segunda-feira, abril 6, 2026
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Energia limpa bloqueada: falta de infraestrutura de transmissão penaliza NE e aumenta risco de apagões no SE

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As restrições do setor elétrico para transmissão de energia renovável e a falta de linhas no Brasil, colocam em risco empregos e investimentos na Região Nordeste e exacerbam a crise energética no Sudeste. A Rio Alto Energias Renováveis, uma das maiores plantas de energia solar da América Latina, enfrenta desafios críticos devido a restrições de geração impostas pela falta de infraestrutura de transmissão, ameaçando empregos e investimentos.

Responsável pela instalação de um Complexo de Energia Solar na cidade de Santa Luzia, no Sertão da Paraíba, a empresa se viu forçada drasticamente a reduzir de 800 para 200 o número de colaboradores. Apesar de o Nordeste produzir energia solar e eólica em abundância.

Rico em potencial para geração de energia renovável, em abundância, o NE enfrenta um paradoxo: enquanto a região produz energia solar e eólica em abundância, a insuficiência de infraestrutura de transmissão impede que essa energia chegue ao Sudeste, resultando em apagões e tarifas elevadas tarifas elevadas devido à escassez de energia. A razão, segundo especialistas, é a insuficiência de linhas de transmissão que permitiriam o fluxo dessa energia para regiões deficitárias.

Recentemente, o estado de São Paulo enfrentou seu terceiro grande apagão em menos de um ano, deixando milhões de pessoas sem eletricidade por vários dias, conforme relatado por diversas fontes de notícias de credibilidade.

Investimentos inviabilizados

O CEO da Rio Alto, Edmond Fahrat, expressou sua frustração com a situação, destacando que a empresa está operando com uma restrição de geração de 40%, o que impacta diretamente seu faturamento. “É catastrófico para qualquer empreendimento que contava com geração plena”, afirmou. Com a energia já vendida, a empresa é obrigada a comprar no mercado para honrar seus compromissos, além de enfrentar custos adicionais com depósitos de garantia na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

Durante entrevista exclusiva ao jornalista Cândido Nóbrega, ele explicou que essa situação cria um custo inesperado e altíssimo, que penaliza severamente os investimentos já feitos, especialmente no Nordeste.

A situação é agravada pela falta de planejamento adequado por parte da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), ligada ao Ministério de Minas e Energia, que deveria ter previsto e executado a infraestrutura necessária para suportar a expansão da geração de energia renovável. “Já sabíamos a quantidade de energia que entraria no sistema, mas faltou planejamento para contemplar todos esses projetos”, criticou o executivo. A ausência de novas linhas de transmissão, que deveriam ter sido construídas para evitar o atual gargalo, é um reflexo direto dessa falha de planejamento.

Insegurança jurídica e regulatória

A crise ameaça o futuro dos investimentos em energia renovável no Nordeste e também coloca em risco a confiança de investidores internacionais. “Quem vai investir no país se você não tem a segurança da sua receita de amanhã?”, questionou o CEO, ressaltando que a insegurança regulatória e jurídica pode afastar novos investimentos. A continuidade das restrições pode inviabilizar projetos futuros, incluindo iniciativas promissoras como a produção de hidrogênio verde, que dependem da estabilidade e previsibilidade do setor energético.

Impacto econômico e iminência de colapso

O impacto econômico é significativo para a região, que já investiu bilhões em infraestrutura de energia limpa. A Rio Alto, por exemplo, já investiu R$1,2 bilhão, dos quais R$200 milhões foram destinados a estações de suporte para futuras usinas. Com as restrições atuais, a empresa enfrenta a possibilidade de rasgar esse investimento, o que seria um prejuízo monumental para a empresa e, consequentemente, para toda a economia do Nordeste, em especial a Paraíba que depende desses projetos para crescimento e desenvolvimento.

A situação atual exige uma resposta rápida e eficaz do governo para evitar a paralisação de investimentos e o colapso de um setor vital para o desenvolvimento sustentável do país. Sem uma solução imediata, o Nordeste, que poderia se consolidar como um hub de energia renovável, corre o risco de ser deixado para trás, penalizando ainda mais uma região que já enfrenta desafios econômicos significativos. A falta de infraestrutura adequada e o planejamento insuficiente são questões que precisam ser abordadas com urgência para garantir a continuidade dos investimentos e o desenvolvimento sustentável do setor energético no Brasil.

Região NE mais penalizada

Ele enfatizou ainda que se as restrições continuarem, muitas empresas poderão não sobreviver, o que levará a uma judicialização em massa dos contratos e acordos firmados. “Isso inviabiliza completamente qualquer outro investimento. Quem mais vai sentir isso é o Nordeste, porque é impossível com essa insegurança regulatória, jurídica, ter qualquer investimento futuro”, afirmou. A situação atual ameaça a continuidade dos projetos existentes e a viabilidade de novos empreendimentos, que são de suma importância para a expansão da matriz energética limpa do país.

A crise energética no Brasil, exacerbada pelas recentes medidas do Ministério das Minas e Energia e pela falta de infraestrutura, destaca a necessidade urgente de um planejamento estratégico que contemple a expansão das linhas de transmissão e a segurança regulatória. Só assim será possível garantir que o potencial energético do Nordeste seja plenamente aproveitado, contribuindo para a segurança energética do país e o desenvolvimento sustentável da região.

Dilsinho se apresenta em Fortaleza neste sábado no evento CPF com Diego Facó, Karenzinha e Thiago Freitas

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O CPF (Cerveja, Pagode e Forró) chega ao Sunrise neste final de semana, prometendo uma noite de grandes shows e diversão.


Foto: Divulgação

O cantor Dilsinho, ícone do pagode romântico, está de volta a Fortaleza para participar do evento CPF (Cerveja, Pagode e Forró). A festa, marcada para este sábado, 25 de outubro, no Sunrise, entrega às 16h e promete agitar o público com uma mistura irresistível de estilos musicais. No palco, além de Dilsinho, terão grandes nomes como Diego Facó, Karenzinha e Thiago Freitas.

Depois de passar por cidades como Juazeiro do Norte, Garanhuns e Caicó, onde foi um sucesso de público, o CPF chega à capital cearense em sua primeira edição local. O evento se destaca por unir o melhor do pagode e do forró, acompanhado de muita cerveja, oferecendo uma experiência musical diversificada e envolvente para todos.

Dilsinho, conhecido por sucessos como “Refém” e “Péssimo Negócio”, promete um show repleto de emoção e carisma. Diego Facó, referência no forró, e a cantora Karenzinha, que vem se destacando com suas versões de pagode, também marcam presença no palco, ao lado de Thiago Freitas, outra grande promessa da música nordestina.

O CPF já se consolidou como um dos eventos mais aguardados no calendário musical, atraindo fãs de diversas regiões. A expectativa para a edição em Fortaleza é de lotação máxima, com ingressos esgotando rapidamente e um público ansioso para curtir essa mistura de ritmos que tem conquistado cada vez mais admiradores.

Os ingressos estão à venda no site da ST Ingressos , e quem quiser garantir sua entrada para essa festa imperdível deve se antecipar.

O que eu vou ser se já cresci?’: estreia de espetáculo deve ser assistida por mais de 6 mil pessoas em aulão pré-Enem

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Peça escrita e dirigida pelo professor e diretor teatral Ricardo Carvalho compõe a programação do “IngreSSAr”, evento promovido pela prefeitura de Salvador no dia 26 de outubro

Está marcada para sábado (26) a estreia do musical “O que eu vou ser se já cresci?”, no Centro de Convenções Salvador, a partir das 15h. O mais novo espetáculo da produtora Escritório do Pensamento, com direção do professor Ricardo Carvalho, será privilégio dos mais de 6 mil estudantes do projeto IngreSSAr, que vão participar do Mega Aulão preparatório para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2024, promovido pela prefeitura de Salvador. Os estudantes terão a peça como uma “cereja do bolo” em um dia dedicado às revisões nos preparativos para as provas que estão marcadas para os dias 3 e 10 de novembro.

De acordo com a programação, a apresentação de “O que eu vou ser se já cresci?” vai marcar o evento de revisão interdisciplinar com os melhores professores de cursos preparatórios da Bahia, voltado para todos os estudantes interessados. As inscrições são gratuitas e estão disponíveis no site www.ingressar.salvador.ba.gov.br

Reconhecido pelo jeito dinâmico e leve de ensinar História, o professor Ricardo Carvalho volta a viver o seu lado diretor teatral e autor com “O que eu vou ser se já cresci?” após inúmeros espetáculos de sucesso como “5 segundos”, peça que foi assistida por mais de cinco mil alunos na edição de 2023 do IngreSSAr.

Ele explica que a peça “tem o objetivo de estimular a capacidade empreendedora nos jovens, provocando a reflexão a respeito das opções de atuação que estão disponíveis no mercado e como as habilidades de cada pessoa podem ser associadas a elas, facilitando a escolha pela profissão futura sem perder o vínculo subjetivo da escolha, que parte da individualidade e talento de cada estudante”.

De acordo com Ricardo Carvalho, “as aventuras musicais de Josenelson e Catarina também prometem reflexões sobre autoconhecimento e a compreensão sobre os próprios valores pessoais. Em meio aos desafios da juventude num mundo tão acelerado, a dupla, seus amigos e parentes tentam entender as transformações impostas pela idade em meio às cobranças sobre a decisão de qual será a profissão a ser escolhida”.

Com mais de 40 anos de sala de aula e uma carreira paralela como ator, diretor, palestrante e produtor cultural, Ricardo Carvalho também ressalta que “a peça cria um ambiente bacana que permite que os jovens possam perceber como o estilo de vida pode ser aplicado na profissão que ele deseja abraçar, na área que escolheu para estudar”.

“O que eu vou ser se já cresci?” tem a cara da cultura plural soteropolitana, misturando a guitarra baiana com a batida forte do tambor e até K-pop com cheiro de samba-reggae. “Mas o espetáculo não abre mão de oferecer um certo letramento ao público mais jovem que for assistir. A peça é cheia de elementos que pretendem apresentar à galera coisas que eles desconhecem e seria contribuição cultural para suas experiências futuras”, conclui Ricardo Carvalho.

Marília Carvalho e Tárcis Rocha são os protagonistas do espetáculo. Marília, que também assina a produção executiva da peça, aguça a verve de bailarina do musical “Não é mais um Musical de Hollywood” (2020) e pega carona no sucesso de “5 Segundos”, quando também foi produtora e protagonista e encantou mais de 15 mil pessoas nas plateias de Salvador e interior da Bahia, vivendo três personagens marcantes em um só espetáculo. Já Tárcis, que além de ator e músico é capoeirista, soma a experiência na teledramaturgia internacional com a novela “Cacau”, de Portugal, e espetáculos como “O Rei Leão”, “Romeu e Julieta” e “Vestido de noiva”.

Outra parceria de produções do Escritório do Pensamento é a cenografia de Rody e River Carvalho e a iluminação de Geovane Nascimento. AGLEI (AIÓ Produções) é o assistente de direção de “O que eu vou ser se já cresci?”. Produtor cultural, ator e cantor, ele compôs os grupos dos projetos “A ópera da independência”, “Docudrama, Caminhos da Liberdade”, “Os Últimos Dias de Gilda” e “Reintegração de Posse”. As coreografias e a direção de coreografia são de Liz Vernin. Atriz, bailarina, coreógrafa e professora de dança, ela já trabalhou como assistente de direção da Cia Interart, é produtora do “Convergências em Dança Salvador” e do espetáculo “Parallax”, no qual é também intérprete-criadora. Leila Brito é assistente de direção de coreografia. O ballet também é composto por Iraê Kiriri, Duffy Ventura, Stephanie Lobo, Jooh Santana, ⁠Lua Carvalho, ⁠Gabriela Jucá. O figurino é assinado por Marina Pessoa que, aos 18 anos, também vai fazer as provas do Enem 2024.


SERVIÇO:
O quê – Espetáculo “O que eu vou ser se já cresci?”
Onde – Centro de Convenções Salvador
Quando – Sábado (26), a partir das 15h
Entrada – Gratuita com inscrições no site www.ingressar.salvador.ba.gov.br

Ministério Atitude lança Som do Céu e apresenta nova voz na música cristã

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Som do Céu é o novo single do Ministério Atitude, que chega nas plataformas de música pela Labidad nesta quinta, 17, com direito à videoclipe gravado ao vivo na sede da Igreja Batista Atitude, no Rio de Janeiro.

Mais uma composição do líder do grupo, Pastor Filipe Bitencourt, o Ministério mantém a tradição de ser uma plataforma de lançamento de novas vozes para música cristã Brasileira, ao incluir nos vocais do single novo Marcelle Cattem, jovem adoradora de voz potente e interpretação tocante.

Para o Pastor, esse incentivo aos novos talentos da igreja é uma das missões do Ministério. “Sabemos que O Senhor tem levantado muitos adoradores na nossa nação e estamos sempre atentos à ouvir Sua voz para que sejamos instrumento nas mãos dEle e ajudar à dar espaço à esses adoradores”, descreve Filipe.

O novo louvor do Atitude reitera a identidade congregacional do grupo, que se traduz ocupando espaço cativo nos momentos de louvor dos mais variados Ministérios do Brasil. “Nosso coração se enche de alegria ao vermos inúmeras igrejas incluindo nossos louvores autorais em seus repertórios de louvor. É a confirmação de que estamos no caminho certo”, conclui Bitencourt.

Ouça agora SOM DO CÉU na sua plataforma de música favorita:
https://labidad.lnk.to/SomDoCeu

Confira o videoclipe:

Amanda Ferrari lança Acalma Minha Alma nesta sexta-feira

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Uma das vozes mais importantes da música pentecostal brasileira lança single inédito e cheio de unção nesta sexta-feira, 18, em todas as plataformas digitais pela Labidad Music.

A voz potente e cheia de unção de Amanda Ferrari emociona nessa interpretação poderosa de um hino autoral que nos convida a manter nossos corações em Cristo, nos afastando de tudo aquilo que tenta roubar a nossa paz. “Creio que Deus libera canções através de nós para avivarmos a fé de nossa nação e para cuidar de nossa alma”, revela a adoradora.

Como uma das cantoras do Pentecostal mais amadas do Brasil, Amanda aponta para um novo tempo em seu ministério, onde a conexão entre ela e seu público, através da mensagem do evangelho, deve ser ainda mais fortalecida. “Em cada ministração Brasil afora tenho sentido a importância de estar mais perto do público que acompanha meu trabalho para levar o evangelho de Cristo. As redes sociais aproximam, mas não devemos limitar essa troca à esse mundo virtual”, conclui Amanda.

Ouça essa super novidade de Amanda Ferrari aqui:
https://labidad.lnk.to/AcalmaMinhaAlma

Lar doce Lar: Instalação artística denuncia violência doméstica com realismo impactante

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Projeto realizado por Mariana Dias transforma cômodos de uma casa em cenário de denúncia social; exposição é aberta ao público em dois campi da UFU

A violência doméstica, muitas vezes escondida atrás das paredes do lar, ganha voz e forma através da instalação artística “Lar doce Lar”. Idealizada por Mariana Dias, a exposição usa a arte como ferramenta de denúncia e conscientização sobre os abusos sofridos por mulheres e crianças no ambiente familiar. A instalação é aberta ao público e ocorre entre os dias 14 de outubro e 15 de novembro de 2024 em dois campi da Universidade Federal de Uberlândia (UFU).

Composto por três instalações distintas, “Lar doce Lar” mergulha os visitantes na dura realidade da violência doméstica, explorando os cômodos de uma casa como metáforas potentes para a opressão silenciosa vívida por tantas vítimas. Cada ambiente traz uma narrativa diferente, refletida em títulos que já revelam a gravidade dos temas envolvidos.

Na lavanderia, intitulada “Roupa suja se lava em casa”, o cenário reflete a complexidade do silêncio imposto que permeia muitos casos de agressão. Objetos do cotidiano são comprados ao lado de recortes de reportagens de jornais e depoimentos reais, criando uma atmosfera opressora e sufocante.

Já a cozinha, intitulada “Em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher”, retrata a normalização da violência conjugal. Aqui, os visitantes são confrontados com elementos que vão desde utensílios domésticos até frases culturalmente enraizadas, que reforçam a conivência e o silêncio da sociedade diante de abusos.

Por fim, o quarto infantil, chamado “Cuidado com o Bicho Papão”, expõe o medo e a vulnerabilidade das crianças vítimas de violência dentro de seus próprios lares. Desenhos infantis, brinquedos e relatos de agressões formam um ambiente que revela o terror que se esconde nos bastidores de muitas famílias.

Com o uso de elementos reais e ficcionais, como recortes de jornais, desenhos e depoimentos, cada instalação convida o espectador a refletir sobre o impacto profundo e devastador da violência doméstica. As cenas reproduzidas em situações que, apesar de ocorrerem longe dos olhos da sociedade, são vividas por milhares de brasileiros. O projeto busca alcançar jovens e adultos, trazendo à luz um tema sensível, mas que precisa ser discutido amplamente para quebrar ciclos de agressão que começam em segredo. A exposição também convida o público a denunciar esses abusos, rompendo com o ciclo de silêncio que muitas vezes os perpetua.

A instalação “Lar doce Lar” estará em exibição no hall interno da Biblioteca da UFU, Campus Santa Mônica, entre os dias 14 e 30 de outubro de 2024, das 7h30 às 21h30. Em seguida, segue para o Campus Umuarama, onde poderá ser visitado entre os dias 30 de outubro e 15 de novembro de 2024, no mesmo horário. A entrada é gratuita e aberta a todos.

Ficha Técnica
A exposição é fruto de uma colaboração cuidadosa. Além de Mariana Dias, autora e coordenadora geral do projeto, a produção executiva é assinada por Anderson de Oliveira, com consultoria e expografia de Malu Teodoro. Mariana Cortes assina a identidade visual e arte gráfica, e Kelly Assis é responsável pela audiodescrição, garantindo acessibilidade para todos os públicos.

Serviço
Instalação “Lar doce Lar”
Data: 14 a 30 de outubro de 2024
Local: Biblioteca UFU Campus Santa Mônica
Horário: Segunda a sexta, das 7h30 às 21h30
Entrada: Gratuita

Data: 30 de outubro a 15 de novembro de 2024
Local: Biblioteca UFU Campus Umuarama
Horário: Segunda a sexta, das 7h30 às 20h45
Entrada: Gratuita

Hospital Mater Dei Premium Goiânia é premiado no 32º Prêmio Pop List como Melhor Clínica de Cirurgia Plástica

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O Hospital Mater Dei Premium Goiânia foi premiado como a melhor clínica de cirurgia plástica no prestigiado Prêmio Pop List, a maior premiação de reconhecimento de marcas no estado de Goiás. A 32ª edição do Prêmio Share of Mind, promovida pelo jornal O Popular, destaca as marcas mais lembradas pelos consumidores goianos em 77 segmentos diferentes, a partir de uma pesquisa abrangente realizada pelo Instituto Verus Assessoria e Pesquisa.

O prêmio é uma evidência do compromisso com a excelência em saúde e dos altos padrões de qualidade mantidos pelo hospital, que foi inaugurado em 2013, como Hospital Premium. Desde sua integração à Rede Mater Dei de Saúde, em janeiro de 2022, o Mater Dei Premium tem expandido sua atuação para diversas especialidades médicas, consolidando-se como referência em Goiânia.

“Esse reconhecimento é um reflexo do nosso compromisso com a segurança, a qualidade e a humanização no atendimento. Estamos extremamente honrados em sermos lembrados como a principal clínica de cirurgia plástica do estado, o que reforça nossa missão de oferecer o melhor cuidado médico à população de Goiás”, afirmou o Diretor Técnico do Hospital, Alan Anderson Fernandes Oliveira.

Com uma estrutura moderna e acolhedora, o Mater Dei Premium Goiânia conta com mais de 600 médicos das mais diversas especialidades, proporcionando atendimento de média e alta complexidade, sempre focado na segurança e no bem-estar dos pacientes.

A premiação do hospital no Prêmio Pop List é um reconhecimento importante para a instituição, que segue comprometida em ser uma referência em serviços de saúde de excelência no Centro-Oeste.

Checklist prático: como se preparar para a sua cirurgia e evitar complicações

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Cirurgião do Mater Dei Santa Clara explica as principais etapas para uma cirurgia segura e um pós-operatório tranquilo

Passar por uma cirurgia, independentemente de sua complexidade, exige um planejamento cuidadoso que envolve tanto o preparo físico quanto o emocional. O cirurgião geral Dr. Bruno Ferola, que atua no Hospital Mater Dei Santa Clara, destacou um checklist prático para pacientes que vão se submeter a procedimentos cirúrgicos, visando reduzir riscos e melhorar a recuperação.

1. Organização da documentação médica
A primeira etapa envolve a preparação de todos os documentos médicos necessários, como exames recentes, laudos, prescrições e histórico médico. “Ter esses dados acessíveis facilita a comunicação com a equipe médica e garante que o anestesista e o cirurgião estejam cientes de todas as condições clínicas do paciente”, explica Dr. Bruno.

2. Alimentação e hidratação adequadas
Na semana que antecede a cirurgia, é essencial adotar uma dieta equilibrada e manter uma boa hidratação. “O paciente precisa de uma alimentação saudável, priorizando frutas, vegetais e proteínas leves, além de dormir bem e evitar o consumo de álcool e cigarro”, orienta o cirurgião. Esses hábitos ajudam a fortalecer o corpo e reduzir os riscos durante o procedimento.

3. Suspensão de medicamentos
Certos medicamentos, especialmente anticoagulantes, devem ser suspensos conforme orientação do médico. “Essa é uma etapa crítica para evitar complicações durante a cirurgia, como hemorragias. O anestesista, durante a avaliação pré-operatória, indicará quais medicamentos precisam ser temporariamente interrompidos”, ressalta o cirurgião.

4. O jejum pré-operatório
Seguir as recomendações de jejum é fundamental para garantir a segurança da anestesia e evitar a broncoaspiração, um dos maiores riscos cirúrgicos. “O paciente deve estar em jejum de 8 horas para alimentos sólidos e de 4 horas para líquidos claros. Um dos erros mais comuns é o paciente comer ou beber pouco tempo antes da cirurgia, o que pode levar ao cancelamento do procedimento”, alerta o médico.

5. Preparação do ambiente doméstico para o pós-operatório
Organizar o ambiente doméstico antes de sair para a cirurgia pode acelerar a recuperação e evitar contratempos. “É importante preparar o local de repouso de acordo com as limitações que o paciente terá no pós-operatório, seja em termos de mobilidade ou dieta. Isso pode incluir a disposição de móveis acessíveis, preparo de alimentos leves e até contar com a ajuda de familiares nos primeiros dias”, afirma Dr. Bruno.

O sucesso de uma cirurgia não depende apenas da equipe médica, mas também do preparo do paciente. Ao seguir essas etapas práticas, o paciente reduz significativamente o risco de complicações e otimiza a sua recuperação. “A comunicação aberta com o cirurgião e o anestesista, aliada ao cumprimento dessas recomendações, é a chave para um procedimento seguro e um pós-operatório mais tranquilo”, conclui Dr. Bruno.

A importância da cultura algodoeira no Brasil e em Minas Gerais: uma força econômica e social

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O Dia Mundial do Algodão, celebrado em 7 de outubro, marca a importância global de uma das fibras mais versáteis e sustentáveis do planeta. Instituída pela Organização Mundial do Comércio (OMC) em 2019, a data enfatiza o valor econômico do algodão e seu papel no desenvolvimento social, especialmente em países emergentes como o Brasil. O país tem se consolidado como uma das potências globais na produção e exportação dessa commodity e Minas Gerais, em particular, tem se destacado como o maior produtor da região Sudeste.

De acordo com o Relatório de Safra de outubro/2024, da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), com uma produção de pluma estimada de 3,68 milhões de toneladas (t) na safra 2023/2024 e previsão de crescimento para 3,97 milhões/t em 2024/2025, o Brasil reforça sua posição como principal exportador mundial. A liderança se deve à alta produtividade, práticas sustentáveis e à qualidade da fibra, certificada pelo Programa ABR (Algodão Brasileiro Responsável). Enquanto enfrenta desafios como a volatilidade de preços no mercado internacional, o país mantém sua competitividade, atendendo com excelência à demanda global.

Cenário do algodão brasileiro em 2024
A produção cotonicultora brasileira vai além da geração de riqueza econômica direta. Com efeito, o setor emprega diretamente milhares de pessoas, principalmente na indústria têxtil, que é responsável por uma grande parte da cadeia produtiva.

Além disso, a certificação BCI (Better Cotton Initiative) confere ao algodão nacional um status de qualidade superior no mercado internacional, reforçando seu papel como referência de práticas agrícolas responsáveis e de respeito ao meio ambiente.

Em números recentes, segundo a Abrapa:

  • algodão brasileiro atende 100% da demanda interna, com uma indústria têxtil que consome cerca de 700 mil/t de fibra ao ano.

Além disso, o país tem o SouABR, programa piloto que rastreia o algodão certificado da fazenda ao varejo por meio de blockchain. O Brasil é o primeiro país do mundo a ter rastreabilidade, em escala, de ponta a ponta.

O Brasil é, assim, uma potência agrícola, mas também uma referência global em sustentabilidade no setor algodoeiro.

Minas Gerais: polo produtivo em expansão
Para a safra 2024/2025 há expectativa de aumento de 33%, em Minas Gerais, no volume de área destinada ao cultivo do algodão. Foto: SNP Consultoria | acervo Amipa.

O Estado tem se consolidado como um importante polo de produção de algodão no Brasil, graças ao investimento em tecnologias agrícolas avançadas e práticas sustentáveis. A Associação Mineira dos Produtores de Algodão (Amipa), tem desempenhado um papel-chave na modernização da cotonicultura regional, promovendo inovação e o uso de técnicas de manejo sustentável.

De acordo com o diretor-executivo da Amipa, Lício Pena, Minas Gerais é um exemplo de como a tecnologia e a agricultura de precisão têm transformado a produtividade algodoeira. “Investimos pesado em pesquisa e desenvolvimento, utilizando práticas que otimizam o uso da terra, não causam impactos ambientais e melhoram a eficiência produtiva. Isso nos coloca em uma posição privilegiada tanto no mercado interno quanto nas exportações”, afirma.

Na última safra, o Estado alcançou uma produção de 51,7 mil/t de algodão em pluma. Segundo o executivo, a expectativa para a safra atual é de um aumento de 27,4%, chegando a 65,9 mil/t. A produção estimada para a safra em curso se aproxima do volume consumido no mercado mineiro, que gira em torno de 80 mil/t. No entanto, cerca de 70% das 65,9 mil/t produzidas serão destinadas à exportação. Quanto à área de plantio, também é previsto um aumento para a próxima temporada. Na safra 2022/2023, foram cultivados 25.800 mil/hectares (ha), enquanto em 2023/2024 foi de 32.400 mil/ha, representando um crescimento de 25,4%. Para o ciclo 2024/2025, a Associação projeta um crescimento de 33% em área, com uma produção em torno de 78 mil/t.

O executivo também atribui o aumento na produção e na área plantada na safra atual ao cenário de preços desfavoráveis dos grãos. “O algodão tem se mostrado uma alternativa que até pode ser mais lucrativa para o produtor rural, mas demanda mais investimentos e estratégias”, comenta, destacando ainda que “o produtor se sente mais confiante em plantar quando sabe que há uma cadeia organizada e unida através da Associação”.

Além do impacto econômico direto na geração de empregos e renda para os agricultores locais, Minas Gerais se destaca por fortalecer sua economia por meio da exportação da commodity. A integração da cadeia produtiva é outro ponto forte, conectando a produção agrícola ao setor têxtil regional e nacional, mérito de uma política exitosa chamada Programa Mineiro de Incentivo à Cultura do Algodão (Proalminas).

A representatividade mercadológica do algodão brasileiro
O algodão nacional tem uma forte presença no mercado global, em grande parte devido à sua qualidade e às práticas sustentáveis de cultivo. As iniciativas de certificação, como a BCI, têm sido fundamentais para garantir o reconhecimento da fibra brasileira como um produto premium. Isso coloca o algodão do Brasil em uma posição estratégica, atendendo cerca de 27% das necessidades têxteis globais.

A representatividade comercial do algodão não se limita apenas à exportação. Internamente, a cotonicultura fortalece a economia rural e incentiva a modernização do setor agrícola. Além disso, as políticas públicas voltadas ao agronegócio algodoeiro têm estimulado a competitividade, mantendo o Brasil no topo da lista dos maiores players globais.

Futuro da cultura algodoeira
Em um contexto global de crescente demanda por fibras sustentáveis, o algodão brasileiro surge como um modelo de produção eficiente e ambientalmente responsável. Para Licio Pena, o futuro da cotonicultura mineira e brasileira é promissor. “O Brasil destaca-se no cenário mundial como fornecedor de algodão com volume e qualidade, ocupando o primeiro lugar no ranking de exportadores do planeta. Inseridos nesse contexto, em Minas Gerais estamos também constantemente buscando novas tecnologias e práticas que possam aumentar a produtividade e a rentabilidade do produtor associado, sempre com sustentabilidade e respeito ao meio ambiente. A sustentabilidade não é apenas uma vantagem competitiva, é uma necessidade para garantir que o algodão continue sendo um dos principais motores da economia global”, destaca o diretor da Amipa.

No Brasil, investir no algodão é investir no futuro, não só do agronegócio, mas de uma cadeia produtiva que gera emprego, renda e desenvolvimento sustentável para milhões de pessoas.

Gabarito Educação é tricampeã da Maratona de Matemática da UFU

Escola reafirma seu compromisso com a excelência no ensino da matemática e na alta performance dos alunos.

Pelo terceiro ano consecutivo, o Gabarito Educação foi eleito a melhor escola de Uberlândia na VIII Maratona de Matemática do Ensino Médio, promovida pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU). O evento ocorreu no dia 3 de setembro de 2024, no campus Santa Mônica, e reuniu alunos de escolas públicas e privadas da cidade e da região. Com foco na troca de saberes e no incentivo ao ensino de matemática, a competição tem se consolidado como uma importante ponte entre os estudantes do ensino médio e o ambiente acadêmico.

A Maratona de Matemática do Ensino Médio é parte das ações de extensão à comunidade do Instituto de Matemática e Estatística (IME) da UFU. O objetivo central do evento é proporcionar aos jovens espaço para colocar em prática seus conhecimentos em matemática, ao mesmo tempo em que experimentam o ambiente universitário. Segundo o professor Guilherme Chaud Tizziotti, diretor do IME e organizador da competição, a iniciativa busca “mostrar que a Matemática é uma ferramenta poderosa e essencial para entender e resolver problemas, além de preparar os estudantes para carreiras bem-sucedidas no mercado de trabalho”.

Tizziotti destaca que o evento promove uma interação importante entre alunos de ensino médio e professores e estudantes da graduação e da pós-graduação da UFU, pois permite aos jovens conhecerem de perto a universidade e suas oportunidades. “Nos últimos anos, muitos dos participantes da Maratona acabaram ingressando em cursos da UFU, o que nos deixa extremamente gratificados. Estamos também trabalhando para oferecer mais opções, como o curso de Matemática Aplicada e Computacional, o qual deverá ser aberto nos próximos anos”, complementa o professor.

Para o Gabarito Educação, a conquista do tricampeonato é um reflexo do compromisso com a excelência acadêmica e com o desenvolvimento integral dos alunos. Julio Abdalla, mantenedor da escola, celebrou a vitória e ressaltou o impacto positivo da competição no desenvolvimento dos estudantes: “Esse reconhecimento reflete o esforço dos nossos alunos e professores, que se dedicam ao máximo para alcançar a alta performance. Nossa escola sempre buscou incentivar o gosto pela matemática e promover um ambiente desafiador para que os estudantes explorem seu potencial. A Olimpíada da UFU é uma oportunidade incrível para eles testarem seus conhecimentos em um nível mais elevado.”

Além de promover o fortalecimento do ensino da matemática, a Maratona visa inspirar os participantes a seguirem carreiras nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática, as chamadas carreiras STEM. Para Tizziotti, “ao apresentar a Matemática de maneira mais humanizada e desafiadora, a competição pode inspirá-los a seguir carreiras nessas áreas, que são fundamentais para o avanço tecnológico e científico”.

O reconhecimento do Gabarito Educação como a melhor escola de Uberlândia na Maratona de Matemática pelo terceiro ano consecutivo reafirma a liderança da instituição no ensino de alta performance. Nesse sentido, a escola vem se destacando na formação acadêmica dos alunos pelo estímulo à criatividade e ao pensamento crítico, valores que são constantemente trabalhados na sala de aula.

“Com esse tricampeonato, o Gabarito Educação consolida sua posição como referência em educação de qualidade na região e continua a inspirar seus estudantes a almejarem grandes conquistas acadêmicas e profissionais”, finaliza Julio Abdalla.