quinta-feira, junho 25, 2026
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Viva a evolução da área mais nobre da cidade no Parque Sul Karaíba

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 O microbairro que redefine os conceitos de morar, trabalhar e investir

A Casa Parque Sul é uma casa conceito multiuso instalada no microbairro de alto padrão Parque Sul Karaíba, localizado na Zona Sul de Uberlândia, que será inaugurada nesta terça-feira, 09 de dezembro.

Com infraestrutura completa e um toque de requinte, o espaço foi idealizado em um conceito híbrido: showroom de vendas, escritório de operação e ambiente institucional. Um local pensado para receber momentos especiais, tomar um café, fechar negócios ou simplesmente desfrutar da integração entre natureza e modernidade.

Assinada pela Agência SIC, com projeto arquitetônico de Henrique Damião e Lorena Alves e responsabilidade técnica do engenheiro Hericlis Pires, a estrutura possui um pavilhão central de 660 m², que vai abrigar sete salas, além de uma arena de 600 m², área para decorados, estacionamento.

Cada detalhe foi cuidadosamente planejado para criar um ambiente elegante, valorizando áreas verdes, promovendo integração e oferecendo mais qualidade de vida, um projeto à altura do microbairro mais exclusivo da cidade.

A Casa Parque Sul representa a leveza, a clareza, a integração visual e o protagonismo dos espaços livres que irão orientar os próximos lançamentos na região mais nobre de Uberlândia.

Vida de bairro, com cara de futuro
O Parque Sul Karaíba nasce para ser muito mais que um novo endereço na Zona Sul da cidade: ele inaugura um novo conceito de urbanismo, onde moradia, trabalho, saúde, lazer e conveniência convivem em harmonia dentro de um mesmo ecossistema urbano.

Com 15 terrenos destinados a condomínios verticais, com fachadas ativas de uso misto para comércio e serviços, incluindo cafés, conveniências e outras soluções do dia a dia, o bairro reduz deslocamentos, elimina horas no trânsito e amplia a qualidade de vida. Tudo ao alcance de uma caminhada, sempre acompanhado por áreas verdes, ciclovias e jardins que conectam as vias, criando uma rotina mais fluida, segura e saudável.

A tecnologia é outro pilar essencial do projeto. O Parque Sul Karaíba oferece Wi-Fi aberto em todas as áreas, garantindo conectividade constante para moradores e visitantes. O sistema de segurança reúne câmeras inteligentes capazes de identificar movimentos, pessoas, placas e rostos, organizando dados para apoiar as ações de vigilância. O parquinho infantil conta ainda com monitoramento dedicado, reforçando o cuidado e a proteção das crianças.

Anexo a tudo isso, o Parque Sul Karaíba traz um masterplan assinado pelo Escritório Perkins e Will, trazendo uma visão internacional de paisagismo, urbanismo e mobilidade, assinatura está presente em projetos no Brasil, Canadá, Estados Unidos, China, entre outros,  criando uma futura área voltada para bem-estar e saúde (não hospitalar), com alguns serviços em parceria com a Unimed Uberlândia. O Parque Sul vai se consolidar como um lugar onde arquitetura de classe mundial e saúde de excelência se unem para definir o futuro da zona sul de Uberlândia.

Localizado em um ponto privilegiado da Zona Sul, o microbairro está conectado aos principais eixos da cidade. Tudo isso garante que esteja totalmente alinhado ao crescimento da região mais valorizada de Uberlândia. O espaço está pronto para receber quem busca mais do que um endereço: um estilo de vida.

O novo consumidor pesquisa, compara e valida antes de contratar

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Antes de chamar uma empresa, o usuário busca sinais de confiança em diferentes canais e chega mais exigente à conversa

O consumidor atual raramente contrata no impulso quando a decisão envolve valor, risco ou confiança. Antes de fechar com uma empresa, ele pesquisa, compara, pergunta, observa reputação e tenta reduzir incerteza.

Esse comportamento é visível em serviços especializados, clínicas, cursos, escritórios, consultorias, empresas locais e soluções B2B. O primeiro contato acontece depois de uma investigação silenciosa, muitas vezes invisível para a empresa.

A venda começa antes da abordagem

A Gartner aponta que muitos compradores B2B preferem etapas sem contato direto com representantes, embora decisões feitas apenas por autoatendimento possam aumentar o risco de arrependimento. O dado revela um desafio: o cliente quer autonomia, mas também precisa de orientação confiável.

No consumo de serviços, a lógica é parecida. O cliente quer pesquisar por conta própria, mas precisa encontrar sinais suficientes para sentir segurança.

“A empresa não controla mais o começo da jornada. Ela precisa estar pronta para ser analisada antes mesmo de saber que está sendo analisada”, diz Rique Souza.

Experiência ruim destrói confiança

A PwC, em pesquisa de experiência do cliente, mostrou que mais da metade dos consumidores deixou de usar ou comprar de uma marca após uma experiência ruim. Isso reforça que confiança não é construída apenas em anúncios, mas em cada ponto de contato.

Antes do atendimento, o consumidor avalia presença digital. Durante o atendimento, confirma ou abandona a percepção criada.

A comparação virou hábito

O Google chama de “messy middle” o espaço em que consumidores exploram e avaliam opções antes da decisão. Esse intervalo pode ser curto ou longo, mas quase sempre envolve comparação, prova social e sinais de autoridade.

Para Rique Souza, fundador da Agência Clave, empresas que vendem serviços mais complexos precisam construir respostas antes que o consumidor faça perguntas diretamente. Conteúdos claros, reputação e menções externas reduzem dúvida e aumentam confiança.

A aquisição de clientes de alto valor passa por esse caminho: não basta gerar demanda, é preciso criar uma percepção favorável antes do contato.

O novo filtro é confiança

No fim, o consumidor não procura apenas uma empresa disponível. Procura uma empresa que pareça segura. Em mercados competitivos, quem oferece mais contexto tende a chegar à conversa comercial com vantagem.

Forró do Givanildo 2026 abre vendas com Marcelinho de Lima, Trio Virgulino e quadrilha em Pedro Leopoldo

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Última edição do Forró do Givanildo – Thiago Smith.

A 24ª edição do evento, que é all inclusive, será realizada em 25 de julho, sábado, no Parque da Música

As vendas para o Forró do Givanildo 2026 já estão abertas. A 24ª edição do evento que se consolidou como tradição no Vetor Norte de Belo Horizonte será realizada no dia 25 de julho (sábado), a partir das 19h, no Parque da Música, em Pedro Leopoldo. Com open bar e open food, a festa promete mais uma vez unir música de qualidade, clima de confraternização e a atmosfera acolhedora que cativa o público ano após ano. Os ingressos podem ser adquiridos pelo site www.forrodogivanildo.com.br.

Uma das atrações mais aguardadas da noite, Marcelinho de Lima é nome consagrado da música sertaneja. Natural de Pará de Minas (MG), o cantor acumula mais de 20 anos de estrada e uma trajetória marcada por sucessos que embalam gerações. Dono de hits, o artista construiu uma carreira sólida que começou em 1993, quando iniciou como guitarrista, até o lançamento do primeiro álbum solo em 2004 pela Atração Fonográfica. Referência do sertanejo mineiro dentro e fora do estado, sua apresentação no Forró do Givanildo promete um repertório emocionante que mescla clássicos e sucessos da carreira.

Completando o time de atrações musicais, o lendário Trio Virgulino desembarca em Pedro Leopoldo para celebrar quase meio século de história. O grupo, considerado o padrinho do forró universitário — movimento que impulsionou o surgimento de bandas como Falamansa, Bicho de Pé e Rastapé. Tem uma trajetória que se confunde com a própria história do forró no Brasil. Com uma média de 25 apresentações por mês, o grupo já dividiu palco com gigantes como Caetano Veloso, Elba Ramalho, Moraes Moreira e Dominguinhos. Atualmente em turnê comemorativa de 50 anos de carreira, a banda promete levar ao público de Pedro Leopoldo a essência do forró pé-de-serra com um repertório que atravessa gerações.

Além dos shows, a tradicional quadrilha está confirmada, trazendo cor, coreografia e animação para abrilhantar a noite. O evento mantém o formato all inclusive que é sua marca registrada, com open bar e open food garantindo que os convidados possam aproveitar cada momento sem preocupações.

“O Forró do Givanildo foi idealizado para proporcionar uma experiência única e próxima entre o público e os artistas, com música, quadrilha, brincadeiras. Nosso foco é manter o clima de confraternização e a qualidade impecável do serviço, tornando cada edição inesquecível para quem vem se divertir conosco”, afirma o produtor do evento, Nilton Júnior.

Serviço

Evento: Forró do Givanildo — 24ª edição

Data: 25 de julho (sábado), às 19h

Local: Parque da Música (Av. Via Norte, 2752, Pedro Leopoldo — MG)

Atrações: Marcelinho de Lima, Trio Virgulino e Quadrilha

Open bar e open food

Ingressos: www.forrodogivanildo.com.br

Classificação: 18 anos

A Moda das Redes Quer Parecer Mais Antiga, Mas a Rotina Continua Prática

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A nostalgia voltou a ocupar espaço central na moda digital. Nos painéis do Pinterest, nos vídeos curtos do TikTok e nos editoriais improvisados do Instagram, cresce o interesse por referências que parecem vir de outro tempo: rendas, broches, laços, camadas delicadas, tons frios, alfaiataria antiga e acessórios com aparência herdada. O passado, nesse contexto, não aparece como reprodução literal, mas como atmosfera. É menos sobre vestir-se como em décadas anteriores e mais sobre capturar um sentimento de delicadeza, permanência e romantismo em meio a uma rotina acelerada.

O Pinterest Predicts 2026 ajuda a explicar esse movimento ao destacar tendências ligadas a broches, rendas e estéticas mais ornamentadas. A plataforma, que funciona como termômetro de desejo visual antes que muitas tendências cheguem às ruas, revela como as pessoas estão salvando imagens que sugerem uma moda mais afetiva e menos descartável. O feed vira uma espécie de arquivo emocional, onde cada pin, look ou vídeo aponta para uma vontade de desacelerar visualmente.

Mas há uma diferença entre desejar uma estética e incorporá-la à vida. O que parece encantador em um moodboard pode ser pouco viável diante do calor, do transporte público, da pressa para trabalhar e do orçamento limitado. A moda nostálgica cresce nas redes, mas precisa negociar com o corpo, com o clima e com a conta no fim do mês.

Broches, rendas e cores frias: o que as pessoas estão procurando

O fascínio pelas referências antigas tem várias camadas. Em um primeiro nível, existe o apelo visual: rendas criam textura, broches adicionam personalidade, tons frios sugerem sofisticação e peças vintage comunicam singularidade. Em um segundo nível, há uma busca por diferenciação. Em um ambiente onde muitas marcas e tendências se parecem, acessórios e detalhes herdados de outras épocas funcionam como pequenos sinais de identidade.

O interesse por broches, por exemplo, mostra como objetos considerados antiquados podem voltar com nova função. Antes associados a looks formais ou ao guarda-roupa de gerações mais velhas, eles reaparecem como ferramenta de personalização. Podem estar na lapela, na bolsa, no lenço, no sapato ou até em composições mais casuais. A graça está justamente no deslocamento: um detalhe antigo aplicado a um look contemporâneo.

As rendas seguem caminho parecido. Elas aparecem menos como roupa de festa e mais como detalhe de styling: uma gola, uma barra, uma sobreposição, uma faixa no cabelo, uma blusa usada com jeans ou alfaiataria relaxada. A estética vintage das redes não quer, necessariamente, reconstruir o passado. Ela quer usar o passado como linguagem para comentar o presente.

Do moodboard para a rua: o que sobrevive à rotina

Na vida real, a tendência passa por uma triagem prática. Nem tudo que viraliza cabe na rotina. Peças muito delicadas podem amassar, esquentar ou exigir cuidados difíceis. Acessórios chamativos podem não combinar com ambientes de trabalho mais informais ou com o ritmo de quem precisa se locomover muito. Por isso, o consumidor tende a absorver fragmentos da estética, não o pacote completo.

O que sobrevive costuma ser aquilo que consegue equilibrar expressão e funcionalidade. Um broche discreto na bolsa, uma blusa com detalhe de renda usada com calça confortável, uma paleta mais fria em peças básicas ou um acessório vintage comprado em brechó. A inspiração digital vira adaptação. Ela perde um pouco do drama visual, mas ganha uso.

Algumas peças clássicas atravessam diferentes ciclos estéticos justamente porque não dependem de uma única tendência para fazer sentido. É o caso da camisa jeans masculina, que pode dialogar com referências vintage quando usada aberta sobre uma camiseta branca, com lenços ou acessórios retrô, mas também funciona em propostas contemporâneas pela praticidade, resistência e facilidade de combinação.

Essa capacidade de transitar explica por que a moda real raramente copia o moodboard. Ela traduz.

A realidade do clima, do trabalho e do orçamento

O Brasil impõe suas próprias regras à tendência. Em muitas cidades, o calor reduz a tolerância a camadas, tecidos pesados e acessórios desconfortáveis. A rotina de transporte público, longas jornadas e deslocamentos extensos favorece roupas que respiram, não apertam e resistem ao uso repetido. A estética pode ser romântica, mas a vida pede mobilidade.

O orçamento também funciona como filtro. Em um cenário de consumo mais racional, pouca gente monta um guarda-roupa inteiro inspirado em uma estética que talvez dure poucas semanas no feed. O caminho mais comum é escolher um ou dois elementos acessíveis para atualizar peças já existentes. Um broche de brechó, uma faixa de cabelo, uma blusa com textura, uma saia reaproveitada ou uma customização feita por costureira local.

Esse ponto revela uma diferença importante entre desejo e adoção. A moda digital produz repertório, mas quem decide o que entra no armário é a rotina. O consumidor pode gostar da fantasia visual, mas compra pensando em quantas vezes vai usar, se a peça esquenta, se combina com o que já tem e se cabe no orçamento.

Brechós, costureiras e criadores locais como tradutores da tendência

Se as redes criam desejo, os brechós e pequenos negócios ajudam a transformar esse desejo em algo possível. A estética nostálgica encontra terreno fértil em lojas vintage, bazares, garimpos online e acervos familiares. Em vez de comprar uma peça nova produzida para parecer antiga, muitos consumidores buscam roupas que já carregam sinais de tempo.

Costureiras e pequenos ateliês também entram como agentes importantes nessa tradução. Ajustar uma peça herdada, trocar botões, aplicar renda, encurtar uma barra ou adaptar uma camisa antiga pode ser mais viável do que comprar algo novo. A tendência, nesse caso, não chega como consumo em massa, mas como personalização.

Criadores locais e influenciadores de nicho reforçam esse movimento ao mostrar combinações possíveis para a vida real. Em vez de reproduzir editoriais inalcançáveis, eles ensinam como usar detalhes vintage com roupa básica, como garimpar sem gastar muito e como adaptar referências globais ao clima e à rotina brasileira.

A era da inspiração infinita

As plataformas visuais mudaram o modo como as pessoas desejam roupas. Antes, a tendência chegava por vitrines, revistas e televisão. Agora, ela aparece em sequência, misturada com decoração, lifestyle, maquiagem, música e comportamento. A moda deixou de ser apenas produto e virou cenário de identidade.

Esse excesso de inspiração tem dois efeitos. Por um lado, democratiza referências e permite que mais pessoas experimentem estilos diferentes. Por outro, cria uma sensação de atualização constante, como se fosse necessário reorganizar o guarda-roupa a cada nova estética nomeada pelo algoritmo. A nostalgia, curiosamente, aparece como resposta a esse cansaço: em vez de buscar o totalmente novo, muita gente procura algo que pareça conhecido, afetivo e estável.

Mas a estabilidade das imagens nem sempre se traduz em estabilidade de consumo. O mesmo algoritmo que impulsiona uma estética pode descartá-la dias depois. Por isso, o consumidor mais atento começa a separar o que é encanto momentâneo do que tem chance de permanecer no uso real.

O que fica quando a tela apaga

Nem toda tendência digital chega às ruas da mesma forma, e talvez esse seja o ponto mais interessante. O moodboard serve como sonho, mas o guarda-roupa precisa servir ao corpo. Entre a renda salva no Pinterest e a roupa escolhida às sete da manhã existe um percurso cheio de ajustes: clima, conforto, orçamento, trabalho, transporte e autoestima.

A moda nostálgica das redes revela uma vontade legítima de beleza, delicadeza e expressão pessoal. Ao mesmo tempo, a vida cotidiana impõe limites que tornam essa estética mais prática, mais simples e mais brasileira. No fim, o que sai do feed e chega ao corpo não é a fantasia inteira, mas aquilo que consegue sobreviver ao dia. E é nessa adaptação que a moda deixa de ser apenas imagem e volta a ser experiência.

A espera acabou e a Virada Cultural está de volta a Uberlândia

A cidade se prepara para reencontrar um dos eventos mais democráticos e aguardados de seu calendário. No próximo dia 11 de julho, o Teatro Municipal será palco da 7ª edição da Virada Cultural, um movimento que reafirma a força da nossa produção artística e a importância de ocupar espaços com arte, diversidade e conexões.

Com entrada gratuita e solidária com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, o evento convida o público a viver uma experiência imersiva das 09h às 22h. Esta edição marca não apenas um retorno, mas uma evolução, trazendo novidades pensadas para integrar corpo, mente e sociedade.

Acessibilidade que transforma
Acreditamos que a cultura só é plena quando é acessível a todos. Por isso, a Virada Cultural abraça a inclusão como protagonista. O evento contará com recursos de audiodescrição e tradução em Libras em pontos-chave da programação, garantindo que a arte chegue a todos os públicos sem barreiras. Além disso, teremos uma equipe dedicada e infraestrutura preparada para oferecer todo o suporte e acolhimento necessário, assegurando que a experiência de cada visitante seja plena, confortável e inesquecível.

Novidades que inspiram
Para abrir a programação com energia renovada, o evento traz um aulão de Hatha Kundaline Yoga em parceria com a Levare ministrada pelas instrutoras Divina Nunes e Ana Cristina Mendes. Na área interna do teatro, o público será impactado pelo espetáculo cênico musical apresentado pelo projeto Sementes do Amanhã, do Instituto Nelson Merola, que apresenta o espetáculo “Marias para Matar o Preconceito”, prometendo momentos de profunda reflexão.

Uma vitrine da nossa pluralidade
A Virada Cultural consolida-se como um ponto de encontro onde diferentes linguagens se entrelaçam. A programação é um verdadeiro mosaico da cultura local e independente:

Shows  com Duo Country, Mateus Leão e Banda, Naldo Pereira e a Battery Metallica Sinfônico.

Dança com apresentações da Praia Clube Cia de Dança, da Companhia de Dança Árabe do Triângulo Mineiro e mais o Palco Interações, fruto da parceria com o Festival de Dança do Triângulo Plus que levará cerca de 10 companhias de dança da cidade para o palco do Teatro.

Teatro e Literatura com a peça Teatragem da Cia PicNic, o Sarau Gotas Poéticas em parceria com a Assis Editora, o Encontro Literário “Quando a palavra revela e transforma” mediado pela escritora Sílvia Soares e a Mostra Almanaque Uberlândia Ontem e Sempre.

Artes Visuais e Economia Criativa com a Feira Livre Ser, que reúne 80 artesãos na parte externa do teatro, e a exposição Entre Tempos, de Bárbara Langoni (Babi) no hall interno.

Comes e bebes e praça de alimentação com a presença das cervejarias artesanais da cidade :Benedith, Uberbrau, Nuh Beer e Craft Keg, restaurantes com opções de lanches variados e ainda a Adega do Tadeu com vinhos.

A Virada Cultural de Uberlândia tem o patrocínio do Instituto Unimed Uberlândia e Sistema Martins através do PMIC – Programa municipal de Incentivo à Cultura. Parceria cultural do Fecomércio MG por meio do Sesc em Minas, apoio Start, parceria Festival de Dança do Triângulo e Assis Editora, rádio oficial Cultura Fm. Realização Viva Marketing Eventos e Cultura.

Serviço
Evento:   Virada Cultural de Uberlândia 7ª edição
Data: 11 de julho
Horário: 09h às 22h
Local: Teatro Municipal de Uberlândia
Entrada Gratuita com doação voluntária de alimentos destinados ao programa SESC Mesa Brasil
Acompanhe pelo instagram @viradaculturaludi

Estamos chegando com mais uma edição do Torresmofest em edição especial “Lendas do Rock” em Uberlândia

Sabores marcantes, música ao vivo e entretenimento para todas as idades estarão reunidos em Uberlândia durante a terceira edição do Torresmofest. Entre os dias 25 e 28 de junho, das 12h às 23h, o maior festival gastronômico itinerante do país ocupa o estacionamento do Uberlândia Shopping com entrada gratuita e uma programação que combina culinária, cultura e lazer.

Reconhecido por valorizar as diversas versões do torresmo e outros pratos à base de proteína suína, o evento chega em 2026 com uma temática inédita: Lendas do Rock. A programação irá contar com mais de 10 bandas interpretando sucessos de grandes nomes do rock nacional e internacional.

Mais de 20 expositores participam desta edição, oferecendo um cardápio que vai muito além do tradicional torresmo. Entre as opções estão costela fogo de chão, baião de dois, feijão tropeiro, hambúrgueres com torresmo ou shimeji, lanches de costela, batatas recheadas, doces artesanais, sobremesas e chopp artesanal.

Os fãs de futebol também terão espaço garantido na programação. Durante o festival, oito telões estarão distribuídos pelo evento para a transmissão dos jogos da Copa, permitindo que o público acompanhe as partidas sem abrir mão da gastronomia e das atrações musicais.

Com mais de 660 edições realizadas e um público superior a 10 milhões de visitantes em diferentes regiões do país, o Torresmofest consolidou-se como um dos principais festivais gastronômicos do Brasil. O evento já passou por estados como São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Sergipe, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Rio Grande do Sul e Distrito Federal.

Confira aqui a programação completa:

Quinta-Feira (25/06)
18H-Lucas Mellero – Voz e Violão
20H30- Especial Barão Vermelho

Sexta-Feira (26/06)
12H30-Diano Ilha – Voz e violão
18H-Planet Pop – Rock nacional e Internacional
20H30-Tributo Legião Urbana – Duas Tribos

Sábado (27/06)
12:30H-Guerreiras do Kpop
15H-Especial Red Hot Chili Peppers – Peppers Magik
17H30-Especial O Rappa – LRDanettiI & Metrô Capuêra
20H30-Cover Charlie Brown Jr

Domingo (28/06)
12H30-Guerreiras do Kpop
15H-Especial CPM22 – Planet Pop
17H30-Especial Guns N’ Roses – Cross Road
20H30-Especial The Doors – Five The Doors

SERVIÇO
Torresmofest – Edição Especial Lendas do Rock
Data: 25 a 28 de junho de 2026
Horário: das 12h às 23h
Local: Estacionamento do Uberlândia Shopping
Entrada e Shows: Gratuitos
Pet Friendly

Saúde digital: telemedicina e aplicativos transformam acesso aos serviços de saúde e ampliam autonomia dos usuários

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Digitalização cria uma nova jornada de cuidado, com menos deslocamentos e maior praticidade para beneficiários de planos de saúde

A relação das pessoas com os serviços de saúde está passando por uma transformação impulsionada pela tecnologia. Assim como ocorreu em setores como bancos, transporte e comércio, o consumidor passou a buscar experiências mais simples, rápidas e digitais também quando o assunto é cuidado com a saúde. Recursos como telemedicina, aplicativos e plataformas digitais vêm mudando a jornada dos pacientes ao permitir acesso remoto a serviços, acompanhamento de solicitações e resolução de demandas administrativas sem a necessidade de deslocamentos.

No Brasil, esse movimento acompanha a evolução da própria saúde suplementar. Segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o setor encerrou 2025 com cerca de 53,2 milhões de beneficiários de planos médico-hospitalares, mantendo a saúde privada como um dos principais sistemas de assistência do país. Ao mesmo tempo, a digitalização passou a ser uma aliada para ampliar o acesso e melhorar a experiência dos usuários. Pesquisa do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) aponta que seis em cada dez brasileiros buscam informações sobre saúde na internet, demonstrando como os canais digitais já fazem parte da relação das pessoas com o cuidado.

Esse novo comportamento também influencia a expectativa dos consumidores em relação aos planos de saúde: além da qualidade assistencial, usuários passaram a valorizar facilidade de acesso, autonomia e soluções que se adaptem à rotina.

Tecnologia aproxima o cuidado e reduz barreiras de acesso

Para o assessor de negócios Matheus Santamarina, a tecnologia vem transformando a saúde ao tornar o acesso mais rápido, simples e conveniente para os pacientes. “Hoje, recursos como a telemedicina e os aplicativos de saúde permitem que as pessoas agendem consultas de forma prática, tenham acesso a pronto atendimento virtual, acompanhem autorizações de procedimentos e utilizem diversos serviços sem a necessidade de deslocamentos. Além de proporcionar mais comodidade, essas ferramentas ampliam o acesso ao cuidado e tornam a jornada do beneficiário mais eficiente e integrada”, afirma.

Segundo ele, a tendência é que o setor avance para um modelo híbrido, combinando as facilidades da experiência digital com a segurança e a qualidade do atendimento presencial. “A saúde deve evoluir cada vez mais para um modelo que una conveniência digital e cuidado humano. A tecnologia deve facilitar o acesso, mas sempre mantendo a qualidade e a proximidade no atendimento”, destaca.

Telemedicina amplia possibilidades de cuidado

Entre os principais avanços da saúde digital está a consolidação da telemedicina como uma alternativa para ampliar o acesso aos serviços médicos. A modalidade permite que pacientes recebam orientações, avaliações e acompanhamentos sem necessariamente precisarem se deslocar até uma unidade de atendimento, especialmente em situações que não exigem atendimento presencial imediato.

Para empresas, especialmente aquelas com equipes reduzidas, os recursos digitais também representam ganhos relacionados à gestão das equipes. “Para as empresas, os ganhos também são relevantes, com redução do absenteísmo, menor tempo de afastamento dos colaboradores para consultas e maior produtividade, gerando benefícios tanto para os usuários quanto para os empregadores”, explica Matheus.

PopVita aposta em experiência digital para simplificar o acesso à saúde

Acompanhando essa transformação do setor, a PopVita, plano de saúde do Grupo Unimed Uberlândia, foi desenvolvida com uma proposta de tornar a jornada do beneficiário mais simples, acessível e conectada.

Por meio do site e aplicativo, os usuários têm acesso a diferentes serviços digitais, como:

  • Carteirinha digital;
  • Consulta à rede credenciada;
  • Atendimento por telemedicina;
  • Agendamento de consultas na Clínica Nexa;
  • Acompanhamento de extrato de coparticipação;
  • Consulta ao status de autorizações;
  • Solicitação de reanálise de demandas.

A proposta é permitir que o beneficiário resolva diferentes necessidades em poucos cliques, a qualquer hora e de qualquer lugar. “Na PopVita, acreditamos que a tecnologia deve ser uma facilitadora da experiência do cliente, e não uma substituta do relacionamento humano. Investimos em soluções digitais que trazem praticidade, agilidade e autonomia ao beneficiário, ao mesmo tempo em que mantemos canais de atendimento acolhedores e uma rede assistencial preparada para oferecer cuidado próximo e personalizado”, afirma Matheus Santamarina.

Saúde digital também favorece pequenos negócios e novos públicos

A transformação tecnológica tem papel estratégico especialmente para públicos que historicamente enfrentaram mais dificuldades de acesso à saúde suplementar, como pequenas empresas, profissionais autônomos e trabalhadores com rotinas mais dinâmicas.

Ao simplificar processos, reduzir burocracias e ampliar possibilidades de atendimento remoto, as ferramentas digitais ajudam a tornar os planos de saúde mais compatíveis com a realidade desses públicos. “A tecnologia é uma importante aliada na democratização do acesso à saúde suplementar. Soluções digitais reduzem custos operacionais, simplificam processos e permitem que serviços de saúde sejam oferecidos de forma mais eficiente e acessível”, destaca o assessor de negócios. Segundo ele, ferramentas como telemedicina, aplicativos de autoatendimento e canais digitais tornam o acesso ao cuidado mais adequado às necessidades dos novos perfis de consumidores.

Entre os diferenciais da PopVita está a proposta de oferecer um modelo mais acessível de contratação empresarial. Exemplo disso são os preços praticados pela empresa. Os planos têm valores a partir de R$ 133,71, considerando a contratação mínima de duas vidas, ampliando as possibilidades para empresas de menor porte que buscam oferecer assistência à saúde aos seus colaboradores. Outras faixas de contratação podem ser consultadas pelo telefone (34) 99680-4074.

O futuro da saúde combina tecnologia e cuidado humano

A digitalização da saúde não representa a substituição do atendimento presencial, mas a criação de uma experiência mais integrada, na qual tecnologia e cuidado humano trabalham juntos. Esse modelo permite que usuários tenham mais autonomia para acessar serviços quando precisam, sem abrir mão da confiança e da qualidade assistencial.

Sobre a PopVita

A PopVita é um plano de saúde desenvolvido pelo Grupo Unimed Uberlândia com o objetivo de ampliar o acesso à saúde suplementar por meio de um modelo acessível, digital e centrado nas pessoas. Voltado principalmente para o segmento empresarial, o plano atende MEIs, microempresas, startups e trabalhadores autônomos, oferecendo contratação simplificada a partir de duas vidas. Combinando tecnologia, eficiência operacional e cuidado humanizado, a PopVita proporciona uma experiência mais prática, próxima e sustentável no cuidado com a saúde.

Teatro e amadurecimento: projeto Maturando encerra ciclo com apresentações gratuitas neste final de semana

Nos dias 27 e 28 de junho, o Ponto dos Truões recebe apresentações abertas ao público que marcam o encerramento do projeto “Maturando: Teatro, cidadania e protagonismo”. Os participantes sobem ao palco para encenar duas produções inéditas desenvolvidas pela turmas de adolescentes e de pessoas acima de 60 anos,  após oito meses de curso e encontros semanais dedicados à iniciação teatral. As sessões acontecem às 18h e às 19h30, com entrada gratuita e acessibilidade em Libras e audiodescrição.

O nome do projeto, “Maturando”, traduz a essência da proposta: olhar para duas fases distintas da vida que se encontram em pleno processo de amadurecimento e ressignificação. De um lado, jovens de 11 a 16 anos que vivenciam as descobertas, transformações e a transição da infância para a juventude; e de outro, adultos com mais de 60 anos que inauguram novas etapas da existência, lidando com novos ciclos sociais e mudanças corporais.

Desde setembro de 2025, o projeto buscou proporcionar formação artística por meio de exercícios de criatividade, autoconhecimento e protagonismo, estimulando o desenvolvimento de habilidades socioemocionais e comunicacionais, além de fortalecer redes de apoio, a integração social entre diferentes gerações e ampliar perspectivas de vida. “Para nós, o mais bonito é perceber como o teatro transforma o palco em um espaço possível para todos. Ao longo do projeto, acompanhamos participantes que chegaram sem experiência artística e que hoje ocupam a cena com presença, criatividade e autonomia. O teatro tem essa capacidade singular de reunir pessoas, histórias e sensibilidades em torno de uma experiência compartilhada, ampliando a forma como nos relacionamos com o mundo e com os outros. Ver adolescentes e pessoas acima de 60 anos assumindo o protagonismo de suas trajetórias artísticas reafirma nossa convicção de que o teatro é um direito cultural e uma experiência transformadora, acessível a todas as pessoas”, destaca Ronan Vaz, diretor artístico-pedagógico do projeto.

A iniciativa é realizada pela Trupe de Truões, com patrocínio do Instituto Unimed Uberlândia e Sistema Martins (por meio do Instituto Alair Martins), além do incentivo do Programa Municipal de Incentivo à Cultura (PMIC) da Prefeitura de Uberlândia. Ao longo de oito meses, um total de 34 pessoas participaram diretamente do projeto, integrando uma turma de adolescentes e duas turmas de pessoas acima de 60 anos.

Clássico de Shakespeare abre a programação no sábado
No sábado, 27 de junho, a turma de adolescentes sobe ao palco com o espetáculo “(Mais um) (outro) Sonho de uma Noite de Verão”. Sob a direção e coordenação pedagógica dos professores Antonio Júnior e Giovana Araujo, a peça propõe uma releitura sensível e bem-humorada da clássica comédia de William Shakespeare. A narrativa transporta o espectador para o universo do pós-Big Bang, onde o amor surge como essa força confusa e arrebatadora que move os seres humanos. Em meio a uma floresta mágica de feitiços, amores trocados e desencontros desastrosos, os jovens atores provam que certas confusões e paixões atravessam os séculos de forma intacta.

Memórias e histórias de vida conduzem o espetáculo de domingo
No domingo, 28 de junho, é a vez das duas turmas 60+ emocionarem a plateia com “Lambuzar-se”. Com texto fruto de uma criação coletiva e direção assinada por Antonio Júnior e Cássio Machado, o espetáculo adota o ciclo biológico das árvores como uma metáfora poética sobre o envelhecimento e a passagem das estações na vida humana. A montagem foi inteiramente costurada a partir das memórias afetivas, experiências práticas e relatos de vida dos próprios participantes, mostrando que amadurecer não é sinônimo de perdas, mas sim de contínua transformação e novos recomeços.

Processo criativo que virou websérie audiovisual
Além da experiência nos palcos, a jornada de desenvolvimento das turmas foi documentada em uma websérie audiovisual composta por cinco episódios especiais, disponibilizados no canal oficial da Trupe de Truões no YouTube e repercutidos em pílulas informativas no Instagram.

Os vídeos registram os bastidores do projeto desde as primeiras aulas de introdução à linguagem cênica. Longe de focar apenas na memorização mecânica de roteiros, as imagens revelam um trabalho profundo de expressão corporal e o uso de técnicas como a “máscara neutra”, desafiando corpos inicialmente travados a ocuparem o espaço de maneira expressiva. Os depoimentos de alunos e professores ilustram os impactos reais da vivência na melhora da autoestima, na quebra da timidez, na criatividade e no bem-estar social, provando que a arte desconhece qualquer barreira de idade.

Atualmente, quatro episódios já estão disponíveis no canal do YouTube da Trupe de Truões, e o quinto e último capítulo será lançado em julho, logo após a estreia dos espetáculos no Ponto dos Truões. O canal pode ser acessado diretamente pelo link: youtube.com/@trupedetruoes.

Serviço
Espetáculos de encerramento do projeto Maturando

Espetáculo da turma de adolescentes:
Título: (Mais um) (outro) Sonho de uma Noite de Verão
Quando: Sábado, 27 de junho
Horário: às 18h e 19h30
Acessibilidade em Libras e audiodescrição na sessão das 18h

Espetáculo das turmas 60+:
Título: Lambuzar-se
Quando: Domingo, 28 de junho
Horário: 18h e 19h30
Acessibilidade em Libras e audiodescrição na sessão das 18h

Onde: Ponto dos Truões
Endereço: Av. Ana Godoy de Souza, 381 – Santa Mônica
Classificação indicativa: Livre
Entrada gratuita
Redes sociais:
facebook.com/trupedetruoes
instagram.com/trupedetruoes

Coliseu: Exposição Imersiva estreia em Uberlândia e leva o público à Roma Antiga com experiência em metaverso

A história de uma das arenas mais conhecidas do mundo ganha uma nova forma de ser vivida com a chegada de Coliseu: Exposição Imersiva em Uberlândia . A experiência estreia no dia 26 de junho, no Uberlândia Shopping, empreendimento administrado pela Alqia, com produção da empresa Bluebees, marcando sua segunda temporada na América Latina após a estreia em São Paulo ,New York, Barcelona e Paris, em dezembro do ano passado.

A proposta é conduzir o visitante ao século I depois de Cristo, em uma experiência que atravessa diferentes dimensões da Roma Antiga. Ao longo do percurso, a narrativa se constrói a partir da combinação entre cenografia, tecnologia e interação, tendo o Coliseu como ponto central. Símbolo do poder romano e um dos monumentos incluídos nas Sete Maravilhas do Mundo Moderno, a arena é apresentada em seu contexto histórico, social e cultural.

A exposição se estrutura a partir do conceito figital, que integra o mundo físico ao digital em uma experiência contínua. O visitante percorre ambientes construídos com base em pesquisa histórica e, ao mesmo tempo, acessa camadas digitais que ampliam a compreensão do período. O resultado é uma jornada em que presença, interação e narrativa acontecem de forma conectada.

Mais do que observar, o público participa. A experiência utiliza recursos como realidade virtual, inteligência artificial e réplicas cenográficas para construir um percurso sequencial, em que cada espaço aprofunda a imersão e prepara para a etapa seguinte.

“Nosso objetivo com Coliseu: Exposição Imersiva é oferecer ao público uma experiência que vá além do olhar contemplativo, colocando o visitante no centro da narrativa. Unimos pesquisa histórica, tecnologia de ponta e o conceito figital, que integra o físico e o digital, para criar uma exposição envolvente, que conecta passado e presente. A ideia é que, a cada sala, o visitante se surpreenda com uma nova camada da experiência. Todo o percurso foi pensado para ser imersivo, intrigante e capaz de despertar diferentes sensações do começo ao fim”, conta Hugo Teixeira, diretor da exposição.

Metaverso e interação inédita em tempo real
Um dos principais momentos da exposição é a experiência em metaverso, com duração superior a 30 minutos. Equipados com óculos de alta definição 4K, os visitantes entram em um ambiente virtual compartilhado, onde podem interagir entre si e com os elementos da cena.

Nesse ambiente, é possível caminhar, explorar espaços, manipular objetos e até compartilhar interações com outras pessoas presentes na mesma sessão. Diferente de experiências lineares, o conteúdo não é fixo: cada participação pode gerar variações, tornando cada acesso único.

A tecnologia utilizada combina rastreamento de movimento, resposta em tempo real e integração entre múltiplos usuários. O sistema foi desenvolvido a partir de soluções imersivas de última geração, com hardware e software super atualizados. Os óculos usados no metaverso são originados na Ásia, em parceria com um grupo ligado ao ecossistema do TikTok. Esse conjunto único de tecnologia permite uma percepção de presença e profundidade que amplia a relação do visitante com o ambiente virtual.

A experiência em metaverso é o ponto de convergência do percurso, reunindo os elementos apresentados nas salas anteriores e inserindo o visitante diretamente na narrativa para conhecer o Coliseu.

Percurso expositivo
A exposição conduz o visitante por uma sequência narrativa construída a partir de imersão e detalhamento cenográfico.

O percurso é contínuo e planejado para revelar novas camadas a cada etapa. O ingresso garante acesso integral a todas as salas e experiências, sem restrições ao longo da visita.

Todos os caminhos levam a Roma
Apresenta a dimensão territorial do Império Romano e seus sistemas de conexão. Elementos como o estandarte ​romano e um painel de rotas mostram como a circulação de pessoas e informações sustentava a expansão romana.

Espaço: Experiência em metaverso
O visitante é conduzido por uma narrativa protagonizada por Caius e Flamma. A jornada percorre as mais importantes construções romanas do século I como Panteão, Templo de Ísis e Fórum Romano, além de espaços como uma tradicional casa romana, o mercado e os bastidores do Coliseu, incluindo o hipogeu e a arena. A experiência aborda desde o treinamento até os espetáculos, incluindo combates, encenações e eventos históricos, encerrando com a trajetória de Flamma e sua relação com liberdade e identidade.

Descubra sua alma romana: Cabines Photobooth I.A
Em cabines interativas, o visitante pode ser retratado como diferentes personagens da Roma Antiga, com imagens geradas por inteligência artificial. O visitante recebe um QR Code para acessar e baixar a foto na hora, permitindo salvar e publicar nas redes sociais como registro da visita.

Converse com o gladiador Flamma
Para fechar a experiência figital, um totem interativo, com uso de Inteligência Artificial, permite diálogo com o avatar do gladiador, que responde a perguntas e compartilha informações sobre sua trajetória. Uma interação que irá render boas conversas. Ídolo em Roma, Flamma foi um gladiador sírio do século I d.C., conhecido por sobreviver a 34 combates e recusar a liberdade quatro vezes.

Ao final do percurso, a exposição conta com uma loja temática inédita.

Mais do que uma exposição, Coliseu: Exposição Imersiva conduz o público por uma travessia entre passado e presente, em que a história se revela em camadas. Ao longo do percurso, diferentes perspectivas da Roma Antiga se conectam para ampliar a compreensão sobre o período e seus personagens.

Serviço | Coliseu: Exposição Imersiva
Estreia: 26 de junho
Ingressos: Ticketmaster Brasil: https://www.ticketmaster.com.br/event/coliseu-exposicao-imersiva-uberlandia
Valores: A partir de R$ 30,00
Horário: Terça-feira à quinta-feira : 12h às 20h (última sessão) / sexta- feira e Sábado: 10h às 21h (última sessão) / Domingo: 12h às 19h (última sessão)
Local: Uberlândia Shopping
Endereço: Av. Paulo Gracindo, 15 – Morada da Colina, Uberlândia – MG, 38411-145.

Sobre a Bluebees: uma empresa especializada na criação de experiências imersivas que unem tecnologia, narrativa e emoção, desenvolvendo conteúdos para ambientes físicos e digitais, incluindo o metaverso. Com uso de recursos como realidade virtual, projeções e cenografia tecnológica, transforma histórias em vivências interativas que colocam o público no centro da narrativa. Com um olhar estratégico e criativo, a empresa vai além do entretenimento ao criar conexões reais entre marcas e pessoas, promovendo impacto emocional e engajamento profundo.

Liderança, inovação e legado marcam lançamento do livro de Fábio Túlio Felippe na Aciub

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Liderança, inovação, estratégia, família e propósito foram alguns dos temas que marcaram a noite de lançamento de Desaprender para Vencer, livro do presidente da Aciub – Associação Empresarial de Uberlândia, Fábio Túlio Felippe, na segunda (22). Em um encontro que reuniu empresários, lideranças e amigos na associação, o presidente compartilhou histórias, aprendizados e reflexões construídas ao longo de décadas de atuação no empreendedorismo e no desenvolvimento de pessoas e organizações. Conduzido pelo ex-presidente da Aciub, Rogério Nery, o bate-papo percorreu momentos marcantes da trajetória pessoal e profissional de Fábio, desde a infância em Brasília até a construção da Sankhya, uma das principais empresas brasileiras de tecnologia para gestão empresarial.

Ao longo da conversa, o autor relembrou experiências que contribuíram para a formação de seus valores, especialmente os ensinamentos recebidos dos pais. Histórias simples, mas carregadas de significado, serviram como ponto de partida para reflexões sobre ética, responsabilidade e protagonismo, princípios que, segundo Fábio, influenciaram sua forma de liderar e empreender.

A trajetória empresarial também foi tema central da noite. Fábio recordou os primeiros passos da antiga SOS Informática, criada ao lado do irmão Felipe Calixto, os desafios enfrentados nos anos iniciais do negócio e a importância da resiliência para superar períodos de incerteza e transformação.

Durante o encontro, o presidente destacou que a motivação para escrever o livro surgiu do desejo de compartilhar aprendizados acumulados ao longo da vida. “Meu objetivo não foi vender livros. Meu objetivo é compartilhar aquilo que aprendi ao longo desses anos. E a maioria das coisas eu aprendi com outras pessoas”, afirmou.

O conceito que dá nome à obra permeou boa parte das reflexões da noite. Para Fábio, a capacidade de desaprender é uma das competências mais importantes para quem deseja evoluir em um cenário de mudanças cada vez mais aceleradas. Segundo ele, muitas das decisões que contribuíram para o crescimento de sua empresa nasceram da disposição de abandonar modelos que já não faziam sentido e adotar práticas mais eficientes, mesmo quando isso significava rever convicções ou abrir mão de métodos que haviam funcionado no passado.

A conversa também abordou temas como liderança, inteligência emocional, autoconhecimento e os impactos da transformação digital sobre as organizações. Fábio ressaltou que liderar exige aprendizado constante, especialmente em um contexto marcado pela convivência entre diferentes gerações, novas tecnologias e mudanças profundas na forma como as pessoas trabalham e se relacionam. Ao compartilhar experiências vividas na construção da Sankhya, o autor falou sobre a necessidade de questionar modelos estabelecidos, antecipar cenários e refletir continuamente sobre os desafios que podem impactar os negócios no futuro.

A família também esteve presente em diversos momentos da conversa. Ao agradecer o apoio da esposa, dos filhos, do irmão, dos amigos e das pessoas que fizeram parte de sua trajetória, Fábio reforçou a importância das relações humanas na construção de qualquer legado. Em um dos momentos mais emocionantes da noite, a família do presidente foi convidado ao palco para uma homenagem que celebrou não apenas a publicação da obra, mas toda a história construída ao longo de décadas de dedicação à família, aos negócios e à comunidade.

Encerrado com uma sessão de autógrafos e momentos de confraternização, o evento evidenciou o propósito que inspirou a escrita de Desaprender para Vencer: provocar reflexões sobre o futuro, estimular o aprendizado contínuo e reforçar que, em um mundo em constante transformação, evoluir exige a coragem de rever certezas e construir novos caminhos.

NEØERA Festival celebra a força da nova geração da música urbana na Zona Leste de São Paulo

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Edição especial do projeto reúne KayG e IAMLOPE$$ em uma noite dedicada à cultura periférica, à criatividade independente e às novas vozes da cena musical paulistana

A efervescência cultural das periferias paulistanas ganha mais um capítulo no próximo dia 27 de junho com a realização de uma edição especial do NEØERA Festival, iniciativa que vem ampliando espaços para artistas emergentes e fortalecendo a produção cultural independente da Zona Leste de São Paulo. O encontro acontece na Casa de Cultura Municipal Hip Hop Leste, com entrada gratuita, e terá como destaques os shows de KayG e IAMLOPE$$.

Em um cenário onde a música urbana se consolida como uma das principais expressões artísticas do país, projetos voltados à descoberta e valorização de novos talentos desempenham papel fundamental na renovação da cena cultural. O NEØERA surge justamente com essa proposta: criar pontes entre artistas, público e territórios, promovendo experiências que ultrapassam o entretenimento e dialogam diretamente com identidade, pertencimento e representatividade.

A edição pocket do festival aposta em uma programação enxuta, mas carregada de significado. O formato aproxima os artistas do público e transforma o espaço cultural em um ambiente de troca, onde diferentes trajetórias e vivências se encontram por meio da música. A iniciativa acompanha um movimento cada vez mais presente nas grandes cidades, no qual coletivos e produtores independentes assumem protagonismo na construção de novos circuitos culturais.

Foto: Divulgação

As apresentações de KayG e IAMLOPE$$ refletem a diversidade que marca a atual geração de artistas urbanos. Influenciados por sonoridades contemporâneas e por referências que transitam entre rap, trap, funk e outras vertentes da música popular, os dois nomes representam uma safra criativa que utiliza a arte como ferramenta de expressão e conexão com o público jovem.

Além dos shows, o evento reforça a importância dos equipamentos culturais localizados fora dos grandes centros tradicionais de entretenimento. A ocupação desses espaços contribui para democratizar o acesso à cultura e evidencia a potência criativa existente nos bairros periféricos, onde surgem movimentos que frequentemente influenciam tendências musicais, estéticas e comportamentais em todo o país.

Ao abrir suas portas para mais uma edição do NEØERA, a Zona Leste reafirma seu papel como um dos territórios mais férteis da produção cultural paulistana. A expectativa é reunir amantes da música, artistas independentes, produtores e agentes culturais em uma noite marcada pela valorização da arte feita nas ruas, nos estúdios independentes e nas comunidades que ajudam a construir diariamente a identidade cultural da cidade.

Foto: @anjoskt

Serviço
NEØERA Festival – Edição Pocket
Data: 27 de junho
Horário: 18h
Local: Casa de Cultura Municipal Hip Hop Leste
Entrada gratuita.