Cirurgia robótica no tratamento da obesidade: o que esperar

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A cirurgia bariátrica é hoje uma das estratégias mais eficazes no tratamento da obesidade, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica – SBCBM. O procedimento não apenas trata a obesidade, como também as doenças associadas, como diabetes tipo 2, hipertensão arterial e apneia do sono. Com os avanços tecnológicos, a cirurgia robótica surge como uma evolução importante desse cuidado, oferecendo ainda mais precisão, segurança e previsibilidade aos resultados.

Dr. José Américo, cirurgião do aparelho digestivo, especialista em cirurgia bariátrica e cirurgia robótica do Instituto de Cirurgia Robótica do Triângulo (ICR.T), destaca o papel da tecnologia como aliada da excelência cirúrgica. “A cirurgia robótica pode ser indicada para todo paciente que busca o máximo de precisão e segurança”, afirma o médico.

Indicações da cirurgia robótica no tratamento da obesidade
A indicação da cirurgia bariátrica segue critérios bem estabelecidos por sociedades médicas, como o Índice de Massa Corporal (IMC) e a presença de doenças associadas. Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) e a American Society for Metabolic and Bariatric Surgery (ASMBS), a cirurgia é indicada para pacientes com IMC ≥ 40 kg/m² ou ≥ 35 kg/m², com comorbidades relevantes.

Dentro desse cenário, a cirurgia robótica pode ser aplicada nos principais procedimentos bariátricos, como o by-pass gástrico e a gastrectomia vertical (sleeve), especialmente quando se busca máxima precisão técnica, melhor visualização anatômica e maior controle dos movimentos cirúrgicos.

Quais são os principais diferenciais da cirurgia robótica na bariátrica?
Ao contrário do que muitos imaginam, a cirurgia robótica não substitui o cirurgião. Ela amplia suas capacidades. “Não é apenas sobre o robô, mas sobre o controle do cirurgião. A tecnologia robótica nos permite uma visualização em 3D e uma precisão milimétrica que a mão humana isolada não alcança”, explica o Dr. José Américo.

Entre os principais diferenciais da técnica estão:
* Visão tridimensional ampliada (3D): o cirurgião visualiza a anatomia com profundidade e ampliação, permitindo identificar estruturas milimétricas com mais clareza.
* Filtro de tremores: o sistema elimina movimentos involuntários da mão humana, garantindo gestos cirúrgicos mais estáveis e controlados.
* Instrumentos articulados: as pinças robóticas realizam movimentos superiores aos do punho humano, o que facilita suturas delicadas e a preservação dos tecidos.

Essas características resultam em menor trauma cirúrgico, melhor controle de sangramentos e preservação máxima das estruturas saudáveis, fatores associados a melhores desfechos pós-operatórios. Isso significa preservação máxima dos tecidos saudáveis, reconhece o médico.

O que muda para o paciente na recuperação?
Toda essa precisão técnica se reflete diretamente na experiência pós cirurgia. “Para o paciente, isso significa uma cirurgia com menos trauma, menos dor e um retorno mais rápido para a sua vida e sua família”, destaca o cirurgião.

Na prática, os principais benefícios observados são:
* Menor dor pós-operatória;
* Redução da necessidade de analgésicos;
* Retorno mais rápido às atividades diárias;
* Altas hospitalares mais precoces.

Tecnologia a favor da saúde e da qualidade de vida
“A cirurgia robótica não é o futuro, é o presente da excelência no tratamento da obesidade”, reforça o Dr. José Américo. Mais do que inovação, a cirurgia robótica representa o uso da melhor ferramenta disponível para oferecer segurança, conforto e resultados consistentes.

Ao unir tecnologia avançada, equipe altamente especializada e protocolos rigorosos, o ICR.T reafirma seu compromisso com um cuidado centrado no paciente e baseado em evidências científicas.

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