sexta-feira, julho 10, 2026
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Viva a evolução da área mais nobre da cidade no Parque Sul Karaíba

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 O microbairro que redefine os conceitos de morar, trabalhar e investir

A Casa Parque Sul é uma casa conceito multiuso instalada no microbairro de alto padrão Parque Sul Karaíba, localizado na Zona Sul de Uberlândia, que será inaugurada nesta terça-feira, 09 de dezembro.

Com infraestrutura completa e um toque de requinte, o espaço foi idealizado em um conceito híbrido: showroom de vendas, escritório de operação e ambiente institucional. Um local pensado para receber momentos especiais, tomar um café, fechar negócios ou simplesmente desfrutar da integração entre natureza e modernidade.

Assinada pela Agência SIC, com projeto arquitetônico de Henrique Damião e Lorena Alves e responsabilidade técnica do engenheiro Hericlis Pires, a estrutura possui um pavilhão central de 660 m², que vai abrigar sete salas, além de uma arena de 600 m², área para decorados, estacionamento.

Cada detalhe foi cuidadosamente planejado para criar um ambiente elegante, valorizando áreas verdes, promovendo integração e oferecendo mais qualidade de vida, um projeto à altura do microbairro mais exclusivo da cidade.

A Casa Parque Sul representa a leveza, a clareza, a integração visual e o protagonismo dos espaços livres que irão orientar os próximos lançamentos na região mais nobre de Uberlândia.

Vida de bairro, com cara de futuro
O Parque Sul Karaíba nasce para ser muito mais que um novo endereço na Zona Sul da cidade: ele inaugura um novo conceito de urbanismo, onde moradia, trabalho, saúde, lazer e conveniência convivem em harmonia dentro de um mesmo ecossistema urbano.

Com 15 terrenos destinados a condomínios verticais, com fachadas ativas de uso misto para comércio e serviços, incluindo cafés, conveniências e outras soluções do dia a dia, o bairro reduz deslocamentos, elimina horas no trânsito e amplia a qualidade de vida. Tudo ao alcance de uma caminhada, sempre acompanhado por áreas verdes, ciclovias e jardins que conectam as vias, criando uma rotina mais fluida, segura e saudável.

A tecnologia é outro pilar essencial do projeto. O Parque Sul Karaíba oferece Wi-Fi aberto em todas as áreas, garantindo conectividade constante para moradores e visitantes. O sistema de segurança reúne câmeras inteligentes capazes de identificar movimentos, pessoas, placas e rostos, organizando dados para apoiar as ações de vigilância. O parquinho infantil conta ainda com monitoramento dedicado, reforçando o cuidado e a proteção das crianças.

Anexo a tudo isso, o Parque Sul Karaíba traz um masterplan assinado pelo Escritório Perkins e Will, trazendo uma visão internacional de paisagismo, urbanismo e mobilidade, assinatura está presente em projetos no Brasil, Canadá, Estados Unidos, China, entre outros,  criando uma futura área voltada para bem-estar e saúde (não hospitalar), com alguns serviços em parceria com a Unimed Uberlândia. O Parque Sul vai se consolidar como um lugar onde arquitetura de classe mundial e saúde de excelência se unem para definir o futuro da zona sul de Uberlândia.

Localizado em um ponto privilegiado da Zona Sul, o microbairro está conectado aos principais eixos da cidade. Tudo isso garante que esteja totalmente alinhado ao crescimento da região mais valorizada de Uberlândia. O espaço está pronto para receber quem busca mais do que um endereço: um estilo de vida.

AELO-TAP renova representação no CODEMA e mantém participação nos debates sobre o futuro de Uberlândia

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A Associação das Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba (AELO-TAP) foi reconduzida para compor, no biênio 2027/2028, o Conselho Municipal de Desenvolvimento Ambiental (CODEMA) de Uberlândia, tendo Rodrigo Segantini do Nascimento como conselheiro titular e Fernando Menezes Belchior e Heula Senhorinha Tristão Carlos como conselheiros suplentes. A renovação da cadeira ocupada pela entidade garante a continuidade da representação do setor de desenvolvimento urbano em um dos principais fóruns de discussão sobre planejamento, sustentabilidade e políticas ambientais do município.

A permanência da AELO-TAP no conselho reforça a participação do segmento nas decisões e debates relacionados ao crescimento da cidade, permitindo que a entidade siga contribuindo com análises técnicas e propostas voltadas ao desenvolvimento urbano sustentável.

Órgão colegiado de caráter consultivo e deliberativo, o CODEMA reúne representantes do poder público e da sociedade civil para discutir temas estratégicos ligados ao meio ambiente e ao desenvolvimento sustentável de Uberlândia. Entre suas atribuições estão a avaliação de políticas ambientais, o acompanhamento de projetos e a proposição de ações que contribuam para o equilíbrio entre crescimento econômico e preservação ambiental.

Para o presidente da AELO-TAP e conselheiro titular no CODEMA, Rodrigo Segantini do Nascimento, a recondução da entidade como membro eletivo do conselho representa a continuidade de um trabalho construído ao longo dos últimos anos e reforça o compromisso da associação com o desenvolvimento planejado da cidade.

“A renovação da nossa participação no CODEMA reafirma a importância do diálogo entre os diferentes setores que ajudam a construir o futuro de Uberlândia. Seguiremos contribuindo de forma técnica e responsável para as discussões do conselho, defendendo iniciativas que promovam o desenvolvimento urbano sustentável, com equilíbrio entre crescimento econômico, preservação ambiental e qualidade de vida para a população”, diz Rodrigo Segantini do Nascimento.

Transformar boas ideias em projetos capazes de captar recursos e gerar impacto positivo nas comunidades é o objetivo da nova capacitação gratuita aberta à comunidade, que a LD Celulose abre inscrições na próxima segunda-feira (6). A formação em Leis de Incentivo, Emendas Parlamentares, elaboração e estruturação de projetos e estratégias de captação de recursos para iniciativas de impacto social, acontecerá em Indianópolis e Estrela do Sul, e para participar é necessário preencher formulário disponível aqui e em todas as redes sociais da LD Celulose até o dia 7 de agosto, sendo as vagas limitadas. O curso serve para capacitar gestores de ONGs, OSCs, assessores e agentes públicos a financiar e estruturar projetos sociais, ensinando na prática como elaborar propostas e acessar recursos financeiros do governo por meio de leis de incentivo, emendas parlamentares e editais públicos A formação será realizada em duas etapas. Na primeira, os participantes terão acesso a uma formação presencial conduzida por uma equipe especializada contratada pela LD Celulose, com mais de dez anos de experiência na elaboração de projetos incentivados, captação de recursos e desenvolvimento de iniciativas de impacto social. Após a conclusão desta etapa, os participantes que concluírem a capacitação e demonstrarem maior engajamento e desempenho serão selecionados para a segunda fase do programa, composta por uma mentoria especializada, em que será oferecido acompanhamento técnico para fortalecer as propostas e ampliar seu potencial de captação de recursos. Em Indianópolis, os encontros acontecerão nos dias 18 e 25 de agosto e 1º de setembro, das 8h às 17h, no Centro de Coleta Seletiva Gustavo Amaro Borges, localizado na Rua Arlindo Emídio Pereira, nº 75. Já em Estrela do Sul, a formação será realizada nos dias 20 e 27 de agosto e 3 de setembro, também das 8h às 17h, na Escola Estadual Maria Moreira de Vasconcelos, situada na Praça Dr. Argelino de Morais, nº 77, Centro. Programa Formar para Incentivar Esta formação, com inscrições abertas, faz parte do Programa Formar para Incentivar, criado pela LD Celulose e que oferece capacitações gratuitas para gestores públicos e privados, organizações da sociedade civil (OSCs), associações comunitárias, empreendedores de impacto, pessoas físicas e jurídicas interessadas em desenvolver projetos com potencial de transformação social. Criado dentro do eixo de Desenvolvimento Regional da LD Celulose, o programa tem como objetivo desenvolver competências para que os participantes aprendam a estruturar projetos e ampliem sua capacidade de captar recursos por meio de leis de incentivo, editais, emendas parlamentares e outras oportunidades de financiamento voltadas ao desenvolvimento local. Para a analista de Investimentos Sociais da LD Celulose, Paloma Campos, a iniciativa reforça a estratégia da empresa de investir não apenas em projetos sociais, mas também no fortalecimento da sociedade civil, contribuindo para que lideranças e organizações desenvolvam autonomia na elaboração de iniciativas sustentáveis e na mobilização de recursos para seus municípios. “Mais do que apoiar iniciativas, queremos contribuir para que organizações e lideranças locais se tornem protagonistas do desenvolvimento de seus municípios. Ao oferecer capacitação em elaboração de projetos e captação de recursos, estamos investindo na construção de uma rede mais preparada para acessar oportunidades de financiamento e transformar boas ideias em ações concretas para a região”, afirma Paloma. O programa complementa as ações de investimento social da LD Celulose, que também destina recursos para projetos incentivados por meio de editais próprios. Anualmente, a empresa abre um chamamento para seleção de projetos, que são avaliados conforme as diretrizes estabelecidas em edital. Com a capacitação, a expectativa é ampliar o número de organizações preparadas para acessar essas e outras oportunidades de financiamento, fortalecendo o desenvolvimento regional

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Transformar boas ideias em projetos capazes de captar recursos e gerar impacto positivo nas comunidades é o objetivo da nova capacitação gratuita aberta à comunidade, que a LD Celulose abre inscrições na próxima segunda-feira (6). A formação em Leis de Incentivo, Emendas Parlamentares, elaboração e estruturação de projetos e estratégias de captação de recursos para iniciativas de impacto social, acontecerá em Indianópolis e Estrela do Sul, e para participar é necessário preencher formulário disponível aqui e em todas as redes sociais da LD Celulose até o dia 7 de agosto, sendo as vagas limitadas.

O curso serve para capacitar gestores de ONGs, OSCs, assessores e agentes públicos a financiar e estruturar projetos sociais, ensinando na prática como elaborar propostas e acessar recursos financeiros do governo por meio de leis de incentivo, emendas parlamentares e editais públicos

A formação será realizada em duas etapas. Na primeira, os participantes terão acesso a uma formação presencial conduzida por uma equipe especializada contratada pela LD Celulose, com mais de dez anos de experiência na elaboração de projetos incentivados, captação de recursos e desenvolvimento de iniciativas de impacto social. Após a conclusão desta etapa, os participantes que concluírem a capacitação e demonstrarem maior engajamento e desempenho serão selecionados para a segunda fase do programa, composta por uma mentoria especializada, em que será oferecido acompanhamento técnico para fortalecer as propostas e ampliar seu potencial de captação de recursos.

Em Indianópolis, os encontros acontecerão nos dias 18 e 25 de agosto e 1º de setembro, das 8h às 17h, no Centro de Coleta Seletiva Gustavo Amaro Borges, localizado na Rua Arlindo Emídio Pereira, nº 75.

Já em Estrela do Sul, a formação será realizada nos dias 20 e 27 de agosto e 3 de setembro, também das 8h às 17h, na Escola Estadual Maria Moreira de Vasconcelos, situada na Praça Dr. Argelino de Morais, nº 77, Centro.

Programa Formar para Incentivar
Esta formação, com inscrições abertas, faz parte do Programa Formar para Incentivar, criado pela LD Celulose e que oferece capacitações gratuitas para gestores públicos e privados, organizações da sociedade civil (OSCs), associações comunitárias, empreendedores de impacto, pessoas físicas e jurídicas interessadas em desenvolver projetos com potencial de transformação social.

Criado dentro do eixo de Desenvolvimento Regional da LD Celulose, o programa tem como objetivo desenvolver competências para que os participantes aprendam a estruturar projetos e ampliem sua capacidade de captar recursos por meio de leis de incentivo, editais, emendas parlamentares e outras oportunidades de financiamento voltadas ao desenvolvimento local.

Para a analista de Investimentos Sociais da LD Celulose, Paloma Campos, a iniciativa reforça a estratégia da empresa de investir não apenas em projetos sociais, mas também no fortalecimento da sociedade civil, contribuindo para que lideranças e organizações desenvolvam autonomia na elaboração de iniciativas sustentáveis e na mobilização de recursos para seus municípios.

“Mais do que apoiar iniciativas, queremos contribuir para que organizações e lideranças locais se tornem protagonistas do desenvolvimento de seus municípios. Ao oferecer capacitação em elaboração de projetos e captação de recursos, estamos investindo na construção de uma rede mais preparada para acessar oportunidades de financiamento e transformar boas ideias em ações concretas para a região”, afirma Paloma.

O programa complementa as ações de investimento social da LD Celulose, que também destina recursos para projetos incentivados por meio de editais próprios. Anualmente, a empresa abre um chamamento para seleção de projetos, que são avaliados conforme as diretrizes estabelecidas em edital. Com a capacitação, a expectativa é ampliar o número de organizações preparadas para acessar essas e outras oportunidades de financiamento, fortalecendo o desenvolvimento regional.

Araguari recebe sessão gratuita do Cine Família na Praça no dia 16 de julho

Araguari recebe, no dia 16 de julho, mais uma edição do Cine Família na Praça, projeto que desde 2014 transforma espaços públicos em salas de cinema ao ar livre. A sessão gratuita acontece em frente Palácio dos Ferroviários, com uma programação voltada para pessoas de todas as idades.

Nesta edição, o público poderá acompanhar o longa Looney Tunes – O Filme, estrelado por personagens que atravessam gerações, como Patolino e Gaguinho, além de três curtas-metragens mineiros reconhecidos em festivais de cinema nacionais e internacionais: Cordões e Sinos de Além-Mar, Alfredo e Big Bang.

Os filmes a serem exibidos possuem áudio em português e legendas descritivas, sendo as projeções feitas em uma grande tela de 40m² usando equipamentos de última geração. Na praça vai ter carpete vermelho e cadeiras com braço. O espaço contará também com banheiros químicos adaptados e área de atendimento prioritário para receber idosos, pessoas com deficiência, gestantes, entre outros. O evento é gratuito, acessível e livre para todos os públicos.

A proposta do Cine Família na Praça, que é patrocinado pela Algar por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, é ampliar o acesso ao cinema e proporcionar uma experiência cultural gratuita. Mais do que assistir a filmes, o projeto convida famílias, amigos e moradores a ocuparem a praça e compartilharem momentos de convivência.

Para Marcelo Mamede, coordenador do projeto, voltar a Araguari é motivo de alegria. “A cidade já faz parte da história do Cine Família na Praça. É a quarta vez que estaremos aqui e voltar justamente nesta 10ª edição, levando novamente uma noite de cinema, cultura e convivência para toda a família, é especial.”

Para Paulo Apóstolo da Silva, presidente da Fundação Araguarina de Educação e Cultura, receber novamente o Cine Família na Praça reforça a importância de ampliar o acesso da população a atividades culturais gratuitas.

Ao longo de sua trajetória, o Cine Família na Praça já realizou 42 exibições em 22 municípios mineiros, alcançando cerca de 60 mil espectadores. Em 2026, além de Araguari, o circuito passará por Uberaba, Carmo do Paranaíba, Monte Alegre de Minas e Uberlândia.

Serviço
Cine Família na Praça – Araguari
Data: 16 de julho
Local: Em frente ao Palácio dos Ferroviários
Entrada gratuita
Evento acessível
Livre para todos os públicos

Programação
17h – Abertura da praça e recepção do público
19h – Sessão de curtas
Cordões e Sinos de Além-Mar
Alfredo
Big Bang
20h15 – Looney Tunes – O Filme

Center Shopping Uberlândia realiza 7ª edição do Festival Degusta com gastronomia, música e entrada gratuita

O Center Shopping Uberlândia realiza a 7ª edição do Festival Degusta, um dos eventos gastronômicos mais aguardados da cidade. Entre os dias de 16 a 19 e de 23 a 26 de julho, em uma estrutura especialmente preparada na entrada do shopping pela avenida João Naves de Ávila, o público poderá desfrutar de uma experiência ao ar livre que reúne gastronomia, música e entretenimento.

Serão oito dias de festival com diversos sabores e ritmos para todos os gostos. Nesta edição, mais de 10 restaurantes participam do evento, oferecendo menus especiais e uma grande variedade de opções gastronômicas para agradar aos mais diversos paladares.

A programação inclui ainda 15 atrações ao vivo, com shows que passeiam por diferentes estilos, do pagode à música eletrônica, passando pelo samba, pop rock e rock, e a grande novidade da edição é o sertanejo, além da final da Copa do Mundo que será transmitida durante o Festival. As apresentações prometem criar uma atmosfera descontraída e acolhedora para quem deseja aproveitar bons momentos com amigos e familiares.

“O Festival Degusta já faz parte do calendário de eventos de Uberlândia e região. Para esta 7ª edição, estamos preparando uma experiência ainda mais completa, com uma seleção diversificada de restaurantes, atrações musicais e um ambiente pensado para reunir famílias e amigos. Queremos proporcionar momentos especiais, combinando gastronomia, entretenimento e convivência em um só lugar”, afirma Jonas Mendonça, gerente de Marketing do Center Shopping.

Com proposta voltada para toda a família, o Festival Degusta é uma oportunidade para experimentar novos sabores, conhecer diferentes restaurantes e aproveitar momentos especiais em um ambiente preparado para proporcionar conforto, lazer e diversão.

Música ao vivo todos os dias
A trilha sonora do Festival Degusta Center Shopping promete ser um espetáculo à parte! Em cada dia do evento, o público vai curtir shows de bandas e artistas locais, com repertórios que passeiam pelo rock, sertanejo, pop rock, samba e outros estilos. Para abrir o festival com muita energia, a banda Venosa, que já virou tradição em toda edição, sobe ao palco logo no primeiro dia. Confira as atrações já confirmadas:

Atrações de 16 a 19 de julho
16/07 17/07 18/07 19/07
18h – DJ Purge 18h – DJ Toghia 16h – DJ Jhon Lopes 15h – DJ Viniish
20h – Venosa 20h – Lucas e Guilherme 18h – Sociedade Livre 16h – Final da Copa do Mundo
20h – Sempre Bom 20h – Sambarylove
Atrações de 23 a 26 de julho
23/07 24/07 25/07 26/07
18h – DJ Purge 18h – DJ Toghia 16h – DJ Jhon Lopes 16h – DJ Viniish
20h – Venosa 20h – Ju Gomes 18h – Undergrounds 18h – Black Violet
20h – Madame Surtô 20h – Pente Redondo

 

Sabores Especiais
Um dos grandes destaques do Festival Degusta Center Shopping é, sem dúvida, a gastronomia! Cada restaurante participante preparou um menu exclusivo para o evento, pensado especialmente para que o público possa experimentar diferentes sabores durante os dias de festival.

  • Mana Pasta
  • Frutaria São Paulo
  • Caramel
  • Clementina
  • Coco Bambu
  • Point Mercado
  • Noema
  • Faca & Fogo
  • Divino Pizza
  • Divino Vinho
  • Toro Burger
  • O Baianeiro
  • Bar (Uberlândia Refrescos)
  • Kantine

O cardápio completo do Festival Degusta estará disponível nas redes sociais, app ou no site do center Shopping.

Serviço – Festival Degusta Center Shopping
Data: 16 a 19 e de 23 a 26 de julho
Horário: quintas e sextas-feiras das 18h às 23h, e sábados e domingos das 16h às 23h; com exceção do domingo 19/07 que inicia às 15h.
Local: Espaço especialmente preparado no Estacionamento João Naves do Center Shopping.
Pet Friendly
Entrada Gratuita

Como criar rotina de estudos de inglês sem autossabotagem na era das distrações

Em um mundo hiperconectado, onde as notificações do celular disputam a nossa atenção a cada segundo, o maior desafio de quem decide aprender algo novo não é a falta de tempo, mas a autossabotagem. Com a rotina cada vez mais fragmentada por vídeos curtos e excesso de informação, criar o hábito de estudar tornou-se uma batalha psicológica contra a procrastinação. Para ajudar a romper esse ciclo, a diretora da unidade da Casa Thomas Jefferson em Uberlândia, Vanessa Firmino, apresenta estratégias práticas voltadas para quem deseja construir uma rotina de estudos sustentável, focada na realidade atual e no respeito ao próprio ritmo.

O erro mais comum ao iniciar um plano de estudos, segundo a diretora, é desenhar uma rotina idealizada, baseada em padrões irreais de alta performance vistos nas redes sociais. “Planejar duas horas de estudo diárias em uma semana cheia de compromissos profissionais e pessoais é o primeiro passo para a frustração. Quando a meta não é cumprida, surge o efeito dominó da autossabotagem e o sentimento de fracasso faz o estudante abandonar o projeto por completo”.

Confira abaixo algumas dicas para que o estudo da língua inglesa seja prazeroso e fluido:

Abandone as metas gigantes, foque nos micro-hábitos: Para o cérebro, começar é a parte mais difícil. Em vez de mirar em blocos exaustivos de estudo, o ideal é estipular de 15 a 20 minutos diários de foco total. No aprendizado de um idioma, por exemplo, a constância diária gera uma retenção de conteúdo muito maior do que três horas concentradas apenas no sábado.

Reduza o atrito com o ambiente: A força de vontade é um recurso limitado. Se o celular estiver ao lado do caderno, a distração vencerá. Organizar o ambiente a favor do estudo significa deixar os materiais visíveis e acessíveis e afastar os distratores antes de começar.

Ancoragem de hábitos: Criar um hábito do zero exige muita energia. O segredo é pegar carona em algo que já faz parte do dia a dia. Vincular o estudo a uma ação fixa — como “estudar 15 minutos logo após tomar o café da manhã” ou “abrir o livro antes de ligar a TV à noite” — automatiza a decisão e evita a fadiga mental.

“Além dessas técnicas individuais, contar com um ecossistema de aprendizagem flexível faz a diferença. Na Casa Thomas Jefferson oferecemos ambientes que promovem a imersão natural e suporte pedagógico contínuo, que ajudam a transformar a organização dos estudos em uma experiência prazerosa e integrada ao estilo de vida moderno”, finalizou a diretora da unidade em Uberlândia, Vanessa Firmino.

Joyce Ribeiro faz da cidade de São Gonçalo do Sapucaí um mapa de causos, memórias e arte

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Foto: Joyce Ribeiro por Paulo libanio
Em 2020, Joyce Ribeiro estendeu uma faixa em uma rua de São Gonçalo do Sapucaí com a frase: “Pensar nela, em oposição a pensar em não pensar nela”. A ação aconteceu na Vila de Fátima, bairro onde a artista nasceu e viveu por 28 anos. Naquele período, Joyce caminhava pela cidade e anotava memórias que surgiam durante o trajeto. No dia seguinte, costurava essas lembranças com ficção, escrita e novas imagens do território. A frase da faixa, hoje uma das obras que integram a exposição Rio Que Grita, marcou também uma decisão: olhar novamente para a cidade de origem e transformar esse retorno em pesquisa artística. A mostra terá abertura no dia 11 de julho de 2026, das 10h às 13h, em São Gonçalo do Sapucaí, no Sul de Minas Gerais, com programação até 9 de agosto. A exposição reúne fotografia, vídeo, objeto, cerâmica, escrita, contação de histórias e ações urbanas. As obras estarão espalhadas por diferentes pontos da cidade, com oficinas, roda de conversa, ativações de percurso e distribuição gratuita de mapas interativos. A mostra nasce do Projeto Bageira, pesquisa desenvolvida por Joyce ao longo dos últimos seis anos sobre os modos de relação, ação e convívio no interior. Artista, educadora e historiadora, Joyce apresenta sua primeira exposição individual na cidade natal, após mais de uma década de atuação entre São Paulo e Minas Gerais. Em sua produção, causos caipiras, memórias orais, objetos do cotidiano e histórias locais entram em diálogo com a arte contemporânea. “Não me interessa separar o que é lembrança, invenção ou história, mas compreender como essas dimensões produzem juntas uma forma de conhecimento”, afirma Joyce Ribeiro. Uma artista entre dois territórios Joyce Ribeiro abriu seu primeiro ateliê aos 14 anos, em São Gonçalo do Sapucaí, e começou a lecionar aos 17. Aos 28, mudou-se para São Paulo para estudar artes visuais. A passagem pela capital ampliou o contato com instituições, escolas e espaços de formação, mas também mudou a forma como ela passou a olhar para a cidade de origem.
Foto: Acervo pessoal de Joyce Ribeiro
“As estruturas do sistema colonial são construídas para que a gente reconheça o fora como centro, como desenvolvimento, e o peso desse deslocamento atravessa minha produção de forma estrutural. Trata-se de uma mudança de percepção sobre o que é centro, margem e pertencimento”, diz. Ao retornar para São Gonçalo do Sapucaí, a artista passou a olhar para a cidade com as ferramentas adquiridas no contato com a arte contemporânea, mas também com perguntas que vinham da própria experiência de ter saído, estudado fora e voltado. A pesquisa nasce desse encontro entre formação artística, memória pessoal e vida no interior. “O interior passa a aparecer como um campo potente de produção de sentido, com seus próprios modos de fazer, narrar e existir, onde a narrativa oral, o causo caipira, se afirmam como forma legítima de construção de conhecimento, memória e imaginação”, afirma. Enrico Rocha, artista e analista, escreve no texto de apresentação da exposição, que nesse movimento entre a cidade pequena e o maior centro urbano do país, Joyce descobriu que migrar também pode tornar alguém estrangeiro no próprio lugar. Essa estranheza, segundo ele, tornou-se matéria de poesia. A árvore que virou canoa
FOTO: Acervo pessoal de Joyce Ribeiro
A exposição tem origem simbólica na Bageira, árvore que marcou o imaginário de São Gonçalo do Sapucaí. Localizada na região central da cidade, próxima à igreja matriz, ela foi abatida em 1956, mas continuou presente nas histórias, lembranças e referências dos moradores. No projeto, Joyce fabula um novo destino para essa árvore: ao morrer, ela teria virado canoa para tocar o rio Sapucaí. “Bageira representa justamente a permanência intangível da história e da memória, ela guarda o imaginário regional de uma comunidade sobre o seu território”, afirma a artista. Para Joyce, a Bageira funciona como corpo narrativo, imagem de continuidade e método de criação. Assim como a árvore muda de forma sem desaparecer, o projeto propõe transformações entre história e fabulação, território e linguagem, memória e criação artística. “Nesse sentido, a Bageira não é apenas um elemento do passado, mas um corpo que continua operando no presente como narrativa, como referência e como forma de pertencimento”, diz. O título da exposição também nasce do território. Sapucaí, palavra de origem tupi-guarani, pode ser traduzida como “rio que grita” ou “rio que canta”, em referência aos sons produzidos pelas cumbucas da árvore sapucaia ao caírem na água. Essa imagem conduz parte da mostra, associando o rio às ideias de movimento, percurso, fronteira e retorno. O causo como forma de conhecimento Em Rio Que Grita, Joyce Ribeiro parte dos causos caipiras, mitos, lendas, boatos e histórias de São Gonçalo do Sapucaí para criar aproximações entre arte contemporânea e historiografia. Formada em História pela UEMG e pós-graduada em História, Sociedade e Cultura pela PUC-SP, a artista investiga aquilo que a história oficial muitas vezes não alcança: vivências, afetos, conflitos, crenças, estratégias de sobrevivência e modos de perceber o mundo transmitidos pela oralidade. “As narrativas presentes nos causos caipiras carregam camadas de experiência que muitas vezes escapam à historiografia oficial. Elas não estão comprometidas com uma linearidade ou com a validação institucional dos fatos, mas com a transmissão de vivências, afetos, tensões e formas de perceber o mundo”, afirma. Essas histórias, segundo Joyce, revelam formas de existência que sustentam a vida em comunidade: relações de trabalho, conflitos, violências silenciosas, estratégias de sobrevivência, crenças e imaginários.
FOTO: Acervo pessoal de Joyce Ribeiro
“Me interessa construir pontes não para traduzir essas narrativas ao modelo oficial, mas para tensioná-lo, reconhecendo nos causos caipiras uma forma legítima de produzir história”, diz. Para o arquiteto, artista visual e diretor do MARP – Museu de Arte de Ribeirão Preto, Nilton Campos, curador da exposição, o trabalho de Joyce se insere em uma discussão própria da arte contemporânea, ao olhar para a realidade, a rotina e os modos de vida que formam uma comunidade. “A arte contemporânea tem, em sua essência, a proposta de discutir a própria realidade e o cotidiano em que vivemos”, afirma. O curador, destaca que, ao trazer memórias, encontros e histórias contadas pelos próprios participantes, o projeto faz emergir o universo caipira e a memória oral como matéria artística. “Essas histórias também se transformam de acordo com quem as conta. É muito interessante observar tudo isso mesclado”, diz. A contação de histórias, nesse sentido, vai além do tema. Ela estrutura o modo como as obras existem, circulam e se transformam. Cada relato muda conforme quem conta, onde conta e para quem conta. É nessa variação que Joyce aproxima a oralidade das práticas da arte contemporânea e desloca a ideia de obra como algo fixo ou encerrado em um objeto. A cidade como parte da obra Os trabalhos de Rio Que Grita nascem de encontros. No Lago Piscina, antigo local de mineração transformado em parque e marcado por histórias de afogamento, Joyce realizou a ação Profundo, depositando uma boia de mergulho no lago. Moradores que inicialmente estranhavam sua presença passaram a acompanhar o processo, disponibilizaram um barco, ensinaram a artista a remar, ajudaram na gravação e permaneceram no local até o fim da ação. Em outro trabalho, Joyce fez um trato com o caminhoneiro Reinaldo Massei, conhecido como Sr. Branco. Ele emprestou o para-barro do caminhão para que a artista pintasse a frase “Rio Que Grita” e comprometeu-se a contar, pelas estradas do país, que a frase se refere ao nome da cidade: Sapucaí, “rio que grita” ou “rio que canta”. “Nesse gesto, a obra deixa de estar restrita ao espaço expositivo e passa a circular pelo mundo através da oralidade. A narrativa se desloca do objeto para o trânsito, do suporte físico para a transmissão oral. O trabalho, nesse sentido, não termina na sua realização: ele se prolonga na fala de outras pessoas, em novos contextos, em possíveis recontagens”, explica Joyce. Nilton Campos, avalia que um dos pontos centrais de Rio Que Grita é a forma como a exposição ativa a cidade e suas relações. “O que mais me chamou a atenção na exposição, é que a Joyce, ao fazer essa proposição artística, ativa      a própria cidade, fazendo com que os moradores repensem suas origens e      suas referências no espaço urbano”, afirma. Segundo ele, os lugares são importantes, mas a força do projeto está nas pessoas envolvidas. “Os lugares são essenciais neste projeto, são diferentes pontos da cidade ativados pela exposição. No entanto, são as pessoas envolvidas que ela mobiliza e com as quais dialoga em muitos desses espaços, ativando-os de diferentes maneiras.           É bonita a relação que Joyce estabelece com essas pessoas”, diz. Enrico Rocha sintetiza essa dinâmica no texto de apresentação da exposição: “A cidade participa”. Para Joyce, os trabalhos não chegam prontos aos lugares. Eles se formam também a partir dos vínculos criados durante o processo. “Os trabalhos foram desenvolvidos a partir de tratos e acordos com diferentes pessoas, o que faz com que a obra já aconteça como resultado de uma construção compartilhada. Nesse sentido, a exposição não é apenas um momento de apresentação, mas a continuidade desse processo”. Arte contemporânea a partir do interior
FOto: Acervo pessoal de Joyce Ribeiro
Ao ocupar diferentes pontos de São Gonçalo do Sapucaí, a exposição responde à concentração dos circuitos culturais nas grandes cidades. A pesquisa parte da experiência de perceber como o acesso à arte contemporânea, às instituições e aos espaços de formação permanece centralizado, produzindo desigualdade de acesso e de legitimidade. A artista afirma o interior como território de cultura, memória, linguagem e pensamento. O Bageira nasce dessa perspectiva: reconhecer o que já existe no território e criar condições para que essas histórias circulem de outros modos. “Bageira não é sobre levar arte para o interior, mas afirmar que a arte já está lá – e que ela pode ser um espaço de construção de vínculo, de leitura de mundo e de invenção de outras possibilidades de existência que podem interessar a qualquer pessoa, de qualquer lugar”, destaca. Para Campos, a relação entre obra, cidade e público forma uma das bases da exposição. “É uma simbiose de todos esses elementos. Afinal, a cidade é constituída pelas pessoas, e o trabalho de Joyce promove o reconhecimento de São Gonçalo por sua própria comunidade”, afirma. O curador também destaca o papel da dúvida dentro do trabalho de Joyce. Ao reunir histórias ligadas à cidade e ficções construídas pela artista, a exposição convida o público a refletir sobre memória, pertencimento e imaginação. “Essa dúvida desempenha um papel muito importante na reflexão das pessoas sobre tudo isso”, diz o curador. Programação A exposição Rio Que Grita poderá ser visitada de 11 de julho a 9 de agosto de 2026, em São Gonçalo do Sapucaí, Minas Gerais. Além da exposição, o projeto prevê ações educativas e atividades complementares, entre elas duas oficinas de contação de histórias e cerâmica, uma roda de conversa, quatro ativações de percurso com deslocamento de van e três ativações de percurso a pé. As ações terão classificação livre e previsão de público aproximado de 20 pessoas por atividade. Também serão produzidos mapas interativos, distribuídos gratuitamente nos espaços expositivos, bibliotecas públicas e escolas, para orientar o público na realização dos percursos. Sobre Joyce Ribeiro Joyce Ribeiro é artista, educadora e historiadora. Natural de São Gonçalo do Sapucaí, Minas Gerais, vive e trabalha entre São Paulo e Minas Gerais desde 2014. É formada em História pela UEMG e pós-graduada em História, Sociedade e Cultura pela PUC-SP. Sua pesquisa investiga a construção do imaginário cultural caipira, as contações de causos de tradição oral e suas relações com a escrita historiográfica. Em seus trabalhos, articula memória, ficção, território, oralidade e arte contemporânea, criando proposições em fotografia, vídeo, objeto, cerâmica, escrita, ação e contação de histórias. Entre seus trabalhos recentes estão Conversas de Bageira, apresentado na Move Arte, em São Paulo; a residência artística Ouro Preto Inevitável, no Instituto de Arte Contemporânea de Ouro Preto; a exposição Afeiçoar-se, com curadoria de Nilton Campos, no Centro Cultural Correios, no Rio de Janeiro; e participação na POSVERSO — Bienal Internacional de Poesía Experimental da Argentina. Em 2025, recebeu o prêmio do Edital Saberes Gerais, da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, por meio da Fundação de Arte de Ouro Preto, em reconhecimento à sua atuação nas artes visuais. Editais que estão financiando o projeto: 2026 – Edital de Chamamento Público nº 01/2026 – Seleção de projetos para recebimento de bolsas culturais de promoção, difusão, circulação, residência e intercâmbio cultural com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura – PNAB (Lei nº 14.399/2022) – Governo Federal, Ministério da Cultura Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais e Subsecretaria de Cultura. 2026 – Edital de Chamamento Público nº 002/2026 – Projetos Culturais – Seleção de projetos para firmar termo de execução cultural com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura – PNAB (Lei nº 14.399/2022) – Secretaria de Cultura de São Gonçalo do Sapucaí. O projeto também conta com o patrocínio da EBM Contábil, empresa com sede em São Gonçalo do Sapucaí. Serviço Exposição: Rio Que Grita | Projeto: Bageira Artista: Joyce Ribeiro Curador: Nilton Campos Abertura: 11 de julho de 2026 Horário da abertura: 10h às 13h Período: 11 de julho a 9 de agosto de 2026 Local: São Gonçalo do Sapucaí, Minas Gerais   Atividades: exposição, oficinas, roda de conversa, ativações de percurso, mediação cultural e mapas interativos Classificação: livre

Nº1 do Brasil, André Baran chega embalado ao Sand Series de São Paulo

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De volta ao posto de número 1 do ranking nacional e 3 do mundo no beach tennis após a conquista do BT400 de Palmas no último fim de semana, André Baran chega em alta para a disputa do Sand Series de São Paulo. Um dos principais torneios do calendário da modalidade em 2026, o SS terá início nesta quinta-feira, com as finais previstas para domingo. A competição renderá mais de 600 pontos à dupla campeã, além de distribuir premiação em dinheiro de 75 mil dólares.

Confiante após a boa sequência nos últimos torneios, André Baran se vê no melhor momento da temporada e aposta em boa performance para brigar por mais um título. O catarinense é o atual campeão do Sand Series de São Paulo e sonha em terminar a competição novamente no lugar mais alto do pódio.

“Estar aqui em São Paulo para a disputa do Sand Series é sempre muito especial, não à toa é uma das principais etapas do circuito mundial. Estamos no nosso melhor momento da temporada, retomamos a nossa melhor condição técnica e mental e estamos confiantes de que podemos fazer um grande trabalho esta semana. Chegamos com muita confiança e muita vontade de deixar tudo em quadra e brigar por mais um título”, disse o atleta parceiro das marcas Havan, Acto, Loja BT, Heroes”, DaColônia, Aquacoco, Sunrise Homes, Grupo Urca, Unifique, Club Med e Oakley.

Após a disputa do Sand Seris de São Paulo, o calendário internacional da modalidade será retomado no início de agosto com a disputa do BT200 de Ocean City, em Maryland, nos Estados Unidos.

Evandro Jr. faz participação especial no show de Diego & Victor Hugo, em Santa Bárbara (MG)

O cantor Evandro Jr. será uma das atrações especiais da noite desta quinta-feira, 9 de julho, durante o show da dupla Diego & Victor Hugo, na programação de abertura do 48º Torneio Leiteiro e da 32ª Cavalgada de Santa Bárbara (MG). Considerado o maior evento do Médio Piracicaba, o festival acontece no Parque de Exposições Adilson Melo e reúne milhares de pessoas em uma programação que celebra a tradição, a cultura e a música sertaneja.

Convidado para participar da apresentação, Evandro Jr. sobe ao palco para interpretar, entre outras, a música  “Cai na Sua Lábia”, gravada em parceria com Diego & Victor Hugo. A canção vem marcando sua trajetória e reforçando sua identidade no cenário sertanejo.

Mais do que uma parceria musical, o encontro no palco representa o reencontro de artistas que compartilham uma história em comum. Entre 2008 e 2009, Evandro Jr., Diego e Victor Hugo iniciaram suas trajetórias musicais em Uberlândia (MG), período em que dividiram palcos e apresentações na noite da cidade. Anos depois, os caminhos voltam a se cruzar em um momento especial, celebrando a amizade construída ao longo da carreira e a parceria consolidada na música.

A participação representa um momento importante na carreira de Evandro Jr., que terá a oportunidade de dividir o palco com uma das principais duplas da música sertaneja da atualidade, diante de um grande público em um dos eventos mais tradicionais da região.

O 48º Torneio Leiteiro e a 32ª Cavalgada de Santa Bárbara reúnem milhares de pessoas e são reconhecidos por valorizar a cultura, a tradição e a música sertaneja, consolidando-se como um dos principais eventos do calendário festivo do município.
 

Sobre Evandro Jr.
O cantor e compositor sertanejo Evandro Jr., natural de Patos de Minas (MG), soma 17 anos de carreira dedicados à música. O artista revelou seu talento ainda na infância e, ao longo de sua trajetória, construiu uma sólida formação musical. Com mais de 400 composições autorais, une sensibilidade, técnica e presença de palco, consolidando seu nome no cenário sertanejo.

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Serviço
Evento: 48º Torneio Leiteiro e 32ª Cavalgada de Santa Bárbara
Data: Quinta-feira, 9 de julho
Local: Santa Bárbara (MG)
Participação especial: Evandro Jr. no show de Diego & Victor Hugo

Empresária Natyelle Caballero aposta na TV e no empreendedorismo para inspirar mulheres

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A empresária e influenciadora Natyelle Caballero Laguado, de 35 anos, vive um dos momentos mais importantes de sua trajetória pessoal e profissional. Nascida em Goiânia, ela construiu uma história marcada por superação, mudanças e determinação, transformando desafios em oportunidades.

Ainda na infância, Natyelle deixou o Brasil para viver no principado de Liechtenstein, onde reencontrou a mãe. Mais tarde, formou-se em Design de Moda na Suíça e iniciou uma carreira de destaque no segmento fashion. De volta ao Brasil, comandou por sete anos uma marca de moda, conciliando sua atuação entre a Europa e o país.

Atualmente radicada no Espírito Santo, a empresária está à frente de uma marca fitness voltada ao universo do bem-estar e da qualidade de vida. Ao longo dos anos, também consolidou importantes conexões no meio artístico e empresarial, ampliando sua presença no mercado.

Entre os novos desafios da carreira, Natyelle integra o elenco do Reality das Donas, projeto que incentiva e fortalece o empreendedorismo feminino. Ela também revela o desejo de participar do reality show A Fazenda, da Record, e comemora sua nova trajetória de seu quadro de tv pela RedeTV  ES onde pretende ampliar sua atuação na televisão.

Apesar do sucesso profissional, Natyelle destaca que sua maior motivação continua sendo a família. Sua filha vive em Liechtenstein com o pai, e, mesmo enfrentando a distância, ela afirma encontrar tranquilidade ao saber que a menina cresce cercada de amor, cuidado e boas oportunidades.

Com novos projetos na televisão e no empreendedorismo, Natyelle Caballero segue determinada a expandir sua marca e usar sua história como inspiração para outras mulheres, mostrando que dedicação, coragem e perseverança podem transformar sonhos em realidade.

Apresentadora e sensitiva Vitória Vik leva previsões para os famosos e conquista espaço na TV

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Conhecida do público por sua trajetória como cantora e apresentadora, Vitória Vik vive uma nova fase na carreira ao revelar, na televisão, um lado que durante muitos anos era conhecido apenas por quem acompanhava seu trabalho mais de perto. Pela primeira vez, ela une sua experiência como comunicadora ao dom da sensibilidade espiritual em um talk show que mistura entretenimento, astrologia, previsões e o universo das celebridades.

Embora muitos espectadores estejam descobrindo agora esse lado da artista, Vitória atua na espiritualidade desde os 14 anos. Vinda de uma família de grandes benzedores, ela aprofundou seus conhecimentos ao longo dos anos com estudos em astrologia, numerologia e mais de 25 terapias integrativas, construindo uma trajetória que hoje compartilha com o público de forma leve e acessível.

Antes de levar esse conteúdo para a televisão, Vitória já havia conquistado uma comunidade fiel no YouTube com o canal Mensagem da Espiritualidade, onde publica diariamente conteúdos sobre previsões dos signos, espiritualidade, vidência e reflexões voltadas ao autoconhecimento. O alcance da plataforma ajudou a consolidar seu trabalho e incentivou a expansão do projeto para a TV.

O projeto nasceu justamente após o sucesso alcançado nas redes sociais. Incentivada por amigos, Vitória decidiu levar esse universo para a televisão, apostando em um formato que reúne previsões para famosos, análises dos signos, espiritualidade e os principais acontecimentos do mundo das celebridades.

Ao seu lado está o jornalista Solare Alves, conhecido por acompanhar de perto os bastidores do meio artístico. Juntos, eles unem informação, entretenimento, previsões e fofocas em uma dinâmica que rapidamente conquistou a atenção do público e vem gerando grande repercussão.

O sucesso tem sido tão positivo que o programa já passa por mudanças e novidades para acompanhar o crescimento da audiência, consolidando um formato que vem chamando a atenção justamente por apresentar uma proposta diferente na televisão.

O Talk Show dos Famosos vai ao ar dentro do programa Na Mira, exibido todos os domingos, às 9h, pela TV Paragominas, afiliada do SBT. A atração reúne entrevistas, bastidores do mundo dos artistas, previsões espirituais e análises astrológicas, reforçando a proposta de levar entretenimento com um olhar diferenciado para o público.

 

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