Do currículo ao contrato internacional: como exames de proficiência abrem portas no mercado estrangeiro

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Com a ascensão do trabalho remoto para startups e multinacionais estrangeiras, o domínio do inglês transformou-se de um diferencial no currículo em um pré-requisito obrigatório. Diante de um mercado sem fronteiras geográficas, apenas afirmar que tem conhecimento no idioma já não é suficiente para garantir as melhores oportunidades.

Essa transformação no mercado já reflete diretamente nas salas de aula. A diretora da Casa Thomas Jefferson em Uberlândia, Vanessa Firmino, revela que a procura por exames de proficiência na unidade registrou um crescimento expressivo. Para ela, a busca de empresas estrangeiras por talentos brasileiros já é uma realidade consolidada. “As barreiras geográficas foram rompidas, e é importante que os candidatos tenham segurança e autonomia ao se comunicar. Ter um teste de proficiência do idioma é o reconhecimento dessas habilidades”, destaca.

Na Casa Thomas Jefferson, o Departamento de Testes Internacionais (DTI) administra exames de proficiência na língua inglesa, bem como certificações profissionais de organizações internacionalmente reconhecidas. Para isso, conta com uma equipe de profissionais treinados para a realização de diferentes exames. Entre os principais testes aplicados está o Cambridge Assessment English, criado na Universidade de Cambridge, na Inglaterra. “É um exame aceito internacionalmente por milhares de instituições educacionais, governamentais e profissionais como comprovação de conhecimento e habilidades na língua inglesa”, explica Vanessa Firmino.

Na Thomas Jefferson, são aplicados todos os níveis do Cambridge Assessment English. Os aprovados no exame A2 Key, por exemplo, têm uma prova documental, de validade vitalícia, de que são capazes de se comunicar em inglês em situações simples do dia a dia. Já quem obtém aprovação no C2 Proficiency garante a comprovação de que domina o inglês no mais alto nível de proficiência.

Outros exames

A Casa Thomas Jefferson administra também o TOEFL, aceito como evidência de proficiência na língua inglesa na maioria das universidades em todo o mundo e por praticamente todas nos Estados Unidos. Avalia as habilidades em listening, reading, speaking e writing para a realização de tarefas acadêmicas. Já o IELTS (International English Language Testing System) destina-se àqueles que desejam trabalhar no exterior ou imigrar. A certificação é aceita no Reino Unido, na Europa, nos Estados Unidos, no Canadá, na Nova Zelândia e na Austrália.