domingo, abril 5, 2026
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“Oscar do Café” reconhece os melhores grãos da Região do Cerrado Mineiro no dia 13 de novembro

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12º Prêmio RCM celebra excelência na produção de café dos 55 municípios, com recorde de inscrições e homenagens a projetos sociais e ambientais

No próximo dia 13 de novembro, Uberlândia (MG) será palco da cerimônia de premiação do 12º Prêmio Região do Cerrado Mineiro (RCM), um dos maiores reconhecimentos de qualidade na produção de café do país. Organizado pela Federação dos Cafeicultores do Cerrado com o apoio do Sebrae, o evento homenageia os melhores cafés produzidos nos 55 municípios que compõem a Denominação de Origem Cerrado Mineiro.

O Prêmio é dividido em três categorias: Café Natural, Cereja Descascado e Fermentação Induzida, e busca valorizar os produtores que se destacam pelo compromisso com a excelência, sustentabilidade e rastreabilidade.

Premiações 
Os vencedores das três categorias serão premiados com R$ 5.500 pelo 1º lugar, R$ 3.300 pelo 2º e R$ 2.200 pelo 3º. Além disso, o evento também entrega troféus especiais, como o Troféu Mulheres de Atitude que, desde 2022, celebra o papel fundamental das mulheres na produção de café, premiando as primeiras colocadas de cada categoria.

Outros troféus reforçam a importância da sustentabilidade e da educação para o setor. O Troféu Atitude Sustentável reconhece boas práticas agrícolas e socioambientais entre os 60 finalistas, enquanto o Troféu Escola de Atitude destaca projetos que promovem transformação social e educacional, valorizando iniciativas inovadoras das escolas da região.

“O 12º Prêmio Região do Cerrado Mineiro é uma oportunidade única para celebrar o talento e a dedicação dos nossos cafeicultores. Este evento reconhece a qualidade excepcional do café produzido na região, e também destaca nosso compromisso com a sustentabilidade e a responsabilidade social. Estamos orgulhosos de ver um recorde histórico de inscrições este ano, o que reflete o crescente interesse e a paixão pela produção de café de alta qualidade”, afirma Juliano Tarabal, diretor executivo da Federação dos Cafeicultores do Cerrado.

Recorde de inscrições
Em 2024, o Prêmio Região do Cerrado Mineiro registrou um marco histórico com 547 amostras de café, superando as 500 do ano anterior. Desse total, foram 278 na categoria Café Natural, 78 na Cereja Descascado e 191 na Fermentação Induzida.

Leilão Café Solidário: tradição e solidariedade
Um dos momentos mais esperados da cerimônia é o Leilão Café Solidário, que reúne os nove melhores lotes das categorias Natural, Cereja Descascado e Fermentação Induzida. Conduzido por Mauro Lúcio dos Santos, da Investbras Agente Autônomo de Investimentos, o leilão oferece uma oportunidade única para os apreciadores de café adquirirem lotes exclusivos enquanto apoiam causas nobres: metade da arrecadação será destinada ao Hospital do Amor de Patrocínio e aos projetos vencedores do Troféu Escola de Atitude. No ano passado, o leilão arrecadou R$ 243 mil, reforçando o compromisso social da Federação dos Cafeicultores do Cerrado e dos produtores.

O 12º Prêmio RCM será transmitido ao vivo no YouTube, permitindo que o público acompanhe o reconhecimento da dedicação dos produtores da Região do Cerrado Mineiro. Mais informações sobre o evento e a Região do Cerrado Mineiro em cerradomineiro.org.

A iniciativa conta com a realização das cooperativas Carmocer, Carpec, Coocacer Araguari, Coopadap, Expocacer e MonteCCer, além do apoio de sete associações: ACA, Acarpa, Amoca, Appcer, Assocafé, Assogotardo e GRE Café – Região de Araxá como apoiadoras.

Dia do Sanduíche: aprenda cinco opções de recheios para celebrar a data

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Neste domingo (3), foi comemorado o Dia do Sanduíche. Conhecido por ser um dos pratos mais populares do mundo, ele se adapta a qualquer refeição, seja no café da manhã, no lanche, almoço ou no jantar. Para marcar esta data, a Minhoto, em parceria com o influenciador digital Melqui Azevedo, reuniu cinco receitas práticas e saborosas, com opções que vão do gourmet ao vegetariano.

A primeira é o sanduíche vegetariano. Para preparar, comece com duas fatias de pão de forma integral. Misture 100g de ricota com uma cenoura ralada e tempere com sal e pimenta. Espalhe essa mistura em uma das fatias de pão. Adicione rodelas de tomate e folhas de alface por cima. Finalize com a segunda fatia de pão e corte ao meio.

Para quem aprecia frango, o sanduíche com requeijão é uma excelente escolha. Utilize um pão sírio e misture 150g de frango desfiado com duas colheres de sopa de requeijão. Abra o pão sírio e espalhe a mistura. Acrescente alface, rodelas de tomate e fatias de cebola roxa. Feche o pão e aproveite.

Outra opção é o sanduíche de atum cremoso. Para isso, utilize um pão francês. Misture uma lata de atum com duas colheres de sopa de requeijão ou cream cheese, cenoura ralada, cebola picada, uma colher de chá de mostarda e pimenta-do-reino. Corte o pão ao meio e recheie com essa mistura. Finalize com salsinha picada.

Os que buscam um sanduíche mais saudável, podem optar pelo vegetariano gourmet. Para o preparo, utilize um pão italiano integral e refogue 100g de cogumelos em azeite. Em seguida, coloque fatias de mussarela no pão e adicione cenouras em fatias finas e os cogumelos refogados. Feche o pão e sirva aquecido.
Por último, o sanduíche de lombo desfiado combina sabor e textura. Comece com um pão de 7 grãos e coloque 150g de lombo de porco desfiado. Caramelize uma cebola pequena e adicione ao recheio, junto com um punhado de rúcula.

Para conferir outras opções de recheios, os consumidores podem contar com a Mimi, a robô de atendimento virtual da Minhoto. Ela oferece dicas e receitas práticas e rápidas por meio do WhatsApp: (81) 9 9179-8046.

XP anuncia nova liderança em Pernambuco para impulsionar expansão no Nordeste

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A XP, uma das maiores plataformas de investimentos do Brasil, dá mais um importante passo em sua estratégia de expansão na região Nordeste do Brasil. A companhia, que no início do ano lançou seu primeiro Espaço XP no estado, acaba de anunciar a chegada de Artur Sales, ex-banco Safra, para integrar e reforçar o time do Unique – voltado para clientes com patrimônio superior a R$ 3 milhões – em Pernambuco.

Com quase 30 anos de experiência no mercado financeiro, tendo passado por instituições como BankBoston, Unibanco, Itaú e Santander, o executivo, que nos últimos dois anos liderou o Private do Safra na região, terá como grande missão ampliar e consolidar esse segmento no estado e em todo o Norte e Nordeste do Brasil.

Segundo Larissa Falcão, Líder Regional Norte e Nordeste da XP, a chegada do Artur reforça a estratégia de expansão da marca na região. “O potencial local é muito alto, visto que, atualmente, o volume de investimentos no Nordeste, só no primeiro semestre desse ano, cresceu 8,2% em relação ao ano passado. Em dezembro de 2023, eram R$ 585,7 bilhões investidos e o número chegou, em junho de 2024, a R$ 633,8 bilhões”, destaca.

“Se falarmos apenas em renda variável, o universo em Pernambuco é de mais de 151,4 mil investidores que, juntos, possuem mais de R$ 8,27 bilhões em investimentos listados na bolsa, conforme dados da B3 até setembro. Então, seguiremos investindo pesado. O objetivo é aumentar em 200% o número de assessores até 2025, oferecendo atendimento especializado e investindo em relacionamentos de longo prazo”, completa.

Com o objetivo de expandir a participação no mercado de alta renda, a contratação de Artur Sales ocorre no momento em que a companhia anuncia a chegada de Lucas Chamadoiro como Head do Unique. A estratégia do segmento inclui contratar profissionais qualificados e reconhecidos para aumentar a presença da marca e o número de clientes em diversas regiões do país.

“Estamos focados em elevar o nível de serviço com proximidade regional, construir relacionamentos de longo prazo com os nossos clientes e ajudar cada vez mais brasileiros a investir melhor. Oferecemos experiência premium para investidores em transição de Alta Renda para Private. Queremos dobrar o segmento até o final de 2025 e, em até cinco anos, estar em todos estados do Brasil”, diz Chamadoiro.

De acordo com Artur Sales, que é formado em Administração e Direito e possui pós-graduações em Finanças e Gestão Empresarial e MBA em Gestão e Liderança, o segredo para o êxito na missão será construir um time de assessores altamente experientes e capacitados. “Isso nos permitirá oferecer um serviço cada vez mais qualificado para os clientes na região”, observa.

Sobre a XP

 

A XP é a plataforma líder em serviços financeiros no Brasil. A empresa faz parte da XP Inc., que tem como propósito transformar o mercado financeiro para melhorar a vida das pessoas, promovendo educação financeira e democratizando o acesso a investimentos de qualidade. Fundada em 2001, a empresa criou um modelo inovador de assessoria de investimentos. Prova disso, é o reconhecimento público obtido ao vencer, pelo sexto ano consecutivo, a categoria melhor Assessoria de Investimentos de São Paulo, na premiação “O Melhor de São Paulo”, realizada pelo jornal Folha de S. Paulo. Para mais informações, acesse o site XP: xp.com.br

Festival Rootstock está de volta a Belo Horizonte

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Um festival de Dança + música + arte = Forró. Com presenças de grandes artistas do forró pé de serra no Galpão 54.

Nos dias 14, a 17 de novembro a partir das 21h, Belo Horizonte recebe o maior festival de forró pé-de-serra nacional   Festival Rootstock Brasil 2024.

Serão quatro dias de festa com mais de 20 atrações musicais, 13 DJs especializados na musicalidade nordestina, oficinas de dança, exposições e palestras sobre música tudo voltado à arte da cultura do forró pé de serra. A venda dos convites através do site Gofree.

As grandes atrações musicais desta edição ficam por conta dos artistas Mestrinho, Forróçacana, Trio Xamego, Luizinho Calixto, Quininho de Valente,Mestre Marrom, Marimelo,Trio Dona Zefa, Trio Alvorada, Diego Oliveira, Karenn Fontes, Trio Cristalino, Coisa de Zé, Trio Macaíba, Gabi Sasso, Forrofiá, Nando Nogueira, Black Trio, Amanda Requião, Trio Lampião, Manacá da Serra. Além dos Coletivos de DJs: Forrozim BH, Coletivo Carcará (Léo Carcará e Magno David) e Baile dos Ratos (Nando Ronca e Maicow Leite).  E aquele setlist especial com DJs: Vhinny, Tick, Dani Castor, Nalla, Pam, Ivan Dias, Rata, Paty Nascimento, Fred Boi e Adriano Lopes. (Confira a programação Completa)

Os organizadores do evento formam um coletivo composto de músicos, DJs, artistas plásticos e produtores, representados por Frederico Zanforlin Ivan Dias são conhecidos na cena brasileira do ritmo em âmbito nacional. Frederico atua como produtor e DJ especializado em forró, há mais de quinze anos, em Belo Horizonte. Já Ivan Dias, paulista produtor cultural e DJ tem uma ampla carreira no meio musical o qual ministrou palestras no Brasil e no exterior sobre a história do forró, seus principais artistas e o seu desenvolvimento desde a década de 1940 até os dias de hoje.  Participou de mesas redondas na Universidade Estadual da Paraíba, nos SESCs e no CTN (em São Paulo – SP) nas quais o tema foi “Forró e mídia digital”.

 O evento no qual as pessoas poderão conhecer mais sobre cultura nordestina e aproveitar o melhor das tradições desse ritmo que tomou conta da capital mineira.

Peça ‘Nunca desista de seus sonhos’, baseada na obra de Augusto Cury, considerado o autor mais lido da década, chega a Belo Horizonte neste sábado e domingo

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Em seu terceiro ano em turnê pelo Brasil, a comédia reflexiva com Maximiliana Reis e Nizo Neto protagonizam a história. A direção é de Rogério Fabiano.

O espetáculo “Nunca desista dos seus sonhos” do escritor Augusto Cury será apresentado nos dias 02 e 03 (sábado e domingo) de novembro no Centro Cultural Unimed BH Minas, os ingressos estão sendo vendidos através do site Sympla. 

“Vale a pena viver a vida, mesmo quando o mundo parece ruir aos nossos pés. Para isso, devemos usar nossos sonhos para temperar a existência, nossas dores para nos construir e não para nos destruir”. Esse pensamento de Augusto Cury, médico psiquiatra e considerado o autor mais lido da década, nos dá apenas um aperitivo do que o público pode esperar ao assistir à comédia reflexiva“Nunca desista de seus sonhos”.

A peça, baseada no livro homônimo de Cury, propõe ao público uma viagem de autoconhecimento, reflexão sobre a sua própria vida e sobre a necessidade de uma orientação psicológica diante de problemas autossabotadores, além do entendimento de seus sonhos como objetivos a serem buscados em qualquer tempo, mas de forma alegre e divertida. No palco, os protagonistas Maximiliana Reis e Nizo Neto experimentam uma verdadeira salada de emoções, indo do riso à angústia, passeando por mensagens de resiliência, motivacionais e de muita esperança. Em busca da felicidade, mesmo quando tudo parece dar errado.  “Devemos gritar em silêncio que os melhores dias estão por vir, enfrentar os períodos mais tristes da vida não como pontos finais, mas como vírgulas para continuar a escrever nossa trajetória”, completa Cury, que adaptou o texto para a linguagem do teatro, ao lado de Ingrid Zavarezzi. A direção é assinada por Rogério Fabiano. 

A trama tem como ponto de partida a psicóloga Carol, de 60 anos, adepta da metodologia do Dr. Cury, que tem sucesso com seus pacientes, mas mal consegue administrar a sua vida, que é uma verdadeira comédia dramática romântica. Em cena, a mulher seduzida por um homem mais jovem; a típica adolescente, da geração Z, que acha a mãe “sem noção”, pegando no seu pé; o empresário engraçado, que se acha um azarado nos negócios; a correria doméstica do dia a dia de uma mãe separada; a senhora que faz tudo de sua vida um drama, mas, na verdade, são questões solucionáveis e que levam o público à gargalhada; entre outros tipos engraçados que fazem humor da tragédia. A história ainda mistura ficção com situações reais. Passagens de vida do próprio Cury, de Abraham Lincoln, Martin Luther King e Jesus Cristo ilustram a produção. Como, por exemplo, numa cena em que o Dr. Augusto Cury (vivido por Nizo Neto) conversa com o neto.

“É uma obra que fala sobre a importância de sonhar com disciplina, tomar as rédeas da vida, entender que nosso universo pessoal não é uma ilha e que isso vale para todas as gerações. Grandes figuras da história da humanidade vivenciaram as mesmas dúvidas e problemas que nós, hoje, vivenciamos, e nossos personagens também”, detalha a autora e roteirista Ingrid, que, em 25 anos de carreira, coleciona trabalhos na TV, no teatro e na web. Entre os destaques: escreveu o seriado “Beijo me liga” para o Multishow (vencedor do prêmio Converge Mobile Marketing); foi autora de “Malhação conectados (Globo); e para a web, escreveu para o canal de humor teenager “Planeta das gêmeas”, com milhões de visualizações. Ela ainda recebeu o prêmio Profissão Entretenimento IATEC/ SENAC/ TV Globo na categoria Roteiro.

Emmerson Nogueira faz releituras em seu show no Grande Teatro Cemig do Palácio das Artes

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Fazendo um lindo show de 22 anos de carreira na capital mineira.

No dia 23 de novembro (sábado) , às 21h, o Grande Teatro Cemig do Palácio das Artes recebe o cantor e multi-instrumentista Emmerson Nogueira. Este evento é realizado pela Favo Cultural e Laranjeira Produções e as vendas dos convites através do site Eventim.

Conhecido por sua inconfundível voz rouca, Emmerson Nogueira lança mais um trabalho musical refinado, não apenas pela sua qualidade como intérprete, mas pelo seu talento como multi instrumentista e produtor musical. No quinto volume da série que o tornou um fenômeno da indústria fonográfica, o músico gravou sucessos do Pop Rock Internacional em releituras que misturam violões e vocais suaves numa envolvente atmosfera folk. 

Neste projeto trouxe novas releituras para canções de grandes nomes como Eric Clapton, Alan Parsons, Stevie Wonder, Michael Jackson, Scorpions, Queen, e muitos outros gigantes da história do Pop Rock mundial. 

Com 22 anos de carreira, shows lotados e mais 2 de milhões de cds e dvds vendidos, Emmerson Nogueira apresenta o Versão Acústica 5, mais um projeto gravado em seu estúdio nas montanhas de Minas Gerais, cuidadosamente elaborado para os apreciadores de clássicos consagrados da música internacional, em formato acústico lançado pela gravadora Sony Music. 

O show será um passeio por todos os CDs e DVDs do músico, desde o primeiro projeto Versão Acústica lançado em 2001, até o novo álbum Versão Acústica 5 lançado no fim de 2015. 

Com aproximadamente 1 hora e 30 minutos de show, e um repertório de tirar o fôlego, Emmerson Nogueira e sua elegante banda prometem levar o público a momentos de muita emoção, diversão e uma surpreendente viagem no tempo. 

Eric Rodrigues lança o primeiro single autoral, ‘É o que importa pra mim’

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O cantor e compositor Eric Rodrigues, jovem talento da Zona da Mata Norte de Pernambuco, lança seu primeiro single autoral, “É o que importa pra mim”, marcando sua estreia solo no cenário musical. Com uma paixão genuína pela música e uma voz singular, Eric vem se destacando na cena cultural de Pernambuco, refletindo a autenticidade e as raízes do interior que carrega em cada melodia.

Eric iniciou sua trajetória aos 15 anos, cantando no coral da igreja, onde sua voz emergiu e começou a atrair olhares. Após se mudar para Recife, o artista expandiu seu repertório artístico, explorando o teatro e o canto de forma mais intensa. Hoje, como membro ativo do Conservatório Pernambucano de Música, Eric aprimora sua técnica vocal e se envolve em diversos projetos culturais, reafirmando seu compromisso com a arte e a expressão musical.

“É o que importa pra mim” é um single que surge como um retrato da visão sensível de Eric sobre o amor e a importância do apoio mútuo. Com estilo intimista de voz e violão, a faixa convida o ouvinte a refletir sobre a necessidade de preservar a conexão humana e o afeto em meio aos desafios da vida moderna. A letra fala sobre o poder da empatia e a importância de nunca se sentir sozinho, incentivando uma busca contínua pela resiliência e pela leveza em nosso cotidiano.

Além de cantor, Eric busca ser um artista completo: dança, atuação, fotografia e ensino fazem parte do seu universo criativo, que ele explora com determinação e paixão. Em sua jornada, ele inspira jovens, mostrando que a música é um caminho de superação e transformação social.

Disponível nas principais plataformas de streaming, “É o que importa pra mim” apresenta ao público a essência de Eric Rodrigues, uma voz emergente de Pernambuco que promete conquistar corações e inspirar com sua mensagem de amor e empatia. https://open.spotify.com/intl-pt/album/77fj9mHRFGyfzy7yDdv1Kw?si=GugksWcyRGO5Bp6O38G8vw

Nova versão de “Grande Sertão: Veredas”, dirigida por Bia Lessa, chega em Uberlândia nesta quinta-feira, 7 de novembro

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O Diabo na Rua no Meio do Redemunho está em turnê por diferentes cidades brasileiras, em sessões especiais com as presenças da diretora e equipe para debate com o público.

Hoje, na tela dos cinemas, a destreza de Bia germina alimento suculento para as nossas emoções mais selvagens e mais reprimidas. As lágrimas do ser humano são permitidas na plateia. No mais profundo da vida autodestrutiva e miserável, na morte, há lugar para o afeto e o amor. Riobaldo e Diadorim − na rua, no redemoinho, em conluio com o Diabo no olhar, no coração – dançam diferentes e felizes tempos. Piscam a alegria de viver, como vaga-lumes que a mata libera à noite. (Silviano Santiago, escritor e ensaísta)

Ao recontar a luta de Riobaldo frente a Deus e Diabo no seu belíssimo filme ‘O Diabo na Rua no Meio do Redemunho’, Bia Lessa demonstra mais uma vez seu brilho como cineasta. Seu novo confronto com ‘Grande Sertão: Veredas’ mantém uma linha narrativa cerrada e uma inventividade única na metamorfose dos atores e objetos de cena em rocha e água, animais e jagunços, vivos e mortos. Contra um fundo negro abstrato, o ritmo tumultuado das guerras e paixões se somam em ondas sucessivas de memória a falas cuja poesia sustenta o sentido de religiosidade, violência e redenção do sertão, vívido e presente. (Ivone   Margulies, crítica de cinema, professora da CUNY)

Uma recriação inventiva que se destaca no atual panorama do cinema brasileiro. (Eduardo Escorel – Revista Piauí)

Novíssima adaptação do clássico da literatura brasileira “Grande Sertão: Veredas”, de Guimarães Rosa, o filme “O Diabo na Rua no Meio do Redemunho”, com direção de Bia Lessa, estrelado por Caio Blat (Riobaldo) e Luiza Lemmertz (Diadorim) com distribuição da Filmes do Estação.

Uberlândia na Rota das Culturas, Intecom e Martins convidam o projeto Mãos à Obra em Uberlândia, que chega nesta quinta-feira, 7 de novembro.

Além do filme e debate com Bia Lessa, elenco e convidados especiais, Uberlândia também receberá a Oficina Processo Criativo, que trará as presenças da diretora Bia Lessa e de seu elenco. Ela acontecerá na sala multimidia da Biblioteca do Centro Municipal de Cultura – Praça Jacy de Assis. Gratuita, a inscrição é feita mediante preenchimento de formulário presente no detalhamento da programação contido neste release.

O título do longa-metragem é uma das frases mais famosas do livro, que narra a trajetória do jagunço Riobaldo, enfrentando seus demônios em guerras pelo Sertão mineiro. A produção do longa foi realizada pela 2+3 Produções, em coprodução com a Globo Filmes, Canal Brasil, RioFilme, 2+2 Comunicações e em associação com Quanta, Effects Film e O Grivo.

O filme fez sua estreia mundial no Festival do Rio 2023 e, em seguida, participou de diversos festivais nacionais e internacionais, como a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo de 2023, a 27ª Mostra de Cinema de Tiradentes, XV Festival Internacional de Cinema da Fronteira, o Festival du Cinéma Brésilien de Paris, a Mostra Cinebrasil Berlim e o Panorama Brasileiro do Cine en El Kirchner e exibição na Universidade de Yale.

“O Diabo na Rua no Meio do Redemunho” é o resultado de um longo trabalho de Lessa com a literatura de Guimarães Rosa. Bia Lessa diz: “Este filme vem do desejo de dialogar com a linguagem cinematográfica da mesma forma que Guimarães estabeleceu um diálogo com a língua portuguesa escrita e oral.” Primeiro, ela fez uma exposição no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, com textos do autor. Depois, transformou o livro em peça de teatro, com a parceria do arquiteto Paulo Mendes da Rocha, em montagem de enorme sucesso de público e de crítica, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), no Rio, no SESC, em São Paulo e em várias capitais brasileiras. E, durante a pandemia, entre 2020 e 2022, retrabalhou as histórias de Riobaldo, desta vez para o cinema, com os mesmos atores da peça. O elenco reúne Caio Blat, Luiza Lemmertz, Luisa Arraes, Leonardo Miggiorin, Clara Lessa, José Maria Rodrigues, Lucas Oranmian, Daniel Passi, Elias de Castro e Balbino de Paula.

Na tela do cinema, os atores transitam por um espaço sem referências geográficas nem fronteiras. Se no teatro os personagens estavam aprisionados numa jaula construída por Paulo Mendes da Rocha e Camila Toledo, na tela do cinema eles perambulam num vazio acinzentado, atordoados entre o delírio, a memória, a fúria e a paixão. São personagens de um sertão onde a ferocidade das emoções é o que há de concreto diante do trágico da vida intensamente vivida. O sertão imaginário de Lessa, como o de Guimarães Rosa, expõe as encruzilhadas da tragédia na representação do mundo como lugar de dúvidas dilacerantes. Neste sertão nebuloso, o próprio cinema, como suporte para apreensão da realidade, é posto em questão por uma metafísica que desafia os limites da linguagem.

“O Diabo Na Rua no Meio do Redemunho” é a quarta incursão pelo audiovisual de Bia Lessa, depois dos longas-metragens “Crede-mi” (de 1996, dirigido em parceria com Dany Roland), de “Então Morri” (de 2016, outra parceria com Dany Roland) e de uma série audiovisual, a trilogia “Cartas ao Mundo” (pesquisa autoral de Bia em torno da linguagem cinematográfica de Glauber Rocha). Lessa é uma artista multimídia com uma extensa produção e já trabalhou com teatro, ópera, exposições, shows, desfiles de moda, videoarte, instalações, além de performances e trabalhos de curadoria para museus e bienais. Atualmente, prepara o Pavilhão do Brasil para a Expo 2025 em Osaka.

Sinopse:
Riobaldo, um jagunço (cangaceiro ou pistoleiro) revive sua vida turbulenta no sertão. Ele relata suas experiências como membro de dois bandos inimigos entre si, um bando liderado por Joca Ramiro e o outro, por Zé Bebelo. Posteriormente, assume a liderança do bando após a morte de Ramiro. O enredo é marcado pela presença de um personagem enigmático chamado Diadorim, que se torna o grande amor de Riobaldo e despertando neste inúmeras questões: “Aonde está o Demo? Está fora ou dentro do homem? Como um homem pode amar outro homem? Coração da gente – o escuro, escuros…” Diadorim é um mistério constante para Riobaldo e a verdadeira identidade de Diadorim é revelada apenas no clímax da história.

A narrativa é não linear, com reflexões filosóficas entrelaçadas com cenas detalhadas da vida e das batalhas sangrentas no sertão, incluindo crenças populares, lendas e tradições. No cerne estão as questões de dualidade, ambiguidade e conflito interior. Riobaldo constantemente lida com escolhas morais e dilemas éticos, enquanto busca entender seu lugar no mundo e sua própria natureza. A relação entre Riobaldo e Diadorim simboliza muitos desses temas, explorando a complexidade da identidade, gênero e afetos profundos.

Sobre Bia Lessa
Bia Lessa, artista multimídia brasileira, autodidata, realizou trabalhos nas áreas de cinema, teatro, música, ópera, instalações, exposições, museus e arquitetura. Em cinema, realizou três longas-metragens: “Crede-mi”, a partir da obra “O Eleito”, de Thomas Mann, “Então Morri”, prêmio de melhor longa-metragem na categoria Novos Rumos do Festival do Rio, e o filme “O Diabo na Rua no Meio do Redemunho”, a partir da obra de João Guimarães Rosa, com o qual participou do Festival do Rio 2023. Realizou a minissérie “Cartas ao Mundo”, a partir da obra de Glauber Rocha, um documentário intitulado “Scar”, sobre a violência contra a mulher, para o Southbank Centre em Londres, e “Casa de Bonecas”, de Ibsen. Seus espetáculos e filmes foram apresentados no Centre Georges Pompidou em Paris, no Festival de Outono de Madri, no Festival Theater der Welt na Alemanha, no Festival de Cinema Berlinale em Berlin, no Sommer Theater Festival, em Hamburgo, no Sigma Festival, em Bordéus, no Zurcher Theater Spektakel, em Zurique, no Festival Internacional de Teatro de Caracas, no Festival des Ameriques, em Montreal, no Festival Dumaurier, em Toronto, no Festival de Cadiz e no Festival de Cinema de São Francisco, Biarritz, Shangai, Jerusalém, Calcutá, Praga, Brisbane, Munique, Colônia, Dusseldorf, Nova York etc. Seus primeiros trabalhos em teatro não tinham nomes, e sim números: “Ensaio Número 1”, “Ensaio Número 2” e assim sucessivamente, reforçando a ideia de um pensamento que se desenvolve a partir do raciocínio anterior. Sua trajetória cênica foi calcada por espetáculos experimentais, desenvolvendo um trabalho de pesquisa rigoroso que privilegiou levar à cena obras literárias. Montou, ao longo de sua trajetória, grandes obras literárias, como “Os Possessos”, de Dostoiévski, “O Homem Sem Qualidades”, de Robert Musil, “Orlando”, de Virginia Woolf, “A Terra dos Meninos Pelados”, de Graciliano Ramos, “A Tragédia Brasileira”, de Sergio Sant’Anna, “Viagem ao Centro da Terra”, de Júlio Verne, “A Cena da Origem”, transcrição de Haroldo de Campos de trechos da Bíblia Sagrada (Eclesiastes e Gênesis). Recentemente, montou “Macunaíma”, de Mario de Andrade, “Grande Sertão: Veredas”, de Guimarães Rosa, e “Pi – Panorâmica Insana”, a partir das obras de autores contemporâneos.

Realizou importantes exposições, entre elas “Grande Sertão: Veredas” no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, a exposição “Claro e Explícito” e “Itaú Contemporâneo”, no Instituto Cultural Itaú e a exposição “Barroco Brasileiro”, na Bienal do Redescobrimento. Realizou no Salão Nobre da ONU a performance “The Second Unveiling”, a partir do painel “Guerra e Paz”, de Candido Portinari. Fez a exposição-manifesto “Cartas ao Mundo”, um tríptico dividido em três capítulos – “Asfixia”, “Mercadoria” e “O Comum” –, a partir da obra de Glauber Rocha.

Criou o “Pavilhão do Brasil” na Expo 2000 em Hannover, Alemanha e o “Pavilhão Humanidade 2012”, com Carla Juaçaba, durante a Rio +20, no Rio de Janeiro. Participou da criação dos museus Paço do Frevo, em Recife, e do Museu Casa de Cultura de Paraty. Inaugurou o Museu da Língua Portuguesa, com a exposição “Grande Sertão: Veredas”. Montou as óperas – “Il Trovatori”, “Aida”, “Don Giovanni”, “Cavalleria Rusticana”, “Pagliacci” e “Suor Angelica” nos Teatros Municipais do Rio de Janeiro e de São Paulo.

Programação Especial – Uberlândia
Uberlândia na Rota das Culturas, Intecom e Martins apresentam o projeto Mãos à Obra em Uberlândia.

Dia 07/11, às 18h30
Exibição de “O Diabo na Rua no Meio de Redemunho”*, seguida de debate com Bia Lessa, Luiza Lemmertz. Leonardo Miggiorin e Clara Lessa. Debatedores convidados: Alessandra M. Mamere Caixeta Marins, Marise Hansen, Enivalda Nunes Freitas e Souza. Participação especial de Guida Vianna.
Local: Cinemark – Uberlândia Shopping – Av. Paulo Gracindo 15.

Dia 08/11, das 9h às 13h
Oficina Processo Criativo com Bia Lessa e elenco. Na sala multimidia da Biblioteca do Centro Municipal de Cultura – Praça Jacy de Assis.

* ”O Diabo na Rua no Meio de Redemunho” será exibido no Cinemark – Uberlândia Shopping de 07 a 13 de novembro.

Elenco:
Caio Blat, Luiza Lemmertz, Luisa Arraes, Leonardo Miggiorin, Clara Lessa, José Maria Rodrigues, Daniel Passi, Lucas Oranmian, Elias De Castro, Balbino De Paula

Ficha Técnica:
Produção: 2+3 PRODUÇÕES
Coprodução: GLOBO FILMES, CANAL BRASIL, RIOFILME, 2+2 COMUNICAÇÕES
Em associação com: QUANTA, EFFECTS FILM, O GRIVO
Produtores: LUCAS ARRUDA e BIA LESSA
Produtores associados: GUEL ARRAES e RT FEATURES
Direção e roteiro: BIA LESSA
Figurinos: SYLVIE LEBLANC
Cenografia: BIA LESSA
Adereços: FERNANDO MELLO DA COSTA
Direção de fotografia: JOSÉ ROBERTO ELIEZER, ABC
Montagem: SÉRGIO MEKLER, RENATA CATHARINO
Música: EGBERTO GISMONTI
Trilha sonora e música original: O GRIVO
Produção musical (Egberto Gismonti) e Pesquisa Sonora: DANY ROLAND
Direção de arte: TONI VANZOLINI
Mixagem: RICARDO REIS, ABC
Supervisão de edição de som: MIRIAM BIDERMAN, ABC
Coreografia e preparação corporal: AMÁLIA LIMA
Design gráfico: TON ZARANZA
Classificação 18 anos

GLOBO FILMES | Coprodutora
Construir parcerias que viabilizam e impulsionam o audiovisual nacional para entreter, encantar e inspirar com grandes histórias brasileiras. É assim que a Globo Filmes atua desde 1998 como a maior coprodutora e uma das maiores investidoras do cinema brasileiro. Em 2023, completou 25 anos e chegou à marca de mais de 500 filmes no portfólio e mais de 260 milhões de público acumulado. Como produtora e coprodutora, seu foco é na qualidade artística e na diversidade de conteúdo, levando ao público o que há de melhor no cinema brasileiro: comédias, romances, infantojuvenis, dramas, aventuras e documentários. A filmografia vai de recordistas de público, como “Minha Irmã e Eu”, maior bilheteria nacional pós-pandemia, “Tropa de Elite 2” e “Minha Mãe é uma Peça 3” – ambos com mais de 11 milhões de espectadores – a sucessos de crítica e público como “2 Filhos de Francisco”, “Marighella”, “Que Horas Ela Volta?”, “Pedágio” e “Carandiru”, passando por longas premiados no Brasil e no exterior, como “Cidade de Deus” – com quatro indicações ao Oscar – e “Bacurau”.

CANAL BRASIL é o canal que mais coproduz cinema no país, com mais de 400 longas-metragens. Esse ano, completa 25 anos no ar com uma programação diversa com séries, ficções, documentários, programas e shows que apresentam retratos da cultura brasileira. O acervo do canal conta com obras dos mais importantes cineastas brasileiros e de todas as fases do nosso cinema, com uma grade que conta a história da sétima arte do país. O que pauta o canal é a diversidade, com uma programação plural, composta por muitos discursos e sotaques. A palavra de ordem é liberdade – desde as chamadas e vinhetas até cada atração que vai ao ar.

DOIS + TRÊS PRODUÇÕES
Na área audiovisual: 2016 – Filme “Então Morri”, de Bia Lessa e Dany Roland. 2017 – Grande Prêmio de Cinema.

No teatro: 2017/2018/2020 – “Grande Sertão: Veredas” – Espetáculo Instalação. 2018/2019 – “Macunaíma” (direção artística e cenografia). 2018/2019 – Panorâmica Insana (direção artística).

Exposições: 2018 – Cicatrizes/Scar – SouthBank Centre – Londres. 2021 – Expo 15 Anos do Teatro Poeira – Antes e Depois dos Espetáculos (direção artística). 2022 – Exposição “Cartas ao Mundo” – SESC Paulista.

Ópera:  2020 – Aída – Theatro Municipal de São Paulo.

2+2 COMUNICAÇÕES
Na área audiovisual: 2022 – Série “Cartas ao Mundo”, a partir da obra de Glauber Rocha, Globo Play, Canal Curta, Sesc.

Exposições: 2007 – Acervo Itaú Cultural Arte Contemporânea. 2007 – “Grande Sertão: Veredas” – Museu da Língua Portuguesa. 2010 – “Bíblia Citações – Carlos Araújo”. 2015 – “Maria Bethânia – Maria de Todos Nós”. 2020 – “Cartas ao Mundo” – SESC SP.

Museus: 2008 – Paço do Frevo (criação, curadoria e expografia).

Shows: 2007 – Maria Bethânia, Dia Mundial da Água. 2007 – Maria Bethânia – Dentro do Mar tem Rio. 2009 – “N9ve” – Ana Carolina. 2009 – Maria Bethânia – Amor Festa e Devoção. 2010 – Margareth Menezes, Afropop Brasileiro.

Teatro: 2009. Exercício Nº 02 – Formas Breves, Sesc Vila Mariana. 2011 – Astronautas. 2018 – Panorâmica Insana; 2017-2019 – Grande Sertão: Veredas.

Ópera: 2010 – Il Trovatore – Theatro Municipal do Rio de Janeiro (direção geral e cenografia). 2020 – Aída – Theatro Municipal de São Paulo.

Livro ‘Ana Três pontos’ traz a imaginação da criança de volta e incentiva o estudo de uma maneira divertida

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A obra está disponível  em audiobook, no Youtube e também  em PDF no  Instagram.

Outubro se comemora o dia do livro e o dia da poesia. Nada melhor do que a literatura para contar a história de uma menina sapeca e aventureira, não é mesmo?  Por isso, antes do mês acabar, quero mostrar para vocês o poder da imaginação, a força de um ou vários sonhos, a beleza do trabalho manual e a profundidade de um desenho. Em tempos em que a tecnologia tomou conta de tudo ou, melhor, quase tudo, nasci Ana, uma menina que parece normal, não gosta da escola, não se identifica com nenhuma matéria e que não vê a hora de chegar o recreio, pena que passa rápido, né?

Contudo, ansiosa para descobrir o mundo e encontrar o que nem imagina, com um pé na realidade e outro em um mundo de fantasias, mistérios e medos, a menina aprende a questionar e a debater com os seus sonhos, mas aí a dúvida: será que os sonhos foram em um noite só ou em muitas? Uma questão interessante para se imaginar.

Entre uma cochilada ou apagão durante a noite, a nossa protagonista faz amigos, enfrenta os perigos, debate o senso comum e questiona quase tudo. Aqui não tem coelho, mas tem coruja, não há sapo, mas existe um cavalo, não falamos com o querido saci, mas temos o anão, cuidado com o trocadilho, ele pode te pegar.

Todos esses personagens têm importantes lições para ensinar a pequena Ana que questiona a escola e implica com o que aprende, mas com a sua imaginação pulsante,ela descobre um mundo de possibilidades em que  se permite aprender imaginando e se aventurando com os seus amigos que sua imaginação criou.

Não vou aqui contar o final dessa história, mas lembrem-se ela tem três pontos…

A obra já está disponível no Youtube, em audiobook, e PDF  no no link na bio do  Instagram

Vamos conhecer um pouco sobre o autor Mário Ferreira e a sua criação

Nosso escritor tem um pouco da protagonista. Ele também não gostava de ir para escola, demorou para descobrir o seu talento para as artes, também gosta de criar e ficar no seu mundo, utiliza a imaginação para escrever e pintar os belos e muitos quadros, quase sem espaço em seu ateliê.

Embora saiba da importância da tecnologia, ele não faz muita questão dela. Com um jeito simples, bem escondidinho e quieto, Mário prefere dedicar o seu tempo à arte e às crianças que ensina. Sensível e introspectivo, o escritor prefere deixar os leitores e os visitantes descreverem a sua arte.

Esse jeito calmo e observador, fez  com que ele demorasse para finalizar a história de Ana, afinal, Mário sente a necessidade da volta de um mundo analógico, por isso apresenta  toda a beleza e a força da imaginação de uma criança.

O desejo do autor é que as crianças voltem a sentir prazer em ir para escola, voltem a ter tempo para observar os detalhes de um trabalho artesanal, voltem a valorizar o tempo e não a correr dele. Que elas criem e não copiem, que saiam da tela e se dediquem a ouvir e a imaginar o que ouvem ou lêem.

Essa preocupação em parar e observar o todo, faz todo sentido, pois Mário define a ansiedade como “uma criação da nossa imaginação, porém com consequências reais”.

Ana já chegou nas escolas

Em contrapartida do projeto, a imaginação de Ana inspirou uma oficina ministrada por Mário Ferreira. A mesma foi realizada, em agosto, na Escola Municipal Cidade da Música e contou com a participação de 14 pessoas com idades que variam de 06 a 58 anos. Na atividade, as pessoas conheciam os gêneros literários, eram estimuladas a ler e compreender o valor da leitura e incentivada a criar a própria crônica a partir da sua imaginação.

A produção desse livro foi viabilizada pela Lei Paulo Gustavo do estado de Minas. Uma produção de Cláudia Lima e a viabilização de um projeto idealizado por Mário Ferreira;

A história que está no Youtube é narrada pela jovem atriz e musicista Jeh Panucci e conta com a Tradução em Libras, tornando-o um projeto completamente acessível.

Serviço 
Livro Ana Três pontos
Quando: 29 de outubro
Formato lançamento: Digital (audio book e PDF)
Onde ler e ouvir instagram e Youtube

Frigorífico mineiro mira mercado global e projeta faturamento de R$ 200 milhões até 2026

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Prestes a iniciar suas operações no primeiro semestre de 2025, o frigorífico O Cortês, com sede em Raul Soares, na Zona da Mata mineira, já traça planos ambiciosos para se tornar um player relevante no mercado internacional. A empresa, que faz parte do Grupo ARO, tem como meta exportar carne suína para os mercados da União Europeia e Estados Unidos já em 2026, mirando um faturamento de R$ 200 milhões no segundo ano de operação.

Do interior de Minas ao mercado global

Com um investimento de R$ 25 milhões, dos quais R$ 17 milhões já foram captados por meio de uma linha de financiamento voltada à inovação do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) e investidores privados, O Cortês surge com uma proposta inovadora no setor. Rodrigo Torres, sócio-proprietário do Grupo ARO, explica que o foco inicial será o mercado interno, mas a estratégia de expansão já está desenhada. “Em 2025, vamos focar no Brasil, mas nossa visão é global. Em 2026, queremos estar na Europa e nos Estados Unidos, mercados que valorizam qualidade, sustentabilidade e certificações rigorosas”, afirma.

A empresa aposta na carne suína da raça Duroc, conhecida pelo excelente marmoreio, maciez e sabor diferenciados, características que a posicionam no segmento premium, semelhante ao que a carne Angus representa no setor bovino.

Estratégia inteligente para conquistar mercados exigentes

Ciente das exigências dos mercados internacionais, O Cortês está se preparando para atender às rigorosas regulamentações europeias e norte-americanas, que restringem a importação de carne suína in natura. A solução? Apostar em produtos processados e temperados, que têm ampla aceitação nesses mercados. “A cultura de consumo de alimentos enlatados é forte lá fora, e estamos prontos para oferecer um portfólio de produtos industrializados que atendam aos padrões de qualidade que esses consumidores exigem”, explica Andrea Zerbeto, sócia e cofundadora do frigorífico.

Além dos produtos enlatados, a empresa vai oferecer cortes premium como Prime Rib e T-Bone de porções menores, de até 250g, voltados ao consumidor moderno, que valoriza conveniência e redução de desperdícios.

Crescimento acelerado com foco em parcerias estratégicas

A visão do frigorífico é clara: crescer rápido e de forma sustentável. Nos primeiros cinco anos, O Cortês pretende conquistar 0,5% do mercado brasileiro de carne suína. Para viabilizar essa expansão, a empresa já estuda parcerias estratégicas e terceirizações com outras companhias que possuem experiência em exportação. “Estamos construindo uma base sólida para expandirmos de forma orgânica e inteligente, agregando valor à nossa produção e ampliando nossa capacidade à medida que a demanda aumentar”, destaca Rodrigo Torres.

O plano de crescimento do frigorífico é agressivo. A cada ano, a empresa pretende dobrar sua capacidade de produção, enquanto estima uma margem Ebitda de 33%, o que garante o retorno do investimento em menos de três anos. “Implementar um turno noturno até o final de 2025 é essencial para ampliarmos nossa produção e cumprirmos o cronograma de exportações”, afirma Torres.

Sustentabilidade no DNA

Mais do que buscar crescimento, O Cortês tem o compromisso de se posicionar como uma empresa sustentável. “Queremos atender à crescente demanda por consumo consciente, oferecendo um produto premium que não apenas tenha qualidade superior, mas que também esteja alinhado com as preocupações ambientais e sociais. No Brasil, esses nichos ainda são separados, mas no exterior eles já andam lado a lado, e estamos prontos para esse movimento”, explica Andrea Zerbeto.

Para atingir esse objetivo, a produção dos cortes Duroc será acompanhada pelo plantio de aproximadamente cento e cinquenta mil árvores. Essas árvores terão a responsabilidade de sequestrar o carbono gerado em todas as fases do processo, desde o cultivo dos grãos até a distribuição da carne. “Nossa meta é criar um saldo de carbono positivo, que contribua significativamente para o combate ao aquecimento global”, afirma Rodrigo.

Com uma proposta de valor que combina excelência operacional, sustentabilidade e produtos de alta qualidade, O Cortês está preparado para competir nos mercados mais exigentes do mundo, ao mesmo tempo em que consolida sua presença no Brasil. O futuro do setor de carne suína premium já começou, e ele passa por Minas Gerais.