quinta-feira, abril 30, 2026
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Justiça Federal concede liminar à Aciub garantindo o não pagamento do ICMS nas transferências de mercadorias entre unidades da mesma empresa

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A 2ª Vara da Fazenda Pública e Autarquias da Comarca de Uberlândia deferiu a liminar em mandado de segurança coletivo proposto pela Associação Comercial e Industrial de Uberlândia – Aciub, para permitir que empresas associadas da entidade, que realizam transferência de mercadorias entre as suas unidades, tenham o direito de não transferir os créditos de ICMS do estabelecimento de origem para o destino, não destacar nas notas fiscais o ICMS e nem recolher o referido imposto.

A Aciub entrou com este pedido de liminar, no final do mês de junho, tendo em vista que empresas do estado de Minas Gerais estavam sendo obrigadas, por conta de decreto estadual, a transferir os créditos de ICMS entre seus estabelecimentos, destacando-os nas notas fiscais e gerando recolhimento. Esta medida estadual, no entendimento da Aciub e do escritório Marcela Guimarães Sociedade de Advogados, que foi parceiro na ação, vai na contramão do que decidiu o Supremo Tribunal Federal (STF) e foi regulamentado por uma lei federal. Isso porque em 29 de dezembro de 2023 foi publicada a Lei Complementar nº 204/2023 que altera a Lei Kandir (Lei Complementar nº 87/1996) estabelecendo que o ICMS não incide sobre as transferências de mercadorias entre estabelecimentos do mesmo contribuinte. Esta lei foi alterada para atender entendimento do STF, que em 2021 havia confirmado a não incidência do ICMS nestes casos e, em 2023 modulou os efeitos do julgamento de modo que a decisão teria eficácia somente a partir de 2024.

Esta Lei Complementar deveria garantir clareza e segurança jurídica para os empresários, legalizando a proibição da cobrança do ICMS nestas situações, a partir de 1º de janeiro de 2024. No entanto, o Estado de Minas Gerais implementou mudanças no Regulamento de ICMS (RICMS/MG) por meio do Decreto nº 48.768, em 27 de janeiro de 2024. Esta medida regulamentou a transferência de mercadorias entre estabelecimentos do mesmo contribuinte, mas gerou situações em que o ICMS acabaria sendo cobrado, o que não está de acordo com a decisão do STF, gerando uma cobrança considerada indevida.

O que muda com a liminar

A liminar assegura às empresas associadas o direito de, em operações de transferência de mercadorias entre estabelecimentos do mesmo titular, a não transferir os créditos de ICMS do estabelecimento de origem para o destino, não destacar nas notas fiscais o ICMS e nem recolher o referido imposto, devendo o Impetrado se abster de praticar qualquer ato que impeça o exercício de referidos direitos.

Assim, as empresas associadas da Aciub garantem, liminarmente, o direito de não realizar este recolhimento, resultante do decreto estadual. Vale ressaltar que algumas empresas poderiam já não estar transferindo os créditos, deixando-os de destacar na nota fiscal, seguindo a interpretação do entendimento do STF. Acontece que pelo decreto estadual elas estariam irregulares e poderiam ser autuadas.

O que as empresas devem fazer?

As empresas associadas à Aciub têm duas opções:

  1. Continuar a recolher normalmente o ICMS, referente à estas situações, e depois de transitado e julgado esta ação, se validada de forma positiva, pedir a recuperação do valor pago.
  2. Realizar o depósito judicial dos valores devidos, enquanto a ação tramita, e se ela for positiva solicitar a devolução do valor depositado, com base na decisão da justiça.

Além disso, vale destacar que aqueles que optarem por não fazer os depósitos e seguirem sem pagar, acatando a liminar, precisam estar cientes de que se a houver a revogação da medida cautelar, o pagamento será devido e retroativo a este período de validade da liminar.

Para ter mais informações sobre a situação de sua empresa, qual opção seguir, ou tirar dúvidas, basta entrar em contato com a Aciub, pelo WhatsApp (34) 3239-1531. Você será encaminhado para a orientação jurídica necessária para a empresa.

Peeling de Fenol: rejuvenescimento profundo com cautela

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Procedimento está suspenso pela Anvisa desde junho

Quando se fala em tratamento estético, há um universo de possibilidades que vai se tornando cada vez mais vasto. E isso ajuda a explicar por que, afinal, as clínicas especializadas estão cada vez mais abarrotadas de pacientes. No Brasil, o retrato não apenas se repete como serve de referência para mostrar uma realidade global. Segundo uma pesquisa realizada pela Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica, o país alcançou o segundo lugar no ranking internacional de cirurgias plásticas no ano passado, ficando atrás apenas dos Estados Unidos.

No rol dos procedimentos que mais vêm chamando a atenção do público está o peeling de fenol, considerado uma inovação nos tratamentos de rugas profundas, cicatrizes de acne e manchas severas na pele. A técnica envolve a aplicação de fenol, uma solução química que remove as camadas superficiais da pele, promovendo a regeneração de uma nova camada cutânea mais lisa e uniforme.

A substância é um composto orgânico, também conhecido como ácido carbólico, utilizado em diversos setores industriais e médicos. “Na dermatologia, ele é conhecido por sua capacidade de penetrar profundamente na pele e promover uma esfoliação intensa. Essa profundidade de ação faz com que o peeling de fenol seja um dos tratamentos mais eficazes para rejuvenescimento facial, podendo oferecer resultados dramáticos e duradouros”, destaca a biomédica, Karine Maia.

Ela explica que o tratamento também auxilia na recuperação de danos na pele provocados pelo sol e por hiperpigmentações significativas. “Devido à sua ação potente, ele é frequentemente indicado para pessoas com pele clara, pois o risco de hiperpigmentação é menor nesses casos. É importante que o procedimento seja realizado por um dermatologista ou cirurgião plástico experiente, que possa avaliar corretamente a necessidade e a adequação do tratamento para cada paciente”, adverte a biomédica.

A aplicação profissional não é por acaso. O uso exagerado ou inadequado do fenol pode acarretar sérios riscos à saúde da pele. “Entre os efeitos adversos mais comuns estão a vermelhidão persistente, a hipo ou hiperpigmentação (manchas claras ou escuras), cicatrização lenta e até mesmo cicatrizes permanentes. Além disso, o fenol pode ser tóxico se absorvido em grandes quantidades, afetando órgãos internos como o coração e os rins”, adverte.

Os danos causados pelo uso excessivo do fenol podem ser, em muitos casos, irreversíveis. “Cicatrizes e alterações de pigmentação, por exemplo, podem não responder a tratamentos corretivos e persistirem de forma permanente”, afirma a biomédica. “A condição do tecido depende do estilo de vida e a constância no auto cuidado. Por isso é importante manter os cuidados com a pele para não precisar de recorrer a um procedimento tão punitivo e arriscado”, completa.

É importante ressaltar que desde o dia (25/6), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, no Diário Oficial da União uma resolução que proíbe a importação, a fabricação, a manipulação, a comercialização, a propaganda e o uso de produtos à base de fenol em procedimentos de saúde em geral ou estéticos.

Uberaba recebe novo espetáculo do Grupo EMCANTAR

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Apresentações acontecem nos dias 20 e 21 de julho no Teatro SESIMINAS com entrada franca.

O espetáculo de lançamento do novo álbum Abraço no Planeta do Grupo EMCANTAR acaba de estrear no Triângulo Mineiro, oferecendo ao público uma experiência tocante, provocativa e orquestral.

O trabalho é mais um fruto da pitoresca história de amor, que começou com um genuíno desejo de pedalar por dez anos numa bicicleta a distância equivalente a uma volta em torno da Terra (40.075 km). Em curtas e longas cicloviagens por estradas de chão, atravessando florestas, rios, matagais, montanhas e indo parar no mar, o diretor e fundador da Cia Cultural EMCANTAR, Marco Aurélio Querubim, viu-se imerso em um sentimento crescente de amor à vida e todos os seres vivos, habitantes de uma casa comum, o planeta Terra. Sentimento que transbordou na criação de um conjunto de canções entoadas sobre a bicicleta, posteriormente compartilhadas com parceiros de uma longa jornada coletiva de fazer arte e encantar pessoas que, mais uma vez juntos, trouxeram então ao mundo a refinada produção musical de Abraço no Planeta.

“No álbum, cantamos o mundo que a gente quer ver, no convívio para a conservação das belezas regionais e do planeta, assim como na relação biofílica de cada pessoa consigo mesma, com a comunidade e com o meio ambiente, a casa da gente. Não somos donos da Terra, nós somos a Terra!”, diz Querubim.

O espetáculo
Para reproduzir o disco ao vivo, o Grupo EMCANTAR caprichou na produção musical do espetáculo e apresenta em cena uma banda de nove músicos, alguns multi-instrumentistas, e ainda convidados especiais, como o violoncelista Kayami Satomi.

Além disso, mais cinco artistas compõem o elenco que conta com a direção de Rafael Michalichem. “Para passar a mensagem do álbum, construímos uma narrativa aberta, pautada essencialmente em dois livros: A Terra dá, a Terra Quer, do ativista quilombola, Antônio Bispo dos Santos, e Uma Ecologia Decolonial, de Malcom Ferdinand, e em preceitos do manifesto Carta da Terra”, conta Michalichem.

No espetáculo, a estética visual também ganha destaque, com direito a troca de figurinos e visualidades no palco, além de uma exposição de artes visuais com ilustrações das canções do álbum, feitas por jovens de um dos projetos sociais do EMCANTAR.

A turnê do espetáculo acontece por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, patrocinada pelo Sistema Martins.

SOBRE SISTEMA MARTINS – O Martins foi fundado em dezembro de 1953 e desde lá construímos uma história de sucesso incomparável, tornando-nos uma referência na distribuição e no apoio ao desenvolvimento do varejo brasileiro. Ao longo da nossa trajetória e com a diversificação e crescimento da atuação em todas as regiões do país, assumimos o papel de integrador da cadeia de consumo. A partir dessa realidade, a estratégia do Martins foi organizar-se em um sistema – o Sistema Martins (SIM) – que atendesse às necessidades dos pequenos empreendedores, levando para todo o país soluções e oportunidades para capacitar, desenvolver e dar competitividade a esses varejistas. Conheça mais: https://www.martinsatacado.com.br

“A missão do Sistema Martins, definida 20 anos atrás, envolve o desenvolvimento do potencial humano para transformar em realidade visões de um futuro melhor por meio da promoção de uma cultura de preservação ambiental. O apoio ao lançamento do álbum Abraço no Planeta é exemplo material da nossa razão de existir e imaterial de uma fonte de inspiração para todos nós que testemunhamos sua criação. As pedaladas e cicloviagens do Querubim em sua jornada com a bicicleta e o trabalho artístico dos integrantes do EMCANTAR que o ajudaram a transformar suas aventuras criativas em álbum e espetáculo, são ensinamentos preciosos sobre a importância e a responsabilidade de todos em cuidar do planeta que devemos abraçar”, afirma Ludmila França, gerente executiva do Sistema Martins.

Sinopse do espetáculo:
Um grupo de astronautas chega em um planeta desconhecido, e do contato entre o que existe e o que chega nasce uma dúvida: quem somos nós diante do mundo? Em busca de olhar o que há de mais bonito no planeta que habitamos, o espetáculo nos convida a olhar para o todo, para o outro, e para nós mesmos. Uma jornada que expande o conceito de ecologia e faz lembrar que somos nós também parte disso que chamamos natureza. E por isso mesmo, temos nosso lugar e nossas responsabilidades frente a tudo que há de bonito no mundo.

Embalado pelas canções do álbum Abraço no Planeta (2023), interpretadas ao vivo pelo Grupo EMCANTAR e pautando-se em textos como a Carta da Terra, o livro A Terra Dá, a Terra Quer de Antônio Bispo dos Santos e Uma Ecologia Decolonial, de Malcolm Ferdinand, o espetáculo traz um vislumbre lúdico para discussões contemporâneas sobre a nossa relação com o planeta que vivemos e nosso posicionamento dentro dele.

SERVIÇO:
20 e 21/07 – 20h – Teatro SESIMINAS – Uberaba
*Retirada presencial na bilheteria do teatro: de terça a sexta das 13h às 19h. Sábados, domingos e feriados, confirmar no (34) 9 9936-3912.
Ou garanta já seu ingresso pelo site: www.sympla.com.br
(Retirada de ingressos obrigatória para crianças acima de 2 anos).
Acesse: emcantar.org ou @emcantar nas redes sociais, Youtube e plataformas de streaming.

Mercado de startups de assinatura recorrente mais que triplica

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De acordo com dados da Abstartups, o modelo de negócio de venda de clube de assinatura recorrente passou de 3% em 2022 para 11,3% em 2023. Empresas de energia solar, bens de consumo como bebidas ou livros são alguns exemplos

O mercado para as startups com modelo de negócio de assinatura recorrente despontou no último ano De acordo com o Mapeamento de Estudos 2023 da Associação Brasileira de Startup, Abstartups, esse tipo de modelo de negócios passou de 3% do total para 11,3% quando comparados os anos de 2022 e 2023 no Brasil. De acordo com a economista Gabriela Martins, muitas empresas tem migrado ou se constituído no formato de startup, como é o caso da energia fotovoltaica. Martins explica que esse tipo de empresa costuma estar na vanguarda da inovação tecnológica, desenvolvendo formas de entregar o serviço de modo dinâmicas. Isso tem atraído os empresários atentos às novas demandas dos consumidores. “Além de todo o modelo de negócio estar mais eficaz com painéis solares e sistemas de armazenamento de energia avançado, as startups e soluções inteligentes de gerenciamento de energia trazem com a assinatura a inteligência artificial que facilita o dia a dia. E existe uma demanda enorme por economia, sustentabilidade e facilidade de uso. Por isso, crescem tanto” comenta.

A economista destaca ainda que Minas Gerais ocupa o segundo lugar em quantidade de startups de todos os tipos no Brasil e Belo Horizonte é a quinta, entre as capitais. E pontua que o mercado de startups de energia solar é uma tendência que veio para ficar.

Fábio Padovani é CEO da NUV, startup de energia solar fotovoltaica do Grupo Vivaz, que oferece o serviço por assinatura. A operação da empresa começou há um ano e a NUV E tem previsão de crescimento de 10 vezes esse ano, quando chegará aos 4 mil clientes. Já são 52 Usinas Solares sob gestão, 12 Grupo Geradores, uma projeção de 40 mil clientes até o final de 2024, com 120 MWp sob gestão e 800MM em ativos de geração de energia.

Padovani explica que o modelo de startup foi escolhido para escalonar o crescimento de forma inovadora: “Investimos em inteligência artificial para que os consumidores, pessoas físicas ou jurídicas, para entregar um app simples e intuitivo porque é ele que conversa com o cliente, identifica a média de consumo de cada família ou negócio a partir da leitura de apenas uma conta da Cemig e oferece o melhor plano para cada perfil de uso. A partir da adesão, são fornecidos créditos de energia solar mensalmente e o cliente passa a ser cooperado.

O executivo comenta que as assinaturas recorrentes ganham os clientes pelo sistema inteligente da NUV, um aplicativo que pode ser baixado em celulares com sistema Android e IOS, que é especialmente vantajoso para donos de empreendimentos para famílias que possuem contas de luz acima de R$ 150.

A aposta da startup é tornar a gestão de crédito de energia solar acessível, eficiente e lucrativa para quem produz e para quem consume, tornando a sustentabilidade ainda mais atraente e acelerando, assim, a adoção de fontes de energia limpa. Não é preciso fazer nenhuma obra, pagar nenhuma assinatura, apenas baixar o aplicativo e diversificar as fontes de energia que alimentam a residência. Isso permite que os usuários tenham um controle preciso de suas finanças energéticas e contribuam com a sustentabilidade do planeta.

Superlaboratórios da Hapvida NotreDame Intermédica analisam 9 milhões de exames por mês

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No mercado brasileiro de diagnóstico, empresa se destaca como maior player em capilaridade e em número de unidades laboratoriais pelo país

Com foco em inovação, alta tecnologia e qualidade na análise diagnóstica, a Hapvida NotreDame Intermédica tem hoje dois Núcleos Técnicos Operacionais (NTOs), que são superlaboratórios equipados com os mais modernos equipamentos do mercado. Juntas, as unidades laboratoriais processam cerca de nove milhões de exames da rede ao mês, incluindo as análises de urgência feitas dentro dos hospitais.

Segundo o biomédico Julio Pessotti, diretor de laboratório da Hapvida NDI, 1,5 milhão de exames são de urgência, o que representa quase 25% da demanda total. “Os laboratórios são uma linha de produção tecnológica. Hoje, no mercado brasileiro de diagnóstico, a Hapvida NDI é o maior player em capilaridade e em número de unidades pelo país.

Conquistamos a certificação PALC nos dois últimos anos, que é o principal selo em Programas de Acreditação de Laboratórios Clínicos no Brasil”, afirma. A certificação é ligada à Sociedade Brasileira de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial (SBPC/ML).

Em São Paulo, o NTO está localizado na Lapa, zona oeste da capital, e em Recife, em Imbiribeira, na zona sul da cidade. As duas unidades analisam mais de dois mil tipos de exames, mas cada uma tem suas especificidades. A completa integração entre os sistemas, desde a fusão da Hapvida com a NotreDame Intermédica, é esperada para o fim deste ano, o que permitirá uma entrega ainda mais robusta na análise destes resultados.

“Com a integração dos dois centros de diagnóstico, a ideia é criarmos a rota Recife-Lapa, para que haja um aumento da internalização de exames do Brasil inteiro, distribuindo-os entre os nossos NTOs e conectando-os via logística”, explica o diretor.

Os dois NTOs são de alto nível tecnológico e têm parcerias com a Roche e a Siemens. Já os Núcleos Técnicos Hospitalares (NTHs) fazem as análises clínicas de urgência, ainda dentro dos hospitais da rede.

Pessotti lembra que hoje os laboratórios são dependentes da logística, que envolve o uso de aeronaves em voos comerciais, e de sistemas informatizados. “O trabalho humano está mais concentrado na operação da máquina e nos alertas emitidos pelo equipamento. Trabalhamos com o apoio da tecnologia de dados, com algoritmo de liberação, que já conhece o histórico de saúde dos pacientes. Temos na produção 96% dos exames liberados pelo algoritmo”, revela.

A automação, integração e a evolução tecnológica resultam em agilidade, controle, otimização de recursos, redução de prazos para resultados e, sobretudo, qualidade nas análises laboratoriais.

“Nossos superlaboratórios estão alinhados com o que há de melhor e mais tecnológico no mercado. Estamos muito atentos à inovação e pesquisa, que são pilares dos dois NTOs. Com a verticalização da rede, é possível conhecer o histórico completo de saúde dos pacientes, o que permite uma análise laboratorial e diagnóstica ainda mais qualificada”, afirma a diretora executiva de Medicina Diagnóstica da Hapvida NDI, Cidéria Costa.

Os NTOs funcionam ininterruptamente, com turnos 24 horas por sete dias, em medicina diagnóstica. Outro diferencial da maior empresa de saúde da América Latina é a integração com os programas de prevenção. Um exemplo são os pacientes diabéticos. Uma vez que o beneficiário realiza um exame na rede e é constatado que o nível de hemoglobina glicada – que mede o açúcar no sangue – está alterado, um alerta é enviado à equipe médica para acompanhamento. Com isso, é possível ter agilidade no diagnóstico e reduzir o tempo de espera para início do tratamento.

“Não somos apenas entregadores de resultados que, após a conclusão, acabou a nossa parte. É preciso entender a fundo o que fazemos para melhorar a cadeia como um todo e, assim, trabalhar com inteligência na jornada do nosso paciente”, conclui Pessotti.

 

Dez visões de Uberlândia de quem produz e vive as culturas da cidade

Projeto audiovisual “Vivendo e Aprendendo Uberlândia” tem nova série de episódios

As artes e as culturas que moldam um povo, uma cidade e um país, são plurais. E por isso é tão importante conhecermos as particularidades do ponto de vista de cada um, do seu jeito de ver, de viver, de contar suas experiências e influências ancestrais. O projeto audiovisual “Vivendo e Aprendendo Uberlândia”, iniciativa da ONG Associação de Cultura e Cidadania Pérola Negra (Accipen), destaca os saberes e fazeres de pessoas que atuam em frentes de resistências em diferentes segmentos artísticos e culturais de Uberlândia.

Essa é a segunda série de documentários da ONG que atua há 20 anos em Uberlândia e traz os depoimentos de personalidades que atuam em diferentes segmentos da cultura popular e de tradições ancestrais afro-brasileiras e indígenas (Confira lista abaixo).

Na primeira temporada foram 16 episódios e nesta nova etapa, outros 10 estão chegando neste mês também no canal da Accipen no YouTube, cinco deles já estão disponíveis. Foram convidadas personalidades artísticas que por meio de suas experiências de vida contribuem, motivam e inspiram outras pessoas a propagarem a cultura ancestral em nosso cotidiano.

“Disponibilizar as obras e atividades gratuitamente é uma forma da ONG levar esses conhecimentos tão únicos para mais pessoas”, conta Andréa Bonifácio Camilo Borges, presidente da Accipen.

OFICINA E EXPOSIÇÃO
Viabilizado pelo Programa Municipal de Incentivo à Cultura (PMIC), o projeto “Vivendo e Aprendendo Uberlândia” terá ainda dois desdobramentos com atividades gratuitas. A primeira é a oficina de “Fotografias com Celular”, que acontecem nesta quarta (10) com todas as vagas disponibilizadas preenchidas. A segunda é a exposição fotográfica “Um Olhar Através de Câmeras de Celulares”, de 15 e 19 de julho, compostas por imagens registradas durante a oficina.  Tanto a oficina quanto a exposição acontecem na Oficina Cultural de Uberlândia.

“Queremos mostrar a sensibilidade e criatividade dos participantes. Cada imagem conta uma história única, pois retrata vários espaços significativos da jornada da Oficina Cultural”, afirma Luciano Dias dos Santos, ministrante da oficina e diretor cinematográfico do projeto.

ENTREVISTADOS DA 2ª EDIÇÃO DO PROJETO “VIVENDO E APRENDENDO UBERLÂNDIA”
NO AR
Claiton Rocha Santos (Kakko): Faz um trabalho de resistência artístico e cultural através do graffite na cidade e na região, e vem conseguindo seu espaço. É presidente da Cufa Uberlândia realizando ações nos âmbitos político, social, esportivo e cultural há 20 anos no Brasil.

Marisa Aparecida dos Santos: Presidente do Grupo de União e Consciência Negra de Uberlândia (Grucon).

Mestre Gnomo: Faz um trabalho de resistência e cultural com a capoeira, conquistando espaço dentro de Uberlândia ministrando aulas para um público de todas as idades.

Pedro Ivo de Oliveira: Conhecido artisticamente com DJ Oliver Soul. Traz em sua identidade musical referências do Afrobeat e da Black Music.

Wander Rodrigues: Referência no ensino e prática da dança de salão, atuante em Uberlândia há mais de duas décadas.

EM BREVE
Antonio Carlos Silva Sacco: Defensor da cultura, criador do projeto que resgata grandes músicas dos antigos carnavais, músico, professor e colecionador de grandes clássicos de vinil.

Ivy Anne Santos: Musicista, flautista da Banda Municipal de Uberlândia, produtora cultural e atual vice-diretora do Conservatório Estadual de Música Cora Pavan Capparelli.

Leticia Viana: Realiza um trabalho de resistência e cultura gastronômica, conquistando espaço dentro de uma cidade mineira vendendo comida baiana.

Silvio Expedito Cardoso: Conhecido como seu Ditão, trabalha no acolhimento de pessoas em situação de rua proporcionando a estas pessoas uma qualidade de vida incluindo cultura e lazer.

Washington Luiz Afonso: Diretor de bateria em escola de samba Garotos do Samba e integrante do Moçambique Filhos da Luz.

Odoguiinha anuncia seu primeiro álbum de studio

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O cantor e compositor Odoguiinha, causou alvoroço nas redes sociais ao anunciar que está prestes a lançar seu primeiro álbum de studio. Com uma legião de fãs fiéis, o artista promete surpreender a todos com músicas autênticas e cativantes.

Desde que surgiu no cenário musical, Odoguiinha conquistou o coração do público com seu carisma e talento. Suas músicas envolventes e letras marcantes o tornaram um dos artistas mais promissores da atualidade. Agora, com o anúncio de seu primeiro álbum de studio, ele se prepara para dar um passo importante em sua carreira.

Natural de Vitória de Santo Antão, Pernambuco, Odoguiinha é representado pelo empresário artístico Vinícius Henuns. Atualmente realizando apresentações por todo Brasil, Odoguiinha traz um repertório vibrante para entreter seus fãs e admiradores.

O novo álbum de Odoguiinha promete ser uma obra-prima incrível. Com influências que vão desde o forró eletrônico até o brega, o cantor planeja experimentar novos sons e ritmos em sua música. Além disso, espera-se que as letras do álbum sejam profundas e emocionantes, refletindo a essência artística de Odoguiinha.

Para a felicidade dos fãs, a espera pelo álbum de estreia de Odoguiinha está próxima do fim. A equipe do cantor anunciou que nas próximas semanas o álbum estará disponível nas plataformas digitais, levando suas músicas para outro nível. A expectativa é grande e a ansiedade aumenta a cada detalhe revelado por Odoguiinha.

Para não perder nenhum detalhe sobre o lançamento do primeiro álbum de Odoguiinha, fique atento às redes sociais do artista e às plataformas de streaming. Siga o artista e ative as notificações para ser um dos primeiros a ouvir as novas músicas.

Algar lança nova temporada de podcast sobre assuntos em alta no mundo empresarial

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Os episódios estão disponíveis em plataformas de áudio e no canal do grupo Algar no Youtube

Inovação, negócios, cultura, diversidade, carreira e gente são assuntos primordiais na pauta de qualquer empresa. E a Algar oferece uma possibilidade para se atualizar sobre os temas de forma prática, em qualquer lugar, com o AlgarCast, o podcast do grupo Algar. Uma nova temporada estará disponível nas plataformas de áudio Spotify, Deezer e no canal do grupo Algar no Youtube, com bate-papos com especialistas e insights valiosos sobre os assuntos em alta no mundo empresarial. O primeiro episódio desta quarta temporada do podcast, trata sobre ESG e o futuro sustentável do planeta e já pode ser conferido nos canais.

Serão 10 episódios falando sobre IA na rotina de empresas, estratégias para a retenção de talentos, como manter uma agenda ESG efetiva, cultura de inovação, inovação no agro e outros assuntos relevantes para os negócios. Os episódios contarão com a participação de especialistas do grupo Algar e profissionais convidados que também são autoridades nos temas dos episódios.

A iniciativa é mais uma forma da marca contribuir com a comunidade, desta vez com o compartilhamento de conhecimentos sobre temas relevantes, como comenta a Gerente de Marca e ESG da Algar, Carolinne Santini. “O AlgarCast é uma ferramenta para inspirar pessoas. Somos um Grupo perene e inovador, que conta com grandes profissionais que têm muito a compartilhar. Com isso, reunimos nossas referências com outros grandes nomes do mercado para promover bate-papos interessantes e simplificados sobre temas fundamentais para marcas, em um formato de mídia que pode ser consumido com facilidade”, destaca Carolinne.

As três primeiras temporadas, que somam mais de 40 episódios, também estão disponíveis nos canais do Grupo. As entrevistas debatem, por exemplo, sustentabilidade e os impactos das ações de hoje no futuro do meio ambiente, reflexos do metaverso nas relações humanas e o futuro das conexões e muito mais. Para os novos capítulos, o AlgarCast promete trazer ainda mais profundidade às conversas, mantendo o compromisso de oferecer conteúdo de alta qualidade e valor.

Para conferir todos os episódios, acesse: YouTube, Spotify e Deezer.

Sobre o grupo Algar
Algar é um Grupo empresarial com atuação nos setores TIC, Entretenimento e Agro em todo o território brasileiro. Com o propósito de ser Gente Servindo Gente, o Grupo, fundado em 1930, conta com cerca de 18 mil associados – como são chamados os colaboradores – e já conquistou a confiança de 2,7 milhões de clientes em seu portfólio que é composto pela Algar Telecom, Algar Tech, Algar Farming e Aviva, que engloba Rio Quente Resorts e Costa do Sauípe.

Além disso, o Grupo conta com unidades corporativas dedicadas à evolução e geração de impacto social do negócio, como o Instituto Algar, a UniAlgar e o Brain, que é o Instituto de Ciência e Tecnologia fundado pela Algar Telecom.

Amipa une forças para ajudar o Rio Grande do Sul em momento de crise

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Uma ação solidária coordenada pela Associação Mineira dos Produtores de Algodão (Amipa), por meio do seu Fundo Social Algobom, em parceria com a Cooperativa dos Produtores de Algodão do Estado de Minas Gerais (Cooperpluma), viabilizou a doação de mil toalhas de banho 100% algodão para o Rio Grande do Sul (RS). Os recursos financeiros destinados à compra do material foram doados pelos cotonicultores filiados às entidades. As toalhas foram embaladas individualmente e acompanhadas de cartões com mensagens de apoio à população gaúcha.

A Associação ainda promoveu uma campanha interna entre seus colaboradores para arrecadação de fraldas descartáveis infantis, que também foram destinadas à doação.

A gerente administrativa da Amipa, Lucélia da Costa Borges, explica como a organização coordenou essa iniciativa. “O processo começou com a identificação das demandas emergenciais apresentadas pelos gaúchos, que incluíam materiais de higiene pessoal e limpeza. Como nosso negócio é algodão, procuramos fabricantes de toalhas e negociamos um preço adequado à intenção de compra e ao orçamento. Após várias cotações, chegou-se a um acordo satisfatório que viabilizou a aquisição de um bom volume. Em seguida, propusemos uma parceria à Cooperpluma e fechamos o negócio”.

Inácio Carlos Urban, presidente da Cooperativa e vice-presidente da Amipa, destacou o impacto esperado com essa ação: “Sabemos que o que aconteceu no RS foi uma das maiores tragédias do Brasil, e que as consequências perdurarão por muitos meses. Esperamos impactar a vida imediata daqueles que foram beneficiados por nossa contribuição e incentivar outros a também contribuírem para amenizar a dor dos gaúchos. A parceria com a Associação, com nossos produtores de algodão e colaboradores, trouxe um senso de propósito à nossa missão de aquecer e dar conforto”. Ele reforça também o sentimento de altruísmo e solidariedade dos cotonicultores mineiros, que foram rápidos em aderir à causa. “A afirmativa que ‘uma andorinha sozinha não faz verão’ se faz muito verdadeira em momentos como o que Rio Grande do Sul está passando. Somente com a união de forças é possível socorrer e atingir mais pessoas. Foi o que ocorreu em nossa experiência”.

Kits infantis para confortar e ajudar crianças gaúchas
Pensando também em levar um pouco de cor e alegria para as crianças, a Amipa preparou 500 kits infantis para os pequenos gaúchos. Cada kit continha lápis de colorir, massinha de modelar, apontador, cartela de adesivos, pirulito e uma cartilha para colorir contando a “A História do Algodão”. Para tornar a iniciativa mais humanizada, a Associação procurou escolas de Patos de Minas (MG) a fim de obter cartas redigidas por crianças e que foram integradas aos kits. Desenhos, mensagens de apoio, orações manuscritas e até presentes foram preparados pelos estudantes com muito carinho e capricho.

Lucélia explica que a parceria com as escolas foi fundamental, pois as cartas foram uma forma de gerar um vínculo de aproximação “de criança para criança”, fazendo com que a mensagem de apoio fosse, de fato, verdadeira. “Todas as escolas receberam a ideia com entusiasmo e desenvolveram, junto aos alunos, trabalhos que demonstraram um profundo senso empatia, solidariedade e preocupação com o próximo”, diz.

Participaram da ação o Amparo Maternal Eurípedes Novelino e as escolas Colégio Nossa Senhora das Graças (CNSG), Colégio Tiradentes da Polícia Militar de Patos de Minas (CTPM), Confiar Kids Escola Infantil, Escola Estadual Monsenhor Fleury, Escola Estadual Professora Paulina de Melo Porto e Escola Estadual Professor Antônio Dias Maciel.

??A Amipa, além de empenhar recursos financeiro do Fundo Social Algobom para preparar os kits, também obteve apoio de doações das empresas solidárias integradas ao projeto em 2024: Grupo América Servis Terceirização e Serviços, Grupo Elite Travel e Paranoá Hotel.

Mobilização e Logística
A etapa final envolveu a negociação com a Secretaria de Desenvolvimento Social, Prefeitura de Patos de Minas e a Defesa Civil, para organizar o transporte das doações. Em 7 de junho, a carga foi despachada para uma base de apoio no Rio Grande do Sul, com distribuição prevista para as regiões do Vale do Taquari, Eldorado do Sul, Porto Alegre e Canoas.

A ação conjunta da Amipa e da Cooperpluma em representação aos cotonicultores mineiros, bem como de colaboradores, escolas e empresas solidárias, reflete a força da união e da solidariedade do povo mineiro em momentos críticos. “O slogan trabalhado na campanha foi ‘somos um só povo, somos todos irmãos’, portanto, faz todo o sentido que façamos algo frente à situação. Ainda há o fato de os produtores mineiros terem total solidariedade com a classe gaúcha, dado o conhecimento das dificuldades que o agronegócio vinha enfrentando antes da situação das chuvas e, agora, agravada pelo ocorrido” afirmou a gerente administrativa.

Para Daniel Bruxel, presidente da Associação, essa ação representa o papel do Fundo Social Algobom. “O Algobom é a ferramenta que o produtor de algodão de Minas Gerais utilizou para ajudar os irmãos do Sul e tenho certeza de que novas ações serão implementadas em prol do povo gaúcho. O produtor de algodão mineiro é solidário e estará sempre apoiando as pessoas em situações de vulnerabilidade, em vários municípios de Minas Gerais e do Brasil”, finaliza.

Legenda da foto: As doações foram entregues por colaboradores da Amipa e Cooperpluma na base de recolhimento da Prefeitura de Patos de Minas, de onde seguiu para o Rio Grande do Sul. Fotos: divulgação Amipa.

Livro registra trajetória de 50 anos da cafeicultura na Região do Cerrado Mineiro

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Projeto da Federação dos Cafeicultores do Cerrado homenageia a dedicação dos produtores e a evolução da cultura na Região

O Cerrado Mineiro, uma das mais renomadas regiões cafeeiras do Brasil, celebra mais de meio século de conquistas e desenvolvimento com o lançamento do livro “50 Anos de Cafeicultura na Região do Cerrado Mineiro”. Desenvolvida ao longo de dois anos pela Federação dos Cafeicultores do Cerrado, a obra homenageia a dedicação dos produtores locais e a evolução da cafeicultura na região.

Desde sua fundação, a Região do Cerrado Mineiro (RCM) se destaca pela produção de café de alta qualidade. Com 4.500 produtores em 55 municípios, ocupando 250 mil hectares, a RCM é responsável por 25,4% da produção de café em Minas Gerais e 12,7% da produção nacional. O livro retrata essa trajetória de sucesso, mostrando como a Região se tornou a primeira Denominação de Origem (DO) para café no Brasil.

Um dos pilares do sucesso do Cerrado Mineiro é seu modelo de governança, estruturado em cooperativas e associações. Este modelo garantiu a padronização e qualidade do café produzido e inspirou outras regiões produtoras no Brasil. Escrito em português e traduzido para o inglês, o livro de 179 páginas destaca como essa estrutura colaborativa impulsionou a produtividade e a sustentabilidade. O livro também explora as características que tornam o café do Cerrado Mineiro único como a localização geográfica privilegiada, estações climáticas bem definidas, altitudes entre 800 e 1.300 metros e solos férteis. Essas condições resultam em uma bebida com aroma intenso, acidez cítrica delicada e sabor adocicado, com notas de caramelo a nozes e um final marcante.

Ricamente ilustrado, a obra inclui depoimentos de produtores e presidentes da Federação dos Cafeicultores do Cerrado, como o primeiro presidente, Aguinaldo José de Lima. Para ele, o livro “50 Anos de Cafeicultura na Região do Cerrado Mineiro” é o registro do legado dos pioneiros, dos desbravadores, daqueles que, com força de trabalho e determinação, construíram a melhor cafeicultura do país, talvez do mundo. “É o registro da história preservada para as gerações futuras. É um grande o orgulho ter participado do início e da construção do Café do Cerrado Mineiro. Nestes 50 anos, não há fato mais importante do que a construção e consolidação desta como a melhor região produtora de café, tornando-se uma referência. Se tivesse que destacar um evento específico, diria que foram os fatos concomitantes da criação da marca, a demarcação da região produtora (algo inédito até então) e a criação da Caccer, que hoje é a Federação. Esses marcos proporcionaram o que existe hoje”, destaca.

Marca internacional
A Região do Cerrado Mineiro é reconhecida pelo compromisso com boas práticas agrícolas, sendo a região cafeeira com a maior área certificada no Brasil, incluindo a primeira fazenda de agricultura regenerativa do mundo. Este foco na sustentabilidade é amplamente destacado no livro, mostrando como a região combina tradição e inovação para enfrentar futuros desafios.

Segundo Gláucio de Castro, presidente da Federação dos Cafeicultores do Cerrado, o livro também destaca a expansão internacional da marca Cerrado Mineiro. “Atualmente, nossos cafés estão presentes em mais de 30 países, consolidando a RCM como um player importante no mercado global. A reputação de alta qualidade e capacidade de inovação fez da Região um verdadeiro ‘one stop shop’ para compradores de todo o mundo”, afirma.

Para o Sebrae, a história dos 50 anos da Cafeicultura na Região do Cerrado Mineiro é uma incrível jornada sobre protagonismo, empreendedorismo e pioneirismo. “Temos muito orgulho de ter contribuído e participado efetivamente da construção desta história. Ações como o Educampo, que oferece consultoria técnica e gerencial aos cafeicultores; o projeto de Estratégia de Marca Território (place branding); a conquista da Denominação de Origem; e o apoio à Cafeicultura Sustentável por meio de consultorias para certificação dos produtores, são algumas das diversas ações realizadas na região e que impactaram positivamente o agronegócio brasileiro e a cafeicultura mundial”, ressalta Marcos Alves, gerente do Sebrae Minas na Regional Noroeste e Alto Paranaíba.

Lançamento
O lançamento do livro ocorreu durante a Convenção da Região do Cerrado Mineiro, no dia seis de julho, em Patrocínio, Minas Gerais. O evento contou com a presença de produtores, líderes do setor e entusiastas do café, celebrando esta importante obra, que terá uma tiragem inicial de mil exemplares.

De acordo com Juliano Tarabal, diretor executivo da Federação, estão programados lançamentos itinerantes em diferentes localidades para ampliar o alcance da obra. “Esses eventos permitirão maior engajamento com a comunidade cafeeira e disseminação das lições e conquistas da RCM. 50 Anos de Cafeicultura na Região do Cerrado Mineiro é mais que um registro histórico; é uma celebração de inovação, sustentabilidade e qualidade. O livro é um legado para futuras gerações de cafeicultores e reafirma a posição do Cerrado Mineiro no cenário global do café”, conclui.