do jazz, Django Reinhardt. A proposta do grupo é uma fusão entre esse gênero e a música brasileira, como uma forma de reinventar o jazz tradicional ao incluir os instrumentos brasileiros como o bandolim, o violão tenor e o cavaquinho.

Em 2018, o lançamento do álbum Menestrel representou a consolidação e maturidade da sonoridade que se tornaram marca da banda. Então, esse trabalho teve excelente repercussão, que culminou com o prêmio de “Melhor Álbum Instrumental” no 17o Independent Music Awards, que teve cerimônia de premiação realizada em Nova Iorque, em 2019. Em 2020, em plena pandemia, o grupo lançou de maneira virtual o álbum “Brasília Live Sessions” que aprofundou a mescla de estilos musicais, com novas composições que incorporaram essa ideia. Em 2022, a banda realizou turnê na Europa, passando por Portugal, Alemanha e Áustria. Em 2025, o grupo lançou o álbum “Outros rolês”, no qual realizou a fusão do jazz manouche com o pandeiro e a música eletrônica, com as participações especiais do DJ A e de Larissa Umaytá.

Prestigie!
Sextas Musicais: Manouche Brasileiro, com a banda Gypsy Jazz Club
Data: 10 de abril de 2026
Horário: 19h
Onde: CTJ Hall – Casa Thomas Jefferson – Casa Thomas Jefferson Asa Sul, 706/906 Sul
Quanto: Entrada gratuita
* Espetáculo presencial e com transmissão ao vivo pelo canal oficial da Casa Thomas Jefferson no YouTube – https://youtube.com/ctjonline

Moda de Rock Convida Andreas Kisser

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Dia 14 de abril, às 20h a dupla de violeiros Ricardo Vignini e Zé Helder do Moda de Rock sobem ao palco do Blue Note São Paulo com a participação de Andreas Kisser (Sepultura).

 

O show é uma prévia do quinto álbum de estúdio do Moda de Rock chamado Metal que será lançando no segundo semestre em 2026, no repertório clássicos do Motorhead, Slayer, Metallica, Black Sabbath, e Anthrax com a faixa Be All, And All que conta a participação do Andreas no violão de 7 cordas.

No Blue Note também estarão presentes sucessos do Sepultura como Kaiowas que tem forte influência da viola caipira e Refuse/Resist, ambas músicas já gravadas pelo Moda de Rock em álbuns anteriores.

 

 

Parceria antiga

Andreas Kisser – Foto de Stephanie Veronezzi

O encontro do Moda de Rock com Andreas Kisser já vem de longa data, em 2012 a convite
da TV UOL o trio apresentou clássicos de Jimi Hendrix em comemoração ao aniversário
de 70 anos que o artista completaria na data (27/11/2012).

Andreas conta que seu pai escutava muito Tonico e Tinoco, e ia sempre com ele a uma loja
chamada Mercy Discos em Rudge Ramos, São Bernardo do Campo comprar discos da
dupla, já Vignini lembra que assistiu o lançamento do álbum Schizophrenia do Sepultura em 1987 no Sindicato dos Aeroviários.

Em 2014 também o Matuto Moderno, banda que tem na sua formação Ricardo Vignini
realizou duas apresentações na Caixa Cultural do DF e Curitiba com o Andreas de
convidado.

 

 

Moda de Rock Convida Andreas Kisser
Blue Note São Paulo
Avenida Paulista 2073 – 2º Andar – Consolação – São Paulo/SP
Dia 14 de abril de 2026, às 20h
Abertura da casa: 19h00
Classificação etária: 18 anos | menores, apenas acompanhados dos pais ou tutores legais, conforme Lei 8.069/90 e Portaria 502 de 2021 do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Ingressos: R$ 140,00 (inteira) R$ 70,00 (meia)
Vendas online: Eventim ( https://www.eventim.com.br/artist/blue-note-sp/moda-de-rock-convida-andreas-kisser-4088182/?affiliate=XIS )
Ingressos com 50% de desconto aplicando o cupom CONVIDADOBANDA
Bilheteria Oficial – Sem Cobrança de Taxa de Serviço
Local: Blue Note – São Paulo
Endereço: Avenida Paulista, 2073, 2° andar – Consolação, São Paulo/SP
Funcionamento: Térreo — das 10h às 18h (seg a sáb)
2º andar — das 18h às 23h (apenas em dias de show)
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Moda de Rock & Andreas Kisser May this be love (2012)
https://www.uol.com.br/carnaval/videos/index.amp.htm?id=moda-de-rock-e-andreas-kisser-tocam-may-this-be-love-04028D193364E0894326

Matuto Moderno Convida Andreas Kisser (2014)

 

Comida di Buteco 2026 começa nesta sexta-feira e transforma o Triângulo Mineiro em rota de sabores

A partir desta sexta-feira, 10 de abril, os bares do Triângulo Mineiro entram oficialmente no clima de uma das disputas gastronômicas mais queridas do Brasil. O Comida di Buteco 2026 dá início ao circuito regional reunindo 24 estabelecimentos, sendo 19 em Uberlândia e cinco em Araguari em uma verdadeira celebração da cozinha de raiz, criatividade e cultura dos butecos.

Até 3 de maio, o público está convidado a percorrer diferentes butecos, experimentar receitas exclusivas e participar ativamente da escolha do melhor buteco da região. Neste ano, os pratos   devem integrar verduras às suas receitas, estimulando combinações criativas e surpreendentes.

Para o Bar do Carlinho, campeão de 2025, a expectativa é alta e o compromisso com a excelência ainda maior. “Seguimos participando de mais uma edição, sempre focados em oferecer o melhor da gastronomia e atendimento”, afirma o proprietário José Carlos Alves de Medeiro, o Carlinho. Segundo ele, o concurso já se consolidou como um marco no calendário do bar. “O Comida di Buteco é sempre um diferencial. Já virou tradição entre os clientes. Nosso movimento aumenta, novos clientes vêm para conhecer e experimentar as porções. Além disso, os bares que participam têm o nome valorizado e ainda ganham a oportunidade de renovar o cardápio”, conta. Para esta edição, o prato desenvolvido pela casa traduz bem a proposta criativa do concurso. Inspirado na exigência da utilização de uma verdura, José Carlos pesquisou e decidiu trabalhar com o repolho, criando uma versão adaptada de chucrute. A receita resultou em um bolinho tipo croquete, que leva arroz, mandioca cozida e prensada, frango desfiado e queijo ralado, tudo harmonizado com o chucrute. Para acompanhar, um molho especial à base de maçã, cebola e canela. “Juntos, ajudam na digestão e fortalecem o sistema imunológico”, explica o proprietário.

Já o Bar 1berto, no bairro São Jorge, estreia no concurso. O proprietário, Humberto Donizetti do Nascimento, celebra o momento com entusiasmo. “A expectativa é grande. Me senti honrado pelo convite. Só de participar já é um prêmio”, enfatiza. Ele conta que o impacto positivo já começou a ser sentido. “Só dos frequentadores saberem que estou participando, meu movimento já melhorou bastante. Estou muito feliz”, avalia Humberto, que apostou em uma criação autoral: um molho de alho-poró, pensado para conquistar o paladar do público e dos jurados.

 Mais que um concurso

Mais que eleger o melhor buteco, o Comida di Buteco tem como essência valorizar os pequenos bares, fomentar a economia local e preservar a identidade da cozinha brasileira. Durante o período do evento, todos os petiscos têm preço fixo de R$ 40,00, conforme o regulamento nacional, garantindo acessibilidade e incentivando o público a explorar diferentes estabelecimentos.

A avaliação dos participantes é feita de forma democrática: público e jurados atribuem notas considerando quatro critérios — petisco, atendimento, temperatura da bebida e higiene. O petisco tem peso maior, representando 70% da nota, enquanto os demais critérios somam 10% cada. O resultado final combina 50% da votação do público e 50% dos jurados.

O grande vencedor do circuito Triângulo Mineiro será anunciado no dia 27 de maio e garantirá vaga na etapa nacional. Já o título de melhor buteco do Brasil será revelado em julho, após a avaliação dos campeões dos 27 circuitos participantes.