quarta-feira, abril 8, 2026
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Pontes de Amor promove palestra gratuita sobre planejamento financeiro familiar

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A chegada de um filho transforma não apenas a rotina de uma família, mas também suas finanças. Pensando nisso, a organização Pontes de Amor promove, no dia 19 de fevereiro, às 19h, mais uma edição do Encontro Adotivos, com o tema “Planejamento financeiro familiar: filhos, quanto custam?”. A palestra será conduzida pelo planejador financeiro Beto Martins e pretende abordar estratégias para uma gestão consciente do dinheiro dentro do lar.

O evento tem como objetivo levar os participantes a refletirem sobre sua relação com as finanças, a diferença entre desejo e necessidade e as melhores formas de administrar o orçamento familiar. Entre os tópicos em destaque, estarão os ensinamentos que recebemos desde a infância sobre dinheiro, a importância de um planejamento estruturado e como educar financeiramente os filhos para garantir um futuro mais equilibrado. Além disso, será discutida a influência do comportamento dos pais na forma como as crianças e adolescentes lidam com questões financeiras.

O encontro é gratuito e aberto ao público, sem necessidade de inscrição prévia. Para tornar a experiência ainda mais acessível, haverá um espaço dedicado a atividades específicas para crianças e adolescentes, permitindo que os responsáveis participem da palestra com tranquilidade.

Palestra “Planejamento financeiro familiar: filhos, quanto custam?”.
Data: 19 de fevereiro
Horário: às 19h
Endereço: Rua Thomaz Falbo, 160.

Estreia do curta-metragem “Prisma: Revisitando Olhares” é neste final de semana

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Filme criado e conduzido por mulheres, em Uberlândia-MG, explora questões femininas por meio de uma narrativa dramática e sensorial

O lançamento do curta-metragem brasileiro, criado em Uberlândia-MG – “Prisma: Revisitando Olhares” é neste final de semana. O público terá a oportunidade de conferir, em primeira mão, a obra na pré-estreia programada para este sábado (08/02), no Cecy Bar, em Uberlândia, com entrada gratuita.  No dia seguinte, o filme estará disponível no YouTube.

O curta-metragem criado pela atriz e diretora do filme, Rafaela Yamamoto, traz para o público uma abordagem visual e reflexiva sobre temas sensíveis, como a violência contra a mulher, todavia de uma forma leve, sem recorrer à agressividade.

“Prisma: Revisitando Olhares” nasceu em 2020, durante o isolamento social causado pela pandemia de Covid-19. Era para ser um trabalho de iniciação científica, durante o curso de teatro da idealizadora da obra, Rafaela Yamamoto, que à época cursava a Universidade Federal de Uberlândia. “Meu intuito era pesquisar maquiagem, cenografia, figurino e iluminação como propulsores principais para criar uma cena. Tudo foi pensado para o teatro e para uma metodologia, desenvolvimento e processo.  Contudo, com a pandemia, eu não conseguia me encontrar com as outras alunas que faziam parte do meu grupo. Então fazíamos os estudos de forma remota, utilizando vídeos e tínhamos muito material. Surgiu, na época, o edital emergencial de incentivo à cultura de Uberlândia, nós nos inscrevemos para ganharmos experiência e conseguirmos produzir Prisma, numa primeira versão pandêmica. Agora, com o incentivo da Lei Paulo Gustavo, produzimos o filme de forma mais profissional”, comenta.

A essência do filme
Com 15 minutos de duração, o curta-metragem dramático explora a multiplicidade humana e as nuances emocionais das personagens. O título, escolhido quase intuitivamente, segundo Rafaela Yamamoto, reflete a ideia de luz que se desdobra em diferentes cores. “Uma metáfora para os sentimentos e experiências que coexistem dentro de cada pessoa”, afirma.

Inspirado no texto “Valsa n° 6”, de Nelson Rodrigues, e na primeira versão do projeto, lançada em 2021, “Prisma” utiliza recursos como figurino, luz e cenário para criar uma experiência sensorial. “A narrativa aborda questões de abuso e violência de forma leve, convidando o público à reflexão sem sobrecarregar emocionalmente”, garante Yamamoto.

Equipe e Colaboração
A produção do filme foi marcada pela presença feminina e contou com um time de profissionais de diversas áreas. Além de Rafaela Yamamoto na direção e roteiro, o elenco é composto por Anna Júlia EJ e Karine Fernandes, que também atuaram na produção executiva. A trilha sonora original é assinada por Mariana Mendes e Marina Maschio, complementando a atmosfera sensível da obra.

“A leveza e o comprometimento da equipe foram essenciais para que Prisma chegasse ao ponto que eu sempre imaginei. É um projeto coletivo, feito por muitas mãos, e isso nos deixa muito felizes,” conclui a diretora.

Serviço 1
O quê: pré-estreia do filme Prisma: Revisitando Olhares
Quando: 08/02/2025, às 19h30
Onde: Cecy Bar
Endereço: Rua João Velasco de Andrade, 489, bairro Santa Mônica, em Uberlândia-MG

Serviço 2
O quê: estreia oficial do filme Prisma: Revisitando Olhares
Quando: 09/02/2025
Onde: no YouTube

Ficha Técnica:
Direção de cena e roteiro: Rafaela Yamamoto:
Elenco: Anna Júlia EJ e Karine Fernandes
Preparadora de elenco: Maria De Maria
Assistente de direção: Nicole Kate
Direção de fotografia: Larissa Dardania e Olivia Franco
Cinegrafia: Olivia Franco
Assistente de câmera e gaffer: Thaneressa Lima
Direção de arte: Lara Pires
Assistente de arte: Gabriella Fraga
Figurinista e maquiadora: Lara Puccineli
Produção executiva: Anna Júlia EJ, Karine Fernandes e Rafaela Yamamoto
Produção de set: Marcella Escobar
Assistente de montagem de set e transporte: Kássio Rodrigues eGuilherme Siqueira
Som direto: Giovanna Castro
Trilha sonora original: Mariana Mendes e Marina Maschio
Montagem e colorização: Ana Moraes
Desenho de som e mixagem: Joana
Acessibilidade TAC: Total Acessibilidade e Consultoria Músicas Tema Oficial: “Revisita (Mariana Mendes, 2024) – interpretação: Mariana Mendes Valsinha (Francisco Mignone, 1947) – interpretação: Luiz de Moura Castro Valse n.6, Op. 64 n.1 (F. Chopin, 1847) – interpretação: Nelson Freire

Referência no mercado musical brasileiro, Doninha fala sobre inovação na indústria gospel

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A indústria musical brasileira é marcada por grandes nomes que, além de brilharem nos palcos, atuam nos bastidores para transformar sonhos artísticos em realidades concretas. Entre esses nomes, Doninha se destaca como um ícone de excelência, cuja atuação vem redesenhando o cenário da música gospel e além. Com uma trajetória que atravessa décadas, ele se consolidou como empresário artístico, produtor, gestor e mentor de grandes talentos.

 

Criada a partir de sua visão de profissionalizar o mercado musical gospel, a Doninha Produções é um modelo de referência, que atualmente cuida dos cantores como: Sarah Farias, Nicoli Francini, Lydia Moises, Daniela Araujo e também atua na realização de eventos. “A música gospel, a cada ano, vem ganhando novos espaços, seja no mercado fonográfico, no poder público ou entre os grandes eventos do país”, explica Doninha. Com esse potencial em mente, ele desenvolveu uma estrutura que não apenas agencia artistas, mas também cria experiências completas, desde a produção de músicas até a realização de eventos de grande porte.

 

Entre os artistas que fazem parte do casting da Doninha Produções, estão nomes consagrados como Thalles Roberto e Daniela Araújo, que tiveram suas carreiras elevadas por meio de estratégias inovadoras e um trabalho de gestão focado em resultados. “Trabalhamos com um olhar de 360º para garantir que os artistas tenham suporte em todas as etapas da carreira”, destaca Doninha.

 

Selo Novidade Urbana

 

Outro destaque é o selo Novidade Urbana,  em parceria com profissionais de peso, como Marquinhos Acena, Fabio Príncipe e Marcelo Portuga, ex -empresário do funk e ex-sócio da KondZilla. Este selo nasceu com a missão de oferecer um espaço único para artistas que unem qualidade musical e relevância espiritual. Atualmente, o casting conta com grandes nomes, incluindo Thalles Roberto e o grupo Marcados Pagode Gospel, além de talentos emergentes que prometem revolucionar o mercado.

 

“O nosso foco é criar um ambiente onde a arte e a mensagem caminhem juntas, valorizando a identidade de cada artista. Acreditamos que qualidade musical não precisa ser comprometida pela mensagem”, afirma Doninha.

 

Mercado musical em transformação

 

Para Doninha, a evolução do mercado gospel reflete uma mudança no próprio conceito de música religiosa. “Hoje, a música gospel ultrapassa as fronteiras das igrejas evangélicas. É uma mensagem que conecta o ser humano ao seu criador, independente de denominação”, observa. Ele também aponta para as tendências musicais, como o crescimento do pop gospel e a incorporação de elementos típicos da música brasileira.

 

Apesar dos avanços, Doninha ressalta os desafios: “Há uma necessidade urgente de equilibrar o lado ministerial e profissional. Muitos artistas não entendem que a profissionalização não diminui o valor espiritual do trabalho”. Nesse sentido, ele se coloca como um mentor, ajudando artistas a navegarem pelo complexo universo da música contemporânea.

 

Com uma carreira marcada por sucessos, Doninha compartilha conselhos valiosos para quem deseja se destacar no mercado. “Escolha um bom repertório, ouça opiniões externas e invista em divulgação. Cada chamado é único, e perseverança é a chave para transformar sonhos em realidade”, enfatiza.

 

Siga Doninha no Instagram:

https://www.instagram.com/doninha_donis/

Cantora Andressa Aguiar inicia seu ministério lançando covers de canções que marcaram sua história

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Andressa Aguiar nasceu em um lar cristão e cresceu cercada pela música. Sua família tem uma forte tradição no ministério de louvor, com tios e primos que atuam como músicos e líderes de adoração. Desde pequena, esteve envolvida nesse ambiente, participando de rodas de louvor, com violão e cantando nas reuniões familiares e na igreja. Esse convívio natural com a música e a adoração foi essencial para sua caminhada ministerial .

A música sempre esteve presente na vida de Andressa. Desde a infância, sua conexão com o louvor foi evidente, quando trocava as brincadeiras para cantar na pequena igreja ao lado de sua casa. Aos 12 anos, incentivada por sua mãe, começou a se apresentar na igreja, dando os primeiros passos em sua caminhada musical.

Porém, o verdadeiro chamado para a música gospel aconteceu anos depois. Durante a adolescência, a timidez a afastou do seu chamado, mas em 2011, ao se batizar, Andressa retomou sua relação com  seu propósito ao ingressar no coral igreja. Em 2019, um período de afastamento dos caminhos do Senhor a fez refletir sobre sua vida, até que em 2022, ao retornar, recebeu um convite especial para voltar a cantar no coral de outra igreja a qual estava começando a frequentar. Foi naquele momento que compreendeu seu verdadeiro propósito: levar a palavra de Deus por meio do louvor e adoração.

 

A força da obediência e a inspiração para cantar

Desde que decidiu dizer “sim” ao chamado de Deus, Andressa tem vivenciado experiências transformadoras. Para ela, a obediência ao Senhor abre caminho para que as promessas de Deus se cumpram na vida do cristão conduzindo-o à realização do seu propósito. Sua inspiração vem do desejo de alcançar vidas levando a mensagem através do louvor, proporcionando momentos de profunda adoração e comunhão com Deus.

Batizada com o Espírito Santo em um momento de adoração dentro de casa, Andressa compreendeu o poder do louvor. “A Palavra diz que Deus habita no meio dos louvores, e eu quero ser um instrumento do Senhor para impactar essa geração”, afirma a cantora.

 

Uma nova fase: Projeto Coração de Adorador 

Seguindo seu chamado ministerial , Andressa iniciou um projeto de covers de músicas cristãs. O projeto surgiu de maneira simples, quando gravou um vídeo durante suas aulas de canto. No início, relutou em publicá-lo, acreditando que não estava bom o suficiente, mas foi incentivada pelo esposo a compartilhar. Para sua surpresa, o vídeo alcançou e emocionou muitas pessoas, confirmando que a música não se trata apenas de técnica, mas da presença e direção de Deus. “Isso me fez entender que não é sobre cantar perfeitamente, mas sobre deixar o Espírito agir através de mim”, compartilha Andressa.

Desde então, ela tem recebido mensagens de pessoas que foram tocadas por seus louvores, reforçando sua missão de levar a mensagem divina por meio da música. Entre suas principais referências no gospel está a cantora Nívea Soares, cuja profundidade nas canções e entrega na adoração são inspirações constantes para Andressa.

 

Um novo capítulo musical

O futuro reserva novos desafios e conquistas para Andressa Aguiar. Em 2025, ela se prepara para lançar seu primeiro projeto autoral, uma fase que vem sendo trabalhada em oração e dedicação. “Estou muito animada com o que Deus tem preparado”, diz a cantora. Seu objetivo é compartilhar canções inspiradas pelo Espírito Santo, levando a mensagem de Deus e esperança para todas as pessoas .

Nos próximos anos, Andressa sonha em ajudar as pessoas a terem experiências reais com Deus por meio da música. Mesmo no início de sua caminhada ministerial, seu desejo é que cada canção que Deus coloca em seu coração traga transformação, cura e restauração da fé para aqueles que a ouvirem”.

 

Siga a cantora Andressa Aguiar no Instagram:
https://www.instagram.com/oficialandressaaguiar/

Confira o canal oficial de Andressa Aguiar no YouTube:
https://www.youtube.com/@AndressaAguiarOficial/videos

 

Com informações da Agência 2RA

Extrajudicial: Na PB, Novo Código de Normas inova com celebração de casamentos por RCPN’s e cumulação de atividade com magistério

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O juiz-corregedor Antônio Carneiro de Paiva destacou que além de trazer atualizações com relação ao Código de Normas Nacional, o Código de Normas do CNJ e o próprio normativo do Estado da Paraíba lançado quinta-feira também traz algumas inovações em todas as atividades do Sistema Extrajudicial.

“São grandes avanços para o registrador civil, como a possibilidade, a autorização, através de uma delegação do juiz de um registro público, os oficiais do registro de pessoas naturais poderem a partir de então, fazer celebrar, presidir os casamentos civis”, citou.

Ele lembrou que isso já acontece em diversas unidades da Federação e disse que os próprios magistrados, a grande maioria, também ansiavam por essa inovação e a Corregedoria-Geral de Justiça da Paraíba incluiu essa autorização no Código de Normas.

Registro de imóveis

“Tem inovações também para o registro de imóveis, desburocratizando, dispensando a exigência de certas certidões, que antes eram necessárias para a escritura de imóveis, e nessa fluidez também, a atividade relativa aos protestos, normatizando a atividade da Central de Protesto (CENPROT), enfim, dando também a possibilidade de os delegatários poderem acumular a atividade da delegação com a atividade de magistério”, além da desburocratização da documentação relativa aos imigrantes e refugiados e a dispensa do visto do juiz do Registro Público nos relatórios do Farpen.

Código participativo

O presidente da Anoreg-PB, Carlos Ulysses Neto, se disse alegre por vivenciar esse momento histórico, de reformulação total do Código de Normas, feito por várias mãos com vários notários registradores participando. “Desde o primeiro momento, a CGJ-PB acolheu a ideia de ser um Código participativo, onde pegamos o melhor que existe no Brasil, as melhores decisões judiciais, a melhor doutrina, tudo com um único objetivo, de servir melhor à sociedade”, acrescentou.

E concluiu, enaltecendo que esse trabalho conjunto entre a Corregedoria e Associações de Classe, fez com que nascesse um Código, que é exemplo para todo o Brasil: “Estamos hoje reunidos para celebrar, celebrar o nascimento desta obra, primorosa que vai se estender por muitos anos de melhoria para a nossa atividade na nossa Paraíba”.

Gestão exitosa

Por sua vez, o diretor-primeiro tesoureiro da Anoreg-PB e diretor-geral da Anoreg-BR, Germano Toscano de Brito, elogiou a ação comandada pela CGJ-PB, como uma das principais da administração que finda e que trouxe uma novidade muito grande, que foi congregar os notários e registradores num Grupo de Trabalho que levantou todas as necessidades e atualizações para que que fosse possível um Código de Normas bom, atualizado e de grande prestação aos usuários dos serviços.

Na ocasião, foi entregue, ainda, uma comenda à delegatária Rainner Carneiro Marques Lima, responsável pela consolidação das propostas e redação do texto-base da minuta entregue pelo GT ao corregedor.

O desembargador corregedor-geral de justiça Carlos Beltrão Filho, externou os sentimentos de gratidão e de dever cumprido: “Estou encerrando um biênio em que eu e toda minha equipe tivemos muitos desafios vencidos, muito trabalho e muitas realizações. Fizemos muito em prol do Judiciário, dos cartórios e do jurisdicionado, numa jornada que deixou marcas e muito acrescentou à minha carreira”.

Cândido Nóbrega

Valentine’s Day: dicas para um dia dos namorados inesquecível para quem estará em Lisboa, Londres ou Nova York

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O Valentine’s Day 2025 promete ser inesquecível para casais que desejam sair do comum e embarcar em experiências vibrantes e sensoriais em três das cidades mais fascinantes do mundo: Lisboa, Londres e Nova York.

Enquanto no Brasil, os roteiros estão concentrados no feriado de Carnaval, em muitos países localizados acima da linha do Equador o amor está no ar com a proximidade do Valentine’s Day, o Dia dos Namorados comemorado no dia 14 de fevereiro no Hemisfério Norte.

Segundo a educadora sexual e coordenadora do Guia de Sex Shop, Julianna Santos, casais que viajam nessa data, podem aproveitar o Valentine’s Day para criar lembranças que fortaleçam ainda mais a relação, programando um dia especial e cheio de aventuras longe do seu cotidiano, em uma atmosfera mais cheia de fantasia, enriquecendo assim a afetividade e a intimidade.

Seja explorando a cidade de maneira divertida, mergulhando em um mistério a dois ou vivendo uma noite intensa de paixão, as opções vão muito além dos tradicionais jantares românticos.

Passeios provocantes em Lisboa

Para casais que desejam um Valentine’s Day repleto de conexão e desejo, Lisboa é o cenário perfeito. O dia pode começar com um passeio de barco pelo rio Tejo, brindando com vinho português e degustando petiscos sensuais à base de frutos do mar e especiarias afrodisíacas.

Depois, um spa para casais pode oferecer massagens relaxantes e terapias sensoriais para despertar os sentidos. Ao cair da noite, um jantar afrodisíaco em um restaurante intimista com vista para o pôr do sol prepara o clima para um momento a dois.

Para finalizar com intensidade, uma noite em um dos hotéis mais sedutores de Lisboa, com suítes equipadas com banheiras de hidromassagem, iluminação especial e até menus personalizados de experiências românticas, garante um final perfeito para a celebração.

Se aparecer aquela vontade de experimentar algo ainda mais diferenciado neste momento íntimo, é só pedir uns brinquedinhos para adultos pelo site da TUYEU que está dando 15% de desconto para você receber seus pedidos onde estiver.

Caça ao tesouro em Londres

Casais aventureiros podem transformar o Valentine’s Day em uma jornada emocionante por Londres. A experiência começa com uma caça ao tesouro personalizada, onde pistas espalhadas por locais icônicos, como Covent Garden, a Tower Bridge e Notting Hill, levam os apaixonados por uma verdadeira viagem no tempo e pelo charme londrino.

O desafio pode terminar no vibrante Soho, onde é possível respirar uma atmosfera mais boêmia entre pubs e restaurantes secretos que proporcionam uma experiência sensorial inesquecível. Deixe aqui a última pista dessa caça ao tesouro indicando uma das mais antigas sex shops do bairro: a Mood localizada há 30 anos no 5 Walker’s Ct.

Lá o casal poderá escolher quais dos “tesouros” quer levar para o hotel para celebrar a conquista desse dia juntos.

Um dia vibrante em Nova York

Para casais que adoram emoção, Nova York oferece um dia repleto de aventura e romance. A experiência pode começar com uma visita à sofisticada Lady Konfidential localizada em 119 W 57th Street para a escolha de um toy wearable que fica bem discreto por baixo das roupas de inverno e pode ser acionado a distância por controle remoto ou pelo celular para uma brincadeira secreta entre o casal durante a visita a vários pontos turísticos icônicos da cidade.

Depois é só escolher se essa aventura vibrante e cúmplice irá acontecer em uma pista de patinação no gelo, em uma visita ao museu ou galeria de arte, em plena Times Square, durante um musical na Broadway ou em um elegante jantar em um sofisticado restaurante rooftop com uma vista deslumbrante da cidade.

Para encerrar a noite com intensidade, a sugestão é uma visita a um speakeasy secreto, onde drinques autorais e um ambiente intimista criam o clima perfeito para momentos de sedução.

Seja explorando uma cidade cheia de energia, embarcando em um mistério a dois ou entregando-se a uma experiência sensual, o Valentine’s Day 2025 será inesquecível.

Grupo Sarandeiros traz a magia do folclore brasileiro com o espetáculo “Alumiar” na Campanha de Popularização do Teatro e da Dança de Belo Horizonte

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O Grupo Sarandeiros retorna ao palco do Grande Teatro do Palácio das Artes com o espetáculo “Alumiar”. Em uma apresentação única no dia 9 de fevereiro de 2025, às 19h, o grupo celebra as manifestações culturais do boi no folclore brasileiro, integrando a Campanha de Popularização do Teatro e da Dança de Belo Horizonte.Os podem ser adquiridos antecipadamente pelo site vaaoteatromg.com.br ou nos postos do Sinparc pelo preço popular de R$25, ou nas bilheteria bilheteria do Palácio das Artes.

No espetáculo, 60 dançarinos executam 13 coreografias, e cinco músicos interpretam ao vivo as canções – desde Acalanto, de Dorival Caymmi, até as dos agrupamentos Garantido e Caprichoso, de Parintins. “As manifestações relacionadas ao boi, que ao mesmo tempo assustam e inspiram as festas, ajudam a construir o imaginário coletivo e estão presentes em ocasiões tão diferentes como o Natal, o Carnaval e os festejos juninos”, comenta o professor Gustavo Côrtes, da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional (EEFFTO), responsável pela dramaturgia e direção geral de Alumiar. O espetáculo conta  com direção artística de Petrônio Alves e direção musical de Tatá Sympa.

O projeto, que estreou em 2023, é uma iniciativa do Grupo Sarandeiros, vinculado à UFMG, e reflete 44 anos de dedicação à valorização e disseminação da cultura brasileira. Desde sua criação em 1980, o grupo une arte, educação e cidadania, tendo recebido prêmios nacionais e internacionais, como o título de Melhor Grupo no Festival Mundial de Culturas, no Canadá, em 2014.

O grupo carrega em sua história uma relação especial com a Campanha de Popularização do Teatro e da Dança. “Em 2000, o Sarandeiros foi o primeiro grupo de dança a integrar a Campanha com o espetáculo “Profano e Sagrado”, que até então se dedicava apenas ao teatro. A estreia no festival foi histórica para o grupo que hoje acumula mais de 16 turnês internacionais e possui uma projeção como um dos melhores grupos folclóricos do mundo”, conclui Gustavo Côrtes.

Grupo Sarandeiros: Mais de quatro décadas de celebração ao folclore brasileiro

Há 44 anos, o Grupo Sarandeiros desenvolve trabalho educacional e artístico na UFMG. Criado em 1980 pelas professoras Vera Soares e Marilene Lima, na EEFFTO, o  projeto tem referência na diversidade de ritmos do Brasil, visando ao ensino, à produção de conhecimento e à extensão nessa área. O trabalho passou a ser coordenado pelo professor Gustavo Côrtes, atual diretor da EEFFTO – gestão 2021/2025, em 1997.

O Sarandeiros tem se destacado no exterior. Fez 16 turnês nos últimos 26 anos, e um dos prêmios mais importantes foi o de melhor grupo no Festival Mundial de Culturas, no Canadá, em julho de 2014. O título era inédito para o Brasil.

O trabalho do Sarandeiros é marcado por aprendizagem, trocas e, acima de tudo, construção de novos conhecimentos, sempre em perspectiva interdisciplinar. É também instrumento de exercício da cidadania e de valorização da cultura brasileira, tem enfoque social e de promoção de saúde, por meio do Grupo Sarandoso (destinado a idosos) e do projeto Dança na UFMG, oferecidos gratuitamente à comunidade. Monografias, artigos e pesquisas são desenvolvidos pelos bolsistas, com temas relacionados à inserção acadêmica e artística da dança e do folclore.

50ª Campanha de Popularização Teatro & Dança

De 3 de janeiro a 16 de fevereiro, a 50ª Campanha de Popularização Teatro & Dança promete contagiar Belo Horizonte, Betim e Contagem com muita alegria e diversão. São 50 anos de tradição, que é a maior campanha de popularização do teatro e da dança do Brasil, fazendo parte do calendário cultural da cidade e celebrando a arte em espetáculos para todas as idades. Mais informações pelo site www.vaaoteatromg.com.br.

SERVIÇO

Grupo Sarandeiros apresenta espetáculo “Alumiar” – 50ª Campanha de Popularização do Teatro e da Dança

Data: Dia 9 de fevereiro, domingo, às 19h

Ingressos: adquiridos antecipadamente pelo site vaaoteatromg.com.br ou nos postos do Sinparc pelo preço popular de R$25, ou nas bilheteria bilheteria do Palácio das Artes.

Classificação: Livre

Duração: 60 minutos

Local: Grande Teatro Palácio das Artes – Av. Afonso Pena, 1537, Centro, Belo Horizonte

Siga nas redes sociais @sarandeiros

INFORMAÇÕES ADICIONAIS

Sobre os diretores:

Direção Geral: Gustavo Pereira Côrtes

Doutor em Artes da Cena pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Estágio Doutoral na Université Paris 8 Vincennes- Saint-Denis, França. Mestre em Educação pela Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Bailarino e coreógrafo profissional registrado no Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões de Minas Gerais (SATED-MG). Graduado em Educação Física pela Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional (EEFFTO) da UFMG e em Fisioterapia pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais (FCM-MG). Docente do Mestrado Profissional em Artes (Prof-Artes) na Escola de Belas Artes da UFMG e do Mestrado Profissional em Rede em Educação Física Escolar (PROEF) na EEFFTO. Idealizador e organizador do Festival Intercolegial de Danças Populares Brasileiras de Belo Horizonte (FESTFOLK BH). Diretor da EEFFTO (Gestão 2017/2021 e 2021/2025) e diretor geral do Grupo Sarandeiros desde 1997.

Direção Artística: Petrônio Alves Ferreira

Mestre em Educação pela Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Licenciado em Educação Física pela Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional (EEFFTO) da UFMG. Bailarino profissional registrado no Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões de Minas Gerais (SATED-MG). Professor de Educação Física em todos os níveis da Educação Básica. Coordenador do Departamento de Educação Física e supervisor pedagógico do Colégio Santo Agostinho – Contagem. Professor de Danças Populares Brasileiras para crianças e adolescentes em diversas escolas. Professor convidado da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil. Eleito Melhor Bailarino do 5° Prêmio Sinparc de Artes Cênicas de Minas Gerais. Organizador do Festival Intercolegial de Danças Populares Brasileiras de Belo Horizonte (FESTFOLK BH). Como pesquisador dedica-se aos estudos de Dança, Educação Física Escolar, Gênero e Sexualidade na Educação. É diretor artístico do Grupo Sarandeiros desde 2004, completando 20 anos ininterruptos de atuação no grupo.

Direção Musical: Tatá Sympa

Graduado em canto pela UFMG, cursou também 8 períodos de Regência Coral e Orquestral, tendo finalizado as matérias de Regência Coral. Bolsista desde o primeiro período do curso no Projeto Corais no Campus, foi responsável pela regência do Coral dos Funcionários da Escola de Música, de 1997 ao segundo semestre de 1998. Atuou como regente em diversos concertos dos Coros, inclusive com a participação de pequenas orquestras. Atuou como regente dirigindo a Orquestra sinfônica da escola de música da UFMG no concerto da Sinfonia 104 de Haydn em julho de 2001. Workshop de Interpretação para Regentes e Coralistas, ministrado pelo Maestro Mogens Dahl (Dinamarca), promovido pela FEMICOR e Escola de Música da UFMG, em fevereiro de 1999. Curso de Regência Coral, ministrado pelo Maestro Carlos Eduardo Prates, promovido pela Secretaria de Cultura, em julho de1998. Atualmente é Maestro do coral da Universidade FUMEC e também do Coral do projeto Árvore da Vida. Curso de Formação Musical de nível médio, no Conservatório Mineiro de Música, no período de 1984 a 1986. Está na direção musical do Grupo Sarandeiros desde 2001, tendo participado das principais turnês nacionais e internacionais do Grupo.

Roteiro da apresentação

1- ACALANTO | Referência autoral: Acalanto – Dorival Caymini

2- BOI DE REIS – MG | Referência autoral: Couro de Boi – Chico Lobo

3- BUMBA MEU BOI – MA (INSPIRAÇÃO DE ORQUESTRA) | Referência autoral: Lua Cheia – Companhia Barrica (Boi Barrica)

4- BUMBA MEU BOI – MA (INSPIRAÇÃO BOI DE TAMBORES E MARACÁS) | Referência autoral: Luarada – Heroína do Iguará

5- BOI GARANTIDO – AM | Referência autoral: Nasci pra Ser Vermelho – Boi Bumbá Garantido

6- BOI CAPRICHOSO – AM | Referência autoral: Mil Megatons de Puro Amor – Boi Bumbá Caprichoso

7- SINHAZINHA DA FAZENDA – AM | Referência autoral: Mulher Menina – Canto da Mata

8- BOI BUMBÁ – AM | Referência autoral: Festa da Ilha Encantada –  Carlos Batata e Wallace Maia

9- RAINHA DO FLOCLORE – AM | Referência autoral: Realeza Popular – Boi Bumbá Garantido

10- PAJÉ – AM | Referência autoral: A Mística do Pajé – Boi Garantido 2004 – Paulinho Dú Sagrado

11- CUNHÃ – AM |  Referência autoral: Muiraquitã – Boi Garantido 2004 – Tadeu García

12- TAMBOR – AM | Referência autoral: Tambor – Ronaldo Barbosa Júnior e Rafael Marupiara

13- MAWACA – AM | Referência autoral: Mawaca – Boi Bumbá Caprichoso

FICHA TÉCNICA

DIREÇÃO GERAL: Gustavo Côrtes

DIREÇÃO ARTÍSTICA: Petrônio Alves

DIREÇÃO MUSICAL: Tatá Sympa

COORDENAÇÃO DE ENSAIOS: Gerson Carvalho, Luiza Rallo,

ENSAIADORES: Bruna Marchezini, Iago Silva

PREPARAÇÃO FÍSICA: Diego Marcossi

FIGURINISTAS: Telma Rodriguês e Petrônio Alves

FIGURINISTA SINHAZINHA DA FAZENDA: Jane de Almeida Lopes

ADERECISTA: Tiago Quirino

COORDENAÇÃO DE MÍDIAS: João Gatto

ORGANIZAÇÃO DOS FIGURINOS E ADEREÇOS: Ana Maria e Gabriel Diniz (Bolsistas Proex/UFMG)

EQUIPE DE APOIO: Alanis, Ana Maria, Anna Paula, Bia Habaeb, Gabriel Diniz,  Luísa Vitória, Raquel Ribeiro, Patrick Alvernaz, Victor Augusto (Bolsistas Proex/UFMG)

DESIGNER E DIAGRAMAÇÃO: João Gatto

ILUMINAÇÃO: Joana D’arc

SONORIZAÇÃO: Diano e Luigi

MUSICISTAS: Tatá Sympa, Marina Gonçalves, Ébano Brandão, Elton Brandi, Rafael Leite

PRODUÇÃO: Diogo Silveira

INTÉRPRETES: Andréia Abreu, Babi Amaral, Brenda Oliveira , Bruna Marquezini, Corina Breyner, Izabela Campos, Larissa Meira, Luiza Rallo, Marcela Silva, Palloma Santos, Raquel  Ribeiro, Sophia Mesquita, Alexandre Liparini, Christian Souza, Diego Marcossi, Gerson Carvalho, Gustavo Côrtes, Iago Silva, João Gatto, Pedro Barbosa, Pedro Menegasse, Tiago Quirino, Victor  Augusto, Vagner Miranda, Wanderson Dutra.

ESTAGIÁRIOS: Alanis Resende, Ana Flávia Souza, Ana Viana, Ana Polycarpo, Anna Paula Araújo, Bia Habaeb, Carolina Carvalho, Débora Só, Fernanda Tavares, Fernanda Silvestrini, Isadora Silva, Laura Oliveira, Luísa Ayub, Luísa Santos, Luisa Vitória, Marianna Vasconcelos, Maria Luiza Gonzaga, Maria Victória Carvalho, Mônica Xavier,  Rafaela  Lopes, Raissa  Marques, Sophia da Mata, Bruno Balduino, Carlos Hnrique, Felipe Diniz, Filipe Almeida, Gabriel Diniz, Gabriel Galvão, Lucas Almeida, Lucas Âmbar, Patrick Alvernaz, Raphael Monteiro, Theo Cruz, Tiago Pato

TU UFMG apresenta espetáculo de formatura “Bonita”

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O Teatro Universitário da UFMG apresenta o espetáculo “Bonita”, da segunda turma de formandos 2025. O evento acontece na Funarte/MG, de 29 de janeiro a 09 de fevereiro, com entrada franca. Da dramaturga Dione Carlos, a peça tem direção de Adriana Chaves e perfaz um imaginário poético e ficcional sobre a relação de Maria Bonita, Lampião e o Cangaço, tendo como proposta a construção de uma narrativa que tenciona os estereótipos, a dicotomia entre bem e mal que marcam essas figuras históricas, desvelando um imaginário de memórias culturais coletivas de um Brasil que se constrói a partir do sertão.

O espetáculo é baseado no texto, de mesmo nome, de Dione Carlos. “Bonita” traz uma perspectiva sensível, poética e forte sobre o sertão. Com sua escrita contemporânea, o texto leva o coletivo a pensar narrativas performativas para a criação do imaginário dessa história. Sua linguagem mais poética é entendida pela turma como uma oportunidade de criação. “Bonita” promove a ativação da imaginação dessa memória coletiva e política, lutando contra os estigmas e estereótipos da história dessas personalidades.

“Dentre os desafios presentes na construção desse processo, estive junto aos alunos do segundo ano instigando e promovendo reflexões sobre os sertões do Brasil e incentivando a busca por histórias pessoais e memórias familiares da turma, para encontrar esse verdadeiro sertão que foge dos estereótipos, percebendo seus aspectos emocionais e subjetivos desse ambiente, como uma forma de humanizá-lo”, explica Adriana Chaves que completa: “Falar sobre memórias familiares é uma forma de nos relacionarmos com o texto ou o personagem que estamos trabalhando, buscando suas semelhanças ou diferenças com a história”.

Para acompanhar a linguagem visual e poética do espetáculo, Anderson Ferreira, responsável pelo cenário, figurino e adereços utilizados em cena, escolheu a cor vermelho para contar essa história.

“Geralmente quando citamos algo relacionado ao sertão, ao cangaço, nosso olhar mira para paisagens terrosas, secas, tons de marrom. Então o vermelho, na totalidade visual do espetáculo, surge como variação do marrom, mas também pra romper essa ideia de uma representação literal e às vezes estereotipada. Os tons de vermelho em BONITA performam junto com as sensações que queremos compartilhar com o público: de sangue, de dor, mas também de amor, desejo, festa, pele… E os véus cobrem, mas não cobrem totalmente, ainda mostram alguma coisa, mesmo que de forma embaçada, turva… E essa também é uma sensação que queremos que o público experimente”, complementa Adriana.

FICHA TÉCNICA _____________________________
Direção:
Adriana Chaves
Dramaturgia: Dione Carlos
Elenco: Ablue, Amadeu Campos, Ana Beatriz Cucaroli, Aruandana, Carlos
Augusto Nogueira, Clara Bastos, Erick D. Rodrigues, Fernanda Parreiras,
Gabriela Salama, Heros, Jake Macedo, Matheus Smith, Nico Cecil, Pedro
Rabelo, Raphaella Silva, Ronan Nanan, Sam Abranches, Sheila Oliveira,
Tereza Kutaya, Victor Guerra
Preparação corporal: Joicinele Pinheiro
Direção Musical e Preparação Vocal: Adriana Chaves
Trilha sonora: Felipe Rocha
Iluminação: Ismael Soares
Cenografia, figurinos e adereços: Anderson Ferreira
Cenotécnico: Nilson Alves
Coordenação de produção: Tarcísio Ramos
Produção técnica e executiva: Ludy Lins
Assistência de Produção: Amadeu Campos, Gabriela Salama, Pedro
Rabelo
Comunicação: Alexandre Nunes
Registro Fotográfico e Audiovisual: Ítallo Vieira e Davds Lacerda (Amanhã Filmes)
Projeto Gráfico: Dê Jota Torres
Apoio: Fernando Linares, Laboratório de Iluminação Cênica e Cenografia da UFMG (LIC), núcleo de figurino do Teatro Universitário

Serviço_____________________________
“Bonita” – Formatura TU UFMG
Data:
29 de janeiro a 09 de fevereiro (quarta a domingo)
Horário:
29/01 a 02/02: 20h
05/02 a 09/02: 19h
OBS: Dias 31/01 e 07/02 haverá intérprete de libras.
Classificação: 14 anos
Local: Funarte-MG – Rua Januária, nº 68, Centro – Belo Horizonte
Entrada franca: retirada de ingressos 1 hora antes. Vagas limitadas (sujeito a lotação)

 

CCBB BH recebe Leonårdo Miggiorin para temporada de “Não se Mate”

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Espetáculo de Giovani Tozi, inédito em BH, fica em cartaz de 7 a 24 de fevereiro

 

O CCBB BH apresenta curta temporada do espetáculo “Não se Mate”, primeiro solo do ator Leonårdo Miggiorin. O título é inspirado no poema homônimo de Carlos Drummond de Andrade e a montagem incorpora outros poemas do escritor, em um texto que mescla humor, poesia e ficção científica. A peça – que marca a estreia do ator, diretor e produtor Giovani Tozi como dramaturgo – fica em cartaz no Teatro II, de 7 a 24 de fevereiro, de sexta a segunda, às 19h. Os ingressos estarão disponíveis no site ccbb.com.br/bh e na bilheteria do CCBB BH a partir do dia 29/01, a R$30 (inteira) e R$15 (meia). No dia 15, sábado, a sessão contará com intérprete de Libras, e haverá bate-papo após a sessão do dia 22 de fevereiro.

O poema “Não se Mate” foi lançado em 1962 como parte da “Antologia Poética” organizada pelo próprio autor. A narrativa de Tozzi utiliza outros poemas icônicos de Drummond, como “Poema das Sete Faces”, “E Agora José” e “Uma Pedra”, entrelaçando-os com a história. Drummond é um dos mais importantes autores brasileiros e um grande colaborador para a vanguarda modernista que revolucionou a literatura no Brasil. Equilibrar a fluência entre o erudito e o popular é o primeiro desafio de Leonårdo Miggiorin, que busca alinhar a frequência dos poemas de Drummond à dramaturgia humorada e futurista de Tozi.

O autor, que também dirige o espetáculo, conta que “os poemas foram sendo incorporados ao texto de forma muito natural. Tentei fazer com que minha vontade pessoal não se sobressaísse ao que a obra me pedia. Dessa forma, procurei escutar o personagem e, mesmo sendo muito fã dos poemas de Drummond, me contive ao que era indispensável na condução da história”.

Outros dois elementos norteiam o texto escrito por Tozi: a noção de causalidade, levantando questões sobre livre-arbítrio, determinismo e a natureza da realidade; e as viagens no tempo, trazendo a hipótese de mudar passado e futuro mutuamente, criando uma rede intrincada de causalidade circular, onde tudo está conectado.

Psicologia e teatro
Na história, Leonårdo Miggiorin interpreta Carlos, um artista plástico que atravessa um momento complexo de perdas, que afetam diretamente seu equilíbrio emocional. Apesar do tom humorado, no qual o personagem ainda consegue rir de si mesmo, o texto propõe um mergulho psicológico e traz à tona o drama dos jovens que, por não enxergarem razões para viver, decidem tirar a própria vida.

A abordagem psicológica do texto ganha força graças ao entendimento e à intimidade de Miggiorin com o tema, já que ele é formado em psicologia. Atualmente, Miggiorin concilia a carreira de ator com atendimentos clínicos e, durante a pandemia, realizou uma pós-graduação em psicodrama. Sobre esse interesse, o ator comenta: “Sempre quis estudar psicologia antes mesmo de pensar em ser ator. Mas a carreira na atuação surgiu de surpresa e deu certo, então aproveitei ao máximo, pois é algo que amo e me realiza muito. Neste momento da minha vida, a psicologia está a serviço da arte”, conta o ator.

Não Se Mate” tem suas origens nos tempos de pandemia, quando foi lançada uma primeira versão da montagem. De forma virtual, Leonårdo Miggiorin divide a cena com o ator Caio Paduan e com o veterano Luiz Damasceno, de 84 anos. Damasceno interpreta um homem misterioso que começa a enviar mensagens para o celular de Carlos.

Parceria com Damasceno
Luiz Damasceno e Giovani Tozi já são parceiros de trabalho há tempos. Em 2009, estrearam como pai e filho em “O Colecionador de Crepúsculos”, de Vladimir Capella; interpretaram o mesmo homem em diferentes idades em “Pergunte ao Tempo”, de Otavio Martins; foram dirigidos por Jô Soares, lutando em lados opostos em “Tróilo e Créssida”, de William Shakespeare; e participaram juntos de várias outras produções.

Sobre a parceria, Tozi comenta: “Os trabalhos de teatro que mais me fizeram feliz sempre têm a participação do Damasceno. Eu brinco que ele é meu pai teatral, porque aprendo tudo com ele. Nunca pensei que um dia eu fosse dirigi-lo, e agora que aconteceu, percebo que os grandes atores, além dos recursos técnicos e do talento nato, possuem uma generosidade imensa e um respeito absoluto em transmitir o essencial deste ofício.”

Tozi, que além de uma sólida carreira como ator, neste trabalho idealiza, produz, dirige e agora assina a dramaturgia: não vê fronteira entre um ofício e outro. “Sei que sou um homem de teatro e que no teatro e do teatro quero viver. Enquanto os deuses me permitirem fazer tantas coisas, me oferecendo oportunidades e saúde, vou aproveitar. Como bem disse Drummond: ‘Hoje beija, amanhã não beija, depois de amanhã é domingo e segunda-feira ninguém sabe o que será.’”

Repercussão da versão digital
“Não Se Mate” teve uma primeira versão virtual que estreou em 2021, atraindo a atenção da imprensa e sendo destaque no caderno de cultura dos principais veículos do país, como O Estado de S.Paulo e O Estado de Minas.

O espetáculo foi um sucesso de crítica, recebendo cinco estrelas no UOL com a afirmação: “Não Se Mate se destaca como uma das principais obras da temporada.”

José Cetra, da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), observou que “Leonårdo Miggiorin interpreta com total entrega e muito talento, regido pelo diretor Giovani Tozi, também autor desse importante espetáculo”.

Entre o público especializado, “Não Se Mate” recebeu elogios como:

“Uma viagem estética, poética, humana e muito, muito emocionante. Tozi aponta um caminho com esta obra, já antológica.” – Marco Antônio Pâmio, ator e diretor teatral

“Denso, terrível, engraçado, quase trágico. Adorei o espetáculo, ótimo!” – Juca de Oliveira, ator e dramaturgo

“Excepcionalmente bem feito, uma loucura.” – Jô Soares, ator, diretor, apresentador e humorista

Ficha Técnica
Texto e direção: Giovani Tozi. Com poemas de Carlos Drummond de Andrade. Com atuação de: Leonårdo Miggiorin. Participação especial: Luiz Damasceno e Caio Paduan. Cenário: Duda Arruk. Design de Luz: Cesar Pivetti. Figurino: Fábio Namatame. Trilha Sonora Original: DW Ribatski. Vídeo: Luz Audiovisual. Fotografia: Priscila Prade. Redes Sociais: Gigi Prade. Assessoria de Imprensa: Fernanda Teixeira e Macida Joachim – Arte Plural. Produção Executiva: Bruno Tozi e Felipe Calixto. Assistente de Produção: Ana Nicássia. Produção e administração financeira: Carlos Gustavo Poggio. Contadora: Andressa Cherione. Produção: Tozi Produções.Idealização: Giovani Tozi. Assessoria de imprensa: Luz Comunicação – Jozane Faleiro

Circuito Liberdade
O CCBB BH é integrante do Circuito Liberdade, complexo cultural sob gestão da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), que reúne diversos espaços com as mais variadas formas de manifestação de arte e cultura em transversalidade com o turismo. Trabalhando em rede, as atividades dos equipamentos parceiros ao Circuito buscam desenvolvimento humano, cultural, turístico, social e econômico, com foco na economia criativa como mecanismo de geração de emprego e renda, além da democratização e ampliação do acesso da população às atividades propostas.

Serviço:
“Não se Mate”, com Leonårdo Miggiorin
Quando: de 7 a 24 de fevereiro
Temporada: de sexta a segunda
Horário: às 19h
Local: Teatro II – CCBB BH – Praça da Liberdade
Duração: 60 minutos
Classificação Indicativa: 10 anos
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia), disponíveis no site ccbb.com.br/bh e na bilheteria do CCBB BH.
No dia 15 de fevereiro, a sessão contará com intérprete de Libras e haverá bate-papo após a apresentação do dia 22 de fevereiro.

Projeto Uberlândia na Rota das Culturas abre a programação 2025 com musical inspirado no clássico “Viva o Povo Brasileiro”

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Do autor baiano João Ubaldo Ribeiro, com direção de André Paes Leme, músicas originais de Chico César e direção musical de João Milet Meirelles (da banda BaianaSystem), o espetáculo fala sobre uma alma que queria ser brasileira.

A peça “Viva o Povo Brasileiro” abre a programação do Projeto Uberlândia na Rota das Culturas 2025 e será apresentada no Teatro Municipal, nos dias 07, 08 e 09 de março, sexta e sábado às 19h e domingo às 18h. O espetáculo é uma versão musical para o romance homônimo, uma das obras-primas do saudoso autor baiano João Ubaldo Ribeiro (1941-2014), vencedor dos prêmios Camões de Literatura e Jabuti. Esse livro poderoso ainda inspirou o samba-enredo da Império da Tijuca no Carnaval de 1987. O musical venceu o Prêmio Shell na categoria “Melhor Ator” com Maurício Tizumba e foi indicado em mais três categorias: Música Original e Direção Musical, Melhor Direção e Melhor Figurino. Também foi indicado ao Prêmio APCA nas categorias: Melhor Espetáculo e Melhor Ator e, no Prêmio APTR na categoria Melhor Música.

A versão teatral, dirigida por André Paes Leme, conta com 30 músicas originais compostas por Chico César, a partir de letras inspiradas ou que utilizam parte textual da obra de Ubaldo. Já a direção musical e a trilha original são de João Milet Meirelles (da banda BaianaSystem). No elenco, estão Alexandre Dantas, Hugo Germano, Jackson Costa, Ju Colombo, Júlia Tizumba, Luciane Dom, Maurício Tizumba e Sara Hana.

A pesquisa para a montagem de Viva o Povo Brasileiro (De Naê a Dafé) nasce da investigação de doutorado feita na Universidade de Lisboa pelo diretor André Paes Leme, que já adaptou outros clássicos da literatura para o teatro: ‘A Hora da Estrela ou O Canto de Macabéa’, ‘A hora e vez de Augusto Matraga’ e ‘Engraçadinha’.

O desejo de falar do que seria esse povo brasileiro a partir da ótica crítica e do humor de João Ubaldo Ribeiro provocou o nascimento do projeto. “Não há possibilidade de entender o povo brasileiro sem compreender que todos nós somos o povo brasileiro, desde os povos originários até os imigrantes que chegaram muito tempo depois. Criamos esse espetáculo, que praticamente pega um terço do livro, mas traz a essência da obra ligada à ideia de ancestralidade, de espiritualidade, da luta contra a escravidão, por uma igualdade e justiça social. O texto é especialmente conectado à força feminina, que é algo muito forte a partir da personagem da Maria Dafé, que é a grande heroína”, diz André.

O livro de Ubaldo tem cerca de 700 páginas e percorre 400 anos da história do Brasil. A trama, ambientada em Itaparica, fala de uma alma que quer ser brasileira. Primeiramente, ela encarna em indígenas, até o primeiro personagem, o Caboclo Capiroba, em 1640, que é enforcado pelos portugueses colonizadores, mas tem uma filha que se chama Vu, e dela descendem as mulheres da história.

A alma depois reencarna em um Alferes, em 1809. Esse Alferes sonhava em ser um herói brasileiro e tem morte súbita protegendo Itaparica da invasão portuguesa. Morre cedo, mas consegue ser considerado herói. A alma fica mais desejosa de ser brasileira e vai encarnar na personagem Maria Dafé, que é filha da Vevé (Naê), tataraneta de Vu. Ela foi estuprada pelo Barão, que, quando sabe da gravidez, manda o negro Leléo tirar Vevé de Itaparica. Leléo é um negro liberto, que já tem muito dinheiro e que cuida de Dafé como sua verdadeira neta, dando ensino e escola. Aos 12 anos, Dafé assiste ao assassinato da mãe a facadas, por homens que queriam violentar as duas. Essa tragédia é o gatilho para Dafé virar a heroína da história.

Para cadenciar toda a trama, Chico César compôs 30 canções, que ganharam arranjos de João Milet Meirelles e a colaboração do elenco. No palco, três músicos e dez atores que interpretam, cantam e tocam. Além do elenco fixo, o espetáculo tem um coro composto por atores iniciantes / estudantes, que ajudarão a dar vida à essa epopeia.

“Esse é meu terceiro trabalho com a Sarau. Nós fizemos ‘Suassuna – O Auto do Reino do Sol’ e ‘A Hora da Estrela ou O Canto de Macabéa’. Para compor as músicas, eu parti da palavra do escritor e busquei a sonoridade da escrita. Trouxe muito da minha formação intuitiva da música negra, brasileira, baiana, porque o livro se passa em Itaparica e Salvador. Fiquei feliz quando soube que era o João Meirelles quem seria o diretor musical, porque o BaianaSystem é o grupo com maior expressão dessa contemporaneidade da música negra brasileira”, conta Chico César.

Em seu segundo trabalho com o teatro musical, João Milet Meirelles trouxe para ‘Viva o Povo Brasileiro’ uma construção coletiva com referências da música baiana contemporânea e da tradicionalidade. “Existe também um apontamento para o futuro. Tem muita percussão, cordas, sanfona, piano. São três músicos e um elenco também muito competente musicalmente. Tem essa diversidade como uma linha que vai conduzindo tudo. É uma construção coletiva com o processo de experimentação”, define João.

Sinopse
Baseada em livro de João Ubaldo Ribeiro, a montagem é ambientada em Itaparica, na Bahia, e percorre o período de 1647 a 1977, acompanhando uma alma em busca da identidade brasileira, que encarna em personagens invisibilizados pela história. Ao longo desses 400 anos, a construção dos abismos sociais é mostrada através das figuras de Caboclo Capiroba, o Alferes e Maria Dafé, que transformam suas dores em heroísmo e demonstram a força da ancestralidade que percorre a formação do nosso povo.

Ficha Técnica
Da obra de João Ubaldo Ribeiro
Diretor e dramaturgo: André Paes Leme
Com Alexandre Dantas, Cris Meirelles, Hugo Germano, Jackson Costa, Ju Colombo, Júlia Tizumba, Luciane Dom, Maurício Tizumba e Sara Hana.
Músicas originais: Chico César
Direção musical e trilha original: João Milet Meirelles
Direção de produção e produção artística: Andréa Alves
Diretora de projetos: Leila Maria Moreno
Diretor Assistente: Anderson Aragón
Consultoria: Ynaê Lopes
Desenho de som: Gabriel D’Angelo
Iluminação: Renato Machado
Cenografia: Natália Lana
Figurino: Marah Silva
Preparação corporal e direção de movimento: Valéria Monã
Visagismo: Cora Marinho
Coordenador de Produção: Hannah Jacques
Produção local: Uberlândia na Rota das Culturas – Carlos Guimarães e Maíra Pelizer
Assessoria de imprensa local: Cristiane Guimarães

SERVIÇO:
Viva o Povo Brasileiro (De Naê a Dafé)
Data: 07, 08 e 09 de março
Horário: Sexta e sábado, às 19h e domingo, às 18h
Local: Teatro Municipal de Uberlândia – Av. Rondon Pacheco, 7070.
Vendas antecipadas:
– Megabilheteria.com (24 horas e com taxa se conveniência) https://megabilheteria.com/evento/temporada?id=20221108171829
– Loja Inclusive Brechó, na Av. Cesário Alvim, 396 – Centro (aberta das 9h às 18h, de segunda a sexta e das 9h às 13h aos sábados – estacionamento conveniado ao lado)
Classificação indicativa: 14 anos
Duração: 160 minutos
Gênero: Musical